Setor sucroenergético

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A Raízen está em busca de um Supervisor de Topografia com conhecimento em Sistematização e Geotecnologias

A Raízen está em busca de um Supervisor de Topografia com conhecimento em Sistematização e Geotecnologias.

Somos uma das empresas de energia mais competitivas do mundo e atuamos em todas as etapas do processo: cultivo da cana, produção de açúcar, etanol e energia, comercialização, logística interna e de exportação, distribuição e varejo de combustíveis, e temos orgulho de sermos uma das cinco maiores empresas em faturamento no Brasil. Temos cerca de 30 mil funcionários por todo o Brasil, que trabalham todos os dias para gerar soluções sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento do país. Caso

Responsabilidades da vaga:

•Conhecimento em conservação de solo e aumento de rendimento das operações mecanizadas, utilizando-se de conhecimentos pedológicos, operações agrícolas e de técnicas de geoprocessamento aplicadas a Hidrologia;

•Definição de Sistemas Logísticos;

•Projetos para Fertirrigação e levantamentos de perfis de tubulações;

•Levantamentos cartográficos, processamentos e mapas do portfólio de áreas próprias e de fornecedores de cana, bem como o cadastro das mesmas;

•Gestão de dados provenientes de plantio com Piloto Automático, tratamento e disponibilização dos mesmos para as operações futuras que desta tecnologia (Colheita Mecanizada, Tratos);

•Gestão de demandas de VANT´s, bem como o processamento, análise e disponibilização dos resultados (análise de falhas de plantio, volumetria de bagaço);

•Estudos de arrendamentos de novas propriedades

Requisitos

•Ensino Superior completo;

•Domínio do Pacote Office;

•Necessária experiência em topografia/ geotecnologiae conservação de solo;

•Necessário conhecimento em softwares de geoprocessamento;

•Disponibilidade para residir na região de Andradina

Caso você atenda os pré-requisitos e deseja participar do processo seletivo, envie seu currículo para o e-mail: thais.ivo@raizen.com;luisa.granato@terceirizadoraizen.com

 

Usinas priorizam açúcar e preço do etanol avança em pleno pico de safra

Cepea destaca que, na média das cinco semanas de agosto, o Indicador do etanol foi de R$ 1,5610 por litro, aumento de 3,9% em relação a julho.

Os preços do etanol no mercado interno avançaram em agosto, apesar de o mês ser considerado pico de safra de cana-de-açúcar no Centro-Sul do Brasil. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a razão para a alta do álcool no spot paulista é a prioridade das usinas pela fabricação de açúcar, commodity que já acumula ganhos de 40% só neste ano na Bolsa de Nova York.

O Cepea destaca que, na média das cinco semanas de agosto, o Indicador de Preço do etanol hidratado, utilizado diretamente no tanque dos veículos, foi de R$ 1,5610 por litro, aumento de 3,9% em relação a julho. Já para o anidro, misturado em até 27% à gasolina, o indicador foi de R$ 1,7228 por litro, avanço de 5,1% na mesma comparação. Os valores são para o produto retirado na usina, sem impostos.

Dados divulgados nesta quinta, dia 15, pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) comprovam que a fabricação de álcool neste ano está menor na comparação com o ciclo 2015/16. No acumulado da temporada, iniciada em abril, foram fabricados 16,46 bilhões de litros de etanol (­0,09%). Já em relação ao açúcar, a produção até agora disparou 17%, para 16,46 milhões de toneladas.

Vendas

As vendas de etanol pelas unidades produtoras do Centro­Sul do Brasil atingiram 2,44 bilhões de litros em agosto, 10,95% menos na comparação com os 2,74 bilhões de litros de igual mês do ano passado. Do total, 150,49 milhões de litros foram destinados ao mercado externo e 2,29 bilhões, ao doméstico, segundo a Unica.

No mercado interno, o volume comercializado de etanol anidro no mês passado totalizou 875,88 milhões de litros, alta de 1,4% em relação aos 863,82 milhões de litros verificados em agosto de 2015. Já vendas internas de etanol hidratado apresentaram sensível recuperação.

As usinas e destilarias do Centro-Sul comercializaram 1,42 bilhão de litros, com crescimento de 4,84% sobre o resultado de junho e de 6,5% em relação ao volume registrado em julho de 2016. Na comparação anual, porém, segue 12,5% menor.

No acumulado da safra 2016/2017, iniciada em abril, o Centro-Sul vendeu um total 950,14 milhões de litros de etanol anidro, tanto para o mercado interno quanto o externo, com queda de 9,2%. Já as vendas de hidratado atingem até agora 1,49 bilhão de litros (­12%). (Canal Rural 15/09/2016)

 

Açúcar: Menor moagem

A menor moagem de cana no CentroSul do Brasil impulsionou as cotações do açúcar demerara na bolsa de Nova York ontem.

Os papéis com vencimento em março de 2017 fecharam a 21,16 centavos de dólar a libra-peso, avanço de 43 pontos. Segundo a União das Indústrias de Cana-de-Açúcar (Unica), a região processou 38,306 milhões de toneladas de cana na segunda quinzena de agosto, 19,3% abaixo do registrado em igual período da safra passada.

Com isso, a produção de açúcar caiu 10,9% para 2,537 milhões de toneladas.

O Brasil é o maior produtor mundial da commodity, e o Centro-Sul do país responde por 90% dessa produção.

No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal em ficou em R$ 86,18 a saca de 50 quilos, alta de 0,41%. (Valor Econômico 16/09/2016)

 

Prosseguem negociações com Tailândia

Brasil e Tailândia, que lideram as exportações globais de açúcar, voltaram a tratar ontem, em Genebra, da queixa brasileira contra o regime tailandês de subsídios ao produto. Para Brasília, a política prejudica as exportações brasileiras.

Pelas regras da Organização Mundial de Comércio (OMC), depois de 60 dias de consultas o Brasil já poderia ter aberto na quarta-feira um painel, ou seja, uma denúncia formal diante dos juízes da entidade global. Mas os dois países continuam conversando sobre uma solução consensual que evite uma longa, e cara, disputa jurídica. Mas o fato é que o Brasil já pode abrir uma disputa a qualquer momento.

No imbróglio com o país do Sudeste Asiático, o Itamaraty acionou inicialmente o Mecanismo de Disputa da OMC, a pedido da União da Industria de Cana-de-Açúcar (Unica). A entidade identificou no sistema de apoio interno tailandês uma maneira de turbinar as exportações do país. Isso porque, com o aumento da produção doméstica, a Tailândia passou a contar com um excedente exportável maior. (Valor Econômico 16/09/2016)

 

Moagem de cana no Centro-Sul recua na 2ª quinzena de agosto

As usinas de cana do Centro-Sul do Brasil desaceleraram o processamento de cana e a produção de açúcar na segunda metade de agosto, com volumes que ficaram abaixo da expectativa do mercado, segundo relatório divulgado nesta quinta-feira pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).

As empresas da região processaram 38,31 milhões de toneladas na segunda quinzena de agosto, ante 44,8 milhões na primeira metade do mês, e abaixo da previsão de 40,24 milhões de toneladas da expectativa média de analistas.

No açúcar, o Centro-Sul do Brasil produziu 2,54 milhões de toneladas, ante 2,97 milhões na primeira metade do mês e abaixo da previsão do mercado de 2,67 milhões de toneladas.

As usinas produziram 1,71 bilhão de litros de etanol na segunda metade de agosto, ante 1,93 bilhão de litros na quinzena anterior e 1,81 bilhão da previsão média de analistas.

As estatísticas da Unica continuam mostrando que as usinas têm priorizado a produção de açúcar, em um cenário de preços internacionais valorizados. A proporção de cana destinada ao açúcar ficou em 47,84 por cento na segunda quinzena de agosto, ante 43,2 por cento no mesmo período de 2015.

No acumulado da safra 2016/17, o centro-sul já processou 393,66 milhões de toneladas de cana, alta de 6,35 por cento ante o mesmo período de 2015/16.

A produção acumulada de açúcar atingiu 22,42 milhões de toneladas (alta anual de 17 por cento) e a de etanol somou 16,46 bilhões de litros (recuo de 0,1 por cento). (Reuters 15/09/2016)

 

Usina leva multas de R$ 204 mil por danos causados por queimada

Áreas arrendadas para o cultivo de cana-de-açúcar ficam em Sandovalina. No total, foram atingidas 138 árvores nativas existentes em meio à plantação.

A Polícia Militar Ambiental aplicou nesta quarta-feira (14) multas que totalizaram R$ 204.435,00 a uma usina sucroalcooleira devido a supostos danos ambientais constatados em três propriedades rurais localizadas em Sandovalina que são arrendadas pela empresa para o cultivo de cana-de-açúcar.

De acordo com a corporação, a vistoria constatou a queimada de cana-de-açúcar em 133 hectares e o incêndio atingiu uma área de maciço florestal em estágio inicial de regeneração, com 0,78 hectare, e o cultivo de eucaliptos e pastagens, com 3,68 hectares.

Na área de cultivo de cana-de-açúcar, foi constatado que houve danos em árvores nativas isoladas existentes em meio à plantação. No total, 138 exemplares foram danificados pelo incêndio.

Diante do que foi constatado pelo local, constatou-se responsabilidade direta ou indireta da empresa pelos danos ambientais causados, além de possível dano material a ser computado pelo proprietário do sítio onde há cultura de eucaliptos e pastagens atingidas pelo fogo, segundo a polícia.

Com as evidências, foi lavrado um auto de infração ambiental por fazer uso de fogo em área agropastoril correspondente a 135,9 hectares sem autorização do órgão competente, no valor de R$ 135.900,00.

Outro auto de infração ambiental foi elaborado por danificar 0,78 hectares de vegetação nativa, em estágio inicial, mediante uso de fogo, sem autorização ou licença da autoridade ambiental competente, no valor de R$ 6.435,00.

O terceiro auto de infração ambiental foi por danificar, qualquer tipo de vegetação nativa, correspondente a 138 árvores isoladas, mediante uso de fogo, localizada fora de área de reserva legal averbada, de domínio privado, sem aprovação prévia do órgão ambiental competente, no valor de R$ 62.100,00. (G1 15/09/2016)