Setor sucroenergético

Notícias

Etanol pode gerar lucro ao produtor em 2016

Segundo o diretor da JOB Economia, Júlio Maria Borges, a atual safra não tem apresentado bons resultados.

O setor de açúcar é um dos setores mais atingidos.

Para Borges, o mercado está “fugindo do açúcar” e aumentando a produção de etanol, que em 2016 pode gerar grandes lucros ao produtor.

Acesse:

http://www.canalrural.com.br/videos/mercado-e-cia/etanol-pode-gerar-lucro-produtor-2016-60746

 

Açúcar: Cautela dos fundos

Os contratos do açúcar demerara de segunda posição de entrega na bolsa de Nova York, com vencimento em março, fecharam estáveis ontem, cotados a 11,85 centavos de dólar a libra-peso, enquanto os contratos com outros vencimentos fecharam sustentados por recompras técnicas.

Depois que os papéis mais negociados alcançaram os menores valores em seis anos e oito meses na segunda-feira, os fundos "estão mais cautelosos em realizar novas vendas", afirmou o analista Bruno Lima, da FCStone.

Porém, os traders estão de olho na China, já que o país é o maior importador de açúcar do mundo e a desvalorização do yuan pode afetar seu ritmo de importações, avaliou.

No mercado interno, o indicador Cepea/ Esalq para o açúcar cristal caiu 0,49%, a R$ 46,26 a saca de 50 quilos. (Valor Econômico 12/08/2015)

 

Usinas aceleram moagem e desovam etanol

Após enfrentar problemas climáticos em 2014/15, Brasil terá safra de recuperação na cana-de-açúcar.

O volume de cana-de-açúcar processado pelas usinas Centro-Sul do Brasil aumentou expressivamente e atingiu 49,44 milhões de toneladas na segunda metade de julho. Houve alta de 37,35% frente à mesma quinzena de 2014, devido ao tempo mais seco, que favorece a moagem e a produção de açúcar e álcool neste momento.

Foi um momento em que o setor aproveitou para tirar o atraso que vinha sendo registrado em relação a 2014. A força da moagem de cana na última quinzena de julho deixou o total moído no acumulado da safra 2015/16 praticamente em linha com o verificado na mesma época da temporada 2014/15.

Até 1.º de agosto, o volume processado de cana na safra 2015/16 alcançou 279,37 milhões de toneladas, com as usinas destinando quase 60% para a produção de etanol, cujas vendas estão aquecidas no mercado interno.

“Ao contrário do cenário observado no início de julho, o clima mais seco favoreceu a colheita na última metade do mês e permitiu uma sensível recuperação do ritmo de moagem”, confirmou o diretor técnico da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Antonio de Pádua Rodrigues.

A produção de açúcar somou 2,79 milhões de toneladas na última metade do mês, alta de 24,7% ante o mesmo período da safra passada. Já o volume produzido de etanol alcançou 2,19 bilhões de litros (891,4 milhões de litros de etanol anidro e 1,3 bilhão de litros de etanol hidratado), aumento de 37,1% na mesma comparação.

Ainda que a moagem tenha se recuperado, a produção de açúcar tem uma queda de mais de 10% no acumulado da safra, para 13,5 milhões de toneladas, com usinas privilegiando o etanol.

Etanol na bomba

As vendas de etanol hidratado ao mercado doméstico apresentaram “crescimento surpreendente”. Em julho, as unidades produtoras comercializaram 1,6 bilhão de litros: 50% a mais do que no mesmo mês de 2014 e perto do recorde histórico registrado para o período (1,606 bilhão de l, em julho de 2009).

De acordo com o diretor da Unica, “boa parte das unidades enfrenta dificuldades para a tomada de crédito e, dessa forma, não consegue manter estoques”.

1,5 milhão de toneladas de açúcar a menos (ou 10%). Esse é o déficit na produção do alimento deste ano na comparação com 2014, numa safra em que as usinas preferem produzir etanol.

2,6% mais etanol do que em 2014/15 vêm sendo produzidos nesta safra. A indústria acumula produção de 12,17 bilhões de litros, dos quais 4,28 bilhões de litros referem-se ao anidro e 7,89 bilhões de litros ao etanol hidratado. (Gazeta do Povo 11/08/2015)

 

Capitalizada, São Martinho segura estoques e reduz lucro em 53% no 1º tri

Em uma situação oposta à de diversos grupos sucroalcooleiros que estão vendendo seus produtos na velocidade da produção para gerar caixa e arcar com os custos de safra, a São Martinho colocou em prática uma estratégia de aumento de estoques, à espera de preços mais altos na próxima entressafra (de dezembro a março).

Segundo Felipe Vicchiato, diretor financeiro da São Martinho, a companhia espera retornos melhores “carregando os produtos de cinco a seis meses”. Ele afirmou, em uma conference call com analistas de mercado, que esse posicionamento é semelhante ao da safra passada e que o segundo trimestre da companhia na safra 2015/16 também deverá refletir esse comportamento.

Com isso, a sucroalcooleira, que possui quatro usinas em São Paulo e Goiás, atingiu R$ 28,3 milhões de lucro líquido no primeiro trimestre, encerrado em junho, o que representa recuo de 53,4% na comparação com igual período da safra passada.

O nível de seus tanques com álcool anidro aumentou 106%, para 108,6 milhões de litros em comparação com o mesmo trimestre do ano-safra 2014/15. Já a armazenagem de álcool hidratado avançou 54%, para 59,4 milhões de litros, e a de açúcar subiu 48%, atingindo 227,044 toneladas, no confronto com os estoques do mesmo período da safra passada.

O volume vendido de açúcar e etanol (ATR equivalente) caiu 18,5% entre abril e junho desta safra, ante a temporada passada. Por esse motivo, a receita líquida da companhia encolheu 6,7%, alcançando R$ 476,7 milhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebtida) ajustado aos ativos biológicos (canaviais), por sua vez, caiu 0,9%, para R$ 225,1 milhões.

Para Vicchiato, a perda de receitas e a queda do lucro foram compensados pela cogeração, que cresceu 41,8%, influenciada pela aquisição da Usina Santa Cruz, em julho passado.

Com relação ao etanol anidro e hidratado, Vicchiato disse que São Martinho prevê que a pressão nos preços, que recuaram 2,7% entre março e julho segundo o indicador Cepea/Esalq, é passageira. “Tivemos uma virada de ano com um estoque de passagem alto (cerca de 1,3 bilhão de litros). Mas o mercado deve ‘enxugar’ esse excesso durante o segundo semestre”, afirmou.

Açúcar ou etanol?

O diretor financeiro da companhia apontou que os preços de açúcar devem ter pouca alteração no ciclo 2015/16. “Não observamos espaço para o açúcar subir no curto prazo. Por isso, já realizamos hedge da maior parte de nosso produto (87% da cana própria, ou 68% do total)”, disse. A empresa comercializou até o final de junho 740 mil toneladas de açúcar a um preço médio de US$ 16,59 libra-peso, com dólar fixado em R$ 3,01.

Isso fortaleceu o argumento de Vicchiato de que a rentabilidade do etanol não está mais atrativa do que a do açúcar. “Na ponta do lápis, a rentabilidade está mais favorável ao açúcar. Mas creio que muitas usinas estão mais alcooleiras neste momento por causa da necessidade de caixa para rodar a safra, já que o consumo de etanol aumentou muito”, avaliou.

Endividamento

Ao fim do trimestre, a dívida líquida da companhia subiu 3,8%, para R$ 2,66 bilhões na comparação com o registrado em 31 de março, aumentando de 2 vezes para 2,4 vezes sua relação no confronto com o Ebtida.

Quanto às dívidas em moeda estrangeira, a São Martinho conseguiu uma redução de 10,9% na comparação na mesma base de comparação trimestral. De acordo com Vicchiato, a tendência da empresa é diminuir esse endividamento, que aumentou com o impacto da aquisição da Usina Santa Cruz.

Cenário

A tática de estocar não é exclusividade da São Martinho e está sendo adotada nesta temporada por outros grupos capitalizados, a exemplo da Biosev e da Raízen.

Mais recentemente, a Guarani informou que, apesar de morosidade na liberação de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para projetos de ampliação de estocagem, estava provisionando recursos próprios de olho no futuro aumento dos preços na entressafra. 

A tendência de curto prazo (última quinzena), porém, mostrou que as usinas aumentaram o ritmo de vendas e diminuíram seus estoques. Isso porque boa parte do setor buscou recuperar os dias perdidos devido ao excesso de chuvas, especialmente no início do mês passado, como demonstrou o levantamento com o avanço expressivo de moagem divulgado esta semana pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica). (Valor Econômico 11/08/2015)

 

Orplana se posiciona sobre saques em canaviais e usinas 11/08/2015

O presidente da Organização dos Plantadores de Cana (Orplana), Manoel Ortolan, fala sobre a ação de integrantes ditos do MST que saquearam a usina de cana-de-açúcar JJ, em Espírito Santo do Turvo (SP).

Uma reportagem do Canal Rural mostrou na segunda, dia 10, que o movimento colocou o setor sucroenergético no alvo estratégico das invasões.

Acesse: http://www.canalrural.com.br/videos/rural-noticias/orplana-posiciona-sobre-saques-canaviais-usinas-60763

 

Alta do dólar incentiva exportação de etanol do país

As exportações de etanol se mantêm em patamares elevados nesta primeira semana de mês. O volume repete o de julho e fica em 9 milhões de litros por dia útil.

Ao registrar esse volume, as vendas externas do combustível têm boa evolução em relação aos 3,7 milhões de litros por dia útil em agosto do ano passado, conforme dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior).

As exportações de julho apontaram uma forte reversão do movimento de baixa que vinha ocorrendo desde o início da safra, segundo Julio Maria Borges, sócio-diretor da JOB Economia e Planejamento.

Essa evolução das exportações mostra que o setor incorporou os efeitos positivos da desvalorização cambial.

"O nosso etanol, seja ele para uso como combustível ou para outros fins, ficou barato em dólares, o que estimulou as exportações."

Borges destaca que o preço médio da exportação de etanol no período de abril a julho de 2014 foi de US$ 673 por metro cúbico. O dólar médio foi de R$ 2,33 naquele período.

Já nos meses de abril a julho deste ano, o preço do etanol exportado foi menor, ficando em US$ 489 por metro cúbico. Nesse mesmo período, o dólar médio foi de R$ 3,10.

Borges destaca, ainda, que em reais não houve variação relevante nos preços de exportação.

Neste início de agosto, o etanol exportado foi negociado a US$ 445 por metro cúbico, bem inferior dos US$ 632 do mesmo mês do ano passado.

Apesar da queda nos preços, as receitas devem atingir US$ 84 milhões neste mês, acima dos US$ 78 milhões de agosto de 2014. (Folha de São Paulo 12/08/2015)

 

Safra de grãos atinge recorde de 209 milhões de toneladas

O mais recente levantamento de safra da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) aponta uma safra de 298,8 milhões de toneladas de grãos em 2014/15. Esse volume supera em 15,2 milhões o de igual período anterior.

A safra foi impulsionada pela produção de milho safrinha, que deverá atingir 54 milhões de toneladas, acima dos 48,4 milhões de 2013/14.

A produção total de milho do país, incluindo a safra verão, somou 84,3 milhões de toneladas, 5% mais do que a anterior, segundo a Conab.

A safra de soja, principal produto da pauta brasileira de produção e de exportação, deverá subir para 96,2 milhões de toneladas, 10 milhões mais do que no ano anterior.

Apesar de perder o posto de maior produtor de milho, a região Sul mantém a liderança em produtividade.

A média foi de 6.610 quilos por hectare, acima dos 6.024 do Centro-Oeste, a segunda melhor no ranking.

Quando se trata de soja, a produtividade das duas regiões são semelhantes, atingindo 3.067 quilos por hectare. (Folha de São Paulo 12/08/2015)

 

Tempo seco favorece colheita de cana e café no Brasil até fim de agosto

As condições para as colheitas no principal cinturão produtor de cana-de-açúcar e café do Brasil permanecerão secas até o fim de agosto ou começo de setembro, quando as primeiras chuvas em mais de um mês cairão sobre a região agrícola do Sudeste, disse a Somar Meteorologia nesta terça-feira.

O agrometeorologista da Somar Marco Antônio dos Santos disse que o tempo seco continuará a favorecer as operações de colheita pelas próximas semanas em quase todo o Brasil. As áreas brasileiras de cana e café estão no auge da colheita.

O Rio Grande do Sul está vendo uma moderada ocorrência de chuvas, mas os céus ficarão limpos já na quinta-feira, permanecendo o tempo seco até pelo menos o fim de agosto, disse Santos.

"A MASSA DE AR SECO ESTÁ INIBINDO A FORMAÇÃO DE NUVENS SOBRE A MAIOR PARTE DO BRASIL"

"A massa de ar seco está inibindo a formação de nuvens sobre a maior parte do Brasil", disse Santos em vídeo postado na internet. "As condições estão sendo maravilhosas para a colheita do café, da cana-de-açúcar, do milho safrinha, do algodão, das hortaliças em todo o Brasil."

Por volta do fim da próxima semana, entretanto, Santos disse que a massa de ar seco pode começar a perder força e abrir espaço para frentes frias se moverem para dentro da região Sudeste, incluindo São Paulo.

Santos disse ainda que o tempo pode voltar a condições mais úmidas em setembro devido a influência do El Niño, que é tipicamente associado ao aquecimento da superfície do oceano no Peru e a chuvas mais pesadas no centro-sul brasileiro. (Reuters 11/08/2015)

 

Relação etanol/gasolina sobe a 61,68% em SP, mostra Fipe

A relação entre o preço do etanol e o da gasolina aumentou entre a última semana de julho e a primeira de agosto, mas ainda segue vantajoso abastecer com o álcool combustível na capital paulista.

É o que informa a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que mostra que a equivalência entre os preços do etanol e o da gasolina atingiu 61,68% na primeira semana deste mês, permanecendo no menor nível desde igual período de agosto de 2010 (57,80%).

O número é maior que o de 59,74% apurado no fechamento de julho, mas inferior ao de 66,14% da primeira semana de agosto de 2014.

De acordo com o economista André Chagas, coordenador do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) - que apura a inflação na capital paulista - a relação entre o preço do etanol e o da gasolina deve continuar baixa este mês. "Estamos em plena safra", afirmou.

No IPC da primeira leitura do mês, o álcool combustível teve variação negativa de 1,43%, enquanto a gasolina teve queda de 0,60%, permitindo ao grupo Transportes ficar praticamente inalterado no período, com alta de 0,11% ante 0,17% no fechamento de julho.

O IPC, por sua vez, atingiu 0,84% na primeira medição de agosto, na comparação com 0,85% no fim do mês passado.

Para especialistas, o uso do etanol deixa de ser vantajoso em relação à gasolina quando o preço do derivado da cana-de-açúcar representa mais de 70% do valor da gasolina.

A vantagem é calculada considerando que o poder calorífico do etanol é de 70% do poder da gasolina. Com a relação entre 70% e 70,5%, é considerada indiferente a utilização de gasolina ou etanol no tanque. (Agência Estado 11/08/2015)

 

Commodities Agrícolas

Açúcar: Cautela dos fundos: Os contratos do açúcar demerara de segunda posição de entrega na bolsa de Nova York, com vencimento em março, fecharam estáveis ontem, cotados a 11,85 centavos de dólar a libra-peso, enquanto os contratos com outros vencimentos fecharam sustentados por recompras técnicas. Depois que os papéis mais negociados alcançaram os menores valores em seis anos e oito meses na segunda-feira, os fundos "estão mais cautelosos em realizar novas vendas", afirmou o analista Bruno Lima, da FCStone. Porém, os traders estão de olho na China, já que o país é o maior importador de açúcar do mundo e a desvalorização do yuan pode afetar seu ritmo de importações, avaliou. No mercado interno, o indicador Cepea/ Esalq para o açúcar cristal caiu 0,49%, a R$ 46,26 a saca de 50 quilos.

Cacau: Na onda das vendas: As cotações do cacau pegaram carona na onda de liquidações no mercado de commodities em geral diante das incertezas com relação à China e fecharam no campo negativo pela segunda sessão seguida na bolsa de Nova York. Os lotes para dezembro fecharam com recuo de US$ 13, cotados a US$ 3.096 a tonelada. A demanda por cacau vem apresentando fraqueza neste ano com a desaceleração econômica em importantes centros consumidores, inclusive na Ásia, onde a demanda vinha em forte alta. Por ouro lado, as perspectivas para a produção da safra principal no oeste da África são mais otimistas. No mercado doméstico, o preço médio do cacau nas praças de Ilhéus e Itabuna teve leve queda de R$ 1, a US$ 124 a arroba, segundo a Central Nacional de Produtores de Cacau.

Laranja: Estimativa no radar: As cotações do suco de laranja devolveram quase todas as perdas de segunda-feira e registraram alta expressiva ontem na bolsa de Nova York. Os lotes do suco de laranja concentrado e congelado para novembro encerraram a sessão com elevação de 460 pontos, a US$ 1,319 a libra-peso. Os investidores aguardam a nova projeção do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgada hoje, para a safra da Flórida. Segundo Jack Scoville, do Price Futures Group, "a temporada de furacões está alcançando uma fase mais ativa, e isso criou interesse comprador". Também são esperadas as projeções privadas para esta semana. No mercado interno, o preço médio da caixa de 40,8 quilos à indústria, apurado pelo Cepea/ Esalq ficou estável em R$ 11,04.

Algodão: No vermelho: O mercado futuro do algodão experimentou uma forte volatilidade ontem na bolsa de Nova York, com as incertezas sobre a China e as expectativas sobre o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) no radar. Os lotes para entrega em dezembro fecharam a 61,82 centavos de dólar a libra-peso, uma queda de 14 pontos. A China é o maior importador mundial da pluma, mas já vem reduzindo suas compras no mercado internacional em função de seus elevados estoques. Além disso, os traders esperam estimativas maiores para a safra americana de algodão em 2015/16 no relatório do USDA de hoje. Na Bahia, o preço médio do algodão apurado pela Associação dos Agricultores e Irrigantes do Estado (Aiba) ficou em R$ 72,50 a arroba. (Valor Econômico 12/08/2015)