Macroeconomia e mercado

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Grupo JBS negocia compra de usina de cana-de-açúcar?

A informação circula entre executivos do setor sucroenergético consultados pelo Portal Jornal Cana: o Grupo JBS, que trabalha principalmente com proteína animal, estaria para entrar também no setor sucroenergético.

A entrada do Grupo JBS Friboi no setor de cana-de-açúcar seria através da compra de uma usina sucroenergética.

A sondagem da usina já tem informações: ela estaria localizada no interior do estado de São Paulo, tem capacidade de moagem acima de 2 milhões de toneladas e pertence a um grupo familiar.

A assessoria de imprensa do JBS Friboi foi contatada para comentar a informação pelo Portal Jornal Cana. Assim que a reposta checar, o Portal volta a tratar do tema.

Fibria

Controlada pelos irmãos Joesley e Wesley Batista, o Grupo J&F, dono da Friboi, também estaria negociando a compra da companhia de celulose Fibria, controlada pela família Ermírio de Moraes e pelo BNDES.

A notícia foi divulgada pelo Portal Exame. (Jornal Cana 20/10/2015)

 

“A safra 2015/16 está sendo cara”

Esta é uma afirmação de Luiz Carlos Corrêa Carvalho, diretor da Canaplan, feita 2ª. Reunião Canaplan 2015, que aconteceu em Ribeirão Preto. 

Segundo ele, as chuvas registradas até agora na safra 2015/16 trouxeram uma grande mudança no cenário. “A chuva mudou o jogo.” Graças ao clima, a expectativa de produção na safra subiu, podendo chegar perto de 610 milhões de toneladas de cana processadas no Centro-Sul, bem acima da safra passada.

No entanto, ao invés de reforçar o crescimento do volume de cana moída, a Canaplan está reforçando o conceito de que o que deve ser considerado é o total de milhões de toneladas de açúcares recuperáveis (Açúcar Total Recuperável - ATR), que neste ano está muito aquém do ideal porque a qualidade da matéria-prima está pobre, devendo fechar em 80,2 milhões de toneladas de ATR (com média de 131,7 kg de ATR/t). Quase o mesmo patamar do ciclo passado, que fechou em 78 milhões de toneladas de ATR.

A produtividade agrícola deverá fechar, segundo estimativas da Canaplan, em 82 t/ha no Centro-Sul. Para esta região, a consultoria aposta num mix de produção de 41,4% para o açúcar e 58,6% para o etanol. O total de etanol produzido deverá ser de 27,6 bilhões de litros. (Cana Online 20/10/2015)

 

BB Investimentos inicia cobertura com cenário positivo para Biosev e São Martinho

A BB Investimentos iniciou a cobertura com análises do setor sucroenergético brasileiro e traçou cenários positivos para Biosev e São Martinho, duas primeiras companhias avaliadas. Em relatório dos analistas de agronegócio Marcio Montes e Victor Penna, a corretora recomenda um preço-alvo de R$ 8 por ação para a Biosev (BSEV3), 62,3% superior ao de outubro de 2015. Já para a São Martinho (SMTO3), o preço alvo é de R$ 48 por ação, alta de 15,2% também sobre de outubro.

No relatório, os analistas citam as dificuldades enfrentadas pela Biosev, segunda maior processadora de cana do mundo e braço sucroenergético da Louis Dreyfus Commodities (LDC). A companhia passou por uma reestruturação operacional após o forte crescimento via aquisição da Santelisa Vale, justamente em um cenário negativo do setor. "Uma vez que a indústria sucroenergética começa a se recuperar, acreditamos que a Biosev tem condição de seguir e até superar a taxa de mercado".

Já a São Martinho, segundo os analistas, mostrou resiliência aos desafios recentes do setor, com resultados positivos, uma estratégia de crescimento orgânico, além e parcerias e novos projetos capazes de se adaptar aos desafios enfrentados. Segundo o relatório, apesar dos resultados positivos, o cenário econômico do Brasil pode, por um lado, prejudicar as margens de companhia. Em compensação, a queda nos estoques de açúcar e o aumento da demanda pela commodity são positivos para as margens. "Historicamente, a companhia tem boas margens de vendas nos produtos, dando suporte às boas expectativas".

Os analistas consideram o cenário macroeconômico "desafiador" para as companhias sucroenergéticas, especialmente por conta do alto nível de alavancagem do setor. Citam, além das quedas nos preços do açúcar e do petróleo no mercado internacional, desafios adicionais no mercado interno, com o aumento do desemprego, das taxas de juros e ainda a crise econômica. "No entanto, acreditamos que as mais bem estruturadas companhias têm oportunidade única para consolidarem operações, market share e marcas", informam.

Ainda segundo a BB Investimentos, mesmo com os entraves, o cenário atual é de aumento da demanda por etanol e as companhias vão mudar o mix de produção para capturar os benefícios desse movimento. Além disso, o cenário é também de mudança no mercado mundial de açúcar, com o fim do superávit global após seis anos. (Agência Estado 20/10/2015)

 

Dólar alto não inibe etanol de milho em Mato Grosso

Sacas cotadas a até R$ 20 no Estado viabilizam produção do bicombustível, afirma o Sindalcool

Com a desvalorização do real frente ao dólar, o milho brasileiro está cada vez mais competitivo no mercado internacional. Dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) mostram que o volume contratado para esta safra foi 33% superior ao registrado no mesmo período de 2014, sendo o câmbio o principal fator de promoção da commodity. Com os preços atrativos no mercado internacional, resta saber se está valendo mais a pena exportar o grão ou usar parte da safra na produção de etanol no Estado.

Se o preço favorável estimula o produtor a arcar com o custo do frete até o porto, a possibilidade de comercializar não só o etanol, mas o DDG (subproduto para ração animal) incentiva as indústrias produtoras de etanol de cana a aproveitar a entressafra para adquirir o milho que está praticamente no seu quintal. No Estado, segundo o Sindicato das Indústrias Sucroalcooleiras (Sindálcool), sacas de milho compradas a até R$ 20 viabilizam a produção do combustível. Na sexta-feira, 16, o IMEA cotou a saca em R$ 17,80 em Sorriso.

“É preciso lembrar que tanto o etanol como o DDG são produtos com valor agregado e que, uma vez tendo a infraestrutura montada, mais vale fazer as máquinas rodarem do que recorrer à venda internacional”, afirma Glauber Silveira, ex-presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Mato Grosso (Aprosoja) e um dos entusiastas do uso do cereal para fabricação do combustível.

Sérgio Bortolozzo, presidente institucional da Abramilho, diz que o câmbio pode ser vantajoso agora, mas que o produtor precisa analisar a situação a longo prazo. “Daqui a algum tempo, exportar milho não vai ser uma opção. A China, que era um grande mercado consumidor, está caminhando para a autossuficiência e o MT precisa dar destino ao excedente do grão in natura”, afirma. O gigante asiático tem produzido etanol de milho não só para limar os estoques do produto, mas como alternativa para diminuir as emissões de carbono.

Hoje, três usinas flex fabricam o biocombustível em Mato Grosso: a Usimat, em Campos de Júlio; a Libra, em São José do Rio Claro; e a Porto Seguro, em Jaciara. Via de regra, elas operam com milho durante a entressafra da cana, que vai de novembro a março, com rendimento médio de 404 litros do combustível por tonelada de milho. Além do etanol, geram, por tonelada, 220 quilos de DDG, destinado principalmente aos confinamentos de bois da região.

Quanto ao etanol, segundo Silveira, a maior parte da produção é consumida no Mato Grosso e o excedente é enviado para o norte do país. “O etanol ainda chega no Pará, Manaus e Rondônia a um preço competitivo porque também é caro transportar gasolina para lá. Então, é vantagem processar o milho aqui”, diz o ex-presidente da Aprosoja. (Portal DSO 20/10/2015)

 

Indicador do açúcar supera os R$ 65/sc

A alta do Indicador Cepea/Esalq do açúcar cristal cor Icumsa entre 130 e 180, mercado paulista, já supera os 20% na parcial de outubro (até o dia 19), fechando a R$ 65,44/saca de 50 kg nessa segunda-feira, 19.

Segundo pesquisadores do Cepea, a maior remuneração com as exportações continua sendo um dos fatores que mais tem influenciado o fortalecimento dos preços domésticos. Além disso, há também o reflexo de uma safra mais alcooleira, no qual maiores volumes da cana têm sido direcionados para a produção do etanol em detrimento do açúcar. (CEPEA / ESALQ 20/10/2015)

 

Açúcar fecha estável em Nova York e mercado não descarta novas correções

Após operar em queda na maior parte do pregão e inverter a direção minutos antes do fechamento da sessão, os contratos futuros do açúcar demerara encerraram praticamente estáveis na segunda-feira. O vencimento março, o mais negociado atualmente, recuou 1 ponto (0,07%) e fechou a 14,26 cents por libra-peso. Os demais contratos registraram ganhos.

Dois fatores pesaram sobre as cotações da commodity ontem. Um deles foi o relatório da Comissão de Comércio de Futuros de Commodities (CFTC) divulgado na sexta-feira, que revelou, novamente, aumento da posição comprada em açúcar em Nova York por fundos de investimento e especuladores. O saldo líquido comprado chegou a 133.408 lotes no último dia 13, acima dos 91.808 de 6 de outubro.

"Foi uma alta bem grande, que está rivalizando com as máximas de 2014, entre maio e junho, na casa de 137 mil lotes comprados", afirmou o analista da FC Stone, João Botelho. Além disso, o dólar forte sobre o real pressionou as cotações da commodity. Perto do horário de fechamento, a moeda norte-americana era cotada a R$ 3,8940. Mais tarde, fechou a R$ 3,8890, alta de 1,28%.

Tanto o câmbio como o posicionamento dos fundos podem continuar influenciando os preços da commodity nos próximos dias, segundo analistas. Para eles, ainda há espaço para correções, seja pelas sucessivas altas das últimas sessões, seja pelo grande saldo líquido de posições compradas.

Há ainda outro fundamento baixista observado por analistas: o baixo volume de negociações no físico, sem grande interesse dos compradores e prêmio pouco atrativo. A avaliação é de que o mercado futuro pode estar sendo movido mais por especulação e que podem haver novas correções nas negociações.

Apesar disso, outros fatores seguem no radar do mercado. Um deles é a perspectiva de que a Índia não deve cumprir sua meta de exportar 4 milhões de toneladas de açúcar, o que agravaria ainda mais o cenário projetado de déficit global do produto na atual temporada.

Nos últimos dias, o prognóstico de mais chuvas em importantes regiões produtoras do Brasil foi reforçado. Estima-se que precipitações até 70% acima da média histórica devem atingir as regiões de São José do Rio Preto e Ribeirão Preto, o que pode levar à moagem menor que a esperada e volume maior de cana bisada no próximo ano.

Caso isto se confirme, as usinas devem continuem priorizando o etanol em detrimento do açúcar, ainda que a commodity venha remunerando melhor que o combustível. Comentário semanal da Archer Consulting aponta que o preço da commodity, considerando só o fechamento do primeiro mês de negociação no mercado futuro de açúcar em NY, convertido em reais pela taxa do câmbio de fechamento do dia do Banco Central, atinge R$ 1.250 por tonelada.

A última vez em que os preços atingiram tal patamar em reais foi em fevereiro de 2011 (32.68 cents por libra-peso e dólar a R$ 1,6800). A média dos últimos cinco anos foi de R$ 942 por tonelada, ainda segundo a Archer.

A opção pelo etanol também se explica pelo fato de as usinas precisarem gerar caixa rapidamente. Enquanto distribuidoras de combustíveis pagam em poucos dias, o retorno pelos volumes exportados só chega às usinas semanas depois.

No longo prazo, porém, a boa valorização do açúcar pode influir no mix de produção das usinas na safra 2016/17, fator que não passa despercebido pelo mercado. Relatório do Banco Pine divulgado hoje reafirma que a atratividade dos preços relativos do etanol está no pior momento dos últimos anos, o que deve influenciar a decisão das usinas sobre o mix entre açúcar e etanol - não tanto no curto prazo, mas mais para o final do ano.

O Pine estima que, no acumulado da safra atual, o volume de açúcar produzido, 25,6 milhões de toneladas, é 6,9% menor que as 27,4 milhões de t do mesmo período de 2014/15.

A cotação entre o primeiro e o segundo vencimento na ICE se mantém invertida. O spread março/maio recuou dos 22 pontos na sexta-feira para 20 ontem. As próximas resistências a serem rompidas se mantêm nos 14,42 cents (de 19 de maio) e 14,94 cents (de 12 de maio).

O valor à vista em reais do indicador do açúcar Esalq fechou R$ 65,44/saca (+0,17%). Em dólar, o preço ficou em US$ 16,83/saca (-1,06%). (Agência Estado 20/10/2015)

 

Altas no mercado de etanol se enfraquecem na semana

O ritmo de negócios no mercado paulista de etanol diminuiu na última semana, limitando novos aumentos de preços.

Entre 12 e 16 de outubro, o Indicador Cepea/Esalq (estado de São Paulo) do hidratado foi de R$ 1,5294/litro (sem impostos), alta de 0,6% em relação à semana anterior, quando o aumento foi de 4,2%. Para o anidro, a elevação da última semana foi de 1,1% (ante um forte aumento de 8% na anterior), com o Indicador passando para R$ 1,7199/litro.

Pesquisadores do Cepea indicam que distribuidoras mostraram menor interesse de compra, por conta da melhora nas condições climáticas, que favorece as atividades de colheita e tende a elevar o volume ofertado. Por outro lado, as usinas ativas mantiveram os valores firmes nas vendas. (CEPEA / ESALQ 20/10/2015)

 

COMENTÁRIO MACRO E MERCADO

Confiança do empresário industrial em outubro atingiu o menor patamar desde 1999

O índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) atingiu 35,0 pontos em outubro, conforme reportado ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Com isso, alcançou o menor patamar da série histórica, iniciada em 1999. Em termos dessazonalizados, o resultado representa uma queda de 0,8% na margem, marcando o quarto recuo consecutivo nessa base de comparação. Tanto a piora da avaliação das condições atuais como das expectativas contribuíram para a retração do ICEI. Em relação ao mesmo período do ano passado, a confiança do empresariado industrial registrou declínio de 23,6%. Dessa forma, o resultado aponta para a continuidade do fraco desempenho da atividade industrial em outubro. Vale lembrar que o ICEI é o primeiro indicador divulgado referente ao mês corrente. Ainda nesta semana, conheceremos a leitura preliminar da Sondagem da Indústria da FGV, também de outubro.

Atividade

IABR: Produção nacional de aço caiu em setembro

A produção nacional de aço bruto somou 2,501 milhões de toneladas em setembro, conforme divulgado ontem pelo Instituto Aço Brasil (IaBr). Isso equivale a um recuo de 7,4% ante agosto, de acordo com os dados dessazonalizados pelo Depec-Bradesco. Com exceção da fabricação de laminados planos, que ficou estável no mês, a produção dos demais produtos siderúrgicos também apresentou redução na margem. Destaque para as variações negativas nas produções de aços em placas (16,3%), longos (15,4%,) e semiacabados (6,2%), na mesma comparação. As vendas ao mercado interno, na mesma linha, registraram contração de 3,0%, com destaque para as retrações de 8,4% nas vendas de aços planos e de 5,2% de semiacabados. As exportações também apresentaram leve queda, de 0,3%, na mesma métrica. No acumulado do ano até setembro, a produção de aço bruto registrou decréscimo de 1,2% ante o mesmo período do ano passado, somando 25,3 milhões de toneladas. No mesmo sentido, a fabricação de laminados caiu 8,2% no ano. Para o restante do ano, projetamos queda adicional moderada da produção de aço bruto. A depreciação do câmbio e a melhora da economia norte-americana deverão favorecer as exportações, o que, no entanto, não será suficiente para compensar o consumo fraco no mercado interno.

Setor externo

MDIC: Saldo da balança comercial foi deficitário pela primeira vez desde julho na terceira semana de outubro, devolvendo parte dos ganhos registrado no início do mês

A balança comercial brasileira registrou saldo negativo US$ 250 milhões na terceira semana de outubro, de acordo com os dados divulgados ontem pelo Ministério da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior (MDIC). Entre os dias 13 e 16 deste mês, as importações somaram US$ 3,183 bilhões, enquanto as exportações atingiram US$ 2,932. Ainda assim, no acumulado de outubro, o saldo comercial registra superávit de US$ 777 milhões. A comparação com as médias diárias de outubro do ano passado mostra retração bem mais acentuada nas compras externas (17,0%) do que nos embarques (2,8%). A queda das importações foi impulsionada pela forte retração das compras de equipamentos elétricos e eletrônicos (30,5%), de equipamentos mecânicos (13,1%) e de veículos automóveis e partes (26,2%). Em relação às exportações, houve queda das vendas externas de semimanufaturados (11,3%) e manufaturados (4,0%). Em contrapartida, as exportações de produtos básicos cresceram 3,2%, puxadas pelas vendas de soja em grão, milho em grão, fumo em folhas, minério de cobre e algodão em bruto. De toda forma, no acumulado do ano, a balança comercial ainda é bastante superavitária e soma US$ 11,025 bilhões, explicitando o ajuste em curso das contas externas do País.

Internacional

Área do Euro: mesmo com recuo do superávit em conta corrente em agosto, resultado ainda é superior ao exibido no mesmo período do ano passado

O saldo das contas externas da Área do Euro ficou positivo em € 17,7 bilhões em agosto. Isso equivale a uma queda de 30,8% em relação ao mês anterior, quando o superávit alcançou € 25,6 bilhões. Com isso, nos últimos doze meses, as transações correntes do bloco acumularam saldo positivo de € 302,7 bilhões. O resultado negativo na margem refletiu essencialmente a piora da balança comercial no período. Ainda assim, na comparação com o mesmo mês de 2014, houve crescimento de 1,7%. Para os próximos meses, a expectativa de extensão do programa de compra de ativos soberanos do BCE deverá enfraquecer o euro, beneficiando alguma recuperação das exportações do bloco.

Tendências de mercado

As bolsas asiáticas encerraram o pregão de hoje novamente em direções distintas, com a recuperação dos mercados de Shanghai e de Tóquio e queda das demais ações da região. Já as bolsas europeias são cotadas em baixa nesta manhã, após a redução do superávit em conta corrente de agosto na Área do Euro. No mesmo sentido, os índices futuros norte-americanos registram novas perdas no momento, à espera da divulgação de dados do mercado imobiliário referentes a setembro.

A maioria das moedas apresenta ganhos em relação ao dólar, com exceção do ringgit, cuja nova depreciação reflete as incertezas no ambiente político do país. Entre as commodities, os preços do petróleo seguem praticamente estáveis, com o tipo WTI apresentando ligeira alta e o Brent, modesta queda. As metálicas industriais ampliam as perdas da véspera, ao passo que as principais agrícolas registram elevação. No mercado doméstico, a fraca agenda de indicadores deve fazer com que os ativos acompanhem o movimento internacional. Ademais, as atenções continuarão voltadas ao cenário político.