Setor sucroenergético

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Negociação com credores da GVO trava em discussão sobre equity

As negociações do Grupo Virgolino de Oliveira (GVO) com os detentores de títulos de dívida externa (bonds), que já duram mais de dois anos, estão empacadas na troca dos papéis por ações.

A companhia sucroalcooleira quer aplicar uma redução de 50% na dívida de US$ 1 bilhão, incluindo juros acumulados. Em troca, os bondholders pedem 60% das ações da empresa, que resiste em aceitar. (Agência Estado 04/04/2017)

 

Vai chover na horta do agronegócio no MS

Em meio à grave crise fiscal, a cadeia do agronegócio no Mato Grosso do Sul não tem do que reclamar.

O Fundo Constitucional para Financiamento do Centro-Oeste (FCO) deverá injetar, ao longo deste ano, cerca de R$ 1,3 bilhão no setor agrícola no estado.

É um pouco mais do que a estimativa original, de R$ 1,1 bilhão, e quase o dobro do valor liberado no ano passado, de R$ 748 milhões.

 

Açúcar: De olho em 2017/18

As perspectivas otimistas para a oferta mundial de açúcar na safra 2017/18 seguem pressionando os contratos futuros da commodity na bolsa de Nova York.

Os papéis com vencimento em julho fecharam ontem a 16,33 centavos de dólar a libra-peso, com recuo de 35 pontos.

Com um superávit de até 3 milhões de toneladas na oferta mundial previsto para a próxima temporada, os fundos reduziram seu saldo líquido comprado em Nova York de 265 mil contratos em outubro para 56.417 papéis no último dia 28 de março, segundo a Comissão de Negociação de Futuros de Commodities.

Isso levou a uma queda de mais de 700 pontos nas cotações entre outubro e março.

Em São Paulo, o indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal ficou em R$ 74,48 a saca de 50 quilos, com alta de 0,35%. (Valor Econômico 05/04/2017)

 

Sucro: Preços médios reais da safra 2016/17 superam os da anterior

 O setor sucroalcooleiro encerra a safra 2016/17 com preços médios reais superiores aos da temporada anterior, segundo dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. Para o açúcar cristal, a média no mercado paulista foi a maior desde a safra 2012/13. Nesta semana, usinas da região Centro-Sul iniciam oficialmente a moagem da cana-de-açúcar da temporada 2017/18.

AÇÚCAR

Considerando-se toda a safra 2016/17 (do início de abril 2016 ao final de março de 2017), o Indicador CEPEA/ESALQ do açúcar cristal, cor Icumsa entre 130 e 180 (estado de São Paulo), teve média de R$ 87,28/saca de 50 kg, 25,5% acima da registrada na temporada anterior e 26,9% superior à da safra 2012/13; na 2011/12, o valor médio real foi de R$ 88,53/sc, preços atualizados pelo IGP-DI de fevereiro/17.

Segundo pesquisadores do Cepea, a valorização do açúcar se deve, em grande parte, aos aumentos das cotações internacionais, devido às estimativas de déficit global. Os altos patamares ocorreram mesmo diante da maior oferta no Brasil, vale lembrar que usinas do estado de São Paulo priorizaram a produção do adoçante. No acumulado da safra (de 1º de abril de 2016 a 16 de março de 2017), a produção de açúcar avançou 15% na região Centro-Sul e 13,2% em São Paulo, em relação a igual intervalo da temporada anterior, totalizando 35,4 milhões de toneladas e 24 milhões de toneladas, respectivamente, de acordo com o último relatório da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar). Na média do estado de São Paulo, 53,1% da cana foi destinada à fabricação de açúcar nesta safra, ante os 47,9% da passada.

ETANOL

Os preços médios dos etanóis na safra 2016/17 também superaram os da temporada anterior, mesmo com a menor demanda (interna e externa). De abril/16 a março/17, o Indicador CEPEA/ESALQ (estado de São Paulo) do hidratado teve média de R$ 1,6601/litro (sem ICMS e sem PIS/Cofins), alta de 1% em relação a igual intervalo da safra anterior, em termos reais (neste caso, os valores deflacionados pelo IGP-M de março/17). Para o anidro, o aumento real foi de 2%, com o Indicador na média de R$ 1,8442/l (sem PIS/Cofins).

Segundo pesquisadores do Cepea, o suporte do etanol veio, especialmente, da menor oferta. Na temporada 2016/17 (até a primeira quinzena de março), a queda no volume produzido no estado de São Paulo foi de 12,1% para o hidratado e de 3,7% para o anidro em relação ao mesmo período da safra anterior, números da Unica.

EXPORTAÇÃO

De açúcar, foram exportadas 28,29 milhões de toneladas entre abril/16 e março/17, volume 14,6% maior que o da temporada anterior, segundo dados da Secex. A receita obtida com a exportação de açúcar foi de US$ 11,06 bilhões, aumento de 47%.

Os embarques brasileiros de etanol (anidro e hidratado) somaram 1,36 bilhão de litros entre abril/16 e março/17, queda de 36,9% em relação ao mesmo período da temporada anterior, conforme dados da Secex. A receita foi de US$ 727 milhões no acumulado da safra, recuo de 27,4%. O principal importador do produto nacional foram os Estados Unidos. (Cepea /Esalq 04/04/2017)

 

Preço internacional do açúcar é o menor em 10 meses, mostra OIA

Os preços do açúcar no mercado internacional registraram uma queda "significativa" em março dado o cenário de excesso de produção, avaliou nesta terça-feira, 4, a Organização Internacional do Açúcar (OIA), entidade global que tem sede em Londres.

"O sentimento do mercado foi reforçado pela previsão, já considerada anteriormente, de que a Índia não fará uma importação de larga escala e pelas perspectivas positivas para a produção de açúcar no Centro-Sul do Brasil", trouxe o relatório da entidade divulgado nesta manhã.

O preço do açúcar bruto começou o mês passado a 19,39 centavos de dólar por libra-peso, mas baixou para 16,92 centavos de dólar no fechamento do período, a menor cotação diária em 10 meses, desde maio de 2016. A média mensal ficou em 18,08 centavos de dólar por libra-peso, um recuo de 10,9% ante o mês anterior.

O valor do açúcar refinado também ficou sob pressão e passou de US$ 534,35 por tonelada no início do mês para US$ 476,10 por tonelada no encerramento. A média mensal diminuiu para US$ 504,76 por tonelada, um recuo de 7,4% ante o valor médio de US$ 544,62 por tonelada visto em fevereiro.

Com esses movimentos, o prêmio nominal do açúcar branco melhorou em cerca de US$ 9 por tonelada no mês passado, saindo de US$ 97,53 por tonelada para US$ 106,19 por tonelada.

O relatório mensal da OIA também cita a intenção de investimentos de US$ 699,4 milhões em uma plantação de cana-de-açúcar e construção de usina na Nigéria, além da colocação em operação na Tanzânia de um engenho de açúcar com recursos de um investidor indiano.

Menos açúcar

O documento destaca ainda informações recentes divulgadas pela imprensa de que a Nestlé já se prepara para reduzir a quantidade de açúcar em sua linha de confeitaria em cerca de 10% a partir de 2018 no Reino Unido e na Irlanda.

O relatório comenta que em um novo estudo, publicado no American Journal of Clinical Nutrition, cientistas australianos da Universidade de Sydney identificaram que ao longo dos últimos 30 anos houve uma tendência de queda no uso e consumo de açúcares e adição de adoçantes entre os australianos.

Apesar disso, em 1980, 10% dos adultos do país eram obesos e agora cerca de 60% deles estão acima do peso. Também citando a imprensa, a OIA diz que a autoridade europeia de segurança alimentar (EFSA, na sigla em inglês) vai publicar uma revisão científica sobre a quantidade de açúcar que pode ser incluída em uma dieta saudável em 2020. (Agência Estado 04/04/2017)

 

Etanol: Maior oferta volta a pressionar hidratado

Após subir por duas semanas, os preços do etanol hidratado no mercado paulista voltaram a cair na última, segundo levantamento do Cepea. Mesmo com o interesse relativamente aquecido de algumas distribuidoras, o aumento da oferta, por conta da finalização dos estoques da safra 2016/17 e da entrada de produto da nova temporada, pressionou as cotações do combustível. Entre 27 e 31 de março, o Indicador CEPEA/ESALQ do hidratado foi de R$ 1,4842/litro (sem ICMS e sem PIS/Cofins), forte queda de 3,2% em relação ao período anterior.

Para o anidro, segundo pesquisadores do Cepea, agentes focaram os fechamentos de volumes contratados para o abastecimento da próxima safra. O Indicador desse combustível teve média de R$ 1,6798/l (sem PIS/Cofins), ligeira alta de 0,3%. Nas bombas, o preço médio do hidratado foi de R$ 2,497/l na semana de 26 de março a 1º de abril, correspondendo a 71,3% do valor da gasolina (dados da ANP). (Cepea /Esalq 04/04/2017)

 

Tereos emitirá R$ 300 milhões em recebíveis do agronegócio

A Guarani (que passará a se chamar Tereos Açúcar e Energia Brasil), controlada pelo grupo francês Tereos, fará uma oferta de R$ 300 milhões em Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA). A agência de classificação de risco Fitch Ratings atribuiu rating preliminar “AA-” à emissão.

A emissão será feita em 24 de maio e poderá ser acrescida de um lote adicional de 20% e outro suplementar de 15%, a depender da demanda. A remuneração será definida no processo de bookbuilding, em 3 de maio. Os certificados terão prazo de três anos, vencendo em 22 de maio de 2020.

A emissão será feita pela Vert Securitizadora, lastreada em Cédula de Produto Rural Financeira emitira pela Guarani. O coordenador líder da emissão é a XP Investimentos e os demais coordenadores são o Citi e Itaú BBA. A consultoria FG/A é a assessora financeira da devedora e a PMKA Advogados é sua assessora legal. A Lefosse Advogados é a assessora dos coordenadores.

Os recursos serão utilizados para atividades relacionadas ao agronegócio, como financiamento da compra de cana-de-açúcar, pagamento de arrendamentos rurais, aquisição de insumos e processamento, industrialização e comercialização de produtos agroindustriais. (Valor Econômico 04/04/2017)

 

Órgão antitruste dos EUA aprova compra da Syngenta pela ChemChina

As autoridades antitruste americanas autorizaram a compra da suíça Syngenta pela chinesa ChemChina, mas exigiram que o grupo chinês venda três negócios de defensivos agrícolas para uma empresa rival.

A aprovação pela Federal Trade Commission (o equivalente ao Cade no Brasil) é um marco para o acordo de US$ 43 bilhões, a maior aquisição de uma companhia chinesa no exterior.

A decisão antecipa uma onda de fusões e aquisições que deverão remodelar o mercado mundial de sementes e defensivos, numa época em que os agricultores e empresas que os abastecem estão lutando contra os baixos preços das commodities.

Grãos em abundância reduziram a receita dos agricultores e forçaram os produtores de sementes e químicos a demitir funcionários e a reduzir algumas pesquisas.

Para garantir o acordo da Syngenta, a ChemChina concordou em vender vários defensivos agrícolas fabricados pela Adama Agricultural Solutions, uma subsidiária sua baseada em Israel, especializada em defensivos genéricos. A American Vanguard Corp. comprará todos os direitos e bens da produção de paraquat da Adama, usado para matar ervas daninhas antes do plantio, segundo as autoridades americanas.

A American Vanguard também deve adquirir o negócio da Adama em abamectina, um inseticida usado no cultivo de citros e nozes, e o clorotalonil, usado como defensivo nas culturas de amendoim e batatas. A Syngenta vende versões com marca desses produtos químicos.

Os demais termos do acordo não foram divulgados. "Estamos confortáveis com o resultado e mais importante, a Syngenta continuará a fornecer um amplo portfólio de produtos e soluções de alta qualidade para os agricultores dos EUA”, disse um porta-voz da Syngenta.

Autoridades antitruste da União Europeia, China, Índia e México ainda estão revisando o acordo. (Valor Econômico 04/04/2017)

 

Dedini:Justiça suspende pagamento de R$ 13,3 milhões para ex-funcionários

Decisão foi um resposta a um recurso feito pela União que solicitava a interrupção dos pagamentos.

O Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu o pagamento dos trabalhadores da Dedini ao atender um recurso da União que solicita que o dinheiro da venda de um terreno da empresa seja utilizado para débitos da empresa com o governo. De acordo com a Dedini, a empresa entrará com recurso para alterar a decisão.

Em março, O juiz Marcos Douglas Veloso Balbino da Silva, da 2ª Vara Civil de Piracicaba (SP), autorizou a transferência de R$13,3 milhões do montante depositado para os chamados credores concursais, ou seja, os trabalhadores que foram demitidos até agosto de 2015.

Antes da decisão do TJSP cerca de 1.000 trabalhadores já tinham recebido o dinheiro, segundo a Dedini. A suspensão do pagamento permanece até que seja julgado o mérito do processo ou venha a ser alterada a liminar concedida.

Em nota, a metalúrgica disse que tomará providências para reverter a decisão e que deve tomar medidas para amenizar as consequências dessa situação. "Enquanto isso ( suspensão do pagamento), a empresa pretende continuar pagando aos trabalhadores um valor mensal, para ao menos amenizar os valores alimentares", diz um trecho da nota. (G1 04/04/2017)

 

Caiado anuncia medidas para evitar colapso de setor com cobrança do Funrural

O senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO) esteve reunido com a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), nesta terça-feira (04/04), para buscar soluções após nova decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural).

O Supremo decidiu na última semana pela constitucionalidade do fundo, impondo o pagamento de retroativo, o que cria uma dívida a produtores rurais do Brasil que pode chegar a R$ 7 bilhões. Para Caiado, é preciso achar uma saída para que a cobrança do passivo não inviabilize a produção agropecuária brasileira justamente no momento em que o setor começa a alavancar a economia para fora da crise.

"O governo federal não pode promover uma cobrança sem antes buscar saídas para as várias crises que chegaram ao mesmo tempo sobre o produtor rural. Tem a questão da carne, o crédito inacessível e agora o Funrural. Ou seja, uma somatória de problemas que vem levando um setor que sempre foi um alavancador da economia brasileira a uma crise aprofundada nos últimos dias", comentou.

Após reunião dos parlamentares, Caiado apontou três linhas que a FPA deve atuar para achar uma saída satisfatória: "O que definimos foi apresentar requerimentos e trazer várias autoridades nas comissões de Agricultura de Câmara e Senado para debater o assunto; a redação de um projeto de lei em caráter de urgência-urgentíssima dando opção para o produtor pagar pela folha de pagamento ou pela sua receita bruta; e discutir o grave endividamento do setor nos últimos cinco anos. Estamos trabalhando com esses objetivos", concluiu Caiado.

O Funrural prevê uma contribuição de 2,1% sobre receita bruta da comercialização da produção e havia sido considerado ilegal pelo Supremo em 2011. O assunto voltou a plenário após recurso da União. Durante o encontro da FPA, também foi acordado uma reunião ainda nesta terça com o ministro Alexandre de Moraes, no STF, para tratar do tema. (Senado 04/04/2017)

 

Incêndio atinge terminal da Copersucar em Santos, mas não prejudica operações

Um incêndio de pequenas proporções atingiu por volta das 4 horas da manhã desta terça-feira, 4, o Terminal Açucareiro Copersucar (TAC), no Porto de Santos (SP). O fogo afetou o sistema de compressão de ar das instalações e já foi controlado pelos bombeiros.

A assessoria de imprensa da companhia informou ao Broadcast Agro (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) que não houve prejuízos às operações. De acordo com a agência marítima Williams Brazil, nenhum navio estava atracado no momento.

Esse não é o primeiro episódio de incêndio no TAC. Em outubro de 2013, grande parte das instalações foi consumida pelo fogo, com perda de mais de 150 mil toneladas de açúcar.

As obras de reconstrução do terminal, que tem capacidade para movimentar mais de 10 milhões de toneladas do alimento por safra, foram iniciadas ainda em 2013 e concluídas em 2015. (Agência Estado 04/04/2017)

 

Precisamos de segurança, não de beleza, diz produtor, sobre máquina

O fórum de agronegócio realizado nesta terça-feira (4) durante a Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina mostrou uma discussão acalorada sobre a utilização das tecnologias existentes nas máquinas agrícolas.

Glauber Silveira, produtor, vice-presidente da Abramilho e do conselho consultivo da Aprosoja, diz que os produtores utilizam apenas 30% das tecnologias existentes nas máquinas. "Precisamos de segurança, e não de beleza e conforto", diz ele.

O problema, segundo Silveira, é que existe uma inovação tecnológica, mas o produtor não está colhendo mais com essa tecnologia.

"Os engenheiros agrônomos estão aprendendo nas faculdades, mas não levam esses conhecimentos para o campo", diz ele.

Para Paulo Herrmann, presidente da John Deere Brasil, "a tecnologia está chegando, mas está sendo usada de forma ineficiente". Na avaliação dele, o país vive uma assimetria. Há avanços em alguns lugares e atrasos em outros.

Herrmann concorda com Silveira que há um aproveitamento das tecnologias dessas máquinas bem abaixo do que elas oferecem.

O usuário "mais fera" das máquinas não consegue subtrair mais de 70% das tecnologias que ela tem, segundo ele.

Mas não tem outro caminho, a tecnologia chegou para ficar, tem de ser útil e de funcionar, afirma o presidente da John Deere.

"O que não pode haver é apenas uma tecnologia de modismo."

Pedro Valente, diretor-geral da Amaggi Agro, concorda com Glauber e diz que os usuários das máquinas no grupo tiram apenas de 40% a 50% das tecnologias oferecidas. Valente destaca que a formação dos profissionais é importante no campo.

Atualmente os engenheiros agrônomos estão mais voltados para a indústria química do que para as lavouras. As químicas pagam mais.

Para Herrmann, a próxima etapa da tecnologia é "as máquinas falarem entre si". Elas vão ler dados disponíveis da lavoura e tomar as decisões acertadas.

"Esse é o caminho, e as assimetrias precisam ser resolvidas com mais aprendizado".

Um caminho difícil, no entanto, admite o executivo da multinacional.

Valente diz que, "no futuro, a tecnologia vai permitir mais sustentabilidade, mas sem treinamento hoje não existe futuro".

ALIMENTAR O MUNDO

O fórum do agronegócio discutiu, nesta terça-feira (4), os desafios de o Brasil de alimentar o mundo. Um desses desafios passa pela sustentabilidade e pela interação na cadeia produtiva. A profissionalização e a educação são indispensáveis para que esse objetivo seja conseguido, segundo Germano Kusdra, coordenador de projeto da Emater. (Folha de São Paulo 05/04/2017)