Setor sucroenergético

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Mais usinas de cana podem ser vendidas no Brasil, diz corretora

A aquisição de duas usinas do Grupo Ruette pela gestora americana Black River pode ser o início de um processo de consolidação no endividado setor sucroalcooleiro brasileiro, avaliou a corretora Marex Spectron.

Na semana passada, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a operação da gestora, que foi desmembrada da companhia de agronegócios Cargill. A Black River passará a controlar duas usinas que, juntas, têm capacidade de processamento de 3,8 milhões de toneladas de cana-de-açúcar.

“Essa pode ser a primeira de uma série de aquisições das usinas mais fracas pelas mais fortes”, indicou a Marex, em nota. (Valor Econômico 21/12/2015)

 

Cogeração perde força nos resultados das usinas

A venda de energia elétrica, que no ano passado teve um papel importante para as margens das usinas sucroalcooleiras, voltou a ser coadjuvantes para os resultados do segmento. Os preços mais baixos da energia já estão evidentes nos balanços das empresas e a tendência, com a recuperação dos reservatórios das hidrelétricas, é que a atratividade da cogeração se retraia ainda mais.

Cerca de 70% da eletricidade oriunda de biomassa no país é vendida no mercado regulado, com preços negociados nos leilões da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O valor desses contratos, corrigidos pela inflação, não muda ao sabor das oscilações do mercado. Mas o mesmo não acontece com a parcela restante (30%), que é vendida no mercado livre, com contratos à vista, de curto e médios prazos. Essa fatia foi beneficiada no ano passado, quando os preços no mercado livre atingiram o recorde de R$ 822 o MWh, à época, o valor era o teto do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD), referência para esse mercado.

Em janeiro deste ano, porém, entrou em vigor um novo teto para o PLD, de R$ 388 o MWh, o que já foi um baque para as usinas que vendem bioeletricidade. Nos meses seguintes, a queda continuou, puxada pela ocorrência de chuvas acima da média no Centro-Sul do país. Essas chuvas elevaram o nível dos reservatórios, que haviam atingido níveis críticos em 2014 devido à estiagem na região.

Entre abril e setembro deste ano (1º e 2º semestres da safra 2015/16 de cana), o grupo São Martinho, um dos principais do segmento no país, registrou um preço médio de venda de energia de R$ 230 o MWh, 11,7% menor que o do mesmo intervalo de 2014 devido à queda da remuneração trazida pelo mercado de curto prazo (spot). Em toda a safra passada (2014/15), a companhia vendeu energia elétrica ao preço médio de R$ 295,5 o MWh. Mas, por conta de volumes vendidos de eletricidade 36% maiores no período (com a consolidação de 100% da Usina Santa Cruz), a São Martinho compensou o preço médio menor e registrou no acumulado do semestre receita (20%) com cogeração.

Já a Raízen, joint venture entre Cosan e Shell, não teve essa compensação. Nos dois primeiros trimestres da safra 2015/16, entre abril e setembro, sua receita com cogeração caiu. No primeiro, recuou 1,7%, apesar de o volume vendido ter sido 3,2% maior, o ponto foi que o preço médio do MWh foi 4,7% mais baixo (R$ 244). No segundo, a retração se aprofundou. A receita da Raízen com cogeração foi de R$ 203 milhões, 12% menor que em igual intervalo do ciclo passado. Isso mesmo com um volume vendido 15,5% superior. Pesou mais o preço médio 23,8% mais baixo, de R$ 197 MWh. A Raízen vende 20% da eletricidade que produz no mercado livre.

Neste momento, os preços estão na casa dos R$ 140 o MWh, efeito das chuvas abundantes que recuperaram os reservatórios das hidrelétricas. Mas, como nota Luiz Cláudio Barreira, especialista em bioeletricidade da consultoria FG Agro, é possível que as usinas já tenham garantido uma receita com energia em patamares mais altos até o fim da safra, em março, caso já tenham firmado contratos de curto prazo no início deste ano.

No comunicado que acompanhou o balanço do trimestre findo em 30 de setembro, a São Martinho informou que conseguiu realizar esse tipo de operação, garantindo preços mais elevados. Conforme a empresa, parte de seu volume de energia em contratos para entrega até março de 2016 foi vendida a um preço médio de R$ 300 o MWh. (Valor Econômico 22/12/2015)

 

Safra 2015/16 de cana-de-açúcar do Brasil pode chegar a 658,7 milhões de toneladas

A safra 2015/2016 de cana-de-açúcar produzida pelo Brasil pode chegar a 658,7 milhões de toneladas, com um aumento de 3,8% em relação à safra anterior, quando foram colhidas 634,8 milhões de toneladas. Este levantamento é o terceiro do ano realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e divulgado nesta quinta-feira (17).

A estimativa de um aumento na produção e na produtividade (3,9%) se deve, sobretudo, à participação dos canaviais da região Centro-Sul que não sofreram os efeitos da falta de chuvas na safra anterior e que afetaram a produtividade. O estudo mostra também que a área de colheita teve um pequeno decréscimo.

A maior parte da cana colhida vai ser destinada à fabricação de etanol, que representa 57,9% de toda produção. O etanol total deve ter um aumento de 1,9% ou cerca de 554 milhões de litros, passando de 28,66 para 29,21 bilhões de litros, enquanto que o hidratado, utilizado nos veículos "flex-fuel", pode subir mais 7,4% ou o equivalente a 1,25 bilhões de litros. A marca sai de 16,9 bilhões para 18,2 bilhões de litros. Entre as regiões, o Sul não apresentou aumento na produção de etanol hidratado. Já o anidro, destinado à mistura com gasolina, teve redução de 6% (699,8 mil litros), passando de 11,7 bilhões para 11 bilhões de litros.

Para a produção de açúcar, está prevista uma redução de 2,7%. A estimativa é que deve cair das 35,56 milhões para 34,61 milhões de toneladas, o que representa 947,5 mil toneladas a menos. Os responsáveis pela queda nacional são os estados de São Paulo, Alagoas, Minas Gerais e Goiás que valorizaram mais a produção de etanol nesta safra.

A estimativa é que a moagem já chegou a 86,5% do volume colhido no país, sendo 90,2% na região Centro-Sul e 46,3% na Norte/Nordeste. (Conab 21/12/2015)

 

Czarnikow eleva previsão de déficit global de açúcar em 15/16 para 8,2 mi t

A empresa de negociação de commodities Czarnikow elevou nesta quinta-feira sua previsão de déficit global de açúcar em 2015/16 para 8,2 milhões de toneladas, ante 4,1 milhões em projeção realizada em agosto.

Com sede em Londres, a Czarnikow afirmou que o aumento do déficit se deve principalmente à queda na produção do centro-sul do Brasil, onde o tempo úmido tem afetado o rendimento da indústria. (Reuters 21/12/2015)

 

Vendas de adubos no Brasil têm queda de 6,7% até novembro

Em novembro foram entregues 2,50 milhões de toneladas de fertilizantes ao consumidor final, segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda). O volume foi 26,0% menor, na comparação com outubro. Frente a novembro do ano passado, as vendas diminuíram 9,7%.

Em 2015, somente em março, o volume entregue foi maior, em relação ao mesmo mês de 2014.

De janeiro a novembro de 2015 as vendas totalizaram 28,18 milhões de toneladas de fertilizantes no país, 6,7% menos que em igual período de 2014.

A alta de preços dos adubos, as incertezas com relação aos preços agrícolas, o aumento das taxas de juros e os atrasos na liberação dos financiamentos foram os principais fatores para a queda nas vendas de adubos em 2015.

Com relação aos preços dos fertilizantes, segundo levantamento da Scot Consultoria o mercado está mais frouxo neste final de ano, com a demanda em queda desde setembro e estoques relativamente elevados nas indústrias. (Scot Consultoria 21/12/2015)

 

Rumo ALL busca aumento de capital e extensão de prazos

A concessionária de ferrovias Rumo ALL, fruto de uma fusão de ativos em maio de 2014 que só foi concretizada em março passado, encerra este ano na expectativa de obter duas importantes decisões: a aprovação por seus acionistas de um aumento de capital de R$ 650 milhões e a extensão dos prazos dos contratos de concessão de três de suas quatro malhas ferroviárias por mais 30 anos.

A capitalização é uma proposta levada para o conselho da empresa como uma alternativa de criar liquidez e fôlego financeiro de curto prazo. Com a situação complicada do Brasil, com operação Lava-Jato e crise política, o crédito sumiu da praça. Os bancos privados restringiram financiamentos.

Com nova gestão desde abril, formada por executivos indicados pelo acionista principal, o grupo Cosan, a empresa já obteve melhora no seu desempenho operacional e caminha para fechar este ano com bom crescimento no volume transportado e aumento de receita. Grande parte disso é puxado por cargas de grãos, que terá uma safra recorde, uma vez que a área industrial, peso de 19% no total, sofre com a crise econômica.

Até o terceiro trimestre o volume transportado cresceu 3% no total (7,7% em produtos agrícolas) e a receita da companhia subiu 9,2%, para R$ 3,55 bilhões (22,2% no terceiro trimestre), conforme o último demonstrativo financeiro. Na última linha do balanço, no entanto, o resultado é ainda negativo: prejuízo de R$ 237,5 milhões (nove meses). Previsão de vários analistas que acompanham a empresa é que a Rumo ALL não irá reportar lucro antes de 2018 ou 2019.

No plano emergencial, a concessionária tem um plano de investimento, desde abril de 2015 ao fim de 2016, da ordem de R$ 2,8 bilhões. Conforme a nova gestão apresentou a investidores, é a cifra necessária para colocar a companhia em condições de operar. Com previsão de aplicar R$ 1,9 bilhão até o fim deste ano, já fez as primeiras intervenções na empresa. A ALL era vinha com fluxo de caixa negativo há vários anos.

Estimou-se, durante a conclusão do negócio, ao menos um período de cinco anos à frente para pôr a ferrovia nos eixos, renovar a frota de vagões e locomotivas, modernizar a malha de transporte, ganhar eficiência e atender satisfatoriamente a demanda de centenas de clientes. Foi encontrado baixo aporte em manutenção de linhas, bem como na renovação das frotas de locomotivas e vagões.

De 2017 em diante, há a previsão de uma nova fase de investimento, todavia na dependência da renovação de suas concessões, que vencem a partir de 2026. São previstos mais três anos de aportes de dinheiro na empresa que somam R$ 4,6 bilhões. A renovação está na fase final de avaliação por parte do governo federal e já recebeu o sinal verde da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Daí, após audiência pública gerida pela agência, vai para homologação do Ministério dos Transportes.

Procurada para detalhar o andamento da gestão, a empresa informou que está em "período de silêncio" devido à operação de aumento de capital anunciada em 2 de dezembro. Amanhã, reunião do conselho de administração da Rumo ALL vai avaliar a proposta da diretoria-executiva. A Cosan Logística, principal acionista, com 26% do capital, garantiu a subscrição, mediante condições, de R$ 250 milhões.

O dinheiro será utilizado para dar continuidade ao plano de investimentos de curto prazo ­ mais R$ 900 milhões (correntes e em expansão) estão previstos em 2016. Enquanto isso, a empresa estuda alternativas de financiamentos para sustentar o montante de investimentos até 2019 e equacionar sua alta alavacangem financeira.

A dívida líquida da concessionária no fim de setembro era de R$ 7,3 bilhões, representando 4,85 vezes seu Ebitda (lucro antes de juris, impostos, depreciação e amortização), em base anual. Os covenants da dívida foram negociados no fim de 2014 com a maioria de credores para o patamar de 5,5 vezes, exceto com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), cujos índices vencem agora no fim de dezembro.

Além de linhas do BNDES, já pleiteadas, a Rumo ALL tem mantido contatos com vários potenciais investidores, entre eles o fundo FI-FGTS. Analistas estimam que a empresa precisa de um aporte de capital na faixa de R$ 1 bilhão para ganhar conforto financeiro. Cerca de metade da dívida bruta atual, de R$ 8,3 bilhões, é com o próprio BNDES, que é um dos integrantes do bloco de controle da companhia e que deve ser o grande financiador do plano total de investimento, R$ 7,4 bilhões.

Em quase nove meses, a nova gestão focou na adoção de novos processos de trabalho nas duas divisões operacionais da empresa, Malha Norte, que abrange o corredor Rondonópolis (MT) ao porto de Santos, e Malha Sul, que envolve as operações no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Para obter ganhos de desempenho operacional e redução de custos, já com resultados, a empresa comprou e já colocou em operação 40 locomotivas de última geração e quase 600 vagões. Ao mesmo tempo vem reformando grande parte da frota antiga.

Na bitola larga (Malha Norte), a previsão é chegar ao fim de 2017 sem máquinas antigas e com toda a frota de vagões modernizada. Nesse trajeto, onde passam mais de 60% da carga transportada pela ALL (a maior parte grãos oriundos do Centro-Oeste), as intervenções envolveram construção de novos pátios e duplicação da linha para os trens ganharem mais velocidade no trecho de Araraquara até Santa Fé do Sul. Estão previstos mais 66. As multinacionais, como Bunge, Dreyfus e Cargill, além de produtores de açúcar, são os grandes clientes da ferrovia nessa rota.

A operação do Sul está mais atrasada e tem muita coisa a ser feita. As frentes de ataque abrangem muito trabalho de recuperação da via permanente, recuperação de oficinas de manutenção, reformas de locomotivas e vagões, a maior parte muito antiga, entre outras ações, todas consideradas emergentes. O destravamento ao acesso ao porto de Paranaguá já foi solucionado.

Com tudo que foi diagnosticado e o que já está em curso, a avaliação é que em mais três anos a Rumo ALL será uma nova companhia, com outro nível de desempenho operacional e com uma maior rentabilidade dos seus negócios.

A extensão dos prazos da concessão é vista como crucial para o futuro da Rumo ALL. Bancos e investidores vão olhar a empresa com maior grau de confiança. A expectativa é que em alguns anos começe a gerar caixa. No momento, o foco é na otimização das operações, elevando o volume transportado e obtendo corte de custos. Pela natureza do negócio, ainda terá um período longo de alavancagem e investimentos elevados.

Num ano de crise na economia do país, a sorte da concessionária é que a atividade do agronegócios se mantém em alta, batendo recordes de safra. E a carga de grãos é a de maior rentabilidade da Rumo.

A fusão, após vários meses de negociações entre os acionistas da ferrovia (Wilson Delara, Ricardo e Julia Arduini, BNDES, Previ, Funcef e BRZ) e da Rumo (Cosan, Gávea e TPG), pôs fim a uma desavença judicial e teve na época valor estimado em R$ 11 bilhões. Com a aprovação em março deste ano pelos órgãos da concorrência e reguladores, a ALL, criada em 1997, começou uma nova história. A previsão é fechar este ano com receita líquida de R$ 4,9 bilhões.

Com uma rede de 12 mil km de trilhos, frota de mil locomotivas e mais de 20 mil vagões, além de quatro terminais no porto de Santos, colocar a "nova ALL" nos eixos é um desafio para os novos donos e para o governo, que foi uma espécie de fiador do negócio. (Valor Econômico 22/12/2015)

 

Commodities Agrícolas

Cacau: Ritmo de festa: Os preços do cacau recuaram ontem na bolsa de Nova York, em um dia já de baixa liquidez e liquidação de posições antes dos feriados de fim de ano. Os lotes para maio encerraram a sessão cotados a US$ 3.235 a tonelada, queda de US$ 12. Em todos as commodities, os investidores já buscam se desfazer de suas posições compradas para tentar embolsar algum ganho. Dessa forma, os traders ignoraram um novo sinal negativo da oferta no oeste da África. Segundo a Reuters, estima-se que 69 mil toneladas de cacau foram entregues nos dois principais portos da Costa do Marfim na semana até o dia 20, ou 74 mil toneladas a menos que na mesma época do ano passado. Em Ilhéus e Itabuna, o preço médio subiu R$ 5, para R$ 155 a arroba, segundo a Central Nacional de Produtores de Cacau.

Algodão: China importa menos: Além das vendas técnicas típicas de fim de ano, os preços do algodão também foram pressionados ontem pelo menor ritmo das importações chinesas e pelo tombo nas cotações do petróleo. Os papéis para maio encerraram o pregão na bolsa de Nova York com variação negativa de 35 pontos, a 64,11 centavos de dólar a libra-peso. Em novembro, as importações de algodão pela China caíram 7,9% ante o mesmo mês do ano passado, para 84,239 mil toneladas. No acumulado do ano, foram importadas 1,3 milhão de toneladas, 41% a menos do que no mesmo período de 2014. Os dados foram divulgados pelo serviço alfandegário do país asiático. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a pluma com pagamento em oito dias permaneceu em R$ 2,2409 a libra-peso.

Soja: Poucos negócios: Embora ainda existam receios com o desenvolvimento das lavouras de soja no Brasil, os preços do grão recuaram ontem na bolsa de Chicago diante da forte queda dos contratos do petróleo e das vendas técnicas típicas de fim de ano. Os papéis da oleaginosa para março, que superaram ontem os de janeiro em volume negociado, caíram 1,25 centavo, fechando a US$ 8,915 o bushel. A liquidez, porém, foi bastante reduzida, já que muitos investidores já estão fora das negociações. Os traders que operaram buscaram fechar posições compradas para embolsar eventuais lucros antes dos feriados. A queda do petróleo colaborou para o clima "baixista" no mercado do grão. No mercado interno, o indicador Cepea/ Esalq para a soja em Paranaguá subiu 0,59%, para R$ 81,27 a saca.

Trigo: De olho nos russos: Os futuros do trigo exibiram perdas ontem nas bolsas americanas diante da possibilidade de retirada da taxa de exportação russa sobre o cereal. Em Chicago, os lotes para maio caíram 6,75 centavo, a US$ 4,8625 o bushel. Em Kansas, onde se oferta o trigo de melhor qualidade, os lotes para maio caíram 8 centavos, para US$ 4,84 o bushel. O governo da Rússia indicou que pode diminuir ou eliminar a taxa de exportação de trigo no começo de 2016, já que o objetivo de equalizar os preços internos aos externos já foi alcançado. A medida pode voltar a aquecer as exportações do cereal do país, que já é um dos principais fornecedores do produto do mundo. Os traders também realizaram vendas técnicas típicas de fim de ano. No Paraná, a saca seguiu em R$ 37,69, de acordo com Deral/Seab. (Valor Econômico 22/12/2015)