Setor sucroenergético

Notícias

Prazo da Biosev para recompor 25% das ações em circulação é postergado

SÃO PAULO -   A Biosev, segunda maior produtora de açúcar e etanol do país, informou que o prazo para recomposição do percentual mínimo de ações em circulação fixado em 25% pelo regulamento do Novo Mercado da BM&FBovespa, originalmente estabelecido em 21 de janeiro de 2015, foi postergado para 4 de março de 2015.

Em julho deste ano, a controladora da Biosev, a francesa Louis Dreyfus Commodities, recomprou mais de 37,4 milhões ações em circulação da companhia sucroalcooleira por R$ 619,7 milhões. Esses papéis haviam sido emitidos na oferta inicial de ações da companhia, em abril de 2013, juntamente com uma opção de venda dessas ações, 15 meses depois, a R$ 16,57.

Ao recomprar as ações, por meio da Hédera Investimentos, veículo que criou para lançar as opções, a Louis Dreyfus ficou com mais de um terço dos papéis em circulação na bolsa (free float). Agora, precisa recompor esse percentual de ações em circulação para se manter no Novo Mercado da bolsa paulista. (Valor Econômico 22/12/2014 às 17h: 01m)

 

Setor sucroenergético espera mistura de 27,5% de etanol na gasolina

A pouco mais de um mês da reunião que deve confirmar o aumento da mistura de etanol anidro na gasolina, governo, setor sucroenergético e indústria automobilística ainda não chegaram a um acordo sobre o porcentual a ser aplicado. A expectativa inicial era de que a proporção subisse de 25% para 27,5%, mas dificuldades quanto à medição desse 0,5 ponto porcentual podem limitar o incremento a 27%.

A questão foi debatida na última sexta-feira (12) durante a Mesa Tripartite, coordenada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e que reúne integrantes do governo, de distribuidores de combustíveis e da cadeia produtiva de açúcar e álcool. "O problema existe, porque as provetas atuais não medem o 0,5 ponto porcentual. Teria de se administrar muito bem o nível de mistura. Assim, por comodidade, surgiu a ideia dos 27%", contou ao Broadcast o diretor técnico da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), Antonio de Padua Rodrigues.

"RECENTEMENTE SURGIU UMA ALTERNATIVA, QUE É UTILIZAR PROVETAS MAIORES E QUE 'PEGAM' O 0,5 PONTO PORCENTUAL"

Pela lei atual, o governo pode aplicar um porcentual entre 18% e 27,5% para a mistura de anidro na gasolina. A banda consta da Medida Provisória 647, aprovada pelo Congresso em setembro e sancionada pela presidente Dilma Rousseff no mesmo mês. A efetivação do novo porcentual depende, no entanto, de autorização do Conselho Interministerial de Açúcar e Álcool (Cima).

Na última terça-feira, o presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom), Alísio Vaz, disse no Rio que o porcentual deve ser de 27% por conta de dificuldades no controle e medição das frações para os centros de distribuição. Segundo ele, a previsão é de que a mudança seja adotada a partir de 1º de fevereiro.

Se confirmada, a aplicação do novo porcentual se daria antes da reunião do setor sucroenergético e da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) com o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, marcada para 2 de fevereiro. De acordo com Rodrigues, da Unica, isso não está descartado, já que os testes de durabilidade de peças e em automóveis importados devem ser concluídos em janeiro.

Fontes do segmento sucroalcooleiro ouvidos pelo Broadcast se mantêm confiantes ainda na aplicação do porcentual de 27,5% de mistura. "Recentemente surgiu uma alternativa, que é utilizar provetas maiores e que 'pegam' o 0,5 ponto porcentual", disse um importante representante do setor, que não quis se identificar. Já o líder de uma associação frisou que os testes conduzidos pelo Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) foram positivos para o porcentual de 27,5% e para outros ainda mais elevados, como 30%. Em razão disso, afirmou ele, são grandes as chances de o governo optar mesmo pelos 27,5%. (Agência Estado 22/12/2014)

 

Preço do etanol hidratado cai ao motorista de 12 Estados

SÃO PAULO - Os preços do etanol hidratado, que é usado diretamente no tanque dos veículos, caíram na maior parte do país entre os dias 14 e 20 de dezembro na comparação com a semana anterior, segundo levantamento da Agência Nacional de Petróleo (ANP). A maior retração foi observada em Mato Grosso, onde o preço médio do litro ao motorista ficou 1,9% mais baixo, a R$ 2,153. Ao todo, a queda foi observada em 12 Estados.

Em São Paulo, maior Estado consumidor de combustíveis do país, o preço médio nos postos subiu 0,21%, a R$ 1,897 o litro. O biocombustível também se valorizou em outros dez Estados, e em quatro e no Distrito Federal ficou estável.

No caso da gasolina, o preço médio ao consumidor final subiu em 13 Estados e no Distrito Federal, caiu em 12 unidades da Federação e ficou estável em um Estado entre 14 e 20 de dezembro.

O etanol permaneceu competitivo ao consumidor final em relação à gasolina nos mesmos cinco Estados da semana anterior — Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná. Essa vantagem passa a existir quando o preço do etanol equivale a menos de 70% do preço da gasolina, conforme o parâmetro mais aceito pelo mercado. (Valor Econômico 22/12/2014 às 17h: 37m)

 

Bunge informa que embarcou 17 mil toneladas de açúcar certificadas

SÃO PAULO - A Bunge Brasil, uma das maiores produtoras de açúcar e bioenergia do país, informou que embarcou ao Canadá 17 mil toneladas de açúcar bruto a granel com a certificação Bonsucro, que atesta boas práticas socioambientais do cultivo da cana-de-açúcar.

“Foi a primeira vez no mundo que uma carga de açúcar certificado pela Bonsucro é exportada no comércio internacional”, afirmou a empresa em comunicado. Conforme a americana, a companhia já havia comercializado etanol com o selo Bonsucro, no entanto, apenas no mercado interno.

O comprador final é uma das maiores fabricantes globais de doces. A Bunge movimenta mais de 5 milhões de toneladas do produto, integrando produtores no Brasil, Tailândia e países da América Central a destinos como China, Canadá e Oriente Médio. (Valor Econômico 22/12/2014 às 16h: 58m)

 

EUA libera 15% de etanol na gasolina

E15 já pode ser adicionado em veículos com modelos feitos a partir de 2001.

As redes de postos dos Estados Unidos se preparam para oferecer o combustível E15, com 85% de gasolina e 15% de etanol. É que o E15 já pode ser adicionado em veículos com modelos feitos a partir de 2001. Inclui carros, SUVs e veículos flex-fuel novos.

Segundo levantamento da Agência de Proteção Ambiental (EPA) do governo dos EUA, a medida abrange mais de 80% dos veículos em circulação pelo território americano.

Atualmente, a mistura em vigor nos EUA é 10% de etanol e 90% de gasolina, no combustível denominado E10. (Jornal Cana 22/12/2014)

 

Justiça determina falência da Usina Nova União, em Serrana

A 2ª Câmara Reservada de Direito Empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) decretou a falência da Nova União Açúcar e Álcool e de empresas controladas pelo grupo sucroalcooleiro, com sede em Serrana, interior paulista. Os desembargadores aceitaram um agravo feito pelo Banco do Brasil, com o qual a usina, em recuperação judicial, tem uma dívida de R$ 395 milhões, e determinaram que os autos do processo voltem à justiça da cidade do interior paulista, o que já ocorreu.

A Nova União informou que irá recorrer da decisão, o que deve ocorrer só em 2015, devido ao recesso da Justiça. No pedido de falência, aceito pelo TJ-SP no último dia 10 de dezembro, a instituição financeira citava a "suspeita de fraude e ainda graves violações a dispositivos legais, ferindo princípios constitucionais", na recuperação judicial da Nova União. A usina está sem processar cana desde a safra 2011/2012 e conseguiu aprovar, por meio da assembleia geral de credores, um plano de recuperação judicial em 2012.

Além o plano, que não foi homologado, a empresa fez um acordo com o fundo Shakar, comandado por paquistaneses, para reativar a unidade industrial, mas a parceria durou apenas dez meses, entre fevereiro e dezembro de 2012. Em maio de 2014, os credores da companhia aprovaram um novo plano de recuperação judicial inicial, contestado pelo Banco do Brasil no agravo.

O plano prevê a transformação das ações da Nova União em uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) com capital de R$ 45 milhões - correspondente a 87% de deságio sobre a dívida da companhia - integralizado por cotas de Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC). Só que a maior parte desse fundo, de R$ 38,9 milhões, seria formada por precatórios emitidos em favor da Usina Santa Lydia, também em processo de falência. Caberia ainda aos credores, além de "injetarem" os R$ 6,1 milhões restantes em crédito, assumirem despesas e custos do fundo a partir de 2015.

Além da criação da empresa, considerada "absurda" pelo Banco do Brasil, a instituição financeira citou outras irregularidades na recuperação judicial do grupo de empresas ligadas à usina. Entre elas estão "acordos milionários" em processos trabalhistas não habilitados no processo e com prazo de menos de 10 dias após o ingresso na Justiça do Trabalho.

Outro lado

O sócio da Exame Auditores Independentes e responsável pelo plano de recuperação judicial da Nova União, Angelo Guerra Netto, afirmou ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, que o recurso da empresa à Justiça ocorrerá porque, ao contrário do que alegou o Banco do Brasil no processo, "a Santa Lydia teve a falência revertida" e já recebeu o pagamento de cerca de R$ 200 milhões de precatórios federais, dos quais R$ 38,9 milhões serão destinados à SPE da Nova União.

"Os fundamentos de continuidade da Nova União são bons, as atividades administrativas estão em funcionamento e a expectativa é grande para a usina voltar a processar cana em 2015", disse. "Tudo o que foi combinado a empresa conseguiu efetivar, pois o precatório da Santa Lydia foi pago. O recurso será feito junto ao próprio TJ-SP em razão de fatos relevantes que não foram atendidos no julgamento", concluiu. (Agência Estado 22/12/2014)

 

Crotalária é uma boa alternativa para a renovação de canaviais

Buscar alternativas para melhorar as condições e a fertilidade do solo cultivado com cana-de-açúcar é um desafios enfrentados pelos cientistas e produtores.

Uma das alternativas é aproveitar os momentos de renovação dos canaviais para o cultivo de outras espécies vegetais, que possam contribuir com isso.

A crotalária é uma planta leguminosa de rápido crescimento, que tem sido utilizada para adubação verde e por apresentar excelência no controle dos nematóides do solo (pequenas larvas que atacam as plantas) e na fixação biológica de nitrogênio, reduzindo a necessidade de aplicação de fertilizantes nitrogenados. A grande produção de massa verde faz da crotalária excelente planta para cobertura do solo, para produção de matéria orgânica e para o controle natural das plantas daninhas.

Na renovação dos canaviais, que ocorre a cada quatro ou cinco anos, a crotalária pode ser cultivada entre os meses de outubro a março, quando o solo não está ocupado com a cana-de-açúcar, beneficiando o canavial que será posteriormente replantado.

Esse assunto foi destaque no curso intitulado "Crotalárias: Melhorias no ambiente de produção da cana-de-açúcar", que aconteceu no dia 11 de dezembro, na Agrícola Nova América, em Caarapó. A parceria entre Embrapa Agropecuária Oeste e a Biosul, com o apoio da Agrícola Nova América viabilizou a realização do curso, que contou com a participação de cerca de 25 pessoas diretamente ligadas ao setor sulcroenergético de Mato Grosso do Sul.

Durante o curso, que contou com aulas teóricas e práticas, foram apresentadas informações sobre a forma correta de cultivo e manejo desse importante adubo verde. Participaram das atividades os pesquisadores da Embrapa Agropecuária Oeste: César José da Silva, Rodrigo Arroyo Garcia, Germani Concenço e Guilherme Lafourcade Asmus.

Conforme explica o pesquisador César José da Silva, coordenador desse projeto de pesquisa, "a crotalária apresenta bons resultados financeiros, tem ótima produção de massa e pode ser cultivada numa época em que as lavouras das usinas estão ociosas, o que faz dessa espécie uma alternativa viável para a melhoria das condições de conservação do solo". Segundo ele, o cultivo de crotalária contribui com a recuperação e desenvolvimento das lavouras, ampliando a produtividade, por meio do enriquecimento do solo.

Programação

No curso, que terá continuidade em outras etapas durante 2015, foram apresentadas as características das três espécies mais comuns de crotalária: ochroleuca, juncea e spectabilis. "Falamos sobre a importância da qualidade de semente, critérios e formas de realizar a regulagem de máquinas, inclusive com atividade prática, controle de plantas daninhas e de nematóides fitopatogênicos pela crotalária", explicou o pesquisador Rodrigo Arroy. (Embrapa 22/12/2014)

 

China libera transgênico da Syngenta

A multinacional suíça Syngenta anunciou ontem que recebeu das autoridades regulatórias da China o certificado de segurança para sua tecnologia transgênica de milho Agrisure Viptera, concedendo formalmente a aprovação de importação do material. Em comunicado, a companhia detalhou que a liberação abrange o grão e subprodutos, como o DDG (resultado do processamento de milho para etanol, usado na alimentação animal).

A informação sobre o aval chinês à variedade geneticamente modificada da Syngenta fora antecipada na semana passada pelo secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Tom Vilsack, após encontro realizado com oficiais chineses em Chicago.

O milho Agrisure Viptera, que carrega o evento transgênico MIR 162, confere à planta resistência a insetos. De acordo com a Syngenta, a tecnologia tem o sinal verde para cultivo nos EUA desde 2010, e também já foi autorizada em outros países, caso de Brasil, Argentina, Canadá, Colômbia, Paraguai e Uruguai. No Brasil, a restrição chinesa vinha limitando o plantio do Agrisure Viptera, que estava mais concentrado em Mato Grosso do Sul.

A múlti suíça submeteu a tecnologia à avaliação das autoridades regulatórias chinesas em março de 2010. Além da China, o material já tem o aval de importação de países como Japão, Indonésia, México, Rússia e da União Europeia.

Até essa autorização chinesa, porém, os EUA enfrentaram problemas com o envio de carregamentos de milho que continham traços do MIR 162. Entre o fim de 2013 e início deste ano, calcula-se que ao menos um milhão de toneladas do grão tenham sido devolvidas pela China aos EUA por conta da detecção do evento transgênico da Syngenta nas cargas.

Essas devoluções levaram produtores agrícolas de 11 Estados americanos a entrarem com processos em tribunais federais contra a Syngenta nos últimos meses, em função das perdas financeiras com o retorno das cargas - avaliadas em US$ 1 bilhão. A trading americana Cargill ingressou com ação em um tribunal no Estado de Louisiana pelo mesmo motivo. (Valor Econômico 23/12/2014)

 

Commodities Agrícolas

Café: Maior colheita no Brasil: Os futuros de café arábica fecharam o pregão de ontem na bolsa de Nova York em forte queda após a previsão de maior colheita do grão no Brasil, o maior produtor mundial. Os papéis para março recuaram 250 pontos a US$ 1,7475 por libra-peso. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que o Brasil vai colher 45,3 milhões de sacas de 60 quilos na safra 2014/15, 0,5% mais que o projetado no relatório anterior, divulgado em setembro. Na comparação com o ciclo 2013/14, a nova estimativa significa uma redução de 7,7% ou 3,8 milhões de sacas. No caso do arábica, a redução é projetada em 15,6%, para 32,31 milhões sacas. No mercado interno, a saca de 60,5 quilos de café de boa qualidade foi negociada entre R$ 500 e R$ 510, segundo o Escritório Carvalhaes.

Soja: Exportações em alta: Notícias de demanda firme pela soja dos Estados Unidos impulsionaram os futuros do grão na bolsa de Chicago ontem. Os contratos para março fecharam em alta de 7,25 centavos, a US$ 10,4575 por bushel. Segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), 2,23 milhões de toneladas do grão foram embarcados pelos exportadores americanos na semana encerrada em 18 de dezembro, volume 18,6% maior que na semana anterior e elevado para esta época do ano. No acumulado deste ano-safra, iniciado em 1º de setembro, as vendas americanas de soja somaram 27,87 milhões de toneladas ante 22,38 milhões de toneladas no mesmo período do ciclo anterior. Esses dados positivos somaram-se às informações de compras pela China. No Paraná, a oleaginosa teve queda de 0,34%, a R$ 58,90 a saca, segundo o Deral.

Milho: Embarques maiores: A demanda pelo milho americano deu sustentação ao preço do grão ontem na bolsa de Chicago. Os contratos para maio encerraram o pregão em baixa de 1,25 centavo, a US$ 4,2025 o bushel. Segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), foram embarcadas pelos americanos 790,41 mil toneladas na semana encerrada dia 18, 40% mais que na semana anterior. Além disso, o mercado de milho ainda reflete a projeção da Informa Economics, divulgada na sexta-feira, de uma redução na área destinada ao grão nos EUA na safra 2015/16. Para a consultoria, os produtores americanos devem semear 35,61 milhões de hectares na próxima safra, 1,17 milhão de hectares menos que atualmente. No Paraná, a saca do grão foi negociada em queda de 0,09%, a R$ 21,96, segundo o Deral/Seab.

Trigo: Realização de lucros: Os preços futuros do trigo fecharam em queda ontem na bolsa de Chicago em meio a um movimento de realização de lucros. Os lotes do cereal para maio terminaram a sessão em queda de 5,75 centavos, a US$ 6,2925 o bushel. Em Kansas, onde se negocia o cereal de melhor qualidade, o mesmo vencimento recuou 7,5 centavos, a US$ 6,6275 o bushel. Os contratos da commodity começaram o dia em alta, sustentados pela confirmação de que a Rússia vai sobretaxar as exportações de grãos para conter a inflação do país e garantir o abastecimento local. Analistas, porém, dizem que há estoque de trigo suficiente no mercado global para atender aos compradores. No mercado do Paraná, a saca de trigo foi negociada em queda de 0,03%, a R$ 30,68, segundo o Deral/Seab. (Valor Econômico 23/12/2014)