Setor sucroenergético

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Começam as deserções do governo Dilma

Marcio Holland, secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, tem passagem de ida para dar aula na FGV de São Paulo.

O diretor de política econômica do Banco Central, Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo, já tem uma cadeira reservada em uma instituição financeira, para onde irá logo após o cumprimento da quarentena. Vai se somar aos mais de meia centena de ex-BCs que militam na banca privada.

Valter Cardeal, diretor de geração da Eletrobras, já pode ser dado como a primeira carta fora do baralho da estatal para 2015. (Jornal Relatório Reservado 12/11/2014)

 

Cosan planeja separar negócio de distribuição de gás

SÃO PAULO - A administração da Cosan Indústria e Comércio estuda a separação do negócio de distribuição de gás com a criação de uma nova empresa, a Distribuição de Gás Participações, que será controladora da Companhia de Gás de São Paulo (Comgás) e responsável por eventuais investimentos futuros dentro do segmento de distribuição de gás natural.

De acordo com o fato relevante divulgado pela companhia, a atual dívida da Cosan deve ser dividida com a nova empresa, de forma a equilibrar a estrutura de capital destas companhias, sem que haja garantia por parte da holding Cosan Limited.

A operação precisa ser aprovada pela Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp), por determinados detentores de bônus da Cosan e outros credores, além do aval dos acionistas em assembleia da Cosan.

Uma vez aprovada, a Distribuição de Gás Participações terá capital aberto e deverá ser listada no Novo Mercado da BM&FBovespa.

“Sua atuação será focada na distribuição de gás natural, seguindo o processo de segmentação dos negócios investidos pela Cosan Limited, dando mais foco operacional e maior flexibilidade de investimento aos acionistas das empresas listadas no Brasil”, explicou a companhia.

Pela nova estrutura, a Distribuição de Gás Participações, a Cosan Indústria e Comércio e a Cosan Logística ficam embaixo da holding Cosan Limited.

Administração

Os futuros presidente e diretor financeiro da Cosan Limited, Marcos Marinho Lutz e Marcelo Eduardo Martins, deixarão de ocupar tais posições em Indústria e Comércio e em Logística, apesar de atuarem nos conselhos de administração.

A mudança na administração será implementada no primeiro trimestre de 2015 e independe da criação da Distribuição de Gás Participações.

As diretorias das empresas de Logística, Energia e Distribuição de Gás Participações, se criadas, serão anunciadas dentro do mesmo período. (Valor Econômico 11/11/2014 Às 10h: 24m)

 

Com cisão, Cosan pode ampliar atuação em distribuição

Em mais um etapa na separação de suas diversas vertentes de negócio, a Cosan anunciou ontem plano de cisão do segmento de distribuição de gás natural. A participação de 73% nas ações ordinárias e de 15% nos papéis preferenciais da Comgás será concentrada na Distribuição de Gás Participações, que vai ser listada no Novo Mercado da BM&FBovespa.

Mais do que um novo veículo de investimento para a concessionária de gás de São Paulo, a mudança abre espaço para que a Cosan atue em outros negócios no segmento, com a compra de outras distribuidoras. De acordo com a companhia, a possibilidade de entrada em outras áreas, como exploração de gás natural, muito mais intensiva em capital, não faz parte dos planos.

"Com a cisão, abrem-se novas oportunidades de investimento e a Cosan pode ampliar a presença na área, com retornos potencialmente maiores", avalia Artur Losnak, da Fator Corretora. Atualmente, a Comgás tem investimentos limitados pelo retorno concedido por meio das tarifas estabelecidas pelo regulador em São Paulo.

O vice-presidente de finanças e diretor de relações com investidores da Cosan, Marcelo Martins, disse que a operação visa segregar o risco de cada área de atuação da companhia. "A dinâmica do negócio de logística, por exemplo, com sua complexidade, é bem diferente da natureza do negócio de distribuição de gás", afirmou.

Segundo ele, a previsão é que o processo seja concluído até o início do ano, após passar pela aprovação da agência reguladora paulista, a Arsesp, e receber a autorização dos detentores de bônus e acionistas da Cosan. A estrutura de comando da Comgás não sofrerá alterações, garantiu.

A operação de desmembramento da Cosan começou em outubro, com a separação da área de logística numa nova empresa listada, que abriga os ativos da controlada Rumo e deve incorporar nos próximos meses os da América Latina Logística (ALL), após o parecer final do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

E não deve parar por aí. No mês passado, o presidente do conselho de administração da Cosan, Rubens Ometto, disse que haverá nova reorganização, dessa vez no setor de açúcar e etanol, a ser anunciada no primeiro semestre do próximo ano.

Hoje, quem compra ações da Cosan S.A., leva todo o negócio de energia, que envolve, além da Comgás, a participação de 50% na distribuidora de combustíveis Raízen, a área sucroalcooleira, de lubrificantes e a Radar, de gestão de propriedades rurais. "São negócios distintos e sem grande sinergia. Hoje, se o investidor que comprar Raízen tem que levar todo o pacote junto", ressalta Losnak, da Fator.

Além da cisão em gás, a Cosan anunciou mudanças na sua estrutura administrativa. Marcos Lutz, atual presidente da Cosan S.A., Martins, vice-presidente de finanças, e Marcelo Portela, vice-presidente jurídico, vão assumir as respectivas posições na Cosan Ltd - holding que concentra todos os negócios. "Nosso papel será mais de gestores estratégicos do portfólio, sem deixar de olhar a operação de cada companhia", disse Martins.

Segundo ele, a nova estrutura entrará em vigor no início do ano. A expectativa é logo após aprovar a separação da área de gás definir os executivos responsáveis por cada uma das áreas - Cosan Energia, Logística e Distribuição de Gás Participações. "Será uma estrutura bem enxuta, com executivos da própria casa", afirmou. (Valor Econômico 12/11/2014)

 

São Martinho avança em diversificação

SÃO PAULO  -  O diretor de relações com investidores do grupo sucroalcooleiro São Martinho, Felipe Vicchiato, afirmou hoje em conferência com investidores que espera que os resultados do empreendimento imobiliário Recanto das Paineiras, na região de Limeira (SP), devem se transformar em caixa até o fim desta safra 2014/15. 

Conforme ele, até 31 de março, devem entrar no caixa da companhia R$ 10 milhões oriundos desse negócio imobiliário. 

No segundo trimestre da safra 2014/15, a companhia reconheceu um resultado de R$ 13,5 milhões vindo do empreendimento. Esse reconhecimento, conforme a companhia é feito na medida em que se vendem lotes e avança a construção das obras de infraestrutura. (Valor Econômico 11/11/2014 às 18h: 59m)

 

Menos açúcar

A Unica informou nesta terça-feira (11) que as usinas produziram 17% menos açúcar na segunda quinzena de outubro do que em igual período de 2013. No acumulado do ano, a queda é de 1%.

Preços caem: Diante desses números negativos no principal mercado produtor mundial de açúcar, os preços do primeiro contrato subiram 3,6% na Bolsa de commodities de Nova York. (Folha de São Paulo 12/11/2014)

 

Governo federal diz apoiar setor canavieiro

O governo federal disse que apoia, sim, o setor sucroalcooleiro. A afirmação é do coordenador geral de açúcar e etanol do Ministério da Agricultura, Cid Jorge Caldas.

Ele citou, por exemplo, os créditos que as indústrias têm disponível para renovação das lavouras e para a viabilização de estrutura de estocagem de açúcar e etanol.

"Pediram recursos para renovação de canaviais e o governo destinou R$ 4 bilhões ao ano desde 2010, e ainda disponibilizou R$ 2 bilhões para estocagem [também ao ano]", afirmou.

Caldas disse que o problema do setor teve origem em 2008, ano do início da crise econômica mundial, que começou nos EUA. E isso, na visão dele, contribuiu decisivamente para os problemas que as usinas atravessam hoje.

"As usinas não estavam preparadas para atravessar essa crise", afirmou Caldas.

Segundo ele, alguns grupos arrendaram grandes extensões de terra muito acima dos valores de mercado, o que acabou comprometendo a vida financeira deles.

O coordenador disse ainda que o impacto no lucro das empresas foi reflexo de perda de produtividade.

Afirmou que o protocolo agroambiental acertado entre o governo de São Paulo e produtores para encerrar a queima da cana até 2017 fez com que algumas usinas colhessem cana em lavouras preparadas para o corte manual, afetando o rendimento.

Ele também atribui os problemas a três "crises climáticas" desde 2010. "Era excesso ou falta de chuva [como ocorre atualmente]", disse.

Conforme Caldas, o governo pode discutir uma compensação para aquisição de energia a partir da biomassa da cana, uma das reivindicações do setor, já que se trata de uma "eletricidade limpa". 9Folha de São Paulo 12/11/2014)

 

Moagem alcança 515,26 mi ton e 48 usinas já encerraram a safra

O volume de cana-de-açúcar processado pelas unidades produtoras da região Centro-Sul totalizou 34,41 milhões de toneladas na segunda metade de outubro. Esse resultado é 11,62% inferior aos 38,94 milhões de toneladas moídas no mesmo período de 2013.

No acumulado desde o início da safra até 1º de novembro, a moagem alcançou 515,26 milhões de toneladas, contra 512,84 milhões de toneladas verificadas em igual data de 2013.

O número de unidades com safra encerrada até o final de outubro chegou a 48 usinas e destilarias, que, juntas, foram responsáveis por 12,29% da moagem na safra 2013/2014 (no mesmo período de 2013, apenas 15 empresas haviam finalizado a moagem). As empresas que já encerraram a safra este ano apresentaram uma retração média de 15,81% na quantidade de cana-de-açúcar processada em relação ao montante moído em 2013/2014.

Para o executivo da UNICA, “a queda de produtividade observada no mês de outubro deve ficar próxima do valor registrado em setembro”. Os números preliminares levantados ainda não indicam uma redução mais intensa do rendimento agrícola, acrescentou Rodrigues.

Vendas de 1,31 bilhão de litros de hidratado em outubro

As vendas de etanol hidratado destinado ao mercado interno pelas unidades produtoras localizadas no Centro-Sul atingiram 1,31 bilhão de litros em outubro, superando em 3,51% o volume registrado no mesmo período da safra passada (1,26 bilhão de litros).

Segundo o diretor técnico da UNICA, Antonio de Padua Rodrigues, “essa foi a primeira vez nesta safra que as vendas de etanol hidratado ao mercado doméstico superaram o volume comercializado no mesmo mês de 2013”. A viabilidade econômica do etanol na maior parte do mercado consumidor tem estimulado o consumo do produto, completou Rodrigues.

No total, as unidades produtoras do Centro-sul comercializaram 2,21 bilhões de litros em outubro deste ano, sendo 83,03 milhões para o mercado externo e 2,13 bilhões para o consumo doméstico.

No mercado interno, além do aumento das vendas de etanol hidratado, também houve crescimento nas vendas de etanol anidro, que atingiram 821,47 milhões de litros (crescimento de 1,79% sobre os 807,03 milhões registrados em 2013).

“Os patamares atuais de preços extremamente favoráveis ao etanol devem continuar estimulando o consumo em novembro. Na última semana, observamos no Estado de São Paulo municípios com paridade de bomba entre o etanol hidratado e a gasolina abaixo de 60% e com preço médio do etanol hidratado chegando a R$ 1,64/litro”, concluiu o diretor da UNICA.

Produção de açúcar e de etanol

Os valores apurados continuam indicando uma tendência de produção mais alcooleira. A quantidade de açúcar produzida na segunda quinzena de outubro atingiu 2,05 milhões de toneladas, ante 2,46 milhões apuradas em igual período da safra 2013/2014 (expressiva queda de 16,75%).

A produção de etanol, por sua vez, alcançou 1,69 bilhão de litros na segunda metade de outubro, com alta de 3,08% sobre o volume observado na mesma data de 2013 (1,64 bilhão de litros). Do total produzido, 694,45 milhões de litros referem-se ao etanol anidro e 994,08 milhões de litros ao etanol hidratado.

No acumulado desde o início da safra 2014/2015, a produção de etanol alcançou 23,28 bilhões de litros, enquanto a fabricação de açúcar somou 29,50 milhões de toneladas, com queda de 0,7% sobre o volume observado no mesmo período de 2013.

Qualidade da matéria-prima

A quantidade de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) por tonelada de cana-de-açúcar processada atingiu 146,2 kg na segunda quinzena de outubro, frente a 138,42 kg por tonelada observado na mesma data da safra anterior.

Para Rodrigues, “é interessante observar que o maior nível de ATR reflete o término antecipado da safra por várias usinas”. Como o cálculo é realizado a partir da quantidade total de produtos fabricados na quinzena, é natural verificarmos um valor mais elevado quando várias unidades começam a encerrar a moagem, completou.

No acumulado desde o início da safra 2014/2015 até 1º de novembro, o teor de ATR por tonelada de matéria-prima totalizou 137,12 kg, contra 133,66 kg por tonelada registrado na mesma data de 2013. (UNICA 11/11/2014)

 

Área de cana-de-açúcar pode ter redução de mais de 6% até 2017 em São Paulo

Problemas estruturais no campo e a crise financeira do setor são os principais motivos pela queda.

A área de cana-de-açúcar deve ter redução de 6,7% no Estado de São Paulo até 2017, segundo estudo feito pelo Grupo de Inteligência Territorial e Estratégica (Gite), da Embrapa. Problemas estruturais no campo e a crise financeira do setor são os principais motivos pela queda da cultura.

No município de Santa Bárbara do Oeste, o produtor Gilmar Suave planta 350 hectares de cana. Ele conta que em metade da área a colheita é mecanizada, a outra não, pois o existe um declive no solo que impede a passagem de máquinas. Segundo ele, isso encarece os custos de produção.

O produtor também salienta que os preços da cana não estão bons. Suave diz que recebe, em média, R$ 58 pela tonelada, valor abaixo do custo de produção, que tem chegado a R$ 90 por tonelada. A situação vai forçar o agricultor a diminuir área plantada. Na região, outros produtores têm o mesmo problema e cerca de 400 mil hectares podem ser reduzidos no Estado.

Segundo o pesquisador do Gite, Evaristo de Miranda, a redução de área não ter grande impacto na produção.

– A cana vem sofrendo muito com outras coisas. Até pode ter uma redução de 6%, mas pode recuperar o ganho com produtividade – diz. (Canal Rural 11/11/2014 às 18h: 19m)

 

CMN fixa normas para financiamento da cana-de-açúcar

Instituições financeiras credenciadas pelo BNDES fixarão juros dos empréstimos de acordo com as datas de início dos projetos de plantio.

O Diário Oficial da União publicou na segunda, dia 10, resolução aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) com alterações nas normas dos programas ProRenova-Rural e ProRenova-Industrial, destinados à renovação de canaviais e ampliação da área plantada.

O Conselho autorizou que as instituições financeiras credenciadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fixem a taxa efetiva de juros dos empréstimos de acordo com as datas de início dos projetos de plantio.

Para os projetos implementados em 2013, os mutuários pagarão taxa efetiva de juros de 5,5% ao ano. Para os projetos implementados em 2014, os juros efetivos equivalerão à Taxa de Juros de Longo Prazo (hoje em 5% ao ano) mais 2,7 pontos percentuais – o que resulta em juros de 7,7% ao ano.

Os empréstimos para os canaviais renovados em 2013 podem ser contratados até o fim deste ano. As linhas para os projetos executados em 2014 podem ser contratadas até o fim de 2015. Em todos os casos, o produtor tem até 72 meses (seis anos) para quitar o empréstimo, podendo pagar a primeira parcela somente depois de 18 meses.

De acordo com o Ministério da Fazenda, esses programas visam a fomentar a produção de cana-de-açúcar por meio de financiamentos à renovação dos canaviais antigos e à ampliação da área plantada, atendendo à crescente demanda por etanol combustível. A medida integra o conjunto de outras adotadas pelo governo federal, desde 2012, para fortalecer o setor sucroalcooleiro. (Canal Rural 11/11/2014 às 09h: 17m)

 

Commodities Agrícolas

Café: Incerteza climática: Depois de quatro pregões consecutivos de perdas na bolsa de Nova York, os preços do café arábica registraram alta ontem. Os papéis para dezembro encerraram a sessão com valorização de 305 pontos, a US$ 1,8875 por libra-peso. Os traders estão focados nas previsões climáticas para o Brasil, que ainda apontam chuvas abaixo da média. As precipitações voltaram a acontecer em importantes regiões produtoras este mês, mas ainda não foram suficientes para recuperar a umidade do solo, especulam analistas. A escassez de chuvas também adiou as floradas nos cafezais, o que pode causar reflexos negativos na safra do próximo ano. No mercado interno, a saca do café de boa qualidade foi negociada entre R$ 480 e R$ 490 a saca de 60,5 quilos, de acordo com o Escritório Carvalhaes.

Laranja: Contra os fundamentos: Embora a oferta e a demanda favoreçam preços cada vez menores do suco de laranja, ontem a commodity subiu na bolsa de Nova York. Os lotes do produto concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) para entrega em março fecharam com avanço de 380 pontos, a US$ 1,3025 a libra-peso. A valorização ocorreu mesmo um dia depois da divulgação de um dado que mostrou mais um mês de queda no consumo nos EUA. O levantamento, divulgado após o fechamento do mercado na segunda-feira, revelou que as vendas do produto no varejo americano caíram 9,4% nas quatro semanas encerradas dia 25. Por outro lado, a estimativa de aumento da produção da Flórida foi mantida. No mercado interno, o preço da laranja à indústria manteve-se em R$ 10,12 a caixa de 40,8 kg, segundo o Cepea/Esalq.

Soja: Teto em três meses: Os preços da soja ganharam um novo fôlego ontem em meio a fatores técnicos e de fundamento e fecharam com alta expressiva na bolsa de Chicago. Os lotes para janeiro fecharam com avanço de 38,25 centavos, cotados a US$ 10,64 o bushel, o maior valor para os contratos mais negociados desde 11 de agosto. O dia foi marcado por forte volatilidade diante do feriado do Dia do Veterano nos EUA. Com isso, o mercado ficou sensível à divulgação da nova estimativa da Conab (ver página B12) para a safra no Brasil (de até 91,7 milhões de toneladas), abaixo da previsão do Departamento de Agricultura americano (94 milhões). No mercado interno, o preço da saca no Paraná caiu 0,5%, para R$ 59,75, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral/Seab).

Milho: Quinta alta seguida: Embora o mundo esteja em meio a uma oferta recorde de milho nesta safra, os preços do cereal fecharam ontem em alta pelo quinto pregão consecutivo na bolsa de Chicago. Os lotes do cereal para março registraram elevação de 4,5 centavos, cotados a US$ 3,865 o bushel. Os preços oscilaram com forte volatilidade, uma vez que o relatório do Departamento de Agricultura americano (USDA) divulgado no dia anterior apresentou sinais contraditórios ao mercado. Se por um lado o órgão cortou inesperadamente sua estimativa para a produção nos EUA, os cálculos do departamento ainda dão conta de uma safra recorde para o país, cuja colheita já chegou a 80% da área. No mercado interno, o indicador Esalq/BM&FBovespa subiu 1,34%, para R$ 27,29 a saca. (Valor Econômico 12/11/2014)