Setor sucroenergético

Notícias

Chinesa COFCO reformula operações no Brasil ao constatar irregularidades em sua unidade da Nidera Sementes

A estatal chinesa que comercializa commodities agrícolas COFCO está reformulando suas operações no Brasil, incluindo uma reestruturação em seus negócios com a Nidera Sementes Ltda, após encontrar irregularidades contábeis no ano passado, segundo reporta a agência internacional Reuters.

Já em dezembro do ano passado, foi reportado um rombo de US$ 150 milhões em suas contas da divisão brasileira e, de lá pra cá, muitos outros contratempos vêm sendo sofridos pela COFCO não só no Brasil, mas em suas operações em toda a América Latina, incluindo uma perda de US$ 200 milhões em suas negociações entre biocombustíveis.

A aquisição da Nidera pela COFCO foi concluída este ano. E de acordo com documentos apurados pela Reuters internacional, três dos principais executivos da diretoria da Nidera já renunciaram a seus cargos. Em 2016, as perdas da Nidera Capital BV - a holding da Nidera que também é da COFCO - foram recordes e ficaram em US$ 266,6 milhões, contra US$ 65,9 milhões de 2015.

É importante lembrar, porém, que o recuo na receita gerada pelas maiores traders agrícolas mundiais - como a ADM e a Bunge - também foi reflexo dos preços mais baixos para os grãos. Junto da Cargill e da Louis Dreyfus Corp, as quatro são as maiores e dominam o mercado global de grãos. (Reuters 26/05/2017)

 

Açúcar: Petróleo pressiona

A queda dos preços do petróleo pressionou as cotações do açúcar na sexta-feira na bolsa de Nova York.

Os contratos da commodity agrícola com vencimento em outubro fecharam a 15,37 centavos de dólar a libra-peso, 59 pontos a menos que na quinta-feira.

Apesar de a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) ter estendido os cortes na produção do combustível até março de 2018, analistas consideraram que os termos do acerto não garantem equilíbrio entre oferta e demanda.

O petróleo em baixa desestimula a produção de etanol, concorrente do açúcar no uso da cana no Brasil.

Outro fator baixista foi a redução de preço da gasolina pela Petrobras em 5,4%.

No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal em São Paulo ficou em R$ 77,52 a saca de 50 quilos, queda de 0,15%. (Valor Econômico 29/05/2017)

 

"Golpe duplo" do Brasil leva cotações do açúcar aos patamares mais baixos dos últimos 13 meses

Os futuros do açúcar obtiveram sua maior baixa em 13 meses devido a um "golpe duplo" causado pelo corte nos preços dos combustíveis, além de dados que mostram que as usinas brasileiras estão processando mais cana-de-açúcar do que era esperado pelo mercado.

A indústria do Centro-Sul do país, que é responsável por 90% da produção de açúcar do Brasil, processou 38,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na primeira metade deste mês, segundo informações da Unica.

Apesar de ter havido uma queda de 1,2 milhões de toneladas de cana processada em relação à primeira metade do mês de maio do ano passado, os números estão acima das 36,2 milhões de toneladas esperadas pelos investidores, que haviam previsto uma quebra devido a chuvas no período.

O volume do açúcar produzido durante a quinzena, de 2,11 milhões de toneladas, significou um aumento ainda de 35.000 toneladas ao ano, contrastando com a queda de 225.000 toneladas que o mercado vinha esperando, de acordo com uma pesquisa da S&P Global Platts.

Açúcar x etanol

A produção de açúcar refletiu um aumento de 46,8% na proporção da safra transformada em açúcar ao invés de etanol.

Este fator também esteve 0,9% acima das expectativas dos investidores.

Além disso, a cana-de-açúcar estava em melhores condições do que o esperado pelos analistas, chegando a uma concentração de 122,9kg de açúcar por tonelada.

Preços mais baixos dos últimos 13 meses

Os futuros do açúcar bruto para julho/17 estenderam as quedas após os dados, apresentando-se em 15,05 cents/lb em Nova York, a cotação mais baixa para um contrato spot desde abril do ano passado e uma queda de 4,1% no dia.

As cotações em Londres também atingiram a maior baixa em 13 meses, de 438,00 a tonelada.

O complexo também esteve sobre pressão depois de a Petrobrás revelar um corte de 5,4% nos preços para a gasolina e de 3,5% para os preços do diesel. Assim, o preço do etanol também é afetado, tornando mais fraca a competição pela produção de biocombustível a partir da cana-de-açúcar.

Gasolina, impactos reais

"Se o corte total dos preços dos combustíveis for repassado aos consumidores, isso poderia representar uma redução estimada de 2,2% nos preços do diesel e 2,4% nos preços da gasolina", disse Nick Penney, trader sênior na Sucden Financial.

"Isso poderia reduzir a competitividade do etanol com a gasolina e, dada a fraqueza continuada no real brasileiro, encorajar os produtores a produzir açúcar para exportação ao invés de etanol para consumo interno", acrescentou o trader.

O açúcar tende, assim, a trazer mais benefícios do que o etanol, destacada a presença ativa do Brasil nas exportações do adoçante. (AGRIMONEY 26/05/2017)

 

Indústria sucroenergética defende cautela em ações contra importação de etanol dos EUA

Presidente do Ceise Br considera adoção de estoques mínimos insuficiente, mas vê risco de retaliação se Brasil praticar taxação a produto importado.

O presidente do Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis (Ceise Br), Aparecido Luiz, considera insuficientes as medidas recém-anunciadas pelo governo federal para controlar a importação de etanol de milho dos EUA, mas defende cautela em adotar neste momento uma taxação sobre o produto estrangeiro.

Com a alta na entrada do biocombustível norte-americano no Brasil, o Ministério das Minas e Energia confirmou na última semana a adoção de um estoque mínimo para os importadores, que passarão a seguir as mesmas regras já impostas aos produtores nacionais.

A ação foi confirmada a despeito de uma recomendação do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, à Câmara de Comércio Exterior (Comex) para que fosse adotada uma taxa sobre as importações.

"Não é suficiente, mas como estamos num livre comércio uma taxação dessa, nesse momento seria inviável. Nós teríamos a mesma retaliação do outro lado, vamos trabalhar aí impondo forças, não dividindo. Acho que temos que somar forças", afirmou esta semana o presidente, durante o lançamento da 25ª Fenasucro.

Impasses internacionais como esse, além das incertezas políticas internas, segundo ele, não devem interferir nos negócios da feira, considerada uma das maiores do setor sucroenergético do mundo, e que acontece em agosto em Sertãozinho (SP), com uma projeção de R$ 3,1 bilhões em vendas.

O comércio exterior, na visão dele, foi justamente um dos aspectos que evoluíram para a cadeia sucroenergética desde a última edição da feira, sobretudo pelo preço do açúcar favorável à negociação e aumento da competividade do etanol como opção de energia renovável.

"Independente do que acontece no cenário federal temos que continuar fazendo nossa lição de casa", disse.

Taxação da China

Enquanto o Brasil tenta conter as importações do etanol norte-americano, por outo lado, tenta evitar uma taxação imposta pela China que pode fazer com que o país deixe de exportar 800 mil toneladas de açúcar pelos próximos 12 meses, segundo projeções da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica), que participa das negociações com o governo chinês contra a decisão.

Principal comprador da commodity brasileira, a China elevou de 50% para 95% a tarifa inicial sobre o produto brasileiro importado. Taxa válida pelo primeiro ano de negociação e que cai para 90% no segundo ano e para 85% no subsequente.

Na safra 2016/2017, as exportações brasileiras de açúcar do Brasil para a China foram de 2,149 milhões de toneladas. Para a próxima safra, a previsão era chegar a 3 milhões.

Em nota, a Unica argumenta que, em vez de proteger a indústria chinesa, a nova forma de taxação estimularia o contrabando de açúcar, prejudicando todo o mercado internacional.

Para o presidente do Ceise Br, é cedo para tirar conclusões sobre os efeitos dessa medida. "Realmente é uma situação muito delicada, mas ainda não aconteceu, precisamos esperar acontecer para ver as medidas que vamos tomar. Eu prefiro ser otimista e pensar que isso não vai acontecer", afirmou. (G1 29/05/2017)

 

Etanol hidratado sobe 0,89% e anidro recua 0,08% nas usinas

O preço do etanol hidratado nas usinas paulistas teve alta de 0,89% esta semana, passando de R$ 1,3871 o litro para R$ 1,3994/litro, em média, de acordo com o indicador divulgado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq).

Já o valor do anidro recuou 0,08% de R$ 1,6132 o litro para R$ 1,6119 litro, em média, segundo o Cepea/Esalq. (Agência Estado 29/05/2017)

 

Sistema Tempocampo prevê possibilidade de aumento de até 3% na produção de cana em 2017/18

O crescimento ocorre no Centro-sul do Brasil por causa da expansão da área de cultivo e melhora do tempo.

A produção de cana-de-açúcar nas usinas do Centro-Sul do Brasil poderá ter elevação na safra que começou em maio deste ano. O potencial de ganho é de 3% em relação à safra anterior segundo simulações do Sistema Tempocampo, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, que indicam que o aumento, em parte, se dará por causa de uma expansão da área de cultivo e melhoria das condições meteorológicas nas regiões canavieiras.

As simulações do Sistema Tempocampo apontam para condições climáticas mais favoráveis em relação à safra do ano passado, em regiões importantes como Ribeirão Preto, São Paulo, o sul de Goiás e o Triângulo Mineiro. Em contrapartida, há a possibilidade de queda de produtividade no sudeste do Mato Grosso do Sul, oeste de São Paulo e norte do Paraná, em decorrência de condições adversas.

Sobre o Sistema Tempocampo

O Sistema Tempocampo é uma ferramenta de apoio à decisão para o setor público e privado baseada em modelos agrometeorológicos calibrados para condições específicas de cada ambiente de produção. Conta com uma infraestrutura computacional embasada em amplos bancos de dados climáticos alimentados diariamente para todos os Estados brasileiros. Proporciona, desde 2016, suporte à tomada de decisão de produtores e empresas pelo monitoramento agrometeorológico e geração de cenários agrícolas futuros com foco no efeito do clima sobre a cultura.

Para facilitar a interpretação, a ferramenta se vale de um simples indicador denominado Coeficiente de Produtividade Climática (CPC), que representa a taxa de variação de produtividade decorrente da variabilidade climática entre a safra atual e a safra anterior. Deste modo, todas as variáveis meteorológicas são reunidas e ponderadas pelos modelos baseados em processos em um único coeficiente, facilitando sua interpretação e tornando mais transparente o efeito do clima sobre o desempenho das culturas. (Jornal da USP 26/05/2017)

 

Apesar de chuvas, produção de açúcar aumenta na 1ª quinzena de maio e pressiona preços

A produção de açúcar do centro-sul do Brasil, o maior produtor mundial do adoçante, aumentou mais do que o esperado na primeira quinzena de maio, com usinas conseguindo manter um bom ritmo apesar de alguns dias perdidos por chuvas.

Os números pressionaram os preços do açúcar bruto em Nova York nesta sexta-feira. O contrato julho recuava 2,75 por cento, às 12:08 (horário de Brasília).

As usinas centro-sul produziram 2,1 milhões de toneladas na primeira quinzena, ante 1,12 milhão de toneladas na quinzena anterior e versus 2,07 milhões de toneladas no mesmo período do ano anterior, apontou a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) nesta sexta-feira.

As estimativas de mercado para a produção de açúcar estavam abaixo de 2 milhões de toneladas.

As usinas moeram 38,461 milhões de toneladas de cana, ante 24,091 milhões de toneladas na segunda quinzena de abril, mas um aumento na comparação com as 39,69 milhões de toneladas do mesmo período do ano passado, informou a Unica.

Os analistas também esperavam um esmagamento de cana menor, abaixo de 37 milhões de toneladas. A Platts, por exemplo, projetou 36,15 milhões de toneladas.

As usinas produziram 1,48 bilhão de litros de etanol no início de maio, contra 1,62 bilhão de litros no mesmo período do ano anterior.

Isso mostrou a preferência pela produção de açúcar, apesar de recentes comentários sobre uma melhora na receita de etanol no mercado local.

Quase 47 por cento da cana foi destinada ao açúcar no início de maio, em comparação com 44 por cento na temporada passada. (Reuters 26/05/2017)

 

Elétricos serão mais baratos que carros a gasolina em 10 anos

Em breve comprar automóveis movidos a bateria será mais barato do que comprar os modelos convencionais a gasolina, proporcionando uma economia imediata para os motoristas, aponta uma nova pesquisa.

Fabricantes de veículos como Renault e Tesla há tempos elogiam os gastos menores com combustível e funcionamento dos carros elétricos, que ajudam a compensar os preços iniciais mais elevados da compra de veículos de zero emissão.

Agora uma pesquisa da Bloomberg New Energy Finance indica que com a queda dos custos da bateria, comprar os veículos elétricos também será mais barato nos EUA e na Europa já em 2025. As baterias atualmente representam cerca de metade do custo dos veículos elétricos e os preços delas diminuirão cerca de 77 por cento entre 2016 e 2030, afirmou a empresa de pesquisas com sede em Londres.

"Em termos de pagamento inicial esses carros começarão a ficar mais baratos e as pessoas começarão a adotá-los mais à medida que os preços se aproximarem da paridade", disse Colin McKerracher, analista da empresa. "Depois disso eles serão ainda mais atraentes."

A Renault, que fabrica o carro elétrico Zoe, prevê que os custos totais de propriedade dos veículos elétricos no começo de 2020 serão iguais aos dos veículos convencionais com motores de combustão interna (conhecidos no setor como ICE), segundo Gilles Normand, vice-presidente sênior para veículos elétricos da empresa francesa.

"Temos duas curvas", disse Normand, em entrevista concedida no início do mês em Londres. "Uma delas é a da redução de custos da tecnologia do veículo elétrico, porque há mais avanços no custo da tecnologia e mais volume, de modo que o custo dos veículos elétricos vai cair. O custo do ICE vai aumentar como resultado das normas mais rigorosas, especialmente no que diz respeito às normas para o material particulado". (Bloomberg 26/05/2017)

 

Açúcar: Por um fio

Definitivamente essa não foi uma semana para celebrações no mundo do açúcar. Todas as bruxas foram soltas e todos os cisnes negros rondaram os céus escuros do mercado.

Primeiro, a China com o imposto de importação sobre o açúcar de determinadas origens, entre elas o Brasil. Como o preço do mercado interno chinês está o dobro do preço no mercado internacional, o ágio incentiva o aumento do fluxo de açúcar da Tailândia para Myanmar, que depois ingressava na China. A China quer evitar isso e colocou um imposto de 95%. O Brasil é o país mais prejudicado.

Depois disso, a Petrobras anunciou de maneira inesperada, na quinta-feira, dia 25, uma redução de 5.4% no preço da gasolina para as refinarias. Numa semana em que o real se desvalorizou fortemente em relação ao dólar por conta da turbulência política que atinge Brasília e, em que o petróleo se recuperava lentamente no mercado internacional, a atitude da Petrobras pode ter parecido ilógica.

Alguns cálculos comentados pelo mercado dão conta de que a empresa deveria aumentar o preço ao invés de reduzi-lo. No entanto, efetivamente, havia espaço para a redução no preço da gasolina pelo critério que usamos que compara o preço interno ao consumidor com o preço médio da gasolina em 100 países. Por esse critério, pelos cálculos da Archer, o preço justo da gasolina na bomba em São Paulo, deveria ser de R$ 3,1500 o litro. Na semana passada, o preço médio negociado na cidade de São Paulo, segundo a ANP foi de R$ 3,3570 o litro. O problema, no caso da Petrobras, foi o timing.

A estatal brasileira do petróleo, preocupada com a queda nas vendas de combustível, entendeu que o melhor momento era agora. Essa alteração, no entanto, fez com que grande parte dos analistas, inclusive este humilde escriba, mordesse a língua. Em especial quando o anúncio da empresa vem um par de horas após termos enviado aos nossos clientes um relatório em que dizíamos acreditar “que já vimos a baixa do açúcar este ano (15.12 centavos de dólar por libra-peso dia 27 de abril) e, apenas em condições extremamente desfavoráveis no campo político e econômico no Brasil fariam com que NY negociasse abaixo de 15 centavos de dólar por libra-peso”. O problema, no caso desse escriba, foi o timing.

Evidentemente, quando diferentes critérios apontam para direções diferentes, o problema reside na transparência da formação de preço. Quem pagou o pato, mais uma vez, foi o setor sucroalcooleiro: redução no preço da gasolina afeta o preço do etanol e aumenta a possibilidade de um mix de produção mais açucareiro possível, pressionando os preços do açúcar na bolsa de NY.

Por último, a UNICA divulgou a moagem e produção do Centro-Sul na primeira quinzena de maio e os números foram menores do que o ano passado, mas o mercado não gostou. Se o clima permitir, o mercado trabalha com uma moagem em torno de 586 milhões de toneladas de cana e uma produção de 35.5 milhões de toneladas de açúcar. Se o tempo permitir !!! A capacidade máxima de moagem, assumindo 85% de aproveitamento, está em torno de 629 milhões de toneladas de cana. O Centro-Sul deve moer 2.5 milhões de toneladas de cana por dia. Se tivermos um inverno chuvoso como em 2010, a produção pode ser comprometida.

Bem, o mercado em NY ainda não negociou abaixo dos 15, mas fez novas baixas: na sexta-feira, o vencimento julho/2017 bateu 15.02 centavos de dólar por libra-peso, fechando “heroicamente” nos 15.05 centavos de dólar por libra-peso.

E agora? O que fazer? É tentador, para as usinas, recomprarem seus hedges (desde que tenham suas contas de futuros próprias) pois, da mesma forma que não existe mercado que permanece indefinidamente dando altos retornos sobre o custo de produção, como ocorreu no período de outubro do ano passado até o início deste ano, não existe mercado que fica indefinidamente abaixo dele, num cenário de médio e longo prazo que é fundamentalmente construtivo.

Os consumidores industriais podem estar diante de uma excelente oportunidade de compra de insumos ou de fixação de preços.

A 28ª. Edição do Curso Intensivo de Futuros, Opções e Derivativos – Commodities Agrícolas (em português) da Archer Consulting, vai ocorrer dias 19 (terça), 20 (quarta) e 21 (quinta) de setembro de 2017, das 09 às 17 horas, em São Paulo - SP, no Hotel Paulista Wall Street. Não deixe para a última hora e aproveite os descontos (Arnaldo Luiz Corrêa é diretor da Archer Consulting - Assessoria em Mercados de Futuros, Opções e Derivativos Ltda.)