Macroeconomia e mercado

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Cade multa Raízen em R$ 31,7 mi por cartel em São Carlos

No ano passado, o Cade já havia multado a empresa em R$ 26,5 milhões por abuso de poder de mercado das cidades de Marília e Bauru, também no interior paulista, entre 1999 e 2003.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) condenou, nesta quarta-feira, 11, a Raízen Combustíveis S.A (antiga Shell Brasil Ltda) por prática de infração de preço anticoncorrencial em São Carlos, no interior de São Paulo, identificada em 2003.

A empresa foi multada em R$ 31,7 milhões por coagir postos franqueados da marca Shell a praticarem preços predefinidos pela Raízen.

A decisão ocorreu após voto-vista apresentado pela conselheira Ana Frazão, que reforçou a orientação feita em janeiro pelo relator do processo, o conselheiro Márcio de Oliveira Júnior. Ana afirmou que houve "influência de conduta uniforme" por parte da Raízen.

Em São Carlos, na época da conduta punida hoje pelo Cade, a marca Shell detinha uma fatia de 20,69% no mercado local em 2003, conforme dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

A marca ocupava o segundo lugar na cidade, apenas um posto de diferença da líder Petrobras. Em terceiro estava a marca Ipiranga.

Segundo o órgão, o tabelamento visava prejudicar os concorrentes, obrigando os donos de postos a participar do esquema.

O Cade também multou em R$ 31,9 mil o representante da Raízen em São Carlos, Odon de Oliveira Mendes, que foi preso em flagrante em novembro de 2003, enquanto coagia um posto de gasolina.

Em novembro do ano passado, o Cade já havia multado a Raízen em R$ 26,5 milhões por abuso de poder de mercado das cidades de Marília e Bauru, também no interior paulista, entre 1999 e 2003.

Com a decisão anunciada nesta quarta-feira, a empresa soma R$ 58,2 milhões em multas por acumuladas no Cade por prática de infração de preço anticoncorrencial (Agência Estado, 11/3/15)

 

Mais de 25% das refinarias européias devem fechar até 2040

Entre 25% e 30% das refinarias de petróleo na Europa terão que fechar as portas até 2040 por falta de rentabilidade, previu Francis Duseux, presidente da União Francesa de Indústrias Petroleiras (UFIP).

"Acreditamos que acontecerá uma reestruturação de 25% ou até mesmo de 30% do refino até 2035-2040", declarou o executivo.

Isto significará o fechamento de 20 a 30 refinarias das 79 que estão ativas atualmente na Europa.

As refinarias europeias sofrem há vários anos com a queda da demanda de produtos petroleiros concluídos na Europa, em particular a gasolina.

O uso do produto caiu a 79% em 2013, contra 89% em 2005, recordou Duseux."Com este nível, é difícil que sejam rentáveis".

A margem bruta das refinarias europeias foi de 22 euros por tonelada em 2014, e de 20 euros de média entre 2009 e 2013, quando seriam necessários 30 euros para equilibrar os gastos, disse Duseux.

Nos dois primeiros meses de 2015 a margem alcançou 45 euros, mas o excedente de capacidade é tamanho que o valor não deve durar, segundo o executivo.

O setor sofre com a concorrência crescente de outras zonas geográficas. Índia e Arábia Saudita aumentaram a capacidade de refino, enquanto os Estados Unidos, graças ao boom do xisto, reduziram consideravelmente as importações de produtos do petróleo e começaram inclusive a exportar.

O presidente da UFIP também acusa a rígida regulamentação na União Europeia que faz com que muitas empresas prefiram fechar a realizar os investimentos exigidos pela diretriz europeia sobre emissões industriais (France Press, 11/3/15)

 

Sem novas refinarias, importação de combustível pode dobrar até 2025

A importação pelo Brasil de derivados de petróleo, como a gasolina, deve dobrar nos próximos dez anos caso não sejam retomados os investimentos na construção de refinarias, afirmou nesta quarta-feira (11) a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard.

Ela fez a declaração durante audiência pública na Câmara, em Brasília, que discute os impactos do cancelamento, pela Petrobras, de dois projetos de refinarias, no Maranhão e no Ceará. A decisão foi anunciada em janeiro, em meio à crise provocada pelas denúncias de corrupção na estatal.

Hoje, o Brasil importa, por dia, pouco menos de 430 mil barris de derivados de petróleo. De acordo com Chambriard, esse volume pode chegar próximo de 1 milhão de barris até 2025.

“Até 2025 podemos estar importando o dobro disso, ou seja, um número próximo de 1 milhão de barris por dia [de derivados de petróleo]. Vai depender do investimento [em refinarias] que for feito nesse período”, disse a diretora-geral da ANP.

Risco de desabastecimento

Magda apontou ainda que, caso o país não eleve a sua capacidade de refino, para evitar risco de desabastecimento, o governo terá que investir nos próximos anos na ampliação da infraestrutura de distribuição do combustível importado pelo interior do país. Atualmente, o Brasil refina cerca de 2,2 milhões de barris diariamente.

“Se não for feito investimento em refinaria, teremos que nos certificar que temos infraestrutura no país para que a importação possa ser feita e interiorizada, chegando até o consumidor final.”

A diretora-geral da ANP disse ainda que a o órgão "tem conduzido estudos para aprofundar essas questões e subsidiar o governo com informações para definição da sua política.”

O Brasil consome hoje cerca de 60 bilhões de litros de diesel e 44 bilhões de litros de gasolina por ano. A importação de diesel corresponde a 2 meses e 10 dias de consumo nacional e, o de gasolina, a 20 dias.

Premium I e II

Em janeiro a Petrobras anunciou o cancelamento dos projetos de construção das refinarias Premium I e II, respectivamente no Maranhão e no Ceará, que não saíram do papel. Em seu balanço relativo ao terceiro trimestre de 2014, a estatal informa que os dois empreendimentos, juntos, provocaram perdas de R$ 2,707 bilhões.

"A companhia, diante dos resultados econômicos alcançados até o momento, consideradas as taxas previstas de crescimento dos mercados interno e externo de derivados e da ausência de parceiro econômico para a implantação, condição prevista no Plano de Negócios e Gestão da Companhia, PNG 2014-2018, entendeu que deveria encerrar estes projetos de implantação", diz a Petrobras no balanço do terceiro trimestre de 2014.

De acordo com Magda, a Petrobras nunca apresentou à agência os projetos de construção das duas refinarias. (G1 12/03/215)

 

COMENTÁRIO MACRO E MERCADO

Ata do Copom é o destaque de hoje

No atual cenário, com aceleração dos preços administrados e pressões cambiais fortes, o BC já não fala que a inflação entra, ainda este ano, em trajetória de declínio. Voltou a repetir que “os avanços alcançados no combate à inflação [...] ainda não se mostram suficientes”. Em suma, reduzir o ritmo de ajuste nos juros é cada vez menos provável, e o BC deve seguir elevando a Selic em 0,50 pontos percentuais.

No campo político, governo evitou derrotas ontem no Congresso, e tenta melhor articulação política. Já reconhece que negociações devem suavizar ajustes inicialmente propostos. No mercado de câmbio e em bolsa, o quadro internacional de hoje deve contribuir de forma positiva.

No exterior, dados de crédito na China mostram expansão acima da esperada. Com isso, commodities reagem positivamente e moedas de emergentes se beneficiam. Ao longo do dia, atenção para as vendas no varejo dos Estados Unidos. Em suma, ativos de emergentes tendem a ter um dia mais favorável hoje e, com isso, tanto a bolsa quanto a moeda brasileira devem ser pressionadas para cima.

Um alívio: o dólar recua lá fora.

Ontem, vale destacar que o dólar atingiu a máxima em 12 anos contra o euro, tendo chegado a operar ao redor de US$1,0511 ao longo do dia. Apesar do alívio de hoje, vai rumo à paridade, segundo muitos analistas. À frente, segue muito improvável reversão desta tendência.

Enquanto isso; podemos falar que os mercados acionários na Europa e EUA vão divergindo.

Hoje, no entanto, apesar de um início positivo para as bolsas européias, após altas na Ásia, os índices foram perdendo forças. Às 8h20, horário de Brasília, a maioria operava em queda. Futuros americanos apontam abertura mista das bolsas americanas. Sobre as bolsas na Ásia: corte de juros na Coréia do Sul também impulsionou as bolsas na região.

Brasil

Cenário externo mais favorável aos ativos por aqui, principalmente por conta dos dados mais fortes de China e a correção no dólar lá fora, após altas recentes. Emergentes como um todo têm respiro no dia de hoje.

Ata do Copom

O documento referente à última reunião de política monetária voltou a falar que o cenário de convergência da inflação à meta em 2016 tem se fortalecido, mas que ainda não é suficiente. Em suma, poucos destaques no documento divulgado há pouco, e tudo indica que o BC não poderá reduzir o ritmo do aperto monetário. Ou seja, ao invés de elevar a Selic em 0,25 p.p. na reunião de abril, o BC deve manter o ritmo de 0,50 p.p., com Selic passando para 13,25% ao ano.

O parágrafo 31 voltou a ser repetido na íntegra: “A propósito, o Copom avalia que o cenário de convergência da inflação para 4,5% em 2016 tem se fortalecido. Para o Comitê, contudo, os avanços alcançados no combate à inflação, a exemplo de sinais benignos vindos de indicadores de expectativas de médio e longo prazo, ainda não se mostram suficientes”

Sobre os próximos passos, o BC fala que decisões futuras de política monetária serão tomadas com vistas a assegurar a convergência da inflação para a meta “ao longo do próximo ano” (grifo nosso). Antes, ao invés da expressão entre aspas, o BC usava somente “no próximo ano”, e já se esperava alguma convergência no final do ano. No documento de hoje, o BC já não fala que “ainda este ano (a inflação) entra em longo período de declínio”. 

Mais mudanças

As projeções para os preços administrados foram revisadas para cima, e agora se espera alta de 10,7% em 2015, contra os 9,3% esperados na reunião de janeiro. Para 2016, espera-se alta de 5,2%. Quando falou da demanda agregada nos próximos meses, o BC mudou o “relativamente robusta” pela “moderada”.

Segunda fase do ajuste fiscal?

Segundo matéria do Estadão, o governo estaria iniciando as discussões sobre a segunda fase do ajuste fiscal. Ontem, antes de embarcar para o Acre, Dilma se reuniu com Levy, da Fazenda, e Barbosa, do Planejamento. Segundo interlocutor da presidente, "É preciso mostrar que o ajuste do governo não se resume a aumentar imposto e fazer cortes nos benefícios". Assim, esta fase incluiria não só um novo papel para o BNDES (a partir de agora sem os aportes do Tesouro), mas também uma retomada no programa de concessões.

Correção escalonada da tabela de IR acabou beneficiando equipe econômica

Aquilo que poderia ter sido uma derrota do governo no Congresso acabou beneficiando a equipe econômica. Parte da perda de arrecadação acabaria sendo transferida para o próximo ano. Vamos lá: a correção linear da tabela de IR para PF de 4,5%, proposta inicial do governo, custaria R$5,3 bi em renúncias fiscais. A correção de 6,5%, vetada por Dilma, custaria R$7 bi. Já a correção escalonada, custaria R$3,975 bi, dado que só entrará em vigor a partir do dia 2 de abril. Ou seja, devido ao período de início diferente, a equipe econômica acabou evitando uma maior renúncia para 2015, . NoEstadão, comenta-se o tema.

“Reoneração” da folha de pagamentos pode ser mais suave

Segundo matéria da Folha, ala do governo Dilma defende que uma estratégia similar à adotada na correção da tabela de IR seja levada adiante. A proposta inicial, de elevação das alíquotas sobre o faturamento de 1% para 2,5% e de 2% para 4,5%, dificilmente seja aprovada pelo Congresso e, por isso, entrar em negociação e “suavizar” a elevação da tributação pode ser uma melhor saída no momento.

Ajustes nos benefícios trabalhistas também

“A experiência do IR foi muito positiva”, disse ontem o ministro Miguel Rossetto, em referência à negociação com o Congresso. Rossetto participou ontem de reuniões com sindicalistas para discutir as medidas provisórias (MPs) que alteram as regras de acesso aos benefícios trabalhistas e previdenciários, e sinalizou que pode haver recuos nos textos inicialmente redigidos. Em suma, governo segue em negociações, e duas comissões especiais irão discutir, na próxima semana, as MPs referentes aos benefícios trabalhistas.

Sobre o fluxo cambial: fluxo positivo no início de março

Depois do forte fluxo negativo da última semana de fevereiro, na primeira semana de março, entre os dias 2 e 6, o saldo ficou positivo em US$ 3,019 bilhões, com comercial positivo em US$ 1,048 bilhão e o financeiro positivo em US$ 1,972 bilhão. No acumulado do ano, o fluxo cambial ficou positivo em US$ 5,7 bilhões, contra resultado também positivo de US$ 4,2 bilhões no mesmo período do ano passado.

Sobre a revisão das contas nacionais: crescimento do PIB de 2010 e 2011 é revisado para cima

Após as revisões do IBGE, incorporando recomendações da Organização das Nações Unidas (ONU), Fundo Monetário Internacional (FMI) e Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), e Banco Mundial, os números do PIB foram revisados. A séria nova revisou os números desde 2001 até 2011. O resultado até 2014 será divulgado no dia 27 de março, e ainda é incerto o efeito das revisões sobre tais números. 

Sobre 2010 e 2011: em 2010, o crescimento do PIB passou de 7,5% para 7,6%, e em 2011, passou de 2,7% para 3,9%. Com a nova metodologia, a composição do PIB não teve muita alteração. Pela ótica da oferta, a agropecuária e a indústria tiveram uma pequena perda de participação, enquanto o setor de serviços aumentou a sua contribuição. Já na ótica da demanda, despesas de consumo final perderam participação para a formação bruta de capital fixo e para a variação de estoques. Vale destacar que o conceito de investimento (FBCF) foi ampliado e passou a incorporar os gastos com os produtos de propriedade intelectual (P&D, software e exploração mineral). Só a inclusão do P&D no cálculo elevou em 1% o nível do PIB em 2010 e em cerca de 1,1% em 2011.

Centrais sindicais querem revisar salário mínimo

As centrais sindicais querem incorporar à revisão do PIB de 2011 no salário mínimo de 2013. Segundo estudo do Dieese, pelos novos dados, os salário mínimo de 2013 deveria ser de R$ 686,31, e não de R$ 678,00, como efetivamente vigorou naquele ano. Ainda com as revisões dos PIBs de 2012 e 2013 as diferenças vão aumentar. Uma das propostas das centrais sindicais é somar essas discrepâncias no salário mínimo dos últimos três anos e cobrar do governo federal para que seja incorporada ao reajuste de 2016.

Como chegamos até aqui? Sobre os movimentos recentes nos mercados locais

Ibovespa terminou em alta de 1,27%, aos 48,905 mil pontos, com volume negociado de R$7,062 bi. Assim, interrompeu sequência de cinco pregões de queda. Itáu e Bradesco foram os principais destaques de alta, recuperando perdas recentes. DO lado negativo, as ações da Braskem despencaram (queda de mais de 19%), diante de rumores de envolvimento de corrupção com a Petrobras. Enquanto isso, dólar terminou em alta (0,84%), cotada a R$3,1282, em sessão volátil. No mercado de juros, vimos pressões de baixa na parte mais curta, mas segue sendo precificado uma alta de 0,75 p.p. na Selic na próxima reunião de política monetária. Num contexto de dólar ainda em alta, parece pouco provável que o BC reduza o ritmo de aperto nos juros.

Sobre os movimentos técnicos do Ibovespa

Hoje, depois de forte movimentação de queda nas últimas duas semanas, tivemos um dia de alta após teste do suporte 48.200. Com isso esse suporte vai se tornando mais forte, abaixo dele temos outro suporte em 47.000, que também é Importante. Se voltarmos a subir teremos resistência em 51.900. [texto retirado do relatório Panorama Técnico]

Cenário externo

Bolsas na Ásia terminaram em alta, mas na Europa vão operando em direções mistas, tendo perdido a força que víamos pela manhã. Nos EUA, índices futuros sinalizam abertura mista dos mercados acionários. Nos mercados de moedas: dólar opera em baixa, um alívio para a grande maioria das moedas ao redor do mundo. Enquanto as moedas passam por correções, os juros dos títulos na Europa, e nos EUA, seguem sendo pressionados para baixo.

China: expansão do crédito bancário surpreende em fevereiro

Segundo dados divulgados hoje, o crédito dos bancos avançou pouco mais de 1 trilhão de yuans no mês de fevereiro, acima da expectativa dos analistas que, segundo a Bloomberg, estava ao redor de 750 bilhões de yuans. Em janeiro, o crédito havia sido de quase 1,5 trilhão de yuanes.

Em suma, a melhora reflete as recentes ações do BC chinês, cortando juros e diminuindo o compulsório dos bancos, visando conter pressões de baixa adicionais sobre o ritmo de atividade por lá. De qualquer forma, os estímulos, à frente, devem minimizar os impactos da redução da alavancagem do país, ao invés de estimular a expansão adicional do crédito. O viés, portanto, ainda é de desaceleração do crédito nos próximos meses. A reação aos dados de hoje foi positiva: o índice de Shanghai terminou a sessão em alta de 1,78%, reduzindo as perdas no mês, e passando a acumular ganhos no ano (+1,74%).

Zona do euro: produção industrial recua em janeiro

Na comparação com dezembro, a produção industrial recuou 0,1%, contra expectativa de crescimento de 0,2% dos analistas. Um início mais fraco para a indústria neste ano, apesar da recente depreciação da moeda e da queda dos preços do petróleo. Do lado positivo, o número de dezembro foi revisado para cima, de estagnação para avanço de 0,3%.  No curto prazo, parece difícil esperar uma melhora significativa do setor, como já estão indicando os índices gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês).

BC europeu: em três dias, já foram comprados 9,8 bilhões de euros em bônus

Nos primeiros três dias do programa de relaxamento quantitativo, o Banco Central Europeu (BCE) comprou 9,8 bilhões de euros em bônus, com vencimento médio de nove anos, segundo Benoît Coeuré, integrante do conselho executivo do BCE.  Coeuré também comentou que a recente volatilidade do euro se deve ao fato de os investidores estarem aprendendo sobre o funcionamento do programa do BCE e é também consequência da divergência entre as políticas monetárias da Europa e dos EUA.

Coréia do Sul: BC corta juros por lá

O Banco Central da Coreia (BoK)surpreendeu o mercado e cortou a taxa básica de juros da economia em 0,25 ponto percentual, para 1,75% ao ano, a exemplo do que fizeram nas últimas semanas os bancos centrais da China e Índia. Com esta medida, a autoridade monetária sul-coreana pretende reduzir os custos com financiamento e estimular a economia do país.