Setor sucroenergético

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Presidente da Unica diz que ficou decepcionada com discurso de Dilma

A presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Elizabeth Farina, disse que ficou muito decepcionada com o discurso da presidente Dilma Rousseff nesta quarta-feira, 06, na Confederação Nacional da Indústria (CNA). 'Minha decepção é muito grande porque a palavra agroenergia não foi dita nenhuma vez no discurso da presidente', afirmou ela.

Em compensação, disse a presidente da Unica, tanto o candidato Eduardo Campos (PSB) quanto Aécio Neves afirmaram que o etanol e a agroenergia farão parte do plano estratégico deles. 'Isso mostra que temos de incluir a agroenergia no processo de desenvolvimento do País'.

Farina disse que o mais estranho é que o assunto estava na pauta da sabatina da CNA e que a presidente não se lembrou dele. Ela afirmou que hoje o setor passa por uma séria crise. Quarenta e quatro usinas fecharam as portas e 60 estão em recuperação judicial. O setor tem ainda R$ 1,4 bilhão para receber de resíduos do PIS/Cofins, mas não há perspectivas de depósito do valor por parte do Tesouro antes de cinco anos (Agência Estado, 6/8/14)

 

Unica rebate declaração de Dilma sobre concorrência do etanol

A presidente da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), Elizabeth Farina, rebateu nesta quarta-feira, 6, declaração da presidente Dilma Rousseff, que em entrevista hoje após sabatina na Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) disse que o etanol de cana do País compete com o combustível feito a partir do milho nos Estados Unidos. 'Mais de 90% do hidratado produzido no Brasil é destinado ao mercado interno. É a desoneração da gasolina, e não o etanol de milho, que afeta a competitividade do hidratado', afirmou. Para a executiva, Dilma se mostrou 'desinformada' sobre a questão.

Ainda na coletiva de imprensa, Dilma disse que 'aumentar a Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) para qualquer setor impacta no que se chama arrecadação de tributos'. Farina voltou a defender a volta do imposto sobre o combustível fóssil. 'Por que achamos que a Cide é importante? Porque há uma externalidade negativa no mercado de gasolina. Temos de tributar aquilo que gera um custo estendido', como emissões de gases que causam o efeito estufa, explicou.

A Cide, que incidia até 2012 sobre a importação e a comercialização de petróleo e derivados, gás natural e álcool etílico combustível, foi zerada pelo governo federal como forma de compensar o reajuste nos preços da gasolina e do diesel e evitar que a alta fosse sentida pelo consumidor. A Cide zerada, contudo, é uma das principais críticas do setor sucroalcooleiro, que alega que isso tira a competitividade do etanol (Agência Estado, 6/8/14)

 

Financiamento garantirá lucratividade do etanol, diz Dilma

A presidente Dilma Rousseff afirmou na tarde desta quarta-feira, 6, que uma estrutura de financiamento ´mais favorável´ vai garantir a lucratividade do setor de etanolno Brasil. Dilma destacou que, após ter feito a desoneração de PIS e Cofins, o governo estuda outras medidas, como a possibilidade de se ampliar de 25% para 27,5% a mistura do etanol na gasolina.

´Agora é fundamental perceber que o setor passou por uma crise, e que esse processo de crise está sendo absorvido sistematicamente. E obviamente acredito também que estruturas de financiamento mais favoráveis ao etanol vão garantir ampliação da lucratividade´, afirmou a presidente, após participar de sabatina promovida pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Cide

A presidente também foi questionada a respeito do retorno da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre a gasolina. ´Eu acho que aumentar a Cide para qualquer setor impacta no que se chama arrecadação de tributos. Há que se justificar a Cide para qualquer coisa; acredito que a política em relação ao etanol tem de ser uma política bastante clara´, respondeu.

A Cide, que incidia sobre a importação e a comercialização de petróleo e derivados, gás natural e álcool etílico combustível, foi zerada pelo governo federal como forma de compensar o reajuste nos preços da gasolina e do diesel. A intenção era evitar que a alta chegasse até o bolso do consumidor. A Cide zerada, contudo, é uma das principais críticas do setor sucroalcooleiro ao governo, alegando que isso tira a competitividade doetanol.

´O etanol nosso de cana é um produto que tem competidor internacional, que é o etanolde milho americano. O etanol de cana terá de ser competitivo com o etanol de milho e a política do governo é ajudar nessa competitividade. Através do quê? Da contínua e sistemática adoção de tecnologias´, disse a presidente (Agência Estado, 6/8/14)

 

Dilma considera novas desonerações ao etanol, caso reeleita

A presidente Dilma Rousseff (PT), que concorre à reeleição, disse nesta quarta-feira que pode considerar novas desonerações tributárias para estimular a cadeia de etanol e que o aumento da mistura do insumo na gasolina a 27,5 por cento é alvo de estudo com a Anfavea, a associação das montadoras de veículos.

"Acredito também que vai ser importante olhar o setor, como já desoneramos PIS e Cofins dentre outras questões, podemos fazer", disse Dilma em entrevista coletiva, após apresentar suas propostas para o setor agrícola na Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

"Acredito também que estruturas de financiamento mais favoráveis ao etanol vão garantir uma ampliação da sua lucratividade", acrescentou.

Dilma afirmou ainda que um aumento da mistura de etanol na gasolina será determinada em conjunto com a Anfavea (Associação Nacional de Fabricantes de Veículo).

"Junto com Anfavea olhar a possibilidade de ampliar de 25 para 27,5 a mistura de etanolna gasolina", explicou a presidente.

A entidade e o governo estão analisando se é possível tecnicamente se essa adição maior de etanol é possível para os atuais motores.

Durante a apresentação aos representantes dos produtores, Dilma evitou fazer promessas para um eventual segundo mandato e se limitou a defender as ações do governo, principalmente na ampliação e no barateamento do crédito para o setor.

Segundo ela, essas medidas foram fundamentais para do agronegócio no país.

"Em 2003, quando o (ex-presidente) Lula assumiu, nós recebemos um Plano Safra... de 20,5 bi de reais para toda produção do agronegócio", disse.

"Os juros variavam entre 8,75 (por cento) no custeio até 11,95 por cento, quando era em investimento."

"Hoje tenho muito orgulho que na atual safra nós colocamos à disposição dos produtores o maior e mais completo Plano Agrícola. São 156 bilhões de reais, um crescimento real de 259 por cento", disse.

"Os juros de 4,5 (por cento) para investimento, até 6,25 (por cento) para custeio." Dilma tratou das principais demandas apresentadas pelo setor como desafios que terão que ser vencidos num segundo mandato.

Entre esses pontos, ela citou os investimentos em infraestrutura, principalmente em hidrovias, a demarcação de terras indígenas e incentivos à construção de mais estruturas de armazenagem.

Dilma admitiu, porém, que o governo precisa melhorar suas estruturas de defesa sanitária.

"Eu... assumo o compromisso de melhorar nossa defesa agropecuária. Está aquem da necessidade do país", disse.

Sobre a questão indígena, ela afirmou que o Brasil já demarcou 17 por cento do seu território para atender os índios e que agora só restaram áreas que geram conflito.

"Temos que construir mecanismos que levem a entendimento e não a conflito", disse.

Mais cedo, o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, disse que vai ampliar em 50 milhões de toneladas a capacidade de armazenagem nos próximos quatro anos e ampliará o seguro rural para 60 por cento da área plantada.

O candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos, também apresentou suas propostas aos representantes do agronegócio e disse que um ambiente macroeconômico equilibrado é fundamental para o campo (Reuters, 6/8/14)

 

Em recuperação judicial, Aralco quer reduzir cultivo próprio de cana

Ao oferecer 7 mil hectares de canaviais para o arrendamento por fornecedores, o grupo pretende reduzir o cultivo próprio de 70% para 50%.

O Grupo Aralco, com sede em Araçatuba (SP), pretende transferir o cultivo de parte de seus canaviais para fornecedores de cana-de-açúcar. O objetivo é reduzir o percentual de cana própria dos atuais 70% para 50%. Com a mudança, a companhia paulista, que está em recuperação judicial desde maio, poderá reduzir custos. A aproximação também é uma forma de fortalecer ou mesmo retomar a credibilidade junto aos parceiros agrícolas.

Serão oferecidos 7 mil hectares de canaviais para os fornecedores atuais e outros que estejam interessados em arrendar a área. A nova proposta de parceria será apresentada a partir da próxima semana, em três encontros com plantadores de cana de Araçatuba e região.

A Aralco acredita que "com os estoques de açúcar em queda no mercado internacional, há forte pressão de recuperação dos preços, tanto de açúcar como de etanol". Com isso conta atrair parceiros e que a cana-de-açúcar "volte a ser uma cultura de forte atratividade na região".

Embora não faça parte do plano de recuperação, indiretamente a redução do cultivo próprio pode trazer um impacto positivo com o corte de gastos fixos. O plano de recuperação da companhia, com dívidas próximas de R$ 1 bilhão, ainda está por ser analisado pelos credores, o que deve acontecer em novembro. (Leia mais aqui)

Conforme Luiz Romeu Voss e Francisco Olivato, respectivamente, coordenadores de qualidade e de relacionamento com produtores rurais da Aralco, atualmente são cultivados cerca de 60 mil hectares de cana para o abastecimento das quatro usinas, que juntas possuem capacidade de moagem de 7,2 milhões de toneladas. A maior parte do cultivo, 95%, é feito em áreas de parceria agrícola e somente 5% em áreas próprias.

Segundo os representantes, o grupo dará um incentivo aos produtores, com antecipação do custo da parceria agrícola e fornecimento de mudas, que deverá ser ressarcido na primeira colheita da cana. A Aralco também oferecerá a assistência técnica sem custo para implantação da lavoura.

O grupo possui quatro unidades controladas: Usina Aralco, Usina Figueira, Destilaria Generalco e Usina Alcoazul, que empregam cerca de 2 mil pessoas.

Reuniões

As reuniões acontecem no municípios de Penápolis, General Salgado e Araçatuba nos dias 15, 22 e 29 de agosto. Os participantes receberão informações sobre a realidade atual da empresa e perspectivas de contrato, logística, plantio, colheita e fornecimento da cana. Serão apresentados também os objetivos e resultados esperados com a parceria. (Brasil Econômico 07/08/214)

 

Aprovada MP que eleva mistura de biodiesel e etanol em combustíveis

Nova configuração foi apreciada pelo plenário da Câmara dos Deputados.

Senado ainda precisa avaliar Medida Provisória.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (06) a Medida Provisória (MP) número 647, de 28 de maio de 2014, que eleva os percentuais de adição do biodiesel e do etanol ao óleo diesel e à gasolina, respectivamente, neste ano. O plenário analisou o relatório proposto pela comissão mista do Congresso, de autoria do deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP).

Com a nova configuração, a mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina poderá chegar a 27,5% (hoje é de 25%, quando constatada a viabilidade. Enquanto isso, o percentual mínimo do biodiesel no diesel, que já subiu para 6% em julho, agora irá para 7% a partir de 1º de novembro deste ano, segundo a Câmara.

Conforme a MP 647, o Conselho Nacional de Política Energética poderá, a qualquer tempo, por motivo justificado de interesse público, reduzir esse percentual [do biodiesel ao diesel] para até cinco por cento, restabelecendo o quando da normalização das condições que motivaram a redução do percentual.

Ela ainda discrimina que o biodiesel necessário à adição obrigatória ao óleo diesel deverá ser fabricado preferencialmente a partir de matérias primas produzidas pela agricultura familiar.

Nesta quarta-feira (06) o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) afirmou o aumento nos percentuais de mistura favorecerá o mercado brasileiro para óleos vegetais e gorduras animais.

A Medida Provisória ainda precisa ser analisada pelo Senado (G1, 6/8/14

 

Agronegócio divide-se entre Dilma e Aécio

Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) demonstra apoio às promessas do presidenciável tucano Aécio Neves, sobretudo ao segmento sucroalcooleiro; já a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), cuja presidente licenciada é a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), sinaliza apoio nos bastidores à permanência de Dilma Rousseff no governo; quanto ao PSB, Eduardo Campos perde terreno por conta de sua aliança com Marina.

As duas principais representações do agronegócio do Brasil parecem ter eleito seus candidatos para a disputa à Presidência de 2014. A presidente Dilma Rousseff e o presidenciável tucano Aécio Neves aparecem no páreo do setor, enquanto o socialista Eduardo Campos perde terreno por conta de sua aliança com a ex-senadora Marina Silva, que não é bem vista pelos ruralistas em geral.

Em evento da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), com sede em São Paulo, a plateia demonstrou empolgação com promessas de Aécio Neves, sobretudo ao segmento sucroalcooleiro. Inclusive, o coordenador das propostas da Abag entreguem aos presidenciáveis, Roberto Rodrigues, tem tido participação fundamental no programa do tucano para o setor, juntamente com o também ex-ministro Alysson Paolinelli e com o economista José Roberto Mendonça de Barros.

Já a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), cuja presidente licenciada é a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), sinalizaria apoio nos bastidores à permanência de Dilma Rousseff no governo.

Quanto PSB, o coordenador de programa de governo de Eduardo Campos, Maurício Rands, disse que as pessoas se prendem ao passado para julgar Marina, em referência à época que foi ministra do Meio Ambiente no governo Lula e foi contrária a uma série de medidas que o setor de agronegócios considerava necessária. "Até hoje, se há atrasos na liberação de licenças ambientais, colocam a culpa na Marina", disse ele (Brasil 247, 6/8/14)

 

Mais um capítulo na crise sucroalcooleira - Benjamin Yung

Nos últimos dias, a imprensa nacional noticiou a queda de 40% do preço do açúcar no mercado internacional, nos últimos três anos. O fato, que marca mais um capítulo na crise sucroalcooleira no país, é intensificado pela diminuição da exportação para países compradores e que estão superestocados, fazendo com que o setor se aprofunde ainda mais em endividamentos.

A queda da demanda externa, somada aos graves problemas de seca que atinge os canaviais e à insistente política de combustíveis do governo, que impede o aumento do etanol, deixa o segmento cada vez mais perto do colapso. As usinas iniciaram a safra atual com R$ 70 bilhões de dívidas e com um panorama desanimador.

De acordo com a entidade Unica, União da Indústria da Cana-de-Açúcar, desde 2009, 44 usinas foram desativadas, 12 já anunciaram que não vão operar neste ano e outras 33 estão em Recuperação Judicial (RJ).

Outros números de mercado mostram que, contudo, a decisão pela RJ não pode ser tida como a “carta na manga” para a reviravolta e sobrevida no negócio.

De um total de 34 usinas que requereram a Recuperação até o início de 2012, em fevereiro de 2014, 50% faliram ou encerraram suas atividades, 32% foram vendidas ou estão em processo de venda e 18% continuam em processo de RJ, sem futuro definido.

No caso especifico do setor sucroalcooleiro, tais números inferem que a RJ auxiliou apenas as usinas que efetivamente foram vendidas. Nesse sentido, alguns fatores devem ser avaliados.

Ao se fazer o pedido de entrada de Recuperação Judicial, as fontes de capital de giro, principal necessidade de uma empresa em dificuldade, imediatamente secam. No segmento sucroalcooleiro, onde máquinas inoperantes rapidamente se deterioram, as usinas não podem se dar ao luxo de não ter capital de giro à sua imediata disposição.

Por essa razão, numa fase ainda anterior ao pedido de RJ, é necessário um rigoroso planejamento em conjunto com as instituições financeiras, no intuito de levantar potenciais financiamentos do tipo DIP (debtor-in-posession, créditos pagos em primeiro lugar no caso de eventual falência ou liquidação). Tais financiamentos, entretanto, são raros no Brasil, uma vez que ainda são considerados novos e pouco desenvolvidos.

O prazo de carência automática total de seis meses dado na concessão do processamento da RJ à empresa recuperanda também deve ser analisado cuidadosamente. Dentro desse período, o devedor deve elaborar um Plano de Recuperação Judicial (PRJ) e aprova-lo diante da maioria dos credores e com o Juízo. Ao considerar que o benefício imediato seria de ‘apenas’ seis meses de carência e que uma negociação fora do âmbito judicial, possivelmente, traria resultado semelhante, ao menos com grandes credores e instituições financeiras, a que se refletir se a RJ não seria uma estratégia muito agressiva.

Adicionalmente, no PRJ, as classes de credores devem ser tratadas igualmente, fato que impõe certas restrições à solução proposta pelo devedor. No caso de uma negociação branca, tais restrições deixam de existir.

É preciso ressaltar, ainda, que nem todos os créditos estão sujeitos à Recuperação Judicial. Financiamentos em moeda estrangeira, como ACC, ACE, PPE, etc., ou com garantia de alienação fiduciária, além de créditos fiscais não estão sujeitos à RJ. Cientes disso, as instituições financeiras projetam suas linhas de crédito de forma a minimizar seu risco, o que torna o processo mais burocrático.

A morosidade do sistema judiciário brasileiro é outro agravante do processo de RJ na tentativa de “socorrer o herói”. O processo limita a capacidade do credor de desenvolver, de fato, soluções customizadas, visando uma recuperação bem sucedida. Uma negociação branca pode ser mais eficiente, ao se estabelecer um amplo canal de comunicação com os credores, o que demonstra transparência e torna o processo mais eficaz, já que permite que o empresário se concentre novamente na sua rotina de trabalho e de produção.

O investimento envolvido na negociação fora do âmbito judicial é outra vantagem. Os custos gerados pela equipe de consultores financeiros responsável por conduzir os acordos é inferior ao custeio processual, com a participação de advogados, administradores judiciais e outros profissionais.

Por todos esses fatores, o pedido de Recuperação Judicial deve ser visto pelas usinas em crise apenas como o último recurso para a sua solução. Ainda que ante do iminente colapso, devem estudar e esgotar todas as alternativas possíveis, principalmente fora do âmbito judicial, com a esperança de que tempos e safras melhores estejam por vir (Benjamin Yung é especialista no segmento de reestruturação financeira e fundador da consultoria Estratégias Empresariais – ee@estrategiasee.com.br)