Setor sucroenergético

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Cosan tem lucro líquido de R$ 281,6 milhões no 2º trimestre deste ano

A empresa de infraestrutura e energia Cosan reportou nesta quarta-feira um lucro líquido de R$ 281,6 milhões no segundo trimestre do ano, ante R$16,4 milhões no mesmo período do ano passado.

A receita líquida da companhia foi de R$ 11,45 bilhões de abril a junho, alta de 13,4% no comparativo com o segundo trimestre de 2015.

A empresa relatou ainda uma geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos depreciação e amortização (Ebitda) de R$ 1,289 bilhão, ante R$ 823,8 milhões no mesmo período de 2015.

Em comunicado enviado ao mercado, a companhia informou que sua controlada a Raízen Combustíveis aumentou m 17% o Ebtida no período chegando a R$ 597 milhões.

O que puxou essa melhora na geração de caixa foi o aumento das vendas de combustíveis em 1% no segundo trimestre com a expansão da rede de distribuição da controlada. Esse aumento no número de postos compensou a queda do mercado de combustíveis.

Já a Raízen Energia moeu 22,4 milhões de toneladas de cana, 16% a mais que a safra anterior (2015/2016). O aumento dos volumes vendidos, principalmente próprios, e melhores preços geraram um Ebitda de R$ 723 milhões no período, 120% superior ao igual período do ano passado.

A Comgás gerou um Ebitda de R$ 334 milhões no trimestre. Desempenho foi 13% inferior ao mesmo período do ano passado, refletindo a queda nas vendas de gás para clientes industriais cogeração seguem sofrendo com a desaceleração econômica, apresentando queda de 8% e 10% respectivamente. Os volumes dos segmentos residencial e comercial cresceram 6% e 3%, respectivamente, reflexo da conexão de novos consumidores. (Folha de São Paulo 10/08/2016 às 19h: 53m)

 

Grupo Bom Jesus oferece parte de terras a credores em reestruturação

O grupo agrícola Bom Jesus, que pediu recuperação judicial em maio, ofereceu a credores participação acionária em uma fazenda que pode ser vendida posteriormente, em um esforço para reestruturar uma dívida de 2,6 bilhões de reais.

Segundo documentos enviados pela Bom Jesus ao tribunal em Rondonópolis (MT), uma parte do plano de recuperação sugere um leilão de fazendas e de uma subsidiária de comercialização de grãos para levantar recursos. A companhia planeja manter as operações enquanto negocia uma reestruturação de sua dívida.

Cada classe de credores poderá optar por duas alternativas. A primeira seria prorrogar o vencimento de dívidas por até 15 anos, e a segunda receber títulos que podem eventualmente ser convertidos em participação acionárias na fazenda São Benedito, do Bom Jesus, segundo o documento.

O grupo Bom Jesus, um dos maiores produtores de grãos do país, e a assessoria financeira Pantalica Partners, responsável pelo plano, preferiram não comentar o assunto.

A primeira opção dá aos credores com garantia real um período de carência de dois anos e a extensão do vencimento para 12 anos. Credores quirografários reestruturariam a dívida com carência de três anos e prolongamento dos vencimentos para 15 anos, com um desconto no valor principal ainda não definido.

Os credores que escolherem a segunda opção trocariam sua dívida por títulos conversíveis em participação acionária na fazenda São Benedito, que será transformada numa sociedade anônima. O Bom Jesus e seus assessores deverão buscar investidores para comprar participação acionária e eventualmente terras do grupo e repassarão a receita para quitação de dívidas com os credores que optarem por esta segunda modalidade de negociação.

O grupo, que produz soja e algodão, tem 240 mil hectares de terras.

O Bom Jesus é o mais recente caso de um grande produtor agrícola do Brasil a entrar com pedido de recuperação judicial, em meio à pior recessão econômica do país em oito décadas, que aumentou os custos de financiamento para empresas que se alavancaram nos últimos anos.

O grupo Bom Jesus teve que pedir recuperação judicial depois de fracassar em uma renegociação de dívida com um grupo de 28 credores liderado pelo Banco Santander Brasil. (Reuters 10/08/2016)

 

Rumo Logística tem prejuízo de R$32,6 mi no 2º tri

A Rumo Logística anunciou nesta quarta-feira que teve prejuízo líquido de 32,6 milhões de reais no segundo trimestre, refletindo o peso de juros mais altos sobre a dívida da empresa, ante lucro de 33,2 milhões de reais no mesmo período do ano passado.

As despesas financeiras do segundo trimestre subiram 22,5 por cento, para 406,6 milhões de reais, na comparação com um ano antes.

De abril a junho, o volume transportado pela companhia caiu 4 por cento, atingindo 11 bilhões de toneladas transportadas por quilômetro útil (TKU).

Segundo a Rumo, a queda no volume transportado refletiu a antecipação do escoamento da safra de soja para o primeiro trimestre e os menores volumes de produtos industriais.

Ainda assim, a receita líquida cresceu 12,8 por cento na mesma comparação, para 1,38 bilhão de reais.

O Ebitda consolidado do trimestre atingiu 593 milhões de reais, crescimento de 1 por cento comparado com um ano antes.

Para o segundo semestre, a Rumo prevê queda de cerca de 13 por cento na produção da segunda safra de milho. A redução, aliada ao mercado interno aquecido para a commodity, prejudica os volumes destinados a exportação, disse a Rumo. O maior impacto nos volumes de exportação de milho deve acontecer entre o fim de 2016 e início de 2017, previu a empresa.

O endividamento bruto total ao fim de junho era de 10,1 bilhões de reais, 5,6 por cento menor que no primeiro trimestre. A alavancagem recuou 19,7 por cento, para 3,99 vezes o Ebitda dos últimos 12 meses.

O volume de investimento no período somou 599,1 milhões de reais, crescendo 6,4 por cento sobre um ano antes. (Reuters 10/08/2016)

 

Grupo São Martinho estuda ampliar produção de açúcar na Usina Santa Cruz

O diretor financeiro e de relações com investidores do Grupo São Martinho, Felipe Vicchiato, afirmou nesta terça-feira, 9, em teleconferência para comentar os resultados do 1º trimestre da safra 2016/17, que a companhia estuda ampliar a produção de açúcar na Usina Santa Cruz, em Araraquara (SP), para aproveitar o cenário positivo de preços internacionais da commodity desenhado para os próximos anos.

Segundo ele, essa alteração viria de investimentos em equipamentos já em operação para ampliar a capacidade de produção do açúcar sobre o etanol na unidade e foi considerada em todas as três usinas do grupo em São Paulo, mas apenas na Santa Cruz seria possível, apesar de o projeto ainda não ter sido aprovado.

"A companhia tenta tirar gargalos das unidades de São Paulo para conseguir fazer um pouco mais de açúcar, mas isso depende de quais equipamentos você mexe para tentar produzi-lo. Se tiver de mexer em cogeração, o capex é muito alto e a conta não fecha. Se for só na produção do açúcar, se paga em dois ou três anos", disse. "O espaço para fazer isso é na Santa Cruz, mas o projeto ainda não passou a ainda precisamos ver se haverá disponibilidade de cana nos próximos dois anos para conseguir mais açúcar", completou o executivo.

Vicchiato considerou a falta de açúcar no mercado mundial como "estrutural" nos próximos três anos e que outras usinas do País também teriam dificuldades de aumentar a produção da commodity com o mesmo tipo de operação imaginada pelo Grupo São Martinho. O executivo considerou também que o retorno da União Europeia em 2017 ao mercado exportador deve injetar mais 3 milhões de toneladas de açúcar, mas essa oferta já está precificada.

Para Vicchiato, com o dólar em um novo patamar de preço e o açúcar em alta, cotado acima de 20 cents por libra-peso no mercado internacional, o Brasil voltou a ser o player global mais competitivo, com custos de produção em torno de 13 cents por libra no começo da atual safra, em abril. Já o custo de produção é de cerca de 20 cents por libra.

Ainda segundo diretor do Grupo São Martinho, ao final do primeiro trimestre do ano safra 2016/2017, em 30 de junho, 664,47 mil t de açúcar foram fixadas pela companhia em 15,28 cents por libra, o correspondente a 74% da cana própria da empresa. Para 2017/2018, 150,63 mil toneladas açúcar foram fixadas, o correspondente a 15% da cana própria da empresa - em 19,33 cents por libra. (Agência Estado 10/08/2016)

 

Açúcar: Liquidação em NY

Com o esboço de recuperação do dólar em relação ao real no início do pregão de ontem, os contratos futuros do açúcar demerara romperam o suporte técnico dos 20 centavos de dólar a libra-peso na bolsa de Nova York.

Isso gerou uma enxurrada de liquidações de posições vendidas que derrubaram as cotações do açúcar.

Os papéis com vencimento em março de 2017 fecharam o pregão a 20,11 centavos de dólar a libra-peso, recuo de 71 pontos.

"O cenário macroeconômico está bastante negativo, as [commodities] energéticas estão caindo forte, e esse é um novo peso que se coloca para o açúcar", explica Bruno Lima, analista da FCStone.

No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal em São Paulo ficou em R$ 85,92 a saca de 60 quilos, valorização de 0,23%. (Valor Econômico 11/08/2016)

 

Cide maior da gasolina estimulará R$ 40 bi na economia com etanol

O governo do presidente interino Michel Temer estuda aumentar a Cide, tributo que incide sobre os combustíveis. Porém, não há nada definido, apesar do preço artificial da gasolina por vários anos no governo Dilma Rousseff, já que a Petrobras importava o combustível fóssil mais caro e vendia mais barato no País. Fato este que promoveu uma concorrência desleal com o etanol a base de cana de açúcar, impactando esta cadeia produtiva brasileira, o que gerou a maior crise do setor sucroenergético. A fim de reverter esta situação e voltar a movimentar bilhões adicionais na economia com a retomada do incremento do etanol na matriz energética, com efeitos na geração de emprego e renda, o presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), Alexandre Andrade Lima (Foto), reuniu-se com membros do governo e o ministro de Minas e Energias, Fernando Filho. A reunião foi realizada em Brasília nesta terça-feira (9).

A Feplana defendeu o reajuste da Cide da gasolina e a aplicação de um critério ambiental onde taxa o combustível a partir do seu teor poluente. O ministro ficou de se reunir com a equipe econômica do governo para avaliar a viabilidade da medida, bem como de outros pleitos do setor. "O aumento do tributo é uma forma de garantir a justa competitividade do etanol, já que o governo congelou por anos o preço da gasolina"disse Andrade Lima.

O líder dos canavieiros do Brasil também ressaltou a importância da medida para a ampliação do consumo do combustível a base de cana - uma matéria prima renovável, limpa e sustentável. Com isso, haverá grande movimentação financeira com positivos reflexos na economia. O dirigente lembrou que mais de US$ 40 bilhões poderá ser investido pelo setor para atender a demanda dos consumidores, além de todos os benefícios a ser gerados com milhares de novos empregos. A iniciativa ainda ajuda com o país a cumprir sua meta posta na COP 21.

A questão ambiental também foi frisada pela Feplana durante a reunião com o ministro ao defender a adoção de critérios graduais para a taxação da Cide sobre os combustíveis a partir do seu teor de poluição. Paulo Leal,vice-presidente da entidade canavieira, defendeu o proposta de transformar a Cide em um Gren Tax já existente em alguns países. A 'taxa verde' consiste em beneficiar combustíveis renováveis e taxar mais os poluentes.

O dirigente aproveitou para lembrar ao ministro que 80 usinas fecharam nos últimos anos e mais de 80 estão em recuperação judicial. Além de Leal e Lima, a reunião com Fernando Filho contou com a participação do diretor da Feplana, Murilo Paraíso, do presidente da Sindicato dos Cultivadores de Cana de PE, Gerson Carneiro Leão, do deputado federal André Amaral (PMDB/PB) e do secretário nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Marcio Felix.

Cooperativas e BR Distribuidora

Andrade Lima ainda tratou com o ministro de Minas e Energias sobre a liberação da comercialização de etanol de cooperativas de canavieiros do Nordeste com a Distribuidora BR, empresa vinculada à Petrobras. O dirigente solicitou ação ministerial para destravar a proibição descabida da venda de etanol da cooperativa que administra a Usina Cruangi em Pernambuco à Distribuidora. A estatal bloqueou a negociação por conta de pendências dos donos da usina,mesmo sem haver nenhum passivo da Cooperativa formada por agricultores.

"Enquanto o governo pernambucano estimula o cooperativismo, até com a elevação do crédito presumido do ICMS do etanol produzido no local, a União, através da BR Distribuidora, está dificultando a retomada desta importante atividade socioeconômica para a região, com esse bloqueio sem lógica", reclamou o dirigente. Lima solicita que o ministro de Minas e Energia revise esta injusta situação com o setor, de modo que permita a comercialização do etanol da cooperativa com a referida estatal, o que garantirá o restabelecimento de uma relação comercial normal, como já acontece entre a cooperativa com as demais companhias distribuidoras. (Brasil Agro 11/08/2016)

 

Feplana pede que Cide tenha como base o teor poluente de cada combustível

Segundo a entidade, imposto maior para a gasolina estimulará o consumo de etanol e a geração de renda e emprego.

A Feplana defendeu oficialmente o reajuste da Cide da gasolina e a aplicação de um critério ambiental onde taxa o combustível a partir do seu teor poluente. O presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), Alexandre Andrade Lima, reuniu-se com membros do governo e o ministro de Minas e Energias, Fernando Filho. A reunião foi realizada em Brasília nesta terça-feira (9).

O ministro ficou de se reunir com a equipe econômica do governo para avaliar a viabilidade da medida, bem como de outros pleitos do setor. ”O aumento do tributo é uma forma de garantir a justa competitividade do etanol, já que o governo congelou por anos o preço da gasolina”, disse Andrade Lima.

O líder dos canavieiros do Brasil também ressaltou a importância da medida para a ampliação do consumo do combustível a base de cana – uma matéria prima renovável, limpa e sustentável. Com isso, haverá grande movimentação financeira com positivos reflexos na economia. O dirigente afirmou que mais de US$ 40 bilhões poderão ser investido pelo setor para atender a demanda dos consumidores, além de todos os benefícios a ser gerados com milhares de novos empregos. A iniciativa ainda ajuda com o país a cumprir sua meta posta na COP 21.

A questão ambiental também foi frisada pela Feplana. A entidade defendeu a adoção de critérios graduais para a taxação da Cide sobre os combustíveis a partir do seu teor de poluição. Paulo Leal, vice-presidente da entidade canavieira, defendeu a proposta de transformar a Cide em um Gren Tax já existente em alguns países. A ‘taxa verde’ consiste em beneficiar combustíveis renováveis e taxar mais os poluentes.

Cooperativas e BR Distribuidora

Andrade Lima ainda tratou com o ministro de Minas e Energias sobre a liberação da comercialização de etanol de cooperativas de canavieiros do Nordeste com a BR Distribuidora, empresa vinculada à Petrobras. O dirigente solicitou ação ministerial para destravar a proibição da venda de etanol da cooperativa que administra a Usina Cruangi em Pernambuco à Distribuidora. A estatal bloqueou a negociação por conta de pendências dos donos da usina, mesmo sem haver nenhum passivo da cooperativa, que é formada por agricultores.

“Enquanto o governo pernambucano estimula o cooperativismo, até com a elevação do crédito presumido do ICMS do etanol produzido no local, a União, através da BR Distribuidora, está dificultando a retomada desta importante atividade socioeconômica para a região, com esse bloqueio sem lógica”, reclamou o dirigente. (AFCP 10/08/2016)

 

Principal área de açúcar da Índia vê produção 40% menor em 2016/17, diz indústria

O Estado indiano de Maharashtra deve ver sua produção de açúcar cair 40 por cento ante um ano atrás, para 5 milhões de toneladas na safra 2016/17, que começa em 1º de outubro, disse um representante de um grupo industrial à Reuters nesta quarta-feira.

O estado no oeste da Índia produziu 8,4 milhões de toneladas de açúcar na safra atual.

A produção mais baixa no principal estado produtor vai baixar a produção total da Índia e pode forçar o país a importar o adoçante.

A área de cana-de-açúcar caiu e espera-se que a produtividade também caia em razão da seca, disse Sanjeev Babar, diretor administrativo da cooperativa das usinas de açúcar do Estado de Maharashtra.

Na safra atual, 178 usinas estavam operando, mas na próxima safra entre 30 e 40 usinas podem fechar devido à escassez de cana-de-açúcar, disse ele. (Reuters 10/08/2016)

 

Volta do PIS/Cofins sobre etanol elevará preços e reduzirá consumo, diz diretor da São Martinho

O diretor financeiro e de relações com investidores do Grupo São Martinho, Felipe Vicchiato, avaliou nesta terça-feira, 9, que o retorno da cobrança de PIS/Cofins, de R$ 0,12 por litro do etanol hidratado, a partir de 1º de janeiro de 2017, deve gerar aumento de preços ao consumidor e, consequentemente, reduzir a demanda pelo combustível às companhias.

Em abril de 2013, a presidente Dilma Rousseff suspendeu o tributo cobrado ao produtor sobre o etanol como parte de um pacote de bondades ao setor, que incluiu o aumento da mistura do etanol anidro à gasolina de 20% para 25% à época. Hoje a mistura está em até 27%.

"A volta da cobrança ao produtor significa perda de produtividade na cadeia, porque aumentará o etanol na bomba e reduzirá o consumo, trazendo um ajuste da demanda à oferta", disse Vicchiato. Com isso, segundo ele, o Grupo São Martinho não deverá importar etanol até o final desta safra, como fez no último trimestre da passada, entre janeiro e março desde ano.

No período, a companhia comprou 15 milhões de litros de etanol para suprir uma eventual falta do produto na entressafra, o que não ocorreu. Segundo o diretor, a operação foi feita também por outras grandes empresas do setor.

Com o retorno do PIS/Cofins, o Grupo São Martinho não considera "por hora", segundo Vicchiato, que o governo aumentará a cobrança da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), hoje em R$ 0,10 sobre a gasolina, o que seria uma alternativa de aumentar a receita para minimizar o rombo das contas públicas. "O que a gente sabe é que, olhando do ponto de vista de inflação, a Cide impacta no curto prazo e é mais carga tributária", disse.

Vicchiato relatou ainda, em teleconferência com analistas, o sucesso na captação recente de R$ 300 milhões com Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), já que a demanda foi o dobro pelos papéis, mas admitiu que o crédito para companhias brasileiras ficou mais caro por conta da série recente de downgrades do País.

"Nós nunca tivemos problemas de acesso ao crédito, mas para o setor, de um modo geral, a percepção é de que os bancos não estão muito animados para aumentar valor e muito menos estender prazo", concluiu. (Agência Estado 10/08/2016)

 

Produção de etanol nos EUA aumenta 1,4% na semana; 1,018 milhão de barris

A produção média de etanol nos Estados Unidos foi de 1,018 milhão de barris por dia na semana passada, volume 1,4% maior do que o registrado na semana anterior, de 1,004 milhão de barris por dia.

Os números foram divulgados nesta quarta-feira pela Administração de Informação de Energia do país (EIA, na sigla em inglês). Os estoques do biocombustível diminuíram 0,5% na semana encerrada no dia 5 de agosto, para 20,5 milhões de barris.

Os números de produção de etanol nos Estados Unidos são um importante indicador da demanda interna por milho. No país, o biocombustível é fabricado principalmente com o cereal e a indústria local consome cerca de um terço da safra doméstica do grão. (Down Jones 10/08/2016)