Macroeconomia e mercado

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José Coral: “Não descartamos o adiamento do início da safra”

Manifesto em prol da retomada do setor sucroenergético reuniu cerca de 20 mil pessoas em Sertãozinho (280 km de Piracicaba) na manhã de ontem. O ato, que cobrou políticas públicas mais claras para o açúcar e para o etanol, fechou parte do comércio e paralisou vias importantes da cidade.

O presidente da Afocapi (Associação dos Fornecedores de Cana de Piracicaba), José Coral, além de representantes da Coplacana (Cooperativa dos Plantadores de Cana do Estado de São Paulo) e produtores de Piracicaba; participaram do evento.

Ao final, uma carta elencando dificuldades e necessidades do setor foi elaborada e será encaminhada aos governos federal e estadual. “Foi uma manifestação pacífica e que cumpriu com seu papel. Esperamos que este ato seja apenas o início de uma série de mobilizações em prol do setor sucroalcooleiro, pois precisamos de medidas urgentes. A crise que atinge o setor já fechou mais de 10 mil empregos em Piracicaba nos últimos anos e em todo o Centro-Sul foram pelo menos 300 mil demissões no período”, disse Coral.

Segundo ele, ainda nesta semana, uma nova reunião do setor será realizada e novas iniciativas devem ser anunciadas. É possível que o manifesto seja programado em outros municípios e o adiamento do início da safra da cana-de-açúcar também não é descartado.
O deputado federal Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB) também esteve presente ao ato e falou sobre a gravidade da crise que assola o setor. Ele defendeu o aumento de 25% para 27,5% no percentual de etanol misturado à gasolina (Jornal de Piracicaba, 28/1/15)

 

Índia aprova subsídios à exportação de açúcar

Usinas receberão cerca de U$ 32,43 por tonelada exportada.

Foi assinada ontem, dia 28, pelo ministro da agricultura e alimentação da Índia Ram Vilas Paswan, a propposta de fixação de subsídios para exportação de açúcar.

O governo indiano provera à agroindústria canavieira cerca de 2 mil Rúpias Indianas por tonelada exportada, correspondente a U$ 32,43.

O país estima que mais de 1,4 milhões de toneladas sejam exportadas em 2015.

Para liberação dos recursos, a proposta assinada será encaminhada para o Gabinete da União, e pode ser aprovada ainda nesta quinta-feira, dia 29. (Jornal Cana 29/01/2015)

 

Exclusivo: saiba a data da nova mistura de anidro

Anúncio deverá ser feito pelo ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante.

Conforme fontes ligadas ao Governo, as quais o Jornal Cana teve acesso, o anúncio da nova mistura de etanol anidro na gasolina deverá ser feita na segunda-feira (02/02).

O anúncio deverá ser feito pelo ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, ainda na manhã da segunda-feira, após reunião prévia com lideranças do setor sucroenergético e das montadoras de veículos.

A reunião com as lideranças só sai da agenda do ministro em caso de outras urgências.

Tudo indica que nova mistura será mesmo de 27,5% de anidro à gasolina, ante os 25% atuais. (Jornal Cana 29/01/2015)

 

Cana está na lista de bonificação do Pronaf

Produtor com financiamento no programa do governo será beneficiado devido a queda nos valores.

O produtor de cana-de-açúcar com linha de financiamento no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura (Pronaf), do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), também terá direito a bonificação. Esse benefício é relativo às parcelas com vencimento entre 10 de janeiro e 9 de fevereiro de 2015, conforme decisão do MDA publicada no Diário Oficial da União.

A bonificação é prevista no Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) e é concedida quando os valores praticados no mercado estiverem abaixo daqueles definidos a cada ano/safra. A referência para o preço de mercado e o valor do bônus é o mês de dezembro de 2014.

 

Gasolina deve subir 8% em 2015 e energia 27,6%, estima Banco Central

Com isso, preços administrados deverão avançar 9,3% em 2015. Se confirmada, será a maior alta dos administrados em 11 anos.

A gasolina e a energia elétrica devem ter fortes altas este ano, segundo estimativa do Banco Central. Em ata da reunião que elevou a taxa Selic para 12,25%, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC estimou em 8% o aumento no preço da gasolina e em 27,6% o da energia elétrica este ano.

De acordo com o BC, a hipótese de elevação de 8% no preço da gasolina, estimada pelo BC, reflete, em grande parte, o aumento da tributação anunciada pelo governo na semana passada, por meio da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), do PIS e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

Já a estimativa de alta de 27,6% no preço da energia elétrica em 2015, ainda de acordo com o Banco Central, é reflexo do repasse às tarifas do custo de operações de financiamento, contratadas em 2014, da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

O governo anunciou, recentemente, que não pretende mais fazer repasses à CDE – um fundo do setor por meio do qual são realizadas ações públicas – em 2015, antes estimados em R$ 9 bilhões. Com a decisão do governo, as contas de luz dos brasileiros podem sofrer em 2015, ao todo, aumentos ainda superiores aos registrados no ano passado. Especialistas avaliam que a alta de energia, neste ano, pode chegar a até 40%.

Custo de produção maior

O custo de produção de eletricidade no país vem aumentando principalmente desde do final de 2012, com a queda acentuada no armazenamento de água nos reservatórios das principais hidrelétricas do país.

Para poupar água dessas represas, o país vem desde aquela época usando mais termelétricas, que funcionam por meio da queima de combustíveis e, por isso, geram energia mais cara. Isso encarece as contas de luz.

Entretanto, também contribui para o aumento de custos no setor elétrico o plano anunciado pelo governo ao final de 2012 e que levou à redução das contas de luz em 20%.

Para chegar a esse resultado, o governo antecipou a renovação das concessões de geradoras (usinas hidrelétricas) e transmissoras de energia que, por conta disso, precisaram receber indenização por investimentos feitos e que não haviam sido totalmente pagos até então. Essas indenizações ainda estão sendo pagas, justamente via CDE.

Gás de cozinha e telefonia fixa

O Banco Central estimou ainda, na ata do Copom divulgada na manhã desta quinta-feira, que o preço do gás de cozinha deve ter um aumento de 3% neste ano, enquanto que a telefonia fixa deve ter alta de 0,6% em 2015.

Preços administrados

Com a alta da tributação sobre gasolina e fim de repasses para a conta de luz, o Banco Central informou que prevê, para o conjunto de preços administrados (como telefonia, água, energia, combustíveis e tarifas de ônibus, entre outros), um aumento de 9,3% neste ano. Se confirmada, será a maior alta desde 2004 – quando houve aumento de 9,77%. (G1 29/01/2015)

 

Governo publica decreto alterando regras do Pis/Pasep, Cofins e Cide sobre combustíveis

O governo publicou hoje regra alterando regra que trata da redução da alíquota do PIS/Pasep e da Cofins e também cobrança da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre os combustíveis. A decisão está presente no decreto nº 8.395, presente no Diário Oficial da União desta quinta-feira (29).

A nova norma altera regras anteriores: o decreto nº 5.059/2004, que reduz as alíquotas da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS incidentes sobre a importação e a comercialização de gasolina, óleo diesel, gás liquefeito de petróleo e querosene de aviação; e o decreto nº 5.060/2004, que reduz as alíquotas da Cide incidente sobre a importação e a comercialização de petróleo e seus derivados, gás natural e seus derivados e álcool etílico combustível.

Em relação ao Decreto nº 5.059/2004, a redação anterior sobre coeficientes de redução de PIS/PASEP e Cofins de R$ 0,6699 para as gasolinas e suas correntes, exceto gasolina de aviação, e de 0,6793 para o óleo diesel e suas correntes. Com a mudança divulgada hoje, o coeficiente será de 0,51848 para as gasolinas e suas correntes, exceto gasolina de aviação, e de 0,46262 para o óleo diesel e suas correntes.

A alteração vale a partir de 1º de maio de 2015. Até 30 de abril, os coeficientes de redução serão de 0,3923 para as gasolinas e suas correntes, exceto gasolina de aviação; e 0,35428 para o óleo diesel e suas correntes.

Em relação ao Decreto nº 5.060/2004, houve alteração determinando que as alíquotas específicas Cide, ficam estabelecidas em R$ 100 por metro cúbico de gasolinas e suas correntes e em R$ 50 metro cúbico de óleo diesel e suas correntes. A nova regra cita, ainda, que ficam reduzidas a zero as alíquotas da Cide para querosene de aviação, demais querosenes, óleos combustíveis com alto teor de enxofre, óleos combustíveis com baixo teor de enxofre, gás liquefeito de petróleo, inclusive o derivado de gás natural e de nafta e álcool etílico combustível.

A medida publicada hoje também revoga o decreto nº 7.764/2012, que tratava da redução da Cide. Esse decreto anterior tinha reduzido a Cide a zero. (Agência Estado 29/01/2015)

 

Embrapa pesquisa cana-de-açúcar em área de expansão no Cerrado

Melhoria da produtividade e redução do custo de produção são as principais demandas das usinas da região Centro-Oeste.

A expansão do setor sucroalcooleiro, com crescimento na última década de 379% da área plantada na região Centro-Oeste, passou a exigir o desenvolvimento de tecnologias apropriadas ao manejo da cana-de-açúcar no Cerrado.

Desde 2009 uma equipe multidisciplinar da Embrapa Cerrados desenvolve experimentos em usinas localizadas nos estados de Goiás, Minas Gerais e Tocantins com o objetivo de ajustar as pesquisas às necessidades do setor produtivo.

A melhoria da produtividade e redução do custo de produção são as principais demandas das usinas da região Centro-Oeste. A produtividade de colmos na região do Cerrado é inferior à registrada no estado de São Paulo que responde por 53% da área plantada com cana-de-açúcar no País. No período de 2009 a 2013, a produtividade média de colmos no Centro-Oeste foi de 77 toneladas por hectare e de 82 toneladas por hectare em São Paulo.

As pesquisas em irrigação da cana-de-açúcar, com experimentos em andamento na Embrapa Cerrados e na usina Jalles Machado (Goianésia, GO), mostram o grande potencial desta prática na elevação da produtividade da cultura no Cerrado.

Com a irrigação a cana-planta atinge produtividade de colmos de até 255 t/ha e a primeira soca até 220 t/ha para as melhores variedades, índices muito superiores à média da região centro-sul do País. Em termos de produtividade de açúcar, o sistema irrigado tem atingido 38 t/ha, enquanto a região centro-sul produz em média 12 t/ha.

Além de aumentar a produtividade, o sistema de produção irrigado de cana-de-açúcar, como ressalta o pesquisador Vinicius Bufon, permite atingir eficiência de uso da água maior do que do sistema de sequeiro, ou seja, produzir mais cana com menos água.

Enquanto um sistema de sequeiro produz em torno de 7 kg de cana para cada metro cúbico de água que consome, o sistema irrigado produz até 20 kg com a mesma quantidade de água.

Outra vantagem da irrigação é a verticalização da produção de palhada da cana, cada vez mais importante para a receita das usinas. O sistema de produção irrigado produz, em média, três vezes mais palhada do que o sistema utilizado atualmente pelas usinas.

Em função das características dos solos do Cerrado (predomínio de solos ácidos e baixa fertilidade) é importante melhorar suas condições para aumentar a produtividade da cana-de-açúcar.

Em experimentos realizados nas usinas Goiasa (Goiatuba, GO), Anicuns (Anicuns, GO) e Destilaria Veredas (João Pinheiro, MG), em solos com baixos teores de fósforo, a adubação fosfatada corretiva a lanço com incorporação (fosfatagem); complementando a tradicional adubação no sulco de plantio, e a adubação fosfatada anual de manutenção da soqueira, aplicada superficialmente sobre o palhiço, levaram a aumentos de 10 a 20 toneladas por hectares de colmos por corte.

A cana-de-açúcar é uma cultura que apresenta elevada tolerância à acidez do solo comparada às principais culturas anuais. Em experimento na Embrapa Cerrados foram observados ganhos anuais de produtividade ao redor de 15 toneladas por hectare de colmos e 2,5 toneladas por hectare de açúcar em resposta ao gesso como corretivo da acidez superficial e fonte de enxofre.

Em busca de respostas

Definir o melhor sistema de cultivo para os canaviais da região é um dos desafios da pesquisa. Em experimentos nas usinas Goiasa e Jalles Machado que avaliam o sistema de plantio direto da cana-de-açúcar, sem preparo do solo na reforma do canavial, os pesquisadores Marcos Carolino de Sá e João de Deus dos Santos, procuram responder as seguintes dúvidas: É viável a técnica do plantio direto para esta cultura? Há problemas de compactação superficial do solo? A impossibilidade de incorporação do calcário seria um problema?

Os resultados preliminares desses experimentos mostram o plantio direto como uma alternativa promissora para redução dos custos de reforma do canavial e melhoria no balanço energético com a economia em máquinas e combustíveis, além de propiciar melhor conservação do solo através da manutenção plena da sua cobertura com o palhiço até o momento da operação de sulcação.

O palhiço, que é o resíduo da colheita da cana-de-açúcar, tem fins diversos na indústria, entre eles a cogeração de energia elétrica. Mas quais os efeitos de seu recolhimento sobre o desempenho da cultura e sobre a perda de água do solo? Experimentos nas usinas Goiasa e Jalles Machado mostraram efeito positivo do palhiço na redução da perda de água do solo por evaporação na fase de rebrota da cultura, mesmo com níveis de palhiço remanescente inferiores a 50% (Portal Brasil, 28/1/15)

 

COMENTÁRIO MACRO E MERCADO

Mundo

1) China: O vice presidente da Associação de Minério de Ferro e Aço da China afirmou que a demanda por aço no país deve ter ficado estável entre 2014 e 2013. Apesar dos dados parciais apontarem para um recuo de 3,4% na demanda, o vice presidente disse que quando a apuração estiver completa, o mais provável é que tenha ocorrido uma estagnação. Vale destacar que se confirmado este resultado, esta será a primeira vez em 14 anos que o consumo pela commodity não crescerá na China.

2) Japão: Questionado sobre a possibilidade do governo japonês considerar desnecessária a adoção de novas medidas, o chefe de gabinete do governo, Yoshihide Suga, afirmou que o governo não fará nenhum pronunciamento com relação à necessidade de medidas adicionais de relaxamento monetário sem antes consultar o Banco do Japão (BoJ).

3) Europa: A taxa de desemprego da Alemanha caiu para 6,5% em janeiro, de 6,6% em dezembro, em linha com a expectativa dos analistas. Em janeiro, o número de desempregados no país caiu em 9 mil, ante recuo de 25 mil em dezembro, e ligeiramente abaixo da projeção dos economistas, de queda de 10 mil.

4) Europa: A base monetária (M3) da zona do euro subiu 3,6% em dezembro, na comparação com igual período de 2013, em linha com a previsão dos economistas. Na média móvel três meses, a oferta monetária registrou avanço de 3,1%, também conforme o esperado. Por outro lado, os empréstimos ao setor privado em dezembro caíram 0,5%, na comparação anual.

5) Europa: O índice de sentimento econômico da zona do euro subiu para 101,2 em janeiro, de 100,6 em dezembro, abaixo da previsão dos analistas, que estimavam avanço para 101,7. A confiança do setor industrial avançou de -5,2 para -5,0 em janeiro, no entanto, a previsão era de aumento para -4,5. Já a confiança do consumidor subiu para -8,5 em janeiro, de -10,9 em dezembro, conforme era esperado.

Brasil

1) Petrobrás: A divulgação do balanço da Petrobrás do terceiro trimestre sem a inclusão das baixas contábeis decepcionou os investidores. Nesse cenário, os papéis da estatal lideraram a lista de baixas de ontem na bolsa de São Paulo, com as ações PN caindo 11,2% e as ON recuando 10,47%. Vale destacar que a estatal até divulgou uma estimativa de que seus ativos estão inflados em R$ 88,6 bilhões, porém não conseguiu definir o quanto disso é resultado direto de atos como superfaturamento em obras ou desvio de dinheiro para partidos políticos. Por outro lado, há uma estimativa de R$ 27,2 bilhões em ativos subavaliados, o que resultaria em um rombo potencial de R$ 61,4 bilhões.

2) Petrobrás: Segundo o Valor, a Petrobrás deve publicar o seu balanço completo e auditado no final de maio. A mesma reportagem afirma que a presidente da estatal, Graça Foster, deve ser substituída assim que ficar esclarecido que ela não teve envolvimento no esquema de corrupção. Na avaliação do governo, o afastamento de Graça, neste momento, poderia deixar dúvidas quanto à sua participação nas irregularidades.

3) Arrecadação: Mesmo com a elevada receita extraordinária, a arrecadação federal fechou 2014 com queda real de 1,8%, registrando o primeiro recuo desde 2009. Só a arrecadação extra do Refis, de R$ 19,9 bilhões, foi totalmente compensada pela perda de receita com a desoneração da folha de pagamento, que no ano passado representou renuncia de R$ 21,5 bilhões. Além disso, os tributos que incidem no faturamento das empresas também registraram desempenho mais fraco, refletindo a desaceleração da atividade econômica.

4) Preços: O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) de janeiro registrou alta de 0,76%, ante crescimento de 0,62% em dezembro, acima da mediana das expectativas, de 0,63%. Destaque para a aceleração do IPC-M, que saiu de alta de 0,76% em dezembro para 1,35% em janeiro, e do INCC-M, que passou de 0,25% para 0,70%, na mesma base de comparação. Com esse resultado, a variação acumulada do IGP-M nos 12 meses até janeiro é de 3,98%.

5) Educação: Uma reunião entre os ministros Joaquim Levy, da Fazenda, e Cid Gomes, da Educação, prevista para próxima semana, poderá definir as novas regras para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Após reunião realizada ontem, o MEC conseguiu que o site para que os estudantes renovem os contratos pelo Fies voltasse a funcionar, já que as alterações não afetarão os estudantes que já fazem parte do programa. No entanto, ainda não é possível solicitar o benefício. Segundo a Associação Brasileira para Desenvolvimento da Educação Superior (Abraes); as inscrições só serão reabertas após a reunião de Levy e Gomes.

6) Atividade: A taxa de desemprego em dezembro ficou em 4,3%, ante 4,8% em novembro, abaixo da expectativa dos economistas, de 4,6%. Com esse resultado, a taxa média de desemprego em 2014 foi de 4,8%, também abaixo da mediana das expectativas, de 4,9%.