Setor sucroenergético

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Investidores chineses interessados em assumir a Usinas Itamarati

Um grupo de investidores chineses tem interesse em comprar a Usinas Itamarati. Os asiáticos assumiriam o controle em troca da assunção da dívida da sucroalcooleira, um bagaço superior a R$ 2 bilhões.

Ou seja: A empresária Ana Claudia Moraes sairia do negócio sem um real no bolso. Convenhamos que só se livrar da companhia já será um bom negócio. (Jornal Relatório Reservado 29/02/2016)

 

Opinião: Eletricidade gerada pelas usinas de cana está meio esquecida

A produção de açúcar e álcool da região Centro-Sul deve bater recorde na safra que começa este ano, mas não se espera que o setor venha a aumentar a sua contribuição para a geração de eletricidade (a queima do bagaço da cana, da palha ou o do gás de vinhaça nas caldeiras das usinas produzem um vapor excedente capaz de movimentar turbinas e geradores de eletricidade).

Em 2008, trinta projetos chegaram a ser aprovados nos leilões de energia nova. No ano passado, apenas três. Das 355 usinas que produzem açúcar e álcool, 180 “exportam” eletricidade excedente, geralmente para mercados consumidores próximos, o que não exige investimentos significativos em linhas de transmissão. As usinas que não geram energia excedente teriam de passar por reformas e investir em equipamentos. Presume-se que o setor como um todo poderia gerar eletricidade equivalente a duas usinas de Itaipu. No ano passado, a geração correspondeu a 25% de uma Itaipu.

Além de leilões regulares para entrega de energia daqui a três ou cinco anos, o governo promove leilões de energia de reserva. Ultimamente têm sido destinados à energia eólica ou solar. A biomassa, igualmente limpa e renovável, ficou de fora. A bioeletricidade tem ligeira vantagem sobre as outras. É mais previsível. Não depende de vento ou da insolação. Durante a safra é possível estimar o que deverá ser gerado.

Mas gerar eletricidade não é o principal negócio de uma usina que produz açúcar e álcool. É um investimento adicional que precisa ser compensador. Porém, mais do que isso, como se trata de investimento complementar, e em um setor que tem enfrentado problemas financeiros, o que os especialistas consideram mais importante é um arcabouço institucional que dê segurança ao segmento. Semana passada, o grupo Cosan, um dos maiores do setor, fechou acordo com os japoneses para exportar bagaço e palha de cana prensados que servirão como matéria-prima para termoelétricas no exterior. (O Globo 29/02/2016)

 

Açúcar: Impulso da demanda

O açúcar demerara registrou ganhos na bolsa de Nova York ontem, em meio aos rumores de que a trading asiática Wilmar International iria adquirir novos volumes da commodity antes do vencimento do contrato mais curto (março).

Assim, os contratos para maio encerraram em alta de 2,6% (36 pontos), a 14,36 centavos de dólar por libra-peso.

A Wilmar tem atuado como um comprador regular quando os lotes de açúcar estão próximos do vencimento em Nova York, o que costuma sustentar os preços da commodity.

Previsões de chuva no Brasil também dão certo suporte às cotações, porque podem atrasar a colheita de cana no Centro-Sul do país (maior fornecedor global de açúcar).

No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq ficou em R$ 79,43, com queda de 0,54%. (Valor Econômico 01/03/2016)

 

Safra antecipada da cana cria 4 mil empregos em Piracicaba

A colheita da cana-de-açúcar, prevista para os meses de abril e maio, vai começar mais cedo neste ano, na primeira quinzena de março. A antecipação da safra deverá movimentar o mercado de trabalho formal e gerar cerca de 4 mil empregos na região de Piracicaba. Na macrorregião, com 75 municípios, o número de vagas abertas pode chegar a 11 mil. As previsões são da Associação dos Fornecedores de Cana de Piracicaba (Afocapi).

"O processo de seleção e contratação de trabalhadores já começou em algumas usinas", ressaltou o presidente da associação, José Coral. Na microrregião de Piracicaba, serão admitidos de 3,5 mil a 4 mil funcionários para atuar diretamente nas usinas, no corte decana, segundo ele.

Na macrorregião, que compreende 75 municípios da nossa área como São Pedro (SP), Santa Maria da Serra (SP), Charqueada (SP), Araras (SP) entre outros, serão ao menos mais sete mil trabalhadores que serão admitidos para funções diretas e em outras atividades nas usinas ou nas máquinas, como tratoristas. A maioria da colheita hoje, cerca de 80%, é feita de maneira mecânica, disse Coral.

De acordo com ele, um dos motivos da antecipação da safra foi a sobra de cana-de-açúcar em pé, chamada de bisada, que atingiu cerca de 20% de toda produção do ano passado. "Na microrregião de Piracicaba, foram cerca de cinco milhões de toneladas decana que ficaram do ano passado para este ano, por isso a necessidade de começar a colheita para que não haja perdas", explicou.

Baixo estoque de álcool

Um segundo motivo para a colheita ser adiantada é o baixo estoque de álcool. "Precisamos moer, pelo menos, 10 milhões de toneladas de cana para equilibrar a situação", ressaltou. A terceira razão é a instabilidade climática. "Não sabemos o que vai acontecer neste ano, se vai chover muito ou não, se o clima será favorável", acrescentou.

Hectares

A região que abrange todos os municípios da Afocapi tem aproximadamente 150 mil hectares. Ao todo, foram plantados 20% desse total. (G1 29/02/2016)

 

Abengoa pedirá maior prazo para pagar dívida a credores

A empresa espanhola de energia e infraestrutura Abengoa pretende pedir aos seus credores um prolongamento do prazo de pagamento dos títulos que vencem no próximo mês, no valor de 500 milhões de euros (US$ 551,5 milhões).

A Abengoa está tentando negociar há meses com os credores para evitar entrar em falência, evento que poderia ser um dos maiores da Espanha.

A companhia convocou os detentores dos títulos para uma reunião no dia 28 de março para votar sobre o prolongamento. A data coincide com o prazo limite para a espanhola chegar a um acordo com bancos e demais credores sobre o plano de reestruturação da dívida. (Valor Econômico 29/02/2016)

 

Etanol hidratado volta a subir nos postos da maior parte do país

Os preços do etanol hidratado, que é usado diretamente no tanque dos veículos, subiram ao consumidor na maior parte do país entre 21 e 27 de fevereiro, na comparação com a semana anterior, conforme pesquisa da Agência Nacional de Petróleo (ANP). Houve valorização dos preços médios do biocombustível nos postos de 21 Estados brasileiros, entre os quais Bahia (2,7%) e São Paulo (0,88%).

Em quatro Estados houve retração dos preços médios e em um, os preços ficaram estáveis. Não houve cotações para o Amapá.

No Estado de São Paulo, o preço médio do litro foi a R$ 2,70 ao consumidor final, ante R$ 2,679 da semana anterior. No acumulado de quatro semanas, a valorização foi de 0,97%.

Em Goiás, o preço médio do hidratado nos postos subiu 0,34%, a R$ 2,889 o litro na última semana. No acumulado de quatro semanas, a valorização nesse Estado foi de 1,9%.

Na usina em São Paulo, o biocombustível seguiu se valorizando. Entre 22 e 26 de fevereiro, o indicador Cepea/Esalq para o hidratado subiu 0,81%, a R$ 1,9384 o litro. (Valor Econômico 29/02/2016)

 

Produção de açúcar do Norte/Norteste cai 15% no acumulado da safra

A produção de açúcar do Norte/Norteste do Brasil atingiu 2,41 milhões de toneladas no acumulado da safra 2015/16 até a metade de fevereiro, queda de 15 por cento ante mesmo período do ano anterior, informou nesta segunda-feira a associação de produtores Sindaçúcar.

A moagem de cana do Norte/Nordeste, que representa cerca de 10 por cento do processamento nacional, somou 45,3 milhões de toneladas até a primeira quinzena de fevereiro, queda de 8,5 por cento ante o mesmo período do ano anterior. Já a produção de etanol atingiu 1,9 bilhão de litros, alta de 2 por cento na mesma comparação. (Reuters 29/02/2016)

 

Veículos elétricos representarão 35% das vendas globais de carros novos até 2040

Reduções contínuas nos preços das baterias farão com que o custo total de propriedade de veículos elétricos fique abaixo do custo para veículos movidos a combustíveis convencionais até 2025, mesmo com os baixos preços do petróleo.

A revolução do carro elétricos pode vir a ser mais dramática do que os governos e as companhias de petróleo acreditam. Uma nova pesquisa da Bloomberg New Energy Finance sugere que haverá maiores reduções nos preços das baterias, e que durante a década de 2020, os veículos elétricos vão se tornar uma opção mais econômica do que os carros à gasolina ou diesel na maioria dos países.

O estudo, publicado hoje, prevê que as vendas de veículos elétricos alcançarão 41 milhões de unidades até 2040, representando 35% das vendas de carros novos de passeio. Isso seria quase 90 vezes o valor equivalente para 2015, cujas estimativas de vendas de veículos elétricos deverão ser de 462.000 unidades, cerca de 60% superior a 2014.

Esta mudança projetada entre agora e 2040 terá implicações que irão além do mercado de automóveis. A pesquisa estima que o crescimento dos veículos elétricos representará um quarto dos carros nas estradas até essa data, substituindo 13 milhões de barris por dia de petróleo bruto, mas utilizando 1,900KWh de eletricidade. Isso seria equivalente a cerca de 8% da demanda global de eletricidade em 2015.

Colin McKerracher, analista líder de transporte avançado na Bloomberg New Energy Finance, disse: “No cerne da previsão está o trabalho que fizemos sobre os preços das baterias para veículos elétricos. Os custos com as baterias de íon-lítio já caíram 65% desde 2010, chegando a US$ 350 por kWh no ano passado. Esperamos que os valores gastos com as baterias fiquem bem abaixo de US$ 120 por kWh até 2030, caindo ainda mais com a entrada de novos produtos químicos”.

Salim Morsy, analista sênior e autor do estudo, comentou: “A nossa previsão central baseia-se na recuperação do preço do petróleo bruto para US$ 50, e, em seguida, tende a voltar para até US $ 70 o barril ou mais até 2040¹. Curiosamente, se o preço do petróleo cair para US$ 20 e permanecer neste valor, isso impactará a adoção em massa dos veículos elétricos para o início dos anos 2030”. Isto está de acordo com a trajetória de preço mencionada pela Administração de Informação de Energia dos Estados Unidos em sua Previsão Anual de Energia para 2015.

O mercado de veículos elétricos no momento é fortemente dependente de “early adopters”, dispostos a experimentar novas tecnologias ou reduzir as suas emissões, e de incentivos governamentais oferecidos em mercados como China, Holanda e Noruega. Embora cerca de 1,3 milhão de veículos elétricos tenham sido vendidos em todo o mundo e, em 2015 houve um forte crescimento, eles ainda representaram menos de 1% das vendas de veículos comerciais de passeio no ano passado.

Os veículos elétricos possuem duas categorias – veículos de bateria elétrica, ou BEVs (sigla em inglês), que dependem inteiramente de suas baterias para fornecer energia; e veículos elétricos híbridos plug-in, ou PHEVs (sigla em inglês), os quais têm baterias que podem ser recarregadas, mas com motores convencionais como suporte. O BEV mais vendido nos últimos seis anos tem sido o Nissan Leaf, e o PHEV mais vendido é o Chevrolet Volt.

Os cálculos do estudo sobre o custo total de propriedade mostram que os BEVs serão mais baratos, em uma base não subsidiada, do que os carros de motor de combustão interna até meados da década de 2020, mesmo que estes últimos continuem a melhorar a sua quilometragem média por galão em 3,5% ao ano. Presume-se que um BEV com uma bateria de 60 kWh viaje 200 milhas entre os carregamentos. A primeira geração destes BEVs de longo alcance e preço intermediário deverá chegar ao mercado nos próximos 18 meses, com o lançamento do Chevy Bolt e Tesla Model 3.

Morsi disse: “Nos próximos anos, a vantagem de custo total de propriedade continuará a ser dos carros convencionais, e, portanto, não esperamos que os veículos elétricos excedam 5% das vendas de veículos comerciais de passeio na maioria dos mercados – exceto onde os subsídios compensem a diferença. No entanto, essa comparação de custos vai mudar radicalmente em meados de 2020″. (Bloomberg 29/02/2016)

 

PIB do Brasil deve voltar a níveis pré-recessão só em 2019

A forte contração econômica do Brasil deve acabar no fim deste ano, mas a economia não conseguirá voltar ao nível pré-recessão antes de 2019, segundo pesquisa da Reuters publicada nesta segunda-feira.

Com as perspectivas de recuperação bastante frágil, o desemprego deve continuar alto por vários anos e a escalada da dívida exigirá da presidente Dilma Rousseff e seus sucessores ainda mais austeridade para estabilizar as contas do país.

O superávit primário --economia feita para pagamento de juros da dívida-- necessário para estabilizar a dívida brasileira já aumentou para 2,8 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), segundo a mediana das projeções de economistas na pesquisa, sobre 2,0 por cento nas contas do governo ano passado. Atualmente, em 12 meses, o país tem déficit primário de 1,75 por cento do PIB.

"Acabou aquele modelo de crescimento baseado na expansão do crédito ao consumo. E há a necessidade de gerar superávit fiscal elevado", disse o economista do BBVA, Enestor dos Santos. "O risco é que a gente tenha uma situação de crise fiscal mais forte, de crise de dívida".

A crise econômica tem sido um choque de realidade para o Brasil após anos de forte crescimento econômico. Mesmo com os vastos recursos naturais e um dos maiores mercados consumidores do mundo, o Brasil, um dos países mais desiguais do mundo, voltou a ser considerado um lugar de alto risco para investimentos e vê a ameaça do velho fantasma da inflação.

O legado da pior recessão em mais de um século no Brasil deve manter instável o fragmentado sistema político do país, sugerem os resultados da pesquisa, como se o país estivesse apenas voltando ao seu normal após um breve período de forte expansão liderada pela China.

VOLTA TÍMIDA

A economia brasileira, em queda livre desde o começo de 2015, provavelmente vai voltar a crescer no último trimestre deste ano, segundo a mediana das projeções de 15 economistas. A recuperação será apenas modesta, porém, com o PIB retornando ao seu tamanho de antes da recessão, em 2014, somente em 2019.

O baixo crescimento, junto com os altos juros, aumenta o custo da dívida do país. A dívida bruta, atualmente em 67 por cento do PIB, deve superar 80 por cento nos próximos anos, segundo a pesquisa. Ela pode estabilizar entre 2018 e 2022, mas para isso o Brasil precisa superar as expectativas de economistas e aprovar medidas no Congresso que diminuam o crescimento dos gastos e aumentem a receita com impostos.

Por enquanto, a maioria dos economistas na pesquisa espera apenas duas medidas neste ano: o fim da obrigatoriedade da participação da Petrobras nos campos do pré-sal e a renegociação da dívida dos Estados com a União. Apenas um acredita na aprovação da idade mínima para aposentadoria e na volta da CPMF, e cerca de metade aposta na aprovação de limites automáticos para os gastos federais.

Mesmo que o Brasil consiga ajustar as contas, a dívida alta e a austeridade necessária para mantê-la sob controle devem limitar o crescimento do PIB, segundo economistas. O desemprego deve subir até 12 por cento, segundo a mediana das estimativas, sobre 9 por cento atualmente.

O PIB do Brasil provavelmente recuou 3,8 por cento em 2015, segundo a pesquisa, e deve cair mais 3,45 por cento em 2016, segundo o levantamento semanal do Banco Central com instituições financeiras via pesquisa Focus. As três principais agências de risco tiraram o Brasil do grau de investimento nos últimos meses e mantêm perspectiva negativa para a nota do país, indicando a possibilidade de mais rebaixamentos. (Reuters 29/02/2016)

 

Commodities Agrícolas

Açúcar: Impulso da demanda: O açúcar demerara registrou ganhos na bolsa de Nova York ontem, em meio aos rumores de que a trading asiática Wilmar International iria adquirir novos volumes da commodity antes do vencimento do contrato mais curto (março). Assim, os contratos para maio encerraram em alta de 2,6% (36 pontos), a 14,36 centavos de dólar por libra-peso. A Wilmar tem atuado como um comprador regular quando os lotes de açúcar estão próximos do vencimento em Nova York, o que costuma sustentar os preços da commodity. Previsões de chuva no Brasil também dão certo suporte às cotações, porque podem atrasar a colheita de cana no Centro-Sul do país (maior fornecedor global de açúcar). No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq ficou em R$ 79,43, com queda de 0,54%.

Cacau: Oferta apertada: Depois das perdas expressivas na sexta-feira, quando caíram 2%, os preços do cacau reagiram na bolsa de Nova York ontem. Os lotes para maio fecharam em alta de 2,31% (US$ 67), a US$ 2.955 por tonelada. Na semana passada, a Organização Internacional do Cacau (ICCO) reduziu sua projeção de déficit da amêndoa nesta safra global 2015/16 para 113 mil toneladas. Ainda assim, a indicação da entidade é de que a produção global de cacau deverá recuar 1,8%, enquanto o processamento industrial aumentará 1,9%. Ontem, a ICCO também reduziu sua estimativa para a produção da amêndoa no Brasil em cerca de 20 mil toneladas na safra atual, para 210 mil toneladas. Em Ilhéus e Itabuna (BA), o preço médio da arroba ficou em R$ 147, segundo a Central Nacional de Produtores de Cacau.

Milho: Estoques mais altos: A perspectiva de elevação nos estoques de milho nos EUA voltou a pressionar as cotações do grão na bolsa de Chicago. Os papéis para maio encerraram a sessão de ontem com perdas de 2,50 centavos, a US$ 3,57 por bushel, a quinta queda consecutiva. Na sexta-feira, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estimou que o país terá 50,22 milhões de toneladas do grão armazenadas no fim da safra 2016/17, bem acima das 46,67 milhões previstas para o fim de 2015/16. A alta do petróleo, por outro lado, limitou as perdas da commodity, uma vez que tende a incentivar as refinarias a aumentar a mistura de combustíveis alternativos, como o etanol feito de milho. No mercado interno, o indicador Esalq/BM&FBovespa para o grão recuou 0,23%, para R$ 43,63 a saca.

Trigo: Dólar fraco: Os preços futuros do trigo avançaram nas bolsas americanas ontem, estimulados pela perda de força do dólar em relação a outras moedas. Em Chicago, o contrato para maio teve alta de 1 centavo, a US$ 4,5325 por bushel. Em Kansas, onde se negocia o cereal de melhor qualidade, o mesmo vencimento subiu 3,25 centavos, a US$ 4,5750 o bushel. A desvalorização do dólar barateia a compra do trigo americano por estrangeiros. Com mais demanda, os preços tendem a subir. Os ganhos do cereal, entretanto, foram limitados pela estimativa divulgada na sexta-feira de ligeiro aumento nos estoques de trigo nos EUA ao fim da próxima temporada 2016/17. No Paraná, a saca de 60 quilos do trigo pão foi negociada com estabilidade a R$ 39,48, segundo o Deral/Seab. (Valor Econômico 01/03/2016)