Macroeconomia e mercado

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Black River, que negocia a usina Ruette, será dividida em 3. Quem é a Black River?

O fundo de hedge Black River Asset Management foi criado em 2003 pela americana Cargill. A criação foi com cerca de US$ 10 bilhões em ativos e passivos.

Divisão promove mudanças da investidora do grupo Cargil.

A Black River, empresa de asset management controlada pela americana Cargill, e que finaliza a aquisição das duas usinas de cana-de-açúcar do Grupo Ruette, sofrerá mudanças.

A Black River deverá ser dividida em três empresas, com focos distintos.

Conforme Lori Johnson, representante da Cargill explicou por e-mail para a Reuters, a Black River atuará em três focos. São eles: fundo de renda fixa em valor relativo, como fundo de crédito para atuar em mercados emergentes e, por último, como grupo de private equity.

Os negócios relacionados a agronegócio e energia sairão da Black River e, conforme o porta-voz, serão migrados para dentro da Cargill. (EFE 30/09/2015)

 

3 impactos do reajuste de combustíveis nas usinas de cana

Há boas e más notícias para as usinas de cana.

A Petrobras decidiu reajustar os preços de venda de seus combustíveis nas refinarias. Os reajustes são de 6% na gasolina e de 4% no óleo diesel.

A decisão foi anunciada na noite de terça-feira (29/09).

Confira a seguir três impactos imediatos no setor sucroenergético com o reajuste anunciado pela estatal:

1 – O reajuste no preço do óleo diesel impactará nos custos das usinas de cana-de-açúcar, cujas frotas de veículos e de máquinas agrícolas são movidas pelo derivado do petróleo. Significa alta de pelo menos 4% nos custos de produção da safra 15/16.

2 – A alta no preço da gasolina beneficia diretamente o etanol hidratado, porque o consumidor tende a optar ainda mais pelo biocombustível. Mesmo que ele também suba de preço, continuará abaixo de 70% do valor da gasolina.

3 – O maior consumo de etanol hidratado, que já acumula vendas mensais de 1,5 bilhão de litros, é motivo de preocupação no setor sucroenergético, porque a produção é quase toda ofertada para consumo imediato, sem margens para estocagem do biocombustível durante o período da entressafra na região Centro-Sul.

Saiba mais sobre o reajuste

Os aumentos já valem a partir desta quarta-feira (30) e são em valores médios no Brasil.

“Os preços da gasolina e do diesel, sobre os quais incide o reajuste anunciado não incluem os tributos federais CIDE e PIS/Cofins e o tributo estadual ICMS”, especificou a estatal em nota, segundo a Agência Brasil.

A recomposição de preços é uma estratégia da companhia para recuperar sua situação financeira e permitir que possa manter os investimentos previstos. (Petrobras 30/09/2015)

 

STJ analisa indenização a usina de álcool

A 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) começou a analisar o modo de apuração de valor devido à usina Agro Industrial Tabu, que teve prejuízo com o congelamento de tarifas de açúcar e álcool decorrente de planos econômicos nas décadas de 80 e 90. Foi proferido apenas o voto do relator, ministro Og Fernandes, que dispensou a apresentação de balanços contábeis. O julgamento foi suspenso por um pedido de vista.

O assunto interessa a aproximadamente 290 empresas em situação parecida. A União calcula em R$ 173,5 bilhões o impacto que pode ter com as decisões, segundo estimativa da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deste ano.

As usinas alegam que tiveram custos e preços de venda administrados pela União a partir da década de 1980, por meio do antigo Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA). E que o preço de venda teria sido fixado abaixo do valor de custo. As ações judiciais das usinas para pleitear o pagamento dos danos sofridos têm como base estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), realizado a pedido do IAA.

A Advocacia-Geral da União (AGU), por sua vez, alega que a maioria das empresas obteve lucro no período de fixação dos preços. Para a União, a empresa precisa comprovar que eventual prejuízo teve origem no tabelamento para solicitar a indenização, já que outras situações, como a seca, poderiam influenciar no balanço financeiro das usinas.

O voto do ministro Og Fernandes segue entendimento da 1ª Seção do STJ, em recurso repetitivo. Ao reconhecer que as usinas tiveram prejuízos, os ministros exigiram a comprovação dos danos sofridos, por meio da apresentação de balanços contábeis. Porém, destacaram que continuariam valendo as decisões que só dependessem de execução.

No caso da Agro Industrial Tabu, havia decisão indicando que o valor devido seria apurado na liquidação, com a verificação dos documentos contábeis, que não constavam nos autos. Contudo, o relator, ministro Og Fernandes, entendeu que o acórdão considerou que os danos já haviam sido comprovados por laudo pericial.

Várias empresas estão na mesma situação da Agro Industrial Tabu, segundo Tiago Lopes, sócio da área de insolvência e reestruturação do Souza Cescon Advogados. Ou seja, quando foi julgado o repetitivo elas já tinham decisão final determinando a apuração do valor devido na liquidação com a verificação dos documentos contábeis.

O recurso voltará a julgamento com o voto-vista do ministro Herman Benjamin. Com base no posicionamento do magistrado no julgamento do repetitivo, o advogado acredita que ele pode votar pela necessidade de apresentação de balanços. Mas a palavra final será do Supremo Tribunal Federal, que analisará recurso contra decisão do STJ no repetitivo. (Valor  Online 30/09/2015)

 

A vez da vinhaça!

Após passar no reator, a vinhaça se transformará em um biofertilizante ainda melhor.

Produção e comercialização do biometano originário da vinhaça pode ser a redenção desse subproduto do etanol e mais uma fonte de renda para o setor.

Quando o Brasil colocou em prática o Programa Nacional do Álcool (Proálcool), em 1975, o país assumiu não só o posto de maior produtor de álcool combustível do mundo, mas também o de maior produtor de vinhaça: resíduo do processamento industrial para obtenção do álcool. Para cada litro de álcool, são produzidos cerca de dez a 13 litros de vinhaça.

Quanto mais se produzia álcool, maior o volume da vinhaça, o que se transformou em um sério problema para as usinas: que destino dar ao famoso “garapão?”. Muitos desastres ambientais ocorreram até que o empresário Maurilio Biagi passasse a irrigar com vinhaça os solos fracos da Usina Santa Elisa, em Sertãozinho, SP. O aumento de produtividade foi de espantar, há registros de áreas que no final da década de 1960, a produção era de 30 toneladas por hectare, com o auxílio da fertirrigação passou para 100 toneladas. É que este subproduto é constituído por uma suspensão de sólidos, rico em substâncias orgânicas e minerais, e com predominância do potássio.

Ainda na década de 1970, surgiram pesquisas para produzir biogás a partir da vinhaça, mas o custo desse gás não era economicamente viável, e como a aplicação da vinhaça in natura, em substituição total ou parcial às adubações minerais, passou a ser um bom negócio para o setor, as pesquisas para reduzir o custo da produção do biogás esfriaram.

Mas com a tecnologia de motores flex, lançada em 2003, e que impulsionou grande aumento no volume da produção de etanol, a vinhaça produzida passou a figurar como excesso. Para se ter uma ideia: se neste ano, a produção brasileira de etanol alcançar os 30 bilhões de litros, a produção de vinhaça será superior a 300 bilhões de litros. (Cana Online 30/09/2015)

 

Reajuste de preços da Petrobrás deve fazer gasolina subir 3,6% na bomba

Com dificuldades de caixa e um nível elevado de endividamento, a Petrobras reajusta a partir desta quarta-feira o preço da gasolina na refinaria em 6%. O preço do diesel subirá 4%. A alta na refinaria deve ser repassada ao consumidor, com impactos na inflação deste e do próximo ano. De acordo com estimativa do Itaú Unibanco, o impacto dessa alta para o consumidor será de um reajuste de 3,6% no preço da gasolina na bomba.

Quem pagava R$ 3,60 pela gasolina comum, por exemplo, deve começar a desembolsar R$ 3,72 pelo litro do combustível. No caso do diesel, o litro deve subir 3,1% no posto. Já o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, deve sofrer um impacto de 0,14 ponto percentual.

Em tese, os combustíveis à venda nesta quarta-feira nos postos foram comprados ao preço antigo, então um aumento já hoje não se justificaria. Porém, os preços são livres e a decisão de mexer ou não nos valores cobrados do consumidor é do dono do posto. No ano até agosto, segundo o IPCA, o preço da gasolina já sobe 9,6%.

Com a disparada do dólar, os preços de gasolina e diesel no Brasil passaram a ficar mais baixos do que no mercado externo, mesmo num cenário de queda no preço do petróleo no mercado internacional. Segundo fontes, o reajuste era considerado essencial para a companhia no momento.

“Os preços da gasolina e do diesel, sobre os quais incide o reajuste anunciado, não incluem os tributos federais Cide e PIS/Cofins e o tributo estadual ICMS”, informou o comunicado da estatal.

Impacto na inflação

O último reajuste feito pela Petrobras foi anunciado em novembro de 2014, quando a gasolina subiu 3% e o diesel teve aumento de 5%. Naquela época, o impacto na bomba para o consumidor do Rio ficou em torno de 2% para a gasolina e de 3,5% para o diesel.

O consumidor já havia arcado com um aumento de preços de combustíveis no início do ano, em razão do repasse do aumento de impostos decretado pelo governo federal no dia 19 de janeiro. Foram restabelecidos PIS/Cofins e a Cide para equilibrar as contas do governo. Esta última é uma contribuição criada para financiar investimentos no setor de transporte e tinha sido zerada em 2012 para evitar que o aumento no preço da gasolina chegasse ao consumidor.

Em abril deste ano, o presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, declarou em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado que não previa aumento de combustível, ao menos a curto prazo. Acrescentou ainda que, do ponto de vista do preço na bomba, o preço da gasolina no país era justo, “preço de mercado”.

O aumento nos preços da gasolina e do diesel deve pressionar ainda mais a inflação, que, de acordo com analistas ouvidos pela pesquisa Focus, do Banco Central, deve encerrar este ano com alta de 9,46%, bem acima do teto da meta fixada pelo governo, que é de 4,5% com margem de tolerância de dois pontos percentuais. A previsão do mercado para a inflação no próximo ano é de 5,87%.

Neste ano, a gasolina já subiu 9,65% para o consumidor, segundo dados do IBGE.

No início do mês, a Petrobras já havia reajustado o valor do botijão de 13 quilos de uso residencial em 15%. Na semana passada, a companhia aumentou os preços do gás para uso comercial e industrial em 11%. (O Globo 30/09/2015)

 

COMENTÁRIO MACRO E MERCADO

Menor patamar histórico dos indicadores de confiança do comércio e do setor de serviços em setembro reforça expectativa de nova retração da economia doméstica neste trimestre

As sondagens do comércio e do setor de serviços referentes a setembro, divulgadas há pouco pela FGV, ainda apontam para níveis historicamente baixos de confiança. O índice de confiança do comércio recuou 4,1% entre agosto e setembro, alcançando o menor nível da série histórica, iniciada em março de 2010. Essa queda foi explicada pela piora na avaliação da situação atual, cujo índice recuou 10,8%. Ademais, o índice de expectativas registrou queda de 0,9% em setembro. No mesmo sentido, a confiança do setor de serviços recuou 8,4% na passagem de agosto para este mês, atingindo também o menor patamar histórico. O índice de situação atual caiu 12,7%, ao mesmo tempo em que o componente de expectativas recuou 6,1%. Dessa forma, a piora da avaliação dos empresários em relação à situação atual e futura dos negócios reforça o cenário de nova retração da atividade doméstica neste trimestre.

Atividade

IBGE: taxa de desemprego nacional avançou novamente em julho

A taxa de desemprego elevou-se novamente no trimestre findo em julho, segundo os dados divulgados ontem na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do IBGE. A taxa de desocupação oscilou de 6,9% em julho de 2014 para 8,6% no mesmo período deste ano, refletindo o crescimento de maior magnitude da população economicamente ativa (PEA) em relação à população ocupada, cujas altas foram de 2,1% e 0,3%, respectivamente. Já o rendimento habitual nominal registrou expansão de 11,1% na comparação interanual, o equivalente a um aumento de 2,0% em termos reais. O resultado está em linha com os apresentados pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME) e pelo Caged referentes ao mesmo período, reforçando nossa visão de continuidade do enfraquecimento do mercado de trabalho ao longo deste ano.

Abras: Vendas reais dos supermercados brasileiros recuaram em agosto

As vendas reais dos supermercados brasileiros registraram recuo de 0,4% na passagem de julho para agosto, de acordo com os dados divulgados ontem pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) e dessazonalizados pelo Depec-Bradesco. Na comparação com agosto de 2014, as vendas reais retraíram 4,0%. No acumulado dos oito primeiros meses do ano, foi registrada queda de 0,7% nas vendas reais, quando comparadas com o mesmo período do ano anterior. Esse resultado, assim, reforça nossa expectativa de retração da atividade varejista restrita no período, informação que será divulgada no próximo dia 14 de setembro pelo IBGE.

Abear: Demanda e oferta de assentos em voos nacionais exibiram contração em agosto

A oferta e a demanda de assentos em voos nacionais retraíram 3,8% e 2,7% entre julho e agosto, respectivamente, conforme dados divulgados ontem pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) e dessazonalizados pelo Depec-Bradesco.

Na mesma direção, a oferta internacional caiu 2,5% enquanto a demanda avançou 1,9%, na mesma métrica. Na comparação com agosto de 2014, a demanda por assentos no mercado doméstico, apresentou contração de 0,6%, ao passo que a oferta ficou estável. Já no mercado internacional, tanto a demanda como a oferta por assentos apresentaram variações positivas de 16,3% e 18,8%, respectivamente. Tais dados apontam, ainda de maneira preliminar, para a retração do mercado aéreo nacional em agosto, informação que deverá ser divulgada nos próximos dias pela ANAC.

IBÁ: Produção de celulose apresentou estabilidade em agosto

A produção brasileira de celulose somou 1,51 milhão de toneladas em agosto, conforme divulgado ontem no boletim mensal da Indústria Brasileira de Árvores (IBÁ). Esse resultado representa estabilidade em relação a julho, de acordo com nossas estimativas dessazonalizadas. A produção de papel, por sua vez, recuou 0,4% ante o mês anterior, resultado das quedas de 2,2% e 3,6% nas exportações e nas vendas internas, nessa ordem. Com isso, nos oito primeiros meses do ano, foi observada elevação de 5,1% na fabricação de celulose em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto que a produção de papel recuou 0,4%, na mesma base de comparação. A despeito dos resultados verificados na margem, para o restante ano esperamos crescimento da produção de celulose, em função do aumento das exportações, enquanto a fabricação de papel deve continuar enfraquecida, respondendo à retração das vendas internas à indústria.

Fiscal

Tesouro: Governo Central registrou novo déficit primário em agosto, dificultando o cumprimento da meta para este ano

O Governo Central registrou déficit primário de R$ 5,08 bilhões em agosto, conforme apontam os dados divulgados ontem pelo Tesouro. Com isso, as contas públicas acumularam no ano um saldo negativo de R$ 13,8 bilhões. O resultado do mês passado foi beneficiado por duas postergações de despesas. A primeira delas é o pagamento do abono salarial, que começaria em agosto, e será feito somente em 2016. A segunda é o pagamento da primeira parcela do décimo terceiro salário dos aposentados, que será efetuado em setembro. Outro fator que contribuiu para um resultado primário menos negativo foram as despesas com subsídios e subvenções, que desaceleraram em relação à média de R$ 5,5 bilhões observada em junho e julho e atingiram R$ 1,4 bilhão em agosto. Vale destacar que o Governo continuou reduzindo as despesas discricionárias, que atingiram R$ 15,17 bilhões em agosto, o equivalente a uma queda real de 3,2% nos últimos doze meses. Na mesma direção, os gastos com o PAC atingiram R$ 3,74 bilhões em agosto, acumulando uma queda real de 31,8% nos últimos doze meses. As receitas do governo seguem sendo afetadas pelo fraco desempenho da atividade econômica e registram queda de 6,2% em termos reais nos últimos doze meses. Para que seja cumprida a meta do Governo Central em 2015 (superávit equivalente a 0,1% do PIB) será necessário um superávit primário de R$ 19,1 bilhões nos últimos quatro meses do ano, o que representa um saldo de R$ 4,77 bilhões por mês entre setembro e dezembro.

Internacional

Área do Euro: Nova piora da inflação em setembro deve levar BCE a estender programa de compra de ativos soberanos

O índice de preços ao consumidor na Área do Euro recuou 0,1% em setembro, na comparação com o mesmo mês de 2014, conforme prévia do indicador divulgada nesta manhã. A deflação neste mês resultou essencialmente da queda de 8,9% dos preços de energia. Por outro lado, quando esses preços são excluídos do cálculo, a inflação anual se manteve em 1,0%. Os preços dos serviços, normalmente menos voláteis, subiram 1,3%, ante variação de 1,2% exibida no mês anterior. Também hoje foram divulgados os dados de emprego na região, que apontaram estabilidade da taxa de desocupação em 11,0% entre julho e agosto. Com isso, o desemprego se manteve no mesmo patamar registrado em março de 2012. De todo modo, a melhora ainda bastante gradual do emprego e a deflação dos preços ao consumidor devem levar o Banco Central Europeu a estender seu programa de compra de ativos soberanos para além de setembro de 2016. EUA: Confiança do consumidor norte-americano em setembro atingiu o maior patamar em oito anos

O indicador de confiança do consumidor norte-americano alcançou 103 pontos em setembro, conforme divulgado ontem pelo Conference Board. O resultado surpreendeu positivamente o mercado, que previa queda para 97 pontos. Com isso, o indicador atingiu o seu maior nível desde setembro de 2007. O avanço de 1,7% na margem foi puxado pela melhor avaliação das condições atuais, que passaram de 115,8 pontos em agosto para 121,1 pontos neste mês. No sentido contrário, as expectativas recuaram de 91,6 para 91,0 pontos. O resultado reforça nossa visão de continuidade da tendência de crescimento do PIB norte-americano neste trimestre.

Tendências de mercado

As bolsas asiáticas enceraram o pregão de hoje em alta, à espera da divulgação dos índices PMI da indústria de transformação na China. Os mercados acionários europeus e os índices futuros norte-americanos acompanham o movimento das bolsas asiáticas, a despeito das surpresas negativas com os dados de inflação e taxa de desemprego da Área do Euro.

O dólar perde força ante as moedas dos países emergentes, enquanto que o euro e o iene permanecessem desvalorizados em relação à divisa norte-americana. Entre as commodities, o petróleo volta a ser cotado no campo negativo, após a divulgação da expansão dos estoques dos EUA na última semana. Em contrapartida, as metálicas industriais e as agrícolas registram ganhos nesta manhã. No mercado doméstico, as atenções estarão voltadas à divulgação da nota à imprensa de política fiscal às 10h30, pelo Banco Central.