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Bayer CropScience apresenta Drone CropStar para controle de nematóides

Durante o 32º Congresso Brasileiro de Nematologia, que acontece em Londrina (PR), de 15 a 19 de junho, a Bayer CropScience apresentará com exclusividade o Drone CropStar – a nova ferramenta disponibilizada pela empresa para o monitoramento e manejo dos campos agrícolas contra o ataque dos nematóides.

Este microrganismo está presente nas principais regiões produtoras do País que acomete a produção independentemente da cultura plantada. Dados da Embrapa Soja Londrina estimam que a produtividade da soja poderia ser de 8% a 10% maior se não fossem os nematóides de lesões radiculares (Pratylenchus brachyurus), cisto (Heterodera glycines) e formadores de galha (Meloidogyne ssp). “Desde 2012 intensificamos coletas de solo e pesquisas para identificar as principais regiões com problemas de nematóides. Agora demos o segundo passo e desenvolvemos um sistema que fará o cruzamento de dados colhidos das análises de solo, com imagens aéreas feitas pelo Drone. Assim poderemos identificar os focos de incidência e trabalhar no manejo e controle da praga”, ressalta Sigfried Baumann, gerente de SeedGrowth da Bayer CropScience. 

Durante os cinco dias de evento, profissionais do segmento de entomologia ministrarão palestras e mesas-redondas sobre as principais discussões que permeiam o assunto. Com estande no Congresso, a Bayer CropScience vai dialogar com o público presente sobre prevenção, manejo e combate dos nematóides. “Vamos fazer pequenas reuniões nos intervalos para trocar informações sobre tudo que estará sendo discutido. Além de ter à disposição no estande o portfólio, com destaque para os produtos para o tratamento de sementes como o CropStar®”, finaliza Baumann.

Sobre a Bayer CropScience

A Bayer é uma empresa global, com suas principais atividades concentradas nas áreas de saúde, agricultura e materiais de alta tecnologia. A Bayer CropScience, subgrupo da Bayer AG e responsável pelo negócio agrícola, tem vendas anuais de EUR 9.494bilhões (2014), sendo uma das líderes mundiais em ciências agrícolas e inovação nas áreas de sementes, proteção de cultivos e controle de pragas não-agrícolas. 

Oferece uma excelente gama de produtos, incluindo sementes de alto valor, soluções inovadoras para a proteção de cultivos baseadas em modos de ação químicos e biológicos, bem como extensivos serviços de suporte para o desenvolvimento de uma agricultura moderna e sustentável. Na área de produtos não-agrícolas, a Bayer CropScience tem um amplo portfólio de produtos e serviços para o controle de pragas, que abrange desde aplicações de casa e jardim até para o segmento de reflorestamento. A empresa conta com uma força de trabalho global de mais de 23.100 colaboradores e está presente em mais de 120 países. No Brasil, faz parte do Grupo Bayer, com mais 119 anos de atuação no País e aproximadamente quatro mil colaboradores. A Bayer CropScience, no Brasil, conta com mais de 1,6 mil colaboradores, uma instalação industrial em Belford Roxo (RJ) e um Centro de Pesquisa e Inovação no Estado de São Paulo.

Durante o 32º Congresso Brasileiro de Nematologia, que acontece em Londrina (PR), de 15 a 19 de junho, a Bayer CropScience apresentará com exclusividade o Drone CropStar, a nova ferramenta disponibilizada pela empresa para o monitoramento e manejo dos campos agrícolas contra o ataque dos nematóides.

Este microrganismo está presente nas principais regiões produtoras do País que acomete a produção independentemente da cultura plantada. Dados da Embrapa Soja Londrina estimam que a produtividade da soja poderia ser de 8% a 10% maior se não fossem os nematóides de lesões radiculares (Pratylenchus brachyurus), cisto (Heterodera glycines) e formadores de galha (Meloidogyne ssp).

“Desde 2012 intensificamos coletas de solo e pesquisas para identificar as principais regiões com problemas de nematóides. Agora demos o segundo passo e desenvolvemos um sistema que fará o cruzamento de dados colhidos das análises de solo, com imagens aéreas feitas pelo Drone. Assim poderemos identificar os focos de incidência e trabalhar no manejo e controle da praga”, ressalta Sigfried Baumann, gerente de SeedGrowth da Bayer CropScience. 

Durante os cinco dias de evento, profissionais do segmento de entomologia ministrarão palestras e mesas-redondas sobre as principais discussões que permeiam o assunto. Com estande no Congresso, a Bayer CropScience vai dialogar com o público presente sobre prevenção, manejo e combate dos nematóides. 

“Vamos fazer pequenas reuniões nos intervalos para trocar informações sobre tudo que estará sendo discutido. Além de ter à disposição no estande o portfólio, com destaque para os produtos para o tratamento de sementes como o CropStar®”, finaliza Baumann.

Sobre a Bayer CropScience

A Bayer é uma empresa global, com suas principais atividades concentradas nas áreas de saúde, agricultura e materiais de alta tecnologia. A Bayer CropScience, subgrupo da Bayer AG e responsável pelo negócio agrícola, tem vendas anuais de EUR 9.494bilhões (2014), sendo uma das líderes mundiais em ciências agrícolas e inovação nas áreas de sementes, proteção de cultivos e controle de pragas não-agrícolas. 

Oferece uma excelente gama de produtos, incluindo sementes de alto valor, soluções inovadoras para a proteção de cultivos baseadas em modos de ação químicos e biológicos, bem como extensivos serviços de suporte para o desenvolvimento de uma agricultura moderna e sustentável. Na área de produtos não-agrícolas, a Bayer CropScience tem um amplo portfólio de produtos e serviços para o controle de pragas, que abrange desde aplicações de casa e jardim até para o segmento de reflorestamento. 

A empresa conta com uma força de trabalho global de mais de 23.100 colaboradores e está presente em mais de 120 países. No Brasil, faz parte do Grupo Bayer, com mais 119 anos de atuação no País e aproximadamente quatro mil colaboradores. A Bayer CropScience, no Brasil, conta com mais de 1,6 mil colaboradores, uma instalação industrial em Belford Roxo (RJ) e um Centro de Pesquisa e Inovação no Estado de São Paulo. (Cana Online 15/06/2015)

 

Setor sucroenergético deve apresentar novas demandas ao governo envolvendo Cide, dívida e COP-21

O setor sucroenergético prepara uma nova pauta de reivindicações para apresentar ao governo. Entre as demandas estão a recomposição integral da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) na gasolina e a renegociação da dívida de mais de R$ 50 bilhões das usinas. A cadeia produtiva gostaria também de discutir uma política ambiental para o País, que estimule o uso de etanol, visando à COP-21, a Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas, a ser realizada em Paris no fim do ano.

"Estamos reestruturando nosso diálogo com o governo. Já temos conversas com as ministras Kátia Abreu (Agricultura) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente)", contou ao Broadcast uma liderança do setor, com trânsito em Brasília. A presidente da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), Elizabeth Farina, diz que o objetivo do segmento é levar ao governo "propostas e números" que comprovem os benefícios do etanol para o meio ambiente. "É natural que um planejamento para o setor de etanol envolva, além de questões de abastecimento, que são necessárias, questões ambientais, de redução de emissões (de gases do efeito estufa)."

A ideia de uma política ambiental mais consistente vem na esteira e tem certo "respaldo" no compromisso firmado nesta semana pelos líderes do G-7 em Bruxelas, na Bélgica. Os países mais desenvolvidos do mundo se comprometeram a eliminar o uso de combustíveis fósseis até 2100. Nesse contexto, o Brasil poderia ser uma espécie de exemplo, segundo alguns representantes.

Elizabeth Farina diz que o diálogo do setor com o governo melhorou após a concessão de incentivos e a inclusão, pela primeira vez, das linhas de crédito para renovação de canaviais (Prorenova) e estocagem de etanol no Plano Safra. A reintrodução da Cide também é comemorada, por dar maior competitividade ao etanol, mas a executiva pondera que ainda é "insuficiente" para ajudar o setor a se reerguer.

O retorno da Cide foi anunciado em janeiro, e a tarifa já está em R$ 0,22 por litro de gasolina. Em 2012, antes de ser zerada, contudo, a alíquota estava em R$ 0,28 por litro, valor que as usinas querem que volte a ser aplicado. Muitos produtores de etanol atribuem à retirada da Cide a deterioração da situação financeira do setor sucroenergético.

Levantamento recente do Itaú BBA, que tem em sua carteira companhias que respondem por 70% da moagem de cana-de-açúcar em todo o Centro-Sul do Brasil, mostrou que a dívida das usinas cresceu 12% na safra 2014/15, encerrada em março, para R$ 50,5 bilhões. Em março de 2012, no final do ciclo 2011/12, o endividamento era de R$ 42 bilhões. (Agência Estado 15/06/2015)

 

Colheita integral versus enfardamento da palha

A estratégia para o recolhimento da palha não é como uma receita de bolo, segundo Henrique Junqueira Franco, pesquisador do Laboratório Nacional do Bioetanol, do CTBE (Laboratório nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol). “Devem existir estudos específicos para a realidade de cada empresa, pois cada realidade tem um comportamento por diferentes variáveis.”

Um tema que Franco gosta de debater é a colheita integral versus o enfardamento, destacando que hoje esta última alternativa é a mais viável para o setor e que vem atraindo muitos adeptos.

Mas Franco não está certo de que esta é a melhor tecnologia a ser adotada pelo setor. Para ele, o grande problema é a cana-de-açúcar cair no chão depois de colhida. “Tudo indica que a colheita integral bem feita seja a de melhor qualidade para a indústria, porque leva menor impureza mineral para o sistema de processamento”, afirma.

Mas muitos estudos voltados à colheita integral são necessários para que esta opção seja viabilizada ao produtor. “Dentro dos próximos cinco anos, acredito que teremos uma tecnologia de colheita integral melhor, para fazer energia na indústria.”

Segundo ele, a colheita integral ainda tem alguns gargalos. Um deles é a densidade de carga: aumenta muito a quantidade de palha que vai junto dos colmos, necessitando de mais caminhões para o transporte. Além disso, “temos baixa eficiência de separação dessa palha na indústria pela limpeza a seco. Dependendo da época do ano, do orvalho, por exemplo, essa limpeza é praticamente inexistente, o que faz com que a extração do caldo na moenda seja prejudicada e ocorra perda de açúcar na extração”, explica Franco. (Cana Online 15/06/2015)

 

Alta incidência de florescimento nos canaviais da BP Biocombustíveis

“Na região em que estamos inseridos a incidência de florescimento é muito alta. E observamos que quando não floresce, com a seca prolongada tem efeito de chochamento forte. Sobre variedades floríferas, temos muito a RB867515, com a qual conseguimos observar resposta boa ao inibidor de florescimento. É prática regular, temos por hábito pegar tudo que vai ser colhido de 15 de julho para frente e trabalhar forte com inibidor de florescimento, uma vez que temos essa regularidade alta".

“Sobre maturador, temos uma questão fisiológica: a cana fisiologicamente tem pureza muito baixa, reflexo do estresse do ano anterior. Temos uma demora para subir a curva de maturação e o maturador nos ajuda a fazer esse trabalho. Protelamos um pouco o início da aplicação, fazemos a primeira quinzena maturada, e depois vai até o final de julho com praticamente 80%, 90% da cana com maturador. Temos essa política apesar de estarmos numa região seca aparentemente. Nosso início de safra realmente tem essa característica de começar normalmente com 100, 105 kg. Fica num patamar abaixo da nossa expectativa caso não se use maturador.”

Agnaldo Rigolin, gerente de desenvolvimento agrícola da BP Biocombustíveis, com duas unidades em Goiás e uma em Minas Gerais. (Cana Online 15/06/2015)

 

Indústrias produtoras de tecnologia sucroenergética buscam novos mercados

Desenvolver tecnologias para outros segmentos, além do canavieiro, passou a ser uma das alternativas adotadas por algumas indústrias focadas em tecnologia para o setor sucroenergético. Uma dessas empresas é a TGM, de Sertãozinho SP. “Desenvolver soluções que possibilitam gerar energias renováveis é pensar na segurança das plantas, dos equipamentos, é vender o excedente de energia para geração de caixa, é trazer competitividade no preço e no produto, é reduzir custo operacional, é gerar emprego na cidade e em toda região onde a planta está instalada, ou seja, é um conjunto de ações que resultam em pontos positivos e benéficos para toda a cadeia produtiva”, diz Adalberto Marchiori, coordenador de Marketing da TGM.

Adalberto salienta que a TGM vai muito além do setor sucroenergético. Ela pesquisa, desenvolve e aplica soluções integradas com fornecimento de turbinas a vapor, redutores de velocidade e serviços especializados em diversos segmentos. Em março de 2014, foi inaugurada a primeira planta de cogeração de energia a vapor a partir da queima de biomassa de eucalipto, no Complexo Industrial de Aratu, em Candeias, BA. O projeto, pioneiro no setor petroquímico e o primeiro da ERB em parceria com a TGM a entrar em funcionamento no Brasil, abastece a maior unidade da Dow, com energia limpa. O equipamento fornecido é uma Turbina TGM de reação de 17 MW de potência. Com este projeto, a Dow substitui 150 mil metros cúbicos diários de gás natural.

Outra aposta da TGM é o mercado externo. A empresa registra clientes em 40 países nos cinco continentes e, com a crise sucroenergética, a exportação passou a responder por mais de 60% de sua produção.A maior turbina a vapor desenvolvida e fabricada pela TGM, para geração de energia elétrica, não está no Brasil, mas na Guatemala, em plena operação na Companhia Guatemalteca de Níquel (Guatemalteco Nickel Company SA - CGN.

A TGM tem 15 unidades operando na Europa com turbinas instaladas em planta de geração de energia elétrica a partir da queima do lixo. Ao invés do resíduo sólido urbano (lixo) segue para os aterros, segue para as térmicas resultando uma ação mais eficiente e, ambientalmente correta. (Cana Online 15/06/2015)

 

Mudando meta de biocombustível, EUA compram etanol do Brasil

Movimento acontece após reguladores dos Estados Unidos aumentarem metas de uso de biocombustíveis avançados.

Empresas norte-americanas do setor de combustíveis estão correndo para importar etanol do Brasil pela primeira vez neste ano depois que reguladores dos Estados Unidos aumentaram as metas de uso de biocombustíveis avançados, abrindo uma ampla diferença de preços no mercado de créditos de mistura.

Movimento acontece após reguladores dos Estados Unidos aumentarem metas de uso de biocombustíveis avançados

O prêmio para créditos RIN (sigla para Renewable Identification Number) vinculados a biocombustíveis avançados –como o etanol brasileiro de cana-de-açúcar– ante RINs de etanol de milho disparou ao maior patamar em mais de dois anos nas últimas duas semanas, desde que a Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês) dos EUA propôs metas mais altas que as esperadas para o uso de combustíveis produzidos a partir de óleos vegetais e resíduos de plantas.

Com a diferença de preços tocando 0,30 dólar, importadores, incluindo a Vitol e o Morgan Stanley, movimentaram-se para aproveitar a abertura de arbitragem, comprando até 40 mil metros cúbicos de etanol brasileiro nas últimas duas semanas, segundo fontes do mercado dos EUA. Essa foi a maior série de compras até agora no ano, disseram.

A janela de negócios pode ajudar a melhorar as margens para grandes produtores brasileiros como Cosan, Biosev (da Louis Dreyfus Commodities) e Copersucar, que têm enfrentado baixos preços no mercado de açúcar e etanol nos últimos anos.

Em 29 de maio, a EPA publicou as tão aguardadas metas para combustíveis renováveis, estabelecendo o volume de etanol e outros biocombustíveis que precisam ser misturados nos estoques de combustíveis do país. RINs, que podem ser negociados no mercado à vista, são usados para demonstrar conformidade com o programa. (Reuters 15/06/2015)