Macroeconomia e mercado

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Com demanda enfraquecida cotações do etanol seguem em queda

A maioria das distribuidoras não apresentou grande necessidade de reabastecer seus estoques depois do Carnaval, nem mesmo com a retomada das aulas. Segundo levantamentos do Cepea, muitas estiveram inclusive fora de mercado.

Além disso, algumas usinas ofertaram, pontualmente, um volume um pouco maior, para liberar espaço nos tanques para o produto da nova safra, que se inicia oficialmente em abril.

Nesse contexto, os preços dos dois tipos de etanol apresentaram pequenas quedas; no caso do hidratado, pela segunda semana seguida. Vale ressaltar que, no geral, a oferta não é elevada.

Entre 16 e 20 de fevereiro, o Indicador CEPEA/ESALQ do hidratado (estado de São Paulo) teve média de R$ 1,3856/litro (sem impostos), pequena queda de 0,5% em relação à semana anterior.

Quanto ao anidro, a média do Indicador CEPEA/ESALQ (estado de SP), de R$ 1,4937/l, recuou 0,9% em relação ao período anterior. Os poucos negócios envolvendo este combustível continuam prioritariamente sendo realizados via contratos. (Cepaa / Easlq 24/02/2015)

 

Liquidez melhora e firma preço interno do açúcar cristal

Após a Quarta-Feira de Cinzas, as negociações internas de açúcar foram retomadas, resultando em preços mais firmes.

Nessa segunda-feira, 23, o Indicador CEPEA/ESALQ do açúcar cristal fechou a R$ 50,26/sc, alta de 0,54% em relação ao dia 18. Já no cenário externo, as cotações do produto voltaram a cair na Bolsa de Nova York (ICE Futures).

De acordo com pesquisadores do Cepea, os contratos foram pressionados pelas chuvas nas regiões canavieiras do estado de São Paulo e porque a Índia, principal país consumidor e segundo maior produtor de açúcar, aprovou o subsídio de US$ 64,20/tonelada de açúcar bruto para a exportação de 1,4 milhão de toneladas até setembro deste ano, quando acaba o ciclo 2014/15 indiano.

O fortalecimento do dólar frente ao Real reforçou as quedas. (Cepea / Esalq 24/02/2015)

 

Subsídio de açúcar na Índia e Tailândia preocupa Unica

A presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Elizabeth Farina, afirmou nesta segunda-feira (23/2) que a entidade se mostra preocupada com relação aos subsídios ao açúcar oferecidos por Índia e Tailândia aos seus produtores.

Conforme ela, não estão afastados questionamentos na Organização Mundial do Comércio (OMC) a respeito da política praticada por ambos os países quanto à commodity. "Estamos acompanhando e nos preocupa", disse.

O governo brasileiro já se prepara para questionar a Tailândia no próximo Comitê de Agricultura da OMC, nos dias 4 e 5 de março. Para tanto, utilizará um relatório elaborado pela Agroicone, consultoria especializada em disputadas internacionais e parceira da Unica. Serão dois os pontos abordados: o preço mínimo interno elevado, que permite ao produtor local exportar, e os incentivos dados aos produtores de cana, que reduzem os custos de produção.

Com relação à Índia, ainda não há nenhum estudo pronto para apresentação. O país asiático, entretanto, aprovou na semana passada um subsídio de 4.000 rupias (US$ 64) por tonelada de cana exportada, válido para 1,4 milhão de toneladas, incentivo este que a Unica está monitorando, segundo Farina. O Brasil é o maior produtor e exportador mundial de açúcar e a Tailândia é o segundo maior exportador da commodity. Enquanto o Brasil deve reduzir as exportações do açúcar na safra em cerca de 1 milhão de toneladas, para 17 milhões de toneladas de açúcar demerara, a Tailândia deve comercializar mais de 9 milhões de toneladas no período, aumento de 17%. (Estadão 23/02/15)

 

Mercados Hoje

Dólar se fortalece à espera de comentários de Janet Yellen. No Senado americano, a presidente do Fed dará a sua visão sobre a economia do país, e investidores buscam pistas sobre os próximos passos da instituição Após ata da última reunião um tanto quanto confusa, comentários de autoridades nesta semana ganham importância.  Os índices futuros sinalizam abertura em alta dos mercados.

Na Europa, Grécia envia lista de propostas de reformas a seus credores internacionais. Extensão de quatro meses do socorro financeiro deve acontecer, e bancos gregos reagem bem ao noticiário. Agora, devem voltar a conseguir empréstimos do banco central europeu. A percepção de risco na região diminui: juros dos títulos gregos, espanhóis e italianos operam em baixa. Os mercados acionários europeus, às 8h40, horário de Brasília, operam próximos à estabilidade, com leve viés positivo. Na agenda macro: PIB alemão cresce bem no 4º tri de 2014 e deflação da zona do euro é confirmada em janeiro.

Na Ásia, sairá hoje o PMI (índice gerente de compras) da indústria chinesa. Números preliminares de fevereiro devem mostram piora no setor, e commodities podem reagir a partir de amanhã.

No Brasil, noticiário mais positivo hoje pode contribuir para alguma reversão nos mercados. Após jantar entre líderes da equipe econômica e PMDB, no Palácio do Jaburu, temos sinalizações de maior apoio aos ajustes propostos por Levy. No mínimo, peemedebistas não devem se opor. Segundo Cunha, “Falamos que eles terão nossa boa vontade”. Com isso, dólar e juros mais longos podem sofrer pressões de baixa, após altas recentes.

Na agenda macro: IPCA-15 de fevereiro teve alta de 1,33% na comparação com janeiro, pouco acima da mediana das projeções de mercado (1,30%) e do resultado do mês anterior (0,89%). Não surpreendeu, e tende a ter pouco efeito nos mercados hoje.

 

Carta do Dia

Brasil: noticiário um pouco mais positivo hoje. Em especial, deve repercutir de forma positiva o encontro entre líderes do PMDB e a equipe econômica ontem à noite. Nem tudo é mil maravilhas: não nos surpreenderia se víssemos uma correção em dólar e juros, para depois voltarem as tendências recentes diante de dados fiscais de janeiro que devem sair entre quinta e sexta-feira.

Boas notícias: em jantar no Palácio do Jaburu, PMDB sinaliza que apoiará ajustes fiscais

Segundo matéria do Estadão, em jantar promovido ontem pelos líderes do PMDB com membros da equipe econômica e outras autoridades, o partido do vice-presidente Michel Temer sinalizou que irá apoiar as medidas provisórias referentes aos ajustes dos benefícios trabalhistas. Segundo Eduardo Cunha, “Falamos que eles terão nossa boa vontade”, em referência àqueles que defendem os ajustes fiscais. O PMDB também teria aproveitado a ocasião para reclamar mais participação na elaboração das políticas públicas. Registre-se: Cunha decidiu adiar a votação do veto presidencial à correção de 6,5% da tabela do IRPF para a próxima semana, dando mais tempo ao governo para negociar com a sua base.

 

Levy, no evento da Câmara de Comércio França-Brasil, mostrou bom humor, e voltou a defender ajustes

Ontem, em evento em São Paulo, além de sinalizar estudos de reformas no PIS/Cofins e ICMS – reajustes que devem passar pelo crédito financeiro, mas sem dar muitas explicações –, Levy voltou a defender a meta de superávit primário; argumentou que não há nada intrínseco à economia brasileira que a impeça de crescer e mostrou que está em campanha pela aprovação no Congresso dos ajustes fiscais propostos. Segundo Levy: “Depois disso [das reformas do PIS/Cofins e do ICMS] acho que todos nós adotaríamos a posição de lótus pois é quase um nirvana se essas duas coisas acontecerem”, brincou. NoEstadão, matéria comenta mais sobre a reunião de ontem.

Sobre a proposta de PIS/Cofins: setor de serviços pode ter alíquota diferenciada

Na proposta de reforma do PIS/Cofins, o governo estuda a criação de uma alíquota diferenciada para o setor de serviços, inferior aos 9,25% sobre o valor adicionado. Atualmente, as companhias que pagam seus impostos pelo regime de lucro presumido são tributadas com alíquota de 3,65% sobre o faturamento. Com novo projeto, estas empresas terão de pagar 9,25% sobre o valor adicionado.  No entanto, como o setor de serviços usa poucos insumos, um aumento dessa magnitude na alíquota representaria uma elevação de 100% na carga tributária do setor, levando a equipe econômica admitir tratamento diferenciado aos serviços.

“Pessimistas” alertam: dados desta semana devem colocar em xeque meta de superávit

Serão divulgados ao longo desta semana os números de janeiro: arrecadação (sem data prevista); resultado primário do Governo Central (na quinta) e do setor público consolidado (na sexta). A princípio, pelas estimativas do economista Mansueto Almeida, a arrecadação deve ter sido fraca, e as chamadas “pedaladas” colocarão em xeque o otimismo de Levy no cumprimento da meta de superávit deste ano. Ou seja, até o final da semana, se isto de fato ocorrer, continuaremos vendo pressões de alta sobre o dólar e os juros futuros mais longos. No Estadão de hoje, um pouco mais sobre as dificuldades do governo em “arrumar a casa”.

Balança comercial acumula déficit de US$4,9 bi em 2015

A balança registrou déficit de US$1,78 bilhão nas três primeiras semanas do mês, resultado das exportações de US$ 9,01 bilhões e importações de US$ 10,79 bilhões. Com isso, o déficit deste mês deve ser maior do que o inicialmente projetado pelo mercado, e tende a terminar ao redor de US$2 bi. O viés para o saldo comercial é de baixa, por conta da queda das commodities e crescimento baixo de importantes parceiros comerciais.

Como chegamos até aqui? Sobre os movimentos recentes nos mercados locais

O Ibovespa terminou ontem com ganhos tímidos (0,08%), em mais um dia de volume nada surpreendente. Algumas notícias envolvendo a Souza Cruz (fechamento de capital) e as empresas do setor de educação (revisão das novas regras do setor) foram destaque. O dólar, após ter subido forte ao longo do dia, terminou próximo à estabilidade (-0,02%). Fala de Levy, mostrando confiança nos ajustes fiscais, contribuiu para a reversão da alta do dólar, e dos juros futuros na BM&F.

Sobre os movimentos técnicos do Ibovespa

Nessa segunda-feira tivemos mais um dia de indecisão, o terceiro em sequência, com isso uma resistência foi formada em 51.300, seu rompimento abre espaço para mais altas. Se voltarmos a cair teremos suporte forte em 50.000, é importante que esse nível não seja perdido para que a tendência de alta siga confiável. [texto retirado do relatório Panorama Técnico]

Cenário externo: Grécia gera alívio nos mercados, e propostas apresentadas aos credores internacionais na noite de ontem são vistas como positivas. Um primeiro passo. Com isso, o risco de curto prazo para os mercados diminui no exterior. Nos EUA, estaremos de olho do discurso de Janet Yellen, presidente do Fed, no Senado. A semana tende a ser de dólar no forte ao redor do mundo.  

Europa: deflação de 0,6%, na comparação anual, é confirmada em janeiro

Diante da queda de 2,7% A/A nos preços de Eletricidade, Gasolina e outros combustíveis, a inflação ao consumidor registrou queda de 0,6% em janeiro, na comparação anual. Em suma, confirmaram-se as expectativas do mercado. Nada novo também para o desempenho do núcleo da inflação, componente que desconsidera grupos mais voláteis: segue registrando alta de 0,6%, na comparação anual.

Alemanha: PIB cresce mais do que a média dos últimos cinco anos

A tendência é positiva para a economia da Alemanha, e índices de confiança recentes também apontam para essa direção. O PIB no 4º tri de 2014 cresceu 0,7% na comparação com o 3º tri, acima da média de crescimento de 0,5% dos últimos cinco anos. Destaca-se o desempenho do consumo das famílias, contribuindo com 0,4 pontos percentuais no resultado final.

Grécia: lista é enviada, e recebe elogios de autoridades da União Europeia

Antes da meia noite de ontem, dentro do prazo estabelecido pelos credores internacionais, a Grécia enviou lista de propostas de reformas econômicas, bastante abrangente, na opinião dos analistas. Assim, é dado um passo na direção certa, e tudo indica que será aprovada a extensão por quatro meses do programa de resgate ao país. Para Bruxelas, as propostas são suficientemente compreensivas. Segundo análise do jornal The Wall Street Journal, os gregos se comprometeram a não desfazer as privatizações em curso ou concluídas, e melhorar a gestão das finanças públicas.

Em suma, um alívio para os investidores. Mas vale ressaltar: as negociações em torno da dívida grega tendem a continuar, e não está claro ainda como tudo irá caminhar nas próximas semanas. Na tarde de hoje, os ministros das Finanças da zona do euro discutirão as medidas apresentadas pelos gregos ontem à noite, mas não devemos ter grandes surpresas.

Israel e Turquia: bancos centrais cortam juros

O BC de Israel cortou a taxa de juros de referência em 15 pontos base, para 0,1% ao ano. Agora atingiu um recorde de baixa. Já o BC da Turquia reduziu a taxa básica de juros de 7,75%, para 7,5% ao ano. Além disso, a autoridade monetária cortou a taxa overnight para tomada e concessão de empréstimos, de 10,75% para 10,25%. Em suma, continuamos vendo os principais bancos centrais ao redor do mundo mais expansionistas.

EUA: índice de Dallas e vendas de moradias usadas recuam

Ontem foram divulgados números que novamente surpreenderam do lado negativo. O índice de atividade do Fed de Dallas, ao invés de melhorar em fevereiro, voltou a recuar. Mais: as vendas de moradias usadas de janeiro recuaram 4,9% contra o mês anterior, muito abaixo da expectativa de queda de 1,8%. Registre-se: após avanço de dezembro, investidores esperavam uma correção. Nos próximos meses, no entanto, espera-se uma recuperação, principalmente por conta de um mercado de trabalho mais forte.

 

Empresas

Noticiário corporativo segue morno. Hoje, após o fechamento do mercado, Telefônica/Vivo e Multiplan reportam resultados. Itaú anuncia alteração no comando da instituição. Disputa da Usiminas volta ao tribunal. Marcopolo anuncia recompra de ações e resultado financeiro.

Brasil Pharma: A Brasil Pharma, que reúne as redes de farmácias controladas pelo banco BTG Pactual, estuda formas de melhorar seus resultados financeiros. A empresa está com um forte prejuízo acumulado até o 3º trimestre de 2014. Segundo matéria do jornal Valor Econômico, entre as opções em análise está a venda de ativos da empresa. Existe a possibilidade de vender algumas das redes, como a Mais Econômica, que tem pouco mais de 180 lojas no Sul do país, e a Big Ben, um dos melhores negócios da empresa, com cerca de 250 pontos no Norte e Nordeste. A separação dos negócios entre BR Pharma e Big Ben pode não ser tão complicada, já que a integração ainda não foi completada. A Big Ben, até agora, não está unida aos sistemas operacionais do grupo. Essa expectativa já estava sendo esperada, mas de qualquer forma deve impulsionar uma recuperação dos ativos da companhia no curto prazo. Aguardaremos mais informações acerca do assunto. Conforme a própria matéria cita, vender alguns ativos pode não ser a melhor saída.

Marcopolo: Conforme esperava-se – e foi especulado na semana passada –, o conselho da Marcopolo aprovou um programa de recompra de até 20 milhões de ações. O montante representa 3,6% das ações preferenciais em circulação. O curto espaço da recompra (120 dias) pode ter um impacto positivo e leva em consideração 9,2 trading days.  A empresa soltou o balanço referente ao 4º trimestre, que em linhas gerais foi fraco, evidenciando o momento desafiador da indústria. A receita líquida de vendas e serviços consolidada foi de R$ 3,4 bilhões em 2014 (-7% A/A). O lucro líquido ficou em R$ 224,07 milhões (-23,3% A/A). A empresa ainda anunciou a distribuição de provento: dividendos de R$ 0,034 por ação (data “com” ontem) e juros sobre capital próprio de R$ 0,024 bruto por ação, que serão pagos em três etapas. Terão direito à primeira etapa dos juros acionistas no dia 23 de março. O montante começará a ser pago a partir do dia 30 de junho. A segunda etapa dos juros terá data base de 22 de junho, e será paga a partir do dia 30 de setembro. A terceira etapa tem data base em 21 de setembro e será paga aos acionistas a partir do dia 30 de dezembro.

PDG: A Moody's rebaixou os ratings de crédito corporativo da PDG na escala global para B3, de B1, e o rating em escala local para B1.br, de Baa3.br. Ao mesmo tempo, a agência rebaixou os ratings dos R$ 140 milhões em debêntures seniores sem garantias emitidos pela empresa para Caa1/Caa1.br, de B2/Ba2.br, e o rating de R$ 250 milhões em cédulas de crédito bancário seniores garantidas (CCBs) para B3/B1.br, de B1/Baa3.br. Todos os ratings permanecem em perspectiva negativa. O rebaixamento reflete o aumento do risco de liquidez da empresa, que tem um grande volume de dívidas vencendo nos próximos oito meses, assim como das condições de refinanciamento em 2015, em função dos fundamentos da indústria imobiliária no Brasil.

Educação: De acordo com matéria do Valor Econômico, o repasse de recursos do FIES para as faculdades deverá normalizar-se em 2016. O Ministério da Educação publicou nova portaria informando que a partir do próximo ano voltará a efetuar os repasses a cada 30 dias em vez dos 45 dias que será realizado hoje. Agora, o setor reivindicará a derrubada do teto de reajuste da mensalidade escolar. As últimas notícias foram bem positivas para as faculdades privadas, pelo fato de o governo ter recuado nas medidas de restrição ao FIES -- esperava-se que o teto do reajuste fosse de 4,5% e que o repasse de recursos continuasse em 45 dias (sendo efetivado em 18 meses em vez do espaço de um ano), mas tivesse uma correção pelo IGP-M das parcelas remanescentes entre um ano e outro.

Usiminas: Hoje às 13h ocorrerá o julgamento do processo envolvendo a disputa no controle da Usiminas entre os argentinos Ternium e os japoneses Nippon Steel. A disputa começou quando a Nippon Steel destituiu 3 altos executivos da Usiminas que haviam sido indicados pela Ternium. Os argentinos consideram a destituição irregular. A medida será julgada pelo TJ-MG e decidirá se os três executivos podem voltar ao comando da Usiminas.

Itaú: Foi anunciado o início da reestruturação do alto comando do Itaú e, conforme se espera, Roberto Setúbal deve começar a deixar a direção do Itaú Unibanco. Agora, um trio de diretores comandará o maior banco privado do país: Marcos Bonomi no varejo, Candido Bracher no banco de investimentos e Marcio Schettini na área de tecnologia. Setubal continuará na presidência da holding por mais dois anos. O comitê executivo do banco passará a ser formado por apenas cinco executivos, depois da saída de quatro vice-presidentes, além dos três diretores-gerais acima citados teremos dois vice-presidentes: Eduardo Vassimon e Claudia Politanski.