Setor sucroenergético

Notícias

Raízen questiona benefícios fiscais da Ale

A Raízen entrou como parte interessada no processo da compra da Ale pela Ipiranga, a ser julgado hoje no Cade. Questiona benefícios fiscais da Ale. (Sonia Racy para o Estado de São Paulo 02/08/2017)

 

GranBio evapora no ar

Bernardo Gradin está vendendo a GranBio, produtora de etanol celulósico criada em parceria com o BNDES. A empresa é um daqueles projetos que foi sem nunca ter sido. Recebeu financiamento do banco no melhor modelo Eike Batista, em que o empréstimo ia para algo que nunca existiu fora do papel.

Gradin aparenta querer se livrar de tudo no Brasil para ir viver sem riscos no exterior como bilionário que é. Permanecerá, a distância, em sua disputa judicial encarniçada com Marcelo Odebrecht pelo valor justo para a venda de parte minoritária da holding baiana.

Mas é melhor mesmo ficar fora daqui. Gradin já foi citado por Paulo Roberto Costa na Lava Jato. (Jornal Relatório Reservado 01/08/2017)

 

Terras do Qatar

O Qatar Investment Authority (QIA) está se unindo a uma das maiores empresas agrícolas brasileiras para comprar terras no país, notadamente no Centro-Oeste.

O fundo soberano aguarda apenas a votação do projeto de lei que libera a entrada do capital estrangeiro no setor para iniciar a "Operação Trator". (Jornal Relatório Reservado 01/08/2017)

 

Ipiranga de tanque cheio

O aumento do PIS/Cofins poderá funcionar como um combustível extra para os resultados da Ipiranga no terceiro trimestre.

Segundo o RR apurou, a empresa do Grupo Ultra tem fôlego para segurar seus preços até outubro, sem o repasse do reajuste tributário ao consumidor.

A folga se deve aos elevados estoques acumulados pela Ipiranga nos últimos três meses por meio de uma intensa política de importações.

Má notícia especialmente para a BR Distribuidora, que trabalha com estoques baixos e, nos últimos meses, perdeu mercado para a bandeira do Ultra. (Jornal Relatório Reservado 01/08/2017)

 

Ipiranga, Ale e o risco de uma pane seca

Nos últimos dois dias, postos bandeira branca abasteceram os conselheiros do Cade com uma saraivada de pareceres técnicos no intuito de comprovar os efeitos nocivos da associação entre Ipiranga e Ale.

Estudos mostram que o preço dos combustíveis podem subir até 10%.

Não é exagero dizer que estes estabelecimentos vivem hoje o seu Dia “D”.

Ao abrir o julgamento da fusão Ipiranga/Ale, em certa medida o órgão antitruste estará decidindo o futuro dos postos sem bandeira fixa.

A Ale abastece mais da metade destas unidades em todo o país, no Nordeste, este índice passa dos 70%.

Só que a Ipiranga não distribui combustível para os revendedores bandeira branca.

E, ao que tudo indica, o mesmo passará a ocorrer com a Ale em caso de incorporação, o que obrigaria estes postos (mais de 16 mil) a se amarrarem à marca de um dos grandes grupos do setor. (Jornal Relatório Reservado 02/08/2017)

 

Cofco e CMAA querem comprar usina Revati, da indiana Renuka

A Cofco Brasil e a Companhia Mineira de Açúcar e Álcool (CMAA) manifestaram à Justiça interesse em participar do leilão da usina Revati, da Renuka do Brasil, em recuperação judicial, de acordo com petições dessas empresas vistas pela Reuters.

O leilão do complexo industrial como uma Unidade Produtiva Isolada (UPI), ou seja, sem pendências para o comprador, está previsto para 4 de setembro, e os grupos interessados têm até 10 de agosto para requerer acesso ao pregão.

A venda da usina, localizada em Brejo Alegre (SP) e com capacidade instalada para moer 4 milhões de toneladas de cana-de-açúcar por safra, faz parte do processo de recuperação judicial da empresa, aprovado em maio pelos credores.

A Renuka do Brasil é subsidiária da indiana Shree Renuka Sugars, que iniciou investimentos no país em 2010 e foi atingida juntamente com o restante do setor por baixos preços do açúcar e pelo controle de preços de combustíveis que vigorou em governos anteriores.
Com dívida de aproximadamente 2,7 bilhões de reais, a Renuka do Brasil está em recuperação judicial desde outubro de 2015.

No ano passado, os credores chegaram a aprovar um plano que previa a venda da outra usina da empresa, a Madhu, em Promissão (SP). A unidade foi a leilão em dezembro por 700 milhões de reais, mas não atraiu interessados.

O segundo pregão, com lances livres, em janeiro deste ano, foi suspenso a pedido do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Desde então, a companhia vinha tentando marcar outras assembleias para tratar da situação da empresa, inclusive com uma proposta de leilão da Revati, a qual se concretizou em maio e que, agora, começa a atrair interessados.

A Cofco Brasil, da chinesa Cofco, possui quatro usinas de cana no Estado de São Paulo, com capacidade conjunta para processar 15 milhões de toneladas por ano.

Já a CMAA controla as unidades Vale do Tijuco e Vale do Pontal, ambas no Triângulo Mineiro. Juntas, as usinas podem moer em torno de 5 milhões de toneladas de cana por temporada.

A Reuters não conseguiu um posicionamento imediato da Cofco Brasil, subsidiária da chinesa Cofco. A CMAA e a Renuka também não comentaram o assunto imediatamente.

O leilão da usina Revati é um segundo movimento importante de aquisição do setor sucroenergético brasileiro neste ano envolvendo ativos de empresas em recuperação judicial.

Em junho, a Raízen, joint venture entre Cosan e Shell, fez uma proposta de 823 milhões de reais e levou as usinas Santa Cândida e Paraíso, da Tonon Bionergia, que também está em recuperação judicial.

A Santa Cândida e Paraíso têm capacidade anual combinada de moagem de cana de 5,7 milhões de toneladas. (Reuters 01/08/2017)

 

Açúcar: Realização de lucros

A atuação dos fundos na bolsa de Nova York pressionou ontem as cotações do açúcar após a commodity registrar alta de 51 pontos na segunda-feira.

Os papéis com vencimento em março fecharam a 15,56 centavos de dólar a libra-peso, recuo de 4 pontos.

Segundo Mauricio Muruci, os investidores seguem atentos aos fundamentos de médio prazo, que indicam superávit global na oferta mundial de mais de 3 milhões de toneladas.

"Os fundos resistem a manter apostas de alta acima de 14,5 centavos com esses números", afirmou o analista, ao lembrar das chuvas de monções dentro da média na Índia e o avanço da colheita no Brasil.

No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal em São Paulo ficou em R$ 58 a saca de 50 quilos, queda de 0,82%. (Valor Econômico 02/08/2017)

 

Estudo identifica correlação entre etanol e particulados

Um estudo conduzido por pesquisadores brasileiros e um americano identificou uma correlação entre os preços do etanol em São Paulo, em que a maior parte da frota é de carros flex, e a emissão de partículas ultrafinas, que medem até 100 nanômetros.

De acordo com o estudo, apoiado no Brasil pela Fapesp, quando os preços do etanol sobem, induzindo cerca de 2 milhões de motoristas na metrópole a substituir o biocombustível pela gasolina em seus tanques, a concentração desse tipo de partícula crescem em um terço.

Por outro lado, não se constatou alteração importante nas concentrações de material particulado fino inalável, de 10 mil nanômetros de diâmetro e de 2,5 mil nanômetros.

Os dados analisados no estudo foram coletados entre de janeiro e maio de 2011, época em que houve fortes oscilações no preço do etanol em relação à gasolina, motivadas por fatores macroeconômicos, como a variação do preço do açúcar no mercado internacional.

A coleta ocorreu no topo de um prédio de 10 andares localizado na Cidade Universitária da USP, um local relativamente distante de grandes avenidas, onde chegam principalmente os aerossóis mais envelhecidos, que já interagiram com outras substâncias presentes na atmosfera.

Atualmente, a concentração desse tipo de nanopartícula não é monitorada ou regulamentada por órgãos ambientais do Brasil nem em outros país.

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), por exemplo, monitora apenas as partículas sólidas de 10 mil nanômetros de diâmetro e as de 2,5 mil nanômetros, além de outros poluentes gasosos como ozônio (O3), monóxido de carbono (CO) e dióxido de nitrogênio (NO2).

Segundo Paulo Artaxo, professor do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IF-USP) e coautor do estudo, “essas nanopartículas de poluição são tão pequenas que se comportam como moléculas de gás. Ao serem inaladas, conseguem atravessar todas as barreiras de defesa do sistema respiratório e alcançar os alvéolos pulmonares, levando diretamente para o sangue substâncias potencialmente tóxicas, podendo aumentar a incidência de problemas respiratórios e cardiovasculares. (Valor Econômico 01/08/2017)

 

Shree Renuka recebe US$ 120 milhões

A companhia de agronegócios Wilmar, de Cingapura, fechou um acordo para realizar um aporte de aproximadamente US$ 120 milhões na companhia sucroalcooleira indiana Shree Renuka Sugars, como forma de capitalizar a empresa e colaborar em seu processo de reestruturação de dívidas.

A Shree Renuka Sugars é a maior produtora de açúcar da Índia, com seis usinas, duas refinarias, uma destilaria e três plantas de energia. A empresa também detém quatro usinas sucroalcooleiras no Brasil, todas em recuperação judicial.

Em troca do aporte, a Wilmar, por meio de sua subsidiária Wilmar Sugar Holdings, receberá mais de 481 milhões de ações preferenciais conversíveis compulsórias sem direito a voto da Shree Renuka Sugars, negociadas por um preço de 16,27 rúpias indianas por papel. As ações são obrigatoriamente conversíveis em ações ordinárias da companhia indiana após um prazo de 18 meses a partir da data da alocação.

Atualmente, a Wilmar já detém 27,24% de participação na Shree Renuka Sugars, com um total de mais de 257 milhões de ações da companhia. Quando a Wilmar converter as ações preferenciais em ordinárias, ela passará a deter cerca de 38% do capital da empresa indiana com direito a voto.

Como parte do pacote de reestruturação da Shree Renuka Sugars, a Wilmar precisará fornecer uma garantia no valor de US$ 415 milhões aos credores com os quais a empresa indiana está negociando para garantir o pagamento das obrigações da sucroalcooleira.

Além da capitalização por parte da Wilmar, a companhia indiana também tem discutido com seus credores a amortização de parte de sua dívida, a possibilidade de que os credores convertam parte de seus créditos em participação acionária ou em “garantias conversíveis” (que podem ser convertidas em outras garantias), e a reestruturação das dívidas remanescentes.

A conclusão da subscrição das ações por parte da Wilmar ainda está sujeita ao cumprimento de “condições precedentes” estabelecidos no acordo, que incluem a aprovação do pacote de reestruturação por parte do comitê de supervisão do Banco Central da Índia, por parte dos acionistas da Shree Renuka Sugars e pelas autoridades antitruste competentes.

Atualmente, a dívida da companhia é equivalente a pouco mais de US$ 560 milhões. A Shree Renuka Sugars não tem lucro líquido há cinco safras. Na temporada 2016/17, encerrada em março, o prejuízo foi de 10,397 milhões de rupias indianas, apesar de uma receita de 122,981 milhões de rupias. Apenas de custos financeiros, a Shree Renuka Sugars gastou 9,318 milhões de rupias. (Assessoria de Comunicação 31/07/2017)

 

Usineiros reclamam que aumento de impostos desestimula produção de etanol

Além dos produtores, distribuidoras passaram a ser tributadas pela venda do biocombustível no país. Ceise Br diz que alta na alíquota de Pis e Cofins reduz competitividade do etanol sobre a gasolina.

Usineiros do interior de São Paulo criticam a decisão do governo federal de elevar os impostos sobre o etanol, alegando que a medida desestimula a produção em relação ao açúcar, cuja exportação está crescendo, e diminui a competitividade do biocombustível sobre a gasolina.

Nesse sentido, segundo Antonio Tonielo Filho, conselheiro diretor do Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis (Ceise Br), a tributação também vai de encontro ao acordo firmado pelo país na 21ª Conferência do Clima (COP 21), de adotar medidas sustentáveis para limitar o aumento da temperatura do planeta.

“O governo brasileiro está indo na contramão do que firmou na COP21, que é o compromisso de dobrar a produção de etanol até 2030. É um produto sustentável, polui 90% menos que a gasolina, é um combustível nacional, que gera emprego, divisa, renda e investimento”, diz.

Desde 2013, importadores e produtores de etanol estavam isentos da alíquota de PIS e Cofins. A desoneração integrava um pacote de medidas concedido pela ex-presidente Dilma Rousseff (PT) para beneficiar o setor sucroenergético.

Em janeiro, no entanto, a indústria passou a pagar R$ 0,12 por litro de etanol comercializado. Agora, com a nova mudança, a alíquota cobrada é de R$ 0,13. Ao mesmo tempo, as distribuidoras, que também eram isentas, passaram a ser tributadas em R$ 0,19.

“O governo deixa de fazer uma política pública de incentivar um produto nacional, sustentável, que gera divisa. Isso desestimula quase todo o nosso investimento no etanol. Isso é muito ruim para o Brasil, que está precisando crescer, precisando gerar emprego”, afirma o usineiro.

Segundo o Sindicato Brasileiro das Distribuidoras de Combustíveis (Sinbracom), Valdemar de Bortoli Junior, o aumento da tributação sobre os combustíveis é o maior nos últimos 15 anos: a alíquota também subiu R$ 0,41 sobre a gasolina e R$ 0,21 no caso do diesel.

“A gente estava esperando por esse aumento, mas a magnitude dele foi uma surpresa. Foi um dos maiores aumentos de tributação da história recente, um impacto muito grande. Acho que o governo aguardou esse momento de inflação mais baixa e deu esse aumento significativo”, diz.

Os consumidores já sentem o reflexo do aumento. No caso da gasolina, por exemplo, a alta chega a R$ 0,89 por litro, já que, além da alíquota de PIS e Cofins, há a incidência de mais R$ 0,10 referentes à Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide).

“É um absurdo o que está acontece nesse país. Você paga imposto, paga IPVA, paga pedágio, paga tudo, mas não tem o retorno de nada. Além disso, a gente não pode repassar tudo para o cliente”, reclama o técnico em eletrônica José Pedro Nascimento.

Já o caminhoneiro Wilson Verga, diz que o aumento do preço dos combustíveis vai encarecer o frete e, consequentemente, os produtos e alimentos transportados. Ele conta que gastará em média R$ 180 a mais para encher o tanque do caminhão.

“O frete tem que subir até mais que a proporção do preço do óleo, porque está atrasado há quatro, cinco anos. Então, pesa no bolso de todo mundo. No final, vai pagar mais caro o consumidor porque vai ter que subir o frete, vai ter que subir o produto que você vai levar”, diz. (G1 31/07/2017)

 

Preço do açúcar recua 21% e impacta

Esperava-se preço externo em alta por um período maior, mas a recomposição dos estoques mundiais está com ritmo melhor.

Com isso, os preços praticados em Nova York estão 21% inferiores aos de há um ano.

As receitas das exportações de julho ficaram abaixo das de junho e das do mesmo período do ano passado. (Folha de São Paulo 02/08/2017)

 

Alta menor de tributo não garante competitividade do etanol

O  recuo do governo na tributação do etanol, reduzindo parte da alíquota que havia definido para o PIS/Cofins, torna os preços desse combustível mais competitivos do que os da gasolina no mercado interno.

A alíquota para o etanol hidratado recuou para R$ 0,24 por litro na semana passada, ante R$ 0,32 determinado pelo governo na semana imediatamente anterior.

Esse recuo de R$ 0,08 no imposto eleva a competitividade do combustível, mas ela vai depender do mercado.

Na semana passada, em apenas dois Estados o etanol era mais competitivo do que a gasolina: São Paulo e Mato Grosso.

Em outros três, Minas Gerais, Goiás e Paraná, os preços estavam próximos aos da competitividade, tomando como base os dados de pesquisa da ANP (agência do governo que regula o setor).

No final de julho, apenas 9% da frota nacional estava localizada em áreas em que o etanol era mais competitivo do que a gasolina. No mesmo período do ano passado, 35% da frota se encontrava nessa mesma situação.

Nas 15 principais cidades de São Paulo, Estado líder em produção de etanol, o derivado da cana tem vantagens sobre o derivado de petróleo. Em Ribeirão Preto (SP), por exemplo, o etanol vale 64% do custo da gasolina. Pesquisas indicam que, quando essa paridade é inferior a 70%, o etanol é mais competitivo para o consumidor do que a gasolina.

As vendas de etanol, em queda neste ano, vão depender do comportamento do mercado. Se o produtor incorporar mais preço em seu produto ou se a distribuição resolver incorporar mais margens, o etanol não ganhará competitividade em relação à gasolina, e o consumo se manterá reduzido.

De 23 a 29 de julho, após o período do aumento das alíquotas do PIS/Cofins, a margem bruta da gasolina subiu para R$ 0,63 por litro na revenda. Era de R$ 0,46 no período 16 a 22 de julho.

No caso do etanol hidratado, a margem subiu para R$ 0,46, acima do R$ 0,32 da semana anterior. Os valores têm como base as informações semanais da ANP. (Folha de São Paulo 01/08/2017)

 

Justiça suspende aumento de PIS/Cofins para combustíveis na Paraíba

A Justiça Federal da Paraíba concedeu liminar nesta terça-feira ao Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado da Paraíba (Sindipetro-PB) que suspende o aumento do PIS/Cofins sobre os combustíveis, informaram o sindicato e a Advocacia-Geral da União (AGU), que já anunciou que irá recorrer.

Em sua página no Facebook, o Sindipetro-PB comemorou a decisão do juiz João Pereira de Andrade Filho, da 1ª Vara Federal da Paraíba. Já a AGU, por meio de sua assessoria de imprensa, apontou que a decisão se aplica somente aos filiados da entidade sindical e não tem âmbito nacional.

O presidente do Sindipetro-PB, Omar Hamad Filho, disse que a decisão é parte da luta da sociedade contra o que chamou de excessiva carga tributária.

“Essa é uma luta de toda a sociedade, que precisa se mobilizar e ir atrás de seus direitos”, disse, de acordo com a entidade.

No dia 20 de julho, o governo do presidente Michel Temer anunciou a alta da alíquota do PIS/Cofins sobre os combustíveis com o objetivo de gerar uma receita adicional de 10,421 bilhões de reais no restante de 2017 em um momento em que se esforça para cumprir a meta fiscal deste ano, fixada em um déficit de 139 bilhões de reais. (Reuters 02/08/2017)