Macroeconomia e mercado

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Um inimigo íntimo no caminho da Ale e da Ipiranga

Antes mesmo da pressão de concorrentes diretos, como a Raízen, a cruzada contra a venda da Ale para a Ipiranga começa "dentro de casa".

Um bloco com mais de uma centena de proprietários de postos da própria Ale foi ao Cade reivindicar a suspensão do negócio.

Com uma razoável estrutura jurídica por trás, os insurretos têm municiado o Conselho com informações e documentos para comprovar a concentração de mercado. (Jornal Relatório Reservado 08/02/2017)

 

BrasilAgro compra área no Maranhão por R$ 100 milhões

Ainda que a euforia em relação ao "Matopiba" ­ região de confluência entre os Estados de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, tenha sido prejudicada pelas frustrações de safra das últimas temporadas, a BrasilAgro decidiu investir no Maranhão.

A companhia focada no desenvolvimento de terras agrícolas, que encerrou o segundo trimestre de seu atual exercício com 194,9 mil hectares no Brasil e no Paraguai, anunciou ontem a aquisição, por R$ 100 milhões, de 17,6 mil hectares de terras no município de São Raimundo das Mangabeiras, no sul do Estado. Dessa área adquirida, 10 mil hectares são terras agricultáveis. Além da compra, a empresa fechou uma parceria agrícola em uma área de 15 mil hectares para produção de cana. As terras fazem parte da Fazenda São José, localizada no mesmo município.

"Apesar de algumas regiões do Matopiba terem sofrido muito, o Maranhão é uma das que menos têm sofrido com eventos climáticos. Ali, você tem uma distribuição de chuvas mais eficiente em função da predominância do volume de chuvas da região amazônica", afirmou André Guillaumon, presidente da BrasilAgro, ao Valor.

A estratégia é buscar ativos que estejam passando por algum tipo de estresse financeiro. "Esse tipo de problema compromete os manejos de culturas e a área não atinge o potencial produtivo que tem", disse Guillaumon. Segundo o executivo, a área de cana-de-açúcar incluída na parceria produziu na safra 2015/16 entre 60 e 65 toneladas de cana por hectare.

"É uma região não tradicionalmente produtora de cana-de-açúcar, mas acreditamos que a adoção de tecnologias mais eficientes vai trazer a produtividade a níveis parecidos com as regiões produtoras", avaliou. Ele previu produtividade entre 85 e 90 toneladas por hectare para a cana, níveis parecidos com os que a BrasilAgro já obtém com a cultura no Centro-Oeste.

A parceria agrícola, que será chamada de Parceria IV, terá a duração de 15 anos, com a opção de prorrogação pelo mesmo período. Da produção da área de parceria, uma fatia de 10% ficará com a Fazenda São José.

Dos 17,6 mil hectares adquiridos pela BrasilAgro, uma porção de 7,6 mil hectares corresponde à área de preservação ambiental. A companhia pretende destinar os 10 mil hectares à produção de soja e milho. "Por ser uma área mais madura [que já está em produção], com grande fertilidade, vai nos permitir plantar a safra de verão precoce de soja, possibilitando uma segunda safra de milho dentro da janela ótima de chuvas na região", explicou. (Valor Econômico 08/02/2017)

 

São Paulo lança plano de desburocratização do agronegócio neste dia 20

O ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) (Foto), o governador Geraldo Alckmin e o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), Fábio Meirelles, lançam dia 20 de fevereiro, às 9h30, na capital paulista, o Plano Agro+ SP. A exemplo do plano nacional, criado no segundo semestre do ano passado pelo Ministério da Agricultura, a iniciativa do governo de SP também é voltada à desburocratização, modernização e simplificação das normas e procedimentos do setor público que envolvam o agronegócio.

O Agro+ faz parte da estratégia de elevar de 6,9% para 10%, em cinco anos, a participação brasileira no comércio agrícola mundial, seja por meio da abertura e ampliação de mercados ou da agregação de valor aos produtos agrícolas nacionais. Desde o lançamento do plano, o Ministério da Agricultura já atendeu a cerca de 100 pedidos do setor produtivo para modificar ou eliminar procedimentos que representavam entraves às operações da agropecuária.

O Agro+ SP é considerado pelo Mapa como fundamental para alcançar essa meta, já que o estado é o maior polo econômico do país. Em 2016, as exportações do agronegócio paulista somaram US$ 17,92 bilhões, com acréscimo de 12,8% em relação a 2015, quando atingiram US$ 15,88 bilhões, de acordo com a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Os setores que tiveram maior destaque foram o complexo sucroalcooleiro, carnes, sucos, produtos florestais e complexo soja.

O Agro+ SP foi elaborado pelo governo paulista em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) e o Mapa. A solenidade de lançamento do plano paulista será no auditório do piso C do WTC Teatro, na Avenida das Nações Unidas, 12.551. O presidente da AméricaEconomia, Agostinho Turbian, também participará do evento.

O Rio Grande do Sul foi o primeiro estado a lançar versão regional do Agro+. Depois de São Paulo, os próximos devem ser Rondônia e Distrito Federal. Até o momento, pelo menos 10 municípios também manifestaram a intenção de criar planos Agro+ locais. (Agência Estado 07/02/2017)

 

Maggi diz que agricultores são ‘espremidos’ na cadeia por fusões na indústria química

Acordos bilionários que movimentam a indústria global de químicos agrícolas podem prejudicar produtores rurais no Brasil, de acordo com o ministro da Agricultura, Blairo Maggi.

Segundo ele, acordos como o da compra da Monsanto pela Bayer por US$ 66 bilhões podem causar concentração excessiva na oferta de sementes e defensivos agrícolas, abalando a concorrência e os lucros dos agricultores.

“Há apenas um pequeno número de fornecedores para um mundo muito grande, e isso pode fazer com que os produtores se tornem apenas uma parte de um sistema de integração, onde você ganha só um pouco para se manter na cadeia”, disse Maggi em entrevista em São Paulo.

O ministro, que vem da família que controla um dos maiores empreendimentos de soja do País, o Grupo Amaggi, ressaltou que estava falando “como produtor” e que o governo não deve interferir em transações privadas, deixando essa tarefa para as autoridades reguladoras. O faturamento anual do grupo da família dele é de US$ 3,8 bilhões.

Consolidação

A indústria global de sementes e químicos agrícolas passa por uma rápida consolidação. No ano passado, a Bayer acertou a compra da Monsanto. DuPont e Dow Chemical planejam uma fusão de iguais de US$ 59 bilhões. A China National Chemical espera concluir a aquisição da companhia suíça de sementes Syngenta por US$ 43 bilhões.

O acordo Bayer-Monsanto já havia causado desconforto no Brasil. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) teme que a fusão proposta provoque concentração do mercado e custos maiores para os produtores rurais, segundo informação passada em novembro por um representante com conhecimento direto do caso. No mundo todo, os agricultores enfrentam queda de lucros após vários anos de baixa nos preços dos alimentos. Os produtores no Brasil foram especialmente prejudicados pela recessão e pelo aperto nas condições de crédito.

Também ocorre consolidação no mercado brasileiro. Diversos compradores estrangeiros adquiriram empresas menores que negociam fertilizantes, químicos agrícolas e sementes. A chinesa Hunan Dakang Pasture Farming no ano passado comprou o controle da Fiagril, do Mato Grosso, por US$ 286 milhões e está em negociações avançadas para adquirir o controle da paranaense Belagrícola. Em 2015, a japonesa Sumitomo comprou 65 por cento da Agro Amazônia Produtos Agropecuários, do Mato Grosso.

Maggi disse que um novo plano do governo deve ampliar a disponibilidade de crédito para os produtores rurais. O Brasil pretende liberar a compra de propriedades rurais por estrangeiros, medida que, segundo o ministro, também tende a injetar mais recursos na agricultura uma vez que permitirá que os bancos estrangeiros possam executar terras dadas em garantia em empréstimos.

Ainda assim, a expansão do setor agrícola será modesta, uma vez que os preços atuais de commodities como soja e milho não são suficientes para dar retorno sobre investimentos maiores, ele disse, acrescentando que há poucos grandes grupos globais com know-how para operar grandes fazendas no País.

No ano passado, a área plantada com soja aumentou 1,6 por cento, o menor crescimento desde 2006. Para Maggi, que durante décadas liderou a expansão da cultura no Cerrado, esse ritmo pode ser considerado um novo padrão para a expansão agrícola brasileira.

“São necessários pelo menos oito anos para o investimento se pagar”, disse Maggi. “Para um produtor que depende de recursos de terceiros, não é algo viável”. (Bloomberg 07/02/2017)

 

Governos da América Latina se afastam de subsídios à gasolina

Os subsídios aos combustíveis que os governos da América Latina têm usado por décadas para distribuir a abundância de recursos naturais estão minguando à medida que as maiores economias da região migram rumo a políticas regidas pelo mercado. Isso, por sua vez, está aprofundando a ira da população em um momento de dificuldades econômicas.

O México elevou os preços dos combustíveis em até 20% em 1º de janeiro como parte de um esforço ambicioso que teve início em 2013 para liberalizar o setor do petróleo. A Petróleo Brasileiro SA, a Petrobras, fez ajustes nos preços do diesel e da gasolina cinco vezes desde outubro, numa tentativa de manter a confiança dos investidores e reduzir seu endividamento num momento em que também lida com um gigantesco escândalo de corrupção. Os argentinos viram os preços do gás natural comprimido subirem nas bombas dos postos, após decisão do governo de reduzir os subsídios para o combustível.

As mudanças ocorrem em um momento em que o México procura atrair investimentos do setor privado para a sua indústria do petróleo, que enfrenta dificuldades, e depois que governos mais conservadores assumiram o poder no Brasil e na Argentina. Mas elas ocorrem na esteira de turbulências sociais em partes de uma região onde uma longa história de nacionalismo em relação aos recursos naturais tem tornado a política energética um pára-raios político.

O índice de aprovação do presidente do México, Enrique Peña Neto, caiu para 12% o mais baixo para um presidente nas últimas décadas, de acordo com uma pesquisa publicada este mês pelo jornal Reforma, depois que as medidas que aumentaram os preços da gasolina, batizadas de “gazolinazo”, geraram protestos e saques.

Os protestos que se estenderam por uma semana e incluíram bloqueios de estradas, depósitos e postos de combustíveis, causaram centenas de prisões e foram responsabilizados por várias mortes. A Antad, associação mexicana de varejistas, afirma que os saqueadores levaram das 681 lojas que fazem parte da entidade mercadorias que, somadas, valem cerca US$ 90 milhões.

O México, o quarto país maior consumidor de gasolina per capta do mundo, citou a alta dos preços da commodity e a recente desvalorização da sua moeda, o peso, para justificar sua decisão de elevar os preços da gasolina no início do mês. O ministro da Fazenda, José Antonio Meade, disse que o país hoje gasta mais com gasolina do que obtém com a venda de petróleo bruto, acrescentando que manter os preços nos níveis de 2016 este ano custaria US$ 10 bilhões para o governo.

No fim de fevereiro, os preços do petróleo no México passarão a ser ajustados diariamente em vez de mensalmente, conforme o país migra para o modelo de preços de livre mercado, que deve entrar em vigor no fim do ano, segundo autoridades.

“O controle de preços não funciona”, diz Gabriel Casillas, chefe de estudos econômicos do Instituto Mexicano de Executivos de Finanças. “Você acha que o ouro retirado das minas mexicanas, porque é mexicano, é vendido abaixo do preço no mercado internacional? Claro que não”.

As autoridades esperam que a mudança vá atrair investidores para uma indústria de petróleo que está décadas atrasada desde que o presidente Lázaro Cárdenas expropriou os ativos de petrolíferas estrangeiras em 1938.

A Petrobras, enquanto isso, gastou até US$ 28 bilhões entre 2011 e 2014 subsidiando os preços dos combustíveis para ajudar o governo a cumprir suas metas de inflação.

Em parte como resultado dessa generosidade, ela hoje acumula o maior endividamento da indústria petrolífera mundial, US$ 123 bilhões, e está correndo para vender ativos e cortar investimentos.

Esforços para recompor as vendas em queda por meio de preços mais altos estão sendo mal recebidos pela população. “Somo um país produtor [de petróleo], acho que o preço da gasolina deveria ser a metade do que é”, diz José Marcos Marques, um taxista de 38 anos do Rio de Janeiro. “Eles estão obrigando nós, consumidores, a pagar o preço pelo o que aconteceu [na Petrobras]”.

A nova política da empresa busca paridade com os preços globais dos combustíveis, além de uma margem para cobrir as flutuações cambiais e outros riscos. Enquanto anteriormente ela ajustava seus preços apenas esporadicamente, com frequência passando mais de um ano sem aumento algum, a nova política defende ajuste pelo menos uma vez a cada 30 dias.

“A companhia precisa reagir aos movimentos dos preços internacionais e é isso que ela está fazendo, nada a mais”, respondeu o diretor-presidente da Petrobras, Pedro Parente, quando foi questionado sobre a alta dos preços diante de câmeras de TV no início do mês. “É muito importante para nós que a sociedade entenda o papel da Petrobras neste processo”.

A cotação da ação da Petrobras mais que dobrou entre maio e outubro do ano passado, quando o presidente Michel Temer, que assumiu o cargo em meio ao processo de impeachment de Dilma Rousseff, procurou direcionar a empresa para uma gestão mais voltada para o mercado.

Parente é o primeiro diretor-presidente da Petrobras que veio diretamente do setor privado desde 1999.

Nem todos os países da América Latina estão seguindo esse modelo. A Venezuela, rica em petróleo, elevou os preços da gasolina apenas uma vez nos últimos 20 anos. Apesar do aumento de mais de 6.000% em fevereiro do ano passado, o país ainda conta com a gasolina mais barata do mundo, ao preço de cerca de US$ 0,01 o litro. A manutenção desse subsídio, visto como uma questão de sobrevivência para o regime do presidente Nicolás Maduro, tem sido uma das políticas que forçam o banco central do país a imprimir moeda e levaram o governo à beira da moratória.

O Brasil gradualmente eliminou o controle de preços entre 1997 e 2002, mas a desregulamentação foi suspensa depois que o Partido dos Trabalhadores assumiu o poder, em 2003. Graças à sua posição dominante, a Petrobras foi capaz de vender combustível abaixo dos preços do mercado, fazendo com que as empresas do setor privado não tivessem condições de concorrer.

Abrir mão do controle da Petrobras, que é considerada um tesouro nacional por muito brasileiros, continua ainda sendo algo impensável pelo governo.

“Ela continua sendo uma empresa controlada pelo Estado e continua sendo provavelmente a empresa estatal mais politizada do país”, diz Peter Taylor, que ajuda a gerir cerca de US$ 6 bilhões em ações brasileiras na gestora de recursos britânica Aberdeen Asset Management PLC.

A Aberdeen vendeu no fim de 2014 uma fatia substancial que tinha em ações da Petrobras depois que promotores revelaram o amplo esquema de corrupção na empresa.

“Se você está investindo com o horizonte de cinco anos”, diz ele, “você está fazendo uma grande aposta no futuro da política do Brasil”, diz ele, lembrando que o país realizará eleições presidenciais em 2018. (Wall Street Journal 07/02/2017)

 

Commodities Agrícolas

Café: Recuo americano: A queda nas importações americanas de café pressionou as cotações do grão arábica na bolsa de Nova York ontem. Os papéis com vencimento em maio fecharam a US$ 1,4505 a libra-peso, recuo de 150 pontos. Segundo o Departamento de Comércio americano, os EUA importaram 116,4 mil toneladas de café não torrado em dezembro passado contra 127,5 mil toneladas em novembro, retração de 8,7%. Também houve recuo nas importações de café torrado e solúvel. Os EUA são o maior consumidor mundial do produto. No mercado interno, a indefinição do governo brasileiro sobre a possível importação de café robusta tem levado volatilidade ao mercado. O indicador Cepea/Esalq para o café arábica em São Paulo ficou em R$ 503,76 a saca de 60 quilos, recuo de 0,82%.

Algodão: Realização de lucros: As compras de agentes não comerciais deram impulso às cotações do algodão durante a maior parte do pregão de ontem na bolsa de Nova York, mas uma realização de lucros levou a commodity a encerrar a sessão em queda. Os papéis com vencimento em maio fecharam a 76,14 centavos de dólar a libra-peso, recuo de 23 pontos. De acordo com a Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC, na sigla em inglês), os fundos mantinham um saldo líquido comprado de 93.519 papéis no último dia 31, avanço semanal de 7,07%. Apesar disso, a maior parte dos analistas avalia que não há razão para alta dos preços, já que a demanda continua estável e a oferta elevada. No mercado interno, o preço médio pago ao produtor na Bahia ficou em R$ 91,80 a arroba, segundo a associação de produtores local, a Aiba.

Soja: Demanda firme: Os sinais de demanda firme pela soja colhida na safra 2016/17 nos EUA segue oferecendo sustentação aos preços da commodity na bolsa de Chicago. Os papéis com vencimento em maio fecharam ontem a US$ 10,5325 o bushel, em alta de 7 centavos. De acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), os exportadores do país embarcaram 1,635 milhão de toneladas de soja na semana encerrada no último dia 2, volume acima das expectativas de mercado, que oscilavam entre 900 mil e 1,1 milhões de toneladas. Os embarques de soja dos EUA já alcançaram 72,5% do volume total estimado para ser exportado em 2016/17. No mercado interno, o indicador Esalq/BM&FBovespa para a soja em Paranaguá ficou em R$ 74,23 a saca de 60 quilos, alta de 0,61%.

Milho: De olho no USDA: As expectativas do mercado em relação ao próximo relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deram sustentação às cotações do milho ontem na bolsa de Chicago. Os papéis com vencimento em maio fecharam o pregão US$ 3,76 o bushel, alta de 4,75 centavos. Segundo a média das estimativas dos analistas, o USDA deverá reduzir suas previsões para os estoques mundiais finais de milho de 221 milhões de toneladas para 220,6 milhões. Para os Estados Unidos, o órgão deverá indicar estoques finais de 59,5 milhões de toneladas, contra as 59,8 milhões estimadas em janeiro. No mercado interno, o indicador Esalq/BM&FBovespa para o grão ficou em R$ 36,02 a saca de 60 quilos, recuo de 0,88%. (Valor Econômico 08/02/2017)