Setor sucroenergético

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Copagril: Rumo à bolsa

Uma das maiores cooperativas agrícolas do país, com faturamento superior a R$ 1,5 bilhão, a paranaense Copagril estuda criar uma sociedade anônima com capital negociado em bolsa.

A intenção é ofertar até 49% do capital. (Jornal Relatório Reservado 02/06/2015)

 

Americana CHS adquire mais uma usina de etanol

A CHS, maior cooperativa das área agrícola e de energia dos Estados Unidos, anunciou hoje a compra de uma planta de etanol da Patriot Renewable Fuels, na cidade de Annawan, em Illinois.

O valor do negócio não foi divulgado.

A unidade produz 125 milhões de galões (o equivalente a cerca de 472,5 milhões de litros) anualmente, e é a segunda planta de etanol que a CHS adquire.

Em junho de 2014, a cooperativa comprou uma unidade da Illinois River Energy, em Rochelle, também em Illinois.

A capacidade de produção dessa planta é de 130 milhões de galões (491,4 milhões de litros) anuais.

A planta de Annawan será rebatizada como CHS, e seus 68 funcionários irão se juntar ao quadro da cooperativa. (Valor Econômico 01/06/2015 às 14h: 11m)

 

Exportação de açúcar mais que dobra em maio em relação a abril

Volume de açúcar exportado foi 107% superior do que o total embarcado em abril e 25,2% maior do que o total registrado em maio de 2014.

O Brasil exportou em maio 1,834 milhão de toneladas de açúcar bruto e refinado, volume 107% maior do que o embarcado em abril.

O Brasil exportou em maio 1,834 milhão de toneladas de açúcar bruto e refinado, volume 107% maior que as 886,2 mil toneladas embarcadas em abril e 25,2% superior ante as 1,465 milhão de toneladas registradas em igual mês de 2014. Dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) divulgados nesta segunda-feira, 1, mostram que do total embarcado no mês passado, 1,331 milhão de toneladas foram de açúcar demerara e 503,5 mil toneladas, de refinado.

A receita obtida com a exportação total de açúcar em maio último foi de US$ 617,3 milhões, 100,2% maior que a registrada em abril (US$ 308,4 milhões) e 5,4% acima dos US$ 585,8 milhões computados em maio de 2014.

No acumulado de 2015, foram exportadas 7,744 milhões de toneladas de açúcar (-6,1%), com receita de US$ 2,695 bilhões (-16,1%). 

Etanol

O Brasil exportou em maio 91 milhões de litros de etanol, o que corresponde a um aumento de 333,3% na comparação com os 21 milhões de litros embarcados em abril. No entanto, em relação a maio do ano passado, quando foram embarcados 139,3 milhões de litros, o volume é 34,7% menor.

A receita cambial com a venda do biocombustível alcançou US$ 46,6 milhões em maio, avanço de 343,8% ante os US$ 10,5 milhões registrados em abril. Em relação aos US$ 98,7 milhões de maio de 2014, houve queda de 52,8%.

No acumulado de 2015, as exportações somam 447,6 milhões de litros (-26,9%), com receita de US$ 249,3 milhões (-39,2%). (O Estado de São Paulo 01/06/2015 às 15h: 41m)

 

Consumo de etanol cresce 32% e bate recorde no país

Os motoristas reagiram ao aumento dos preços da gasolina no início do ano e ampliaram o uso de etanol hidratado nos tanques de seus automóveis.

Conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo (ANP), as vendas do biocombustível das distribuidoras aos postos somaram 5,465 bilhões de litros de janeiro a abril, 32,6% mais que nos primeiros quatro meses de 2014 e maior nível da história para o período.

Em São Paulo, o volume de hidratado entregue pelas distribuidoras às revendas cresceu quase 28% e superou a marca de 3 bilhões de litros.

No Estado, o etanol se manteve mais competitivo do que a gasolina durante todo o primeiro quadrimestre. Segundo especialistas, os motoristas têm vantagem em encher o tanque com hidratado quando o litro do produto equivale a até 70% do preço da gasolina.

Outros Estados nos quais os preços do etanol se mantiveram competitivos, sobretudo após a volta da cobrança da Cide sobre a gasolina, em fevereiro, foram Paraná, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Com São Paulo à frente, esse grupo foi responsável por vendas de 4,596 bilhões de litros de janeiro a abril deste ano.

Segundo a ANP, no período a demanda por hidratado cresceu em 25 dos 26 Estados brasileiros e também no Distrito Federal.

O Amapá foi a exceção. Com o aumento da demanda, o etanol representou 30,3% das vendas de combustíveis do ciclo Otto (gasolina e etanol hidratado) em abril.

A maior fatia registrada até hoje foi de 41,7% em setembro de 2009. Agora, o comportamento desse mercado dependerá da política de reajustes da gasolina, já que voltou a haver uma defasagem entre os preços domésticos e externos do produto. Segundo Tarcilo Rodrigues, diretor da trading Bioagência, há espaço para que o litro da gasolina suba mais R$ 0,50.

Na semana passada, o preço médio do litro do produto em São Paulo alcançou R$ 3,141. (Valor Econômico 02/06/2015)

 

Etanol 'rouba' mercado da gasolina no 1º quadrimestre

Com menos dinheiro no bolso, o motorista brasileiro está enchendo o tanque com mais etanol hidratado.

O efeito psicológico do reajuste da gasolina C, que chegou neste ano a até 13% nos postos de algumas regiões do país, fez com que a fatia de mercado do biocombustível aumentasse seis pontos percentuais desde dezembro, para 30,3% em abril.

Com a demanda por gasolina em queda, o market share do hidratado tende a subir nos próximos meses e poderá, ao longo do ano, se aproximar dos picos de 2009, acima de 40%.

Entre janeiro e abril, o consumo de hidratado no país foi de 5,465 bilhões de litros, 32% mais que no primeiro quadrimestre de 2014, conforme dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

No mesmo intervalo, a demanda por gasolina "C" decresceu 4%, diante da percepção negativa vinda do reajuste, potencializado pela retomada da cobrança da Cide.

Abastecer com etanol hidratado em vez de gasolina foi vantajoso na maior parte do quadrimestre em cinco Estados, São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Isso acontece, conforme parâmetro mais aceito pelo mercado, quando o preço do biocombustível é inferior a 70% do preço da gasolina nos postos.

Conforme o diretor da trading Bioagência, Tarcilo Rodrigues, a explicação mais generalista para a guinada do etanol neste ano é que, com o aumento dos preços da gasolina, o motorista passou a encher o tanque de etanol com menos dinheiro do que se fosse completar com o concorrente fóssil.

"Mas o mercado de varejo é mais complexo do que isso. Estamos falando de percepções econômicas, níveis de escolaridade e comportamento diversos", observa.

Em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, por exemplo, não é vantajoso ao motorista usar etanol e, portanto, o market share do biocombustível vem permanecendo imóvel em 4% há alguns anos.

Por outro lado, em Estados do Nordeste, onde o biocombustível também não é competitivo, mas a paridade não fica tão distante dos 70%, sua participação aumentou neste ano.

Na Bahia, por exemplo, onde a relação com o preço da gasolina foi de 72% em abril, o market share do etanol foi a 18% até abril, ante uma fatia de 11% que persistiu nos últimos dois últimos anos.

Na Paraíba, onde a paridade foi de 73% até abril, a participação do etanol saltou para 17%, após ficar no patamar de 9,2% durante o ano passado. No entanto, a lua de mel do motorista com o combustível verde pode não perdurar até o fim deste ano.

Os modelos econômicos, diz o especialista, indicam que haverá produção de hidratado suficiente para um consumo mensal de 1,3 bilhão de litros em 12 meses ­ contados a partir de abril.

A demanda, no entanto, já encosta no patamar de 1,5 bilhão. "A 'correção' entre oferta e demanda terá que vir com aumento de preço, o que pode voltar a criar resistência por parte do consumidor", diz Rodrigues.

O ponto de equilíbrio dessa equação pode mudar, a depender de quanto do caldo da cana que iria para a produção de açúcar neste ciclo 2015/16 será direcionado para a fabricação de mais etanol, explica o diretor da trading.

"Demanda temos. Quanto mais produção tivermos, menor o impacto nos preços".

Também vai pesar nessa conta a política de reajuste dos preços da gasolina no país.

Desde março deste ano, voltou a defasagem entre o valor de importação da gasolina pela Petrobras e o preço de venda do produto no mercado interno.

Nas contas de Rodrigues, essa diferença, que passou novamente a trazer prejuízo à estatal, abre espaço para um reajuste de R$ 0,50 por litro nos postos, o equivalente a uma alta de 16% frente ao preço médio do litro da gasolina no Estado de São Paulo de R$ 3,411, na última semana de maio, conforme a ANP. (Valor Econômico 02/06/2015)

 

Etanol de milho: Boas chances de investimento; gargalo é a distribuição

O excedente chega a cobrir 1/3 da produção. Com isso, surgem possibilidades para o aproveitamento desses grãos. E o etanol produzido a partir do cereal é um motivo considerável para investimentos.

A observação é do diretor da Sociedade Nacional de Agricultura, Fernando Pimentel. "Com o excesso de produto, é preciso buscar soluções que gerem liquidez para a cultura e sejam rentáveis aos produtores e que também constituam fonte de agregação de valor e geração de empregos".

Apesar do momento favorável, Pimentel adverte que a distribuição é o maior entrave do setor. Para tentar contornar o problema, o diretor da SNA apoia uma certa desregulamentação da distribuição do etanol de milho, em benefício da produção e distribuição local. Com isso, segundo o diretor, haveria uma diminuição da necessidade de aprovação, por parte da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), nos centros produtores.

"Seria recomendável uma verificação periódica e local. Essa é uma solução que atende a todos, principalmente ao país, com a redução da necessidade de importação de gasolina. Estados que hoje praticamente não fazem uso do etanol como o Mato Grosso, por exemplo, passariam a usar, sem prejuízo das usinas sucroalcooleiras do Sudeste", explica Pimentel.

Usinas

Em 2014, a Aprosoja-MT apresentou um estudo que mostra a viabilidade do etanol de cereais no estado. "Tomando como exemplo uma usina que produz etanol somente a partir de cereais, com o processamento de mil toneladas ao dia de milho, se alcançaria a produção de 130 mil m3 de etanol por ano, e 80 mil metros cúbicos de DDGS (Dried Distillers Grains with Solubles), que é um subproduto do milho, um concentrado proteico de muito valor para a indústria de ração".

O diretor da SNA também aponta como entrave ao setor a ausência de investimentos para a construção de mini usinas de processamento.

"De acordo com o estudo da Aprosoja-MT", ressalta Pimentel, "o investimento de US$ 69 milhões na construção de uma usina, considerando valores atuais, teria retorno em 66 meses. O lucro líquido seria de 10% e a taxa de retorno, por volta de 25%", complementa.

Pimentel observa ainda que o etanol de milho é um produto sustentável. "Sob o ponto de vista da sustentabilidade, geraria CO2, que é outra oportunidade de negócio".

Grande oferta

Ao reconhecer o excedente do cereal no Brasil e no mundo, o diretor da SNA lembra que, no caso brasileiro, é preciso adotar de uma boa política para o aproveitamento dos grãos.

"Nos EUA, com a gasolina mais barata, e a gripe aviária, deve sobrar muito produto. Aqui, com o crescimento da safrinha e o enfraquecimento da exportação, o excedente pode atingir pelo menos 17 milhões de toneladas. Mas não existe armazenagem suficiente para preservar de forma adequada tudo isso. Uma nova destinação para esse milho seria questão de urgência".

Atualmente, segundo informação da Aprosoja-MT, o Brasil conta com um excedente de 20 milhões de toneladas de milho que são exportados in natura. (Brasil Agro 021/06/2015)

 

Commodities vs. valor adicionado - Por Marcos Sawaya Jank

O Brasil é forte em commodities, fraco em valor adicionado; mas pode atuar bem nos dois segmentos.

Ao tratar das relações Brasil-China na coluna de 16 de maio, fiz a seguinte afirmação: "O sucesso do modelo pautado pelo comércio de commodities é evidente, mas tem limites claros à frente. São poucos produtos de baixo valor adicionado, alta volatilidade, margens apertadas e transporte ineficiente".

Recebi comentários antagônicos e achei que deveria hoje retomar o assunto, sempre polêmico e atual.

O primeiro comentário foi: "Nossa pauta de exportações para a China é paupérrima em produtos de valor agregado, o que faz do nosso comercio bilateral uma reedição canhestra do chamado pacto colonial".

O segundo foi: "Discordo da sua afirmação de que commodities não têm alto valor agregado. Por trás de cada grão --soja, café e até das carnes-- há muita tecnologia e valor agregado, que reúne uma cadeia gigantesca de tecnologias de Primeiro Mundo".

Aproveito os comentários para analisar as conquistas e os desa- fios do modelo agroexportador brasileiro. De um lado, não tenho a menor dúvida de que agregamos valor em nossas commodities, e muito. Somos um dos países que mais ganharam competitividade e eficiência nesses produtos, graças ao uso de tecnologias tropicais modernas, a ganhos de escala e à presença de produtores capacitados e motivados.

As commodities agropecuárias de hoje --intensivas em capital e alta tecnologia, pouco ou nada têm a ver com as commodities intensivas em trabalho do período colonial.

Além disso, nossos grandes concorrentes nesse segmento não são países pobres, mas sim Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Argentina.

Contudo, por outro lado, é fato que mais da metade das exportações brasileiras está concentrada em dez commodities básicas com pouca ou nenhuma diferenciação, cujo grande vetor de competitividade é o custo baixo.

Exportamos nossas carnes por US$ 2 a US$ 6 por quilo. Recentemente vi carne locais, altamente diferenciadas, sendo vendidas a até US$ 100 o quilo em supermercados de Seul, na Coréia do Sul.

Creio que a melhor explicação para essa realidade está na sutil diferença entre "valor agregado nas commodities" e "valor adicionado nos alimentos".

Somos bons em agregar valor em commodities básicas, cujo diferencial competitivo são altos volumes e baixos custos. Mas ainda estamos engatinhando no processo de adição de valor dos produ- tos para clientes e consumidores internacionais.

Marcas reconhecidas internacionalmente, variedade de produtos, atendimento a diferentes segmentos de mercado, entrega rápida e segura, domínio de canais de comercialização, certificação e denominação de origem são alguns elementos usados para a diferenciação de produtos, todos ainda pouco explorados pela maioria das empresas brasileiras.

Estamos falando de conceitos básicos que geram diferentes vantagens competitivas no mercado. França e Itália são fortes e competitivas na oferta de alimentos e bebidas de alto valor adicionado, mas fracas em commodities básicas, setor no qual dificilmente serão competitivas no mundo (apenas com pesados subsídios).

O Brasil é o contrário, forte em commodities, fraco em valor adicionado. Mas tem todas as condições para atuar nos dois segmentos com eficiência. Só que o país e as empresas têm de sair da zona de conforto e se globalizarem, de verdade (Marcos Sawaya Jank é especialista em questões globais do agronegócio. Atualmente trabalha em Cingapura; Folha de S.Paulo, 30/5/15)

 

Commodities Agrícolas

Café: Reversão técnica: Os futuros do café arábica fecharam no campo positivo na bolsa de Nova York ante recompras de posições por parte dos fundos de investimento. Os lotes para setembro subiram 345 pontos, a US$ 1,3205 a libra-peso. O movimento responde ao forte aumento do saldo líquido vendido dos gestores de recursos, que na semana encerrada na última terça-feira (26) alcançou 18,682 mil contratos, ante 3 mil na semana anterior, de acordo com a Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC). No mercado interno, há relatos de boa produtividade da colheita em andamento, como na região da Cocamar, entre o oeste do Paraná e Mato Grosso do Sul. O preço do café de boa qualidade variou entre R$ 430 e R$ 440 a saca de 60,5 quilos, de acordo com o Escritório Carvalhaes.

Algodão: Projeções otimistas: As cotações do algodão fecharam em baixa ontem na bolsa de Nova York sob pressão das previsões de clima favorável para as lavouras nos Estados Unidos. Os lotes para outubro caíram 74 pontos, a 64,56 centavos de dólar a libra-peso. A empresa de meteorologia DTN indicou que na região do Delta do Mississipi, que concentra boa parte das lavouras de algodão do país, "o clima nesta semana será mais favorável ao plantio" depois de um fim de semana chuvoso. Apesar das precipitações, o plantio avançou 14 pontos até domingo e alcançou 61% da área esperada para 2015/16. Porém, quase não houve progresso em Kansas e Oklahoma, os maiores produtores da fibra no país. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a pluma com pagamento em oito dias subiu 0,39%, para R$ 2,0376 a libra-peso.

Soja: Queda em Chicago: Os preços da soja recuaram ontem na bolsa de Chicago ante vendas técnicas e fundamentos do mercado. Os papéis para agosto caíram 6,25 centavos, a US$ 9,13 o bushel. O encerramento da greve dos trabalhadores da indústria de óleos na Argentina pesou sobre as cotações, o que derrubou as especulações de que a demanda global poderia se voltar para os Estados Unidos. Na semana até o dia 28, as exportações americanas de grão caíram 75%. O plantio da safra 2015/16 no país perdeu ritmo na última semana, mas está dentro da média histórica. Quanto ao Brasil, a Abiove, associação que representa as esmagadoras de soja, elevou em 0,4% sua estimativa para a próxima safra, para 93,06 milhões de toneladas. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o grão caiu 0,66%, para R$ 67,45 a saca.

Trigo: Ação dos fundos: Os contratos futuros de trigo registraram fortes altas ontem nas bolsas americanas, sob impulso de recompras técnicas dos fundos e especulações sobre redução global da safra. Em Chicago, os lotes para setembro fecharam a US$ 4,9875 o bushel, avanço de 16,5 centavos. Em Kansas, os papéis com igual vencimento subiram 15,5 centavos, para US$ 5,2325 o bushel. A Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC) informou, na sexta-feira, que os gestores de recursos encerraram a semana até o dia 26 com o maior saldo líquido vendido nos contratos de trigo brando da história (83 mil papéis), o que motivou recompras ontem. No mercado doméstico, o preço no Paraná apurado pelo Cepea/Esalq caiu 1,05%, para R$ 662,07 a tonelada. (Valor Econômico 02/06/2015)