Macroeconomia e mercado

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Crise econômica fecha usinas, e o clima prejudica safra de cana

A crise econômica impactou o balanço das principais usinas sucroalcooleiras do Brasil e do Paraná. No estado, o fechamento de 5 das 30 usinas está afetando a economia de pequenas cidades do interior, como é o caso de Tapejara, na região noroeste.

Aliado ao cenário econômico, as condições climáticas estão prejudicando a safra da cana-de-açúcar. As chuvas do mês de julho interromperam a colheita, e por isso, manter a usina em atividade foi difícil. Com o solo molhado, máquinas e caminhões não trabalharam nos canaviais.

"Deveríamos ter moído 323 mil toneladas de cana em um mês, mas moemos só 80 mil toneladas. O equivalmente a 20% da meta", comenta o gerente industrial, Antônio Sperandio.

A chuvarada agravou um quadro que já não andava bem desde 2009, quando as usinas paranaenses começaram a enfrentar problemas financeiros. "Desde esta época não conseguimos reverter a situação, até pela velocidade de crescimento que estávamos. Como a escassez de crédito ficou mais complicada, as empresas começaram a se endividar. Além disso, a proporção de crescimento não foi a mesma da elevação de preço dos produtos. Para se ter uma ideia, o preço do açúcar é o mais baixo da história e chegamos a comercializar o etanol a R$ 1,30. Ou seja, nós estamos vendendo a um custo que agrava mais ainda a situação das unidades industriais", explica o presidente da Associação dos Produtores de Álcool e Açúcar do Estado Paraná Miguel Tranin.

Produtores rurais que arrendavam terras para o plantio de cana-de-açúcar não recebem o valor estipulado em contrato há 3 anos. O agricultor Belmiro Fontana é um deles. Após fazer as contas, ele diz que o arrendamento não compensou e, agora, contabiliza os prejuízos. "A cana não está dando pra fazer safra. Há três anos tudo está parado. E isso complica a vida do produtor", diz. (G1 09/08/2015)

 

À espera da Unica, futuros do açúcar em Nova York começam semana pressionados

A semana tende a ser de pressão para os futuros de açúcar demerara na Bolsa de Nova York (ICE Futures US). Não só pelo dólar ainda valorizado ante o real, mas também pelo relatório da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), que deve ser divulgado nos próximos dias e apontar um processamento de quase 50 milhões de toneladas no Centro-Sul para a segunda quinzena de julho.

"O mercado já está trabalhando em cima dos números da Unica", comentou Michael McDougall, vice-presidente do Banco Société Générale. Conforme ele, graças ao clima favorável, a moagem nos últimos 15 dias do mês passado pode ter variado de 46,5 milhões a 48 milhões de toneladas, bem acima das 35 milhões de toneladas de igual intervalo de 2014. Ainda segundo McDougall, o mix de produção deve vir pouco altista para os futuros, com até 44% da oferta de matéria-prima destinada à fabricação de açúcar. Na quinzena imediatamente anterior, esse porcentual havia sido de 39%.

Do lado climático, a semana será novamente de tempo aberto no Centro-Sul. Em boletim atualizado, a Climatempo informa que precipitações devem voltar à região apenas no fim de semana, mas ainda assim em volumes pouco expressivos. Em São Paulo, por exemplo, deve chover de 10 mm a 30 mm entre 14 e 18 de agosto, só que no sul e no litoral do Estado. São esperados volumes semelhantes para algumas áreas de Minas Gerais e Paraná, ao passo que em Goiás não deve chover.

Graficamente, os futuros iniciam a semana com suporte inicial em 10,63 cents por libra-peso, mínima de sexta-feira. Abaixo disso, aparecem os 10,51 cents/lb e, depois, os 10,44 cents/lb, segundo McDougall, do Société Générale. Para cima, a resistência está em 11 cents/lb.

Na sexta, outubro caiu 4 pontos (0,37%) e fechou em 10,66 cents/lb, com máxima no dia de 10,96 cents/lb (mais 26 pontos) e mínima de 10,63 cents/lb (menos 7 pontos). Março avançou 8 pontos (0,68%) e terminou em 11,91 cents/lb. Na semana, acumularam desvalorizações de 4,30% (menos 48 pontos) e de 3,95% (menos 49 pontos), respectivamente.

O spread outubro/março, que iniciara a semana passada em 126 pontos, encerrou sexta-feira em 125 pontos de prêmio para o segundo contrato da tela.

Pelo mais recente relatório da Comissão de Comércio de Futuros de Commodities (CFTC), fundos aumentaram o saldo vendido em açúcar em 4.627 lotes na semana encerrada em 4 de agosto. A posição passou de 70.765 para 75.392 lotes.

O Indicador de Açúcar calculado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP) encerrou a sexta-feira em R$ 46,67/saca, baixa de 0,21% ante a véspera. Em dólar, o índice ficou em US$ 0,53/saca (13,30%). (Agência Estado 11/08/2015)

 

IAC desenvolve variedades de Cana-Energia em parceria com a GranBio

A expectativa é que a energia elétrica passe a ser o primeiro produto do setor sucroenergético nos próximos anos. Em 2014, foi o que mais remunerou, e a perspectiva é que nesse ano o setor oferte ainda mais megawatts.

Visando aumentar a capacidade de produção energética do setor, as entidades de pesquisa de melhoramento genético já trabalham no desenvolvimento de variedades de cana com maior percentual de biomassa, a chamada Cana-Energia. É o caso do Instituto Agronômico (IAC). Marcos Landell, diretor do Centro Cana do IAC, com sede em Ribeirão Preto, SP, explica que o Instituto está desenvolvendo um grupo de clones de Cana-Energia em conjunto com a GranBio que apresenta cerca de 50% a mais de biomassa que a cana convencional. As variedades são mais finas e apresentam grandes quantidades de perfilhos, têm grande adaptabilidade a solos fracos e ainda possuem um caldo que pode dar 90 quilos de ATR por tonelada de cana

Estudos sobre o melhor ambiente de produção, nutrição, resposta às pragas e doenças, longevidade e como colher essa cana está sendo estudado pelos pesquisadores, profissionais de usinas e pela GranBio. A expectativa, segundo Landell, é que essas variedades sejam lançadas muito em breve.

Por outro lado, o Eng. José Bressiani aponta que a Cana Energia será uma revolução para o setor, pois produz muito bem em ambientes D e E apresentam soqueiras muito vigorosas com grande longevidade.

O avanço da Cana-Energia será um dos assuntos abordados no 1º Seminário sobre Biomassa da Cana-de-açúcar & Cia, que acontece no Centro de Cana IAC de Ribeirão Preto, nos dias 12 e 13 de agosto. (Cana Online 10/08/2015)

 

Em dois anos, gasolina comum não estará mais disponível em postos

Em dois anos, a gasolina comum não estará mais disponível nos postos de gasolina, pelo menos não como é consumida hoje. Uma resolução da Agência Nacional do Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) determina que, a partir de 12 de julho de 2017, todas as gasolinas automotivas comercializadas no país recebam um mínimo de aditivo.

A medida entraria em vigor em janeiro de 2014, quando foi estabelecida a redução do teor de enxofre nos combustíveis, mas foi adiada para 1º de julho deste ano. No entanto, após a realização de audiências públicas, em junho de 2015, uma nova resolução determinou o novo prazo.

A determinação não exclui a venda de diferentes tipos de gasolina, mas prevê que a gasolina do tipo C, conhecida como comum e que hoje não tem nenhum aditivo, receba detergentes dispersantes. Segundo o gerente técnico do Laboratório de Combustíveis da Universidade Federal de Pernambuco (Lac-UFPE), João Rangel, existem ainda outros tipos de aditivos para combustíveis, com funções diferentes.

Os detergentes dispersantes têm um efeito limpante, diminuindo o acúmulo de resíduos sólidos, o que é uma vantagem importante, segundo Rangel. “Um motor mais limpo tem uma vida útil maior e gera menos poluentes.” Ele explica também que, com menos resíduos, o motor ganha em potência e exige menos cuidados com manutenção.

Rangel acredita que o litro do novo combustível custará alguns centavos a mais, no entanto, defende que, gastando menos com o mecânico, o motorista será beneficiado na relação entre custo e benefício.

A gasolina que hoje é chamada de aditivada continuará sendo comercializada com diferentes aditivos: além dos detergentes dispersantes, obrigatórios em 2017, elas continuarão apresentando outros, como redutores de atrito, por exemplo. O terceiro tipo, que também não deverá sofrer alterações, é a gasolina premium, que apresenta octanagem superior aumentando o desempenho do motor. (Cana Online 10/08/2015)

 

Síntese de mercado e notícias: Mundo e Brasil – Base-10-ago-15

COMENTÁRIO MACRO E MERCADO

Mercado voltou a revisar projeções de inflação para cima e PIB para baixo neste ano e no próximo

O mercado voltou a revisar suas expectativas de inflação para cima e o PIB para baixo neste ano e no próximo, conforme apontado pelo Relatório Focus, com estimativas coletadas até o dia 07 de agosto, divulgado hoje pelo Banco Central. A mediana das expectativas para o IPCA em 2015 foi revisada para cima, de 9,25% para 9,32%, para 2016, subiu de 5,40% para 5,43%. As estimativas para o PIB em 2015 passaram de uma queda de 1,80% para outra de 1,97% e para 2016 passaram de 0,20% para 0,0%. A mediana das projeções para a taxa Selic se manteve em 14,25% neste ano e em 12,00% em 2016. Por fim, as estimativas para a taxa de câmbio passaram de R$/US$ 3,35 para R$/US$ 3,40 no final de 2015 e de R$/US$ 3,49 para R$/US$ 3,50 no final de 2016.

Indicadores de atividade serão os destaques da agenda nesta semana

O mercado ficará atento aos indicadores de atividade nesta semana, após o Bacen reiterar que o crescimento deste ano ficará abaixo do potencial na ata do Copom divulgada na última quinta-feira. Nesse sentido, destaque para as vendas do varejo na quarta-feira, que deverão exibir retração de 0,3% entre maio e junho, segundo nossa projeção. Também serão divulgados o fluxo de veículos em estradas pedagiadas, da ABCR, ainda hoje, o emprego industrial da Fiesp/Ciesp e as vendas de papelão ondulado da ABPO, ainda sem data definida, todos referentes a julho. Na sexta-feira, a FGV divulgará o IGP-10 de agosto, cuja alta projetada de 0,54% será resultado da desaceleração generalizada do índice, ainda que a depreciação cambial impeça descompressão mais intensa. Ademais, amanhã, a Conab divulgará o 11º levantamento de safra 2014/2015 de grãos.

Na agenda externa, destaque para a versão preliminar do PIB do segundo trimestre na Área do Euro, na sexta-feira. Na mesma data, será conhecida a leitura final do índice de preços ao consumidor de julho e, amanhã, o levantamento ZEW de sentimento econômico de agosto da região. O mercado também acompanhará a divulgação das vendas no varejo e da produção industrial de julho, na China, na quarta-feira. Nos EUA, destaque para a produção industrial de julho e o índice de confiança da Universidade de Michigan referente a agosto, ambos na sexta-feira. Por fim, destacamos ainda a divulgação do relatório mensal de produção mundial de grãos, do departamento de agricultura dos EUA, na quarta-feira.

Atividade

IBGE: queda da produção industrial do País em junho refletiu o recuo em sete das catorze regiões pesquisadas

A queda de 0,3% da produção industrial do País entre junho e julho refletiu o declínio da atividade em sete das catorze regiões pesquisadas, conforme divulgado na última sexta-feira pelo IBGE. Os destaques negativos ficaram para o Estado do Rio Grande do Sul e para a Região Nordeste, que registraram recuos de 2,3% e 1,1% na margem, respectivamente. No sentido oposto, Pará e Ceará apresentaram as maiores variações positivas, de 2,9% e 2,6%, nessa ordem. Na comparação interanual, a produção industrial também caiu em sete locais, com São Paulo (-9,2%) e Rio Grande do Sul (-8,4%) registrando as maiores quedas. O movimento foi ocasionado, majoritariamente, pelas retrações nos setores de veículos automotores, reboques e carrocerias e máquinas e equipamentos.

ONS

Carga de energia elétrica manteve trajetória de queda em julho A carga de energia elétrica no País atingiu 60.083 MW médios em julho, conforme divulgado na última sexta-feira pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O montante corresponde a uma queda de 2,4% na comparação interanual, puxada pela retração do despacho nos sistemas Sudeste e Centro-Oeste (-4,0%) e Sul (-1,8%). Na série dessazonalizada por nós, houve estabilidade em relação a junho. O resultado foi composto pelos recuos de 1,6% e 1,0% verificados na região Nordeste e Norte. Em contrapartida, as cargas de energia elétrica avançaram 0,9% no complexo formado pelas regiões Sudeste e Centro-Oeste enquanto a região Sul ficou praticamente estável, com leve alta de 0,1%. O fraco desempenho da indústria e a elevação das tarifas ao consumidor final continuarão pressionando o consumo de energia elétrica para baixo nos próximos meses.

Anatel: número de acessos de banda larga fixa ficou estável em junho

O total de acessos de banda larga fixa no País somou 24,94 milhões em junho, o que representa estabilidade ante maio, conforme divulgado na última sexta feira pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Contudo, na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve avanço de 7,28% nos acessos totais. Tal resultado foi seguido em todas as regiões do País, com destaque para as altas de 18,96% e 12,08% verificadas nas regiões Norte e Centro-Oeste, respectivamente. Já o Sudeste, que concentra 59% dos acessos, apresentou avanço de 4,79%, nessa métrica. Apesar da alta exibida em junho, acreditamos que a desaceleração do mercado de trabalho continuará reduzindo o ritmo de crescimento no setor de telecomunicações nos meses à frente.

Inflação

IBGE: IPCA acumula alta de 6,83% em 2015, superando o teto da meta para o ano

O IPCA registrou alta de 0,62% em julho, conforme divulgado sexta-feira pelo IBGE. Assim, o indicador desacelerou em relação à elevação de 0,79% observada em maio e acumulou avanço de 9,56% nos últimos doze meses, acima do resultado do mês anterior (8,89%). Em 2015, o indicador já acumula alta de 6,83%, acima do teto da meta estabelecida para o ano (6,5%). Sete dos nove grupos que compõem o IPCA desaceleraram em julho, com destaque para a deflação sazonal de 0,31% do item vestuário, ante alta de 0,58% exibida no mês anterior. Além disso, o grupo de despesas pessoais registrou importante desaceleração, oscilando de 1,63% para 0,61%, como reflexo da dissipação da alta de jogos lotéricos. Em contrapartida, os itens de alimentação e bebidas e habitação continuaram pressionados, com elevações de 0,65% e 1,52%, respectivamente. As medidas de inflação subjacente apresentaram algum alívio, com a média dos núcleos desacelerando de 0,74% para 0,59% na passagem de junho para julho. Com isso, acumulou alta de 7,79% em doze meses. Além disso, os preços de serviços também registraram menor ritmo de crescimento, saindo de um aumento de 0,79% para 0,54% no mês passado, acumulando elevação de 8,55% nos últimos doze meses. O índice de difusão, por sua vez, registrou estabilidade em relação à leitura passada, permanecendo em 65,7%. Para os próximos meses, esperamos continuidade da desaceleração do índice. Especificamente para agosto, deverão contribuir para o menor aumento do indicador, o grupo alimentação e bebidas, a queda dos preços de passagens aéreas e a dissipação dos reajustes dos preços administrados. Para 2015, projetamos alta de 9,3% do IPCA.

Internacional

China: exportações e importações seguiram fracas e deflação no atacado persistiu em julho Por ora, os sinais vindos da atividade econômica chinesa seguem muito fracos, sem sinais de reversão da tendência de desaceleração iniciada há alguns trimestres. Destacamos dessa vez, a frustração com o desempenho das exportações, que recuaram 8,3% no mês passado, após avançarem 2,8% em junho e diante das expectativas de queda mais moderada, de 1,5%. A retração da demanda externa se deu de forma disseminada, em especial na União Europeia, com recuo de 12,3% das compras. As importações, ainda influenciadas pela queda dos preços das commodities e pelo arrefecimento dos investimentos em infraestrutura e no setor imobiliário, mostraram retração de 8,1% em julho em relação ao mesmo mês do ano passado, lembrando que elas já tinham recuado 6,1% em junho e o consenso do mercado apontava para contração de 8,0%. Assim, o saldo da balança comercial caiu de US$ 46,5 bilhões para US$ 43 bilhões entre junho e julho. Somado a isso, os indicadores de inflação mantiveram tendência benigna, mantendo o foco da política econômica no crescimento. O índice de inflação ao consumidor acelerou de uma alta interanual de 1,4% para 1,6% entre junho e julho, pressionado pelos preços da carne suína. De fato, os preços de alimentos avançaram de 1,9% para 2,7% no período. O índice de preços no atacado, por sua vez, teve sua deflação acentuada, de 4,8% para 5,4% nesse mesmo período. Nessa semana, ainda conheceremos os dados de atividade, também referentes a julho, que deverão reforçar esse cenário de manutenção da tendência de enfraquecimento da economia chinesa. Dessa forma, o risco para o desempenho do PIB deste ano segue baixista e o alívio da política econômica continuará presente.

EUA

Dados do mercado de trabalho norte-americanos de julho reforçam expectativa de início da normalização da política monetária neste ano

A economia norte-americana registrou criação líquida de 215 mil vagas em julho, conforme reportado na última sexta-feira pelo Departamento do Trabalho dos EUA. O resultado, que marcou o terceiro saldo positivo acima dos 200 mil postos de trabalho, situou-se abaixo das expectativas do mercado, que previa geração de 225 mil novas vagas. Merece destaque o setor de serviços, que contribuiu com 193 mil postos no mês passado. Dessa forma, a taxa de desemprego ficou estável em 5,3%. Além disso, os salários registraram elevação de 0,2% na margem e 2,1% em relação ao mesmo período de 2014. Dessa forma, os dados sugerem nova aceleração na atividade do país neste trimestre e reforçam nossa expectativa de que o Fed iniciará a normalização da política monetária neste ano

Tendências de mercado

As bolsas asiáticas encerraram o pregão de hoje em alta, com destaque para a elevação das ações em Shanghai, que reverteram parcialmente as perdas da semana anterior. No mesmo sentido, os mercados europeus registram ganhos nesta manhã, diante da proximidade de um acordo entre a Grécia e seus credores a respeito de um novo pacote de resgate. Os índices futuros norte-americanos também são cotados em alta neste momento, refletindo os dados positivos de atividade divulgados na semana passada.

Em função disso também, o dólar segue valorizado ante as principais moedas. Entre as commodities, o petróleo exibe ligeiro avanço nesta manhã, após ter operado sem direção definida, diante da desaceleração da economia chinesa e do aumento das perfurações nas plataformas de petróleo dos EUA. As principais agrícolas acompanham o movimento do petróleo, operando em alta neste momento. No mercado doméstico, os juros futuros deverão registrar estabilidade, devido à fraca agenda de indicadores.