Setor sucroenergético

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Preço sobe e estimula a produção de etanol

Agosto foi o mês da virada na produção sucroalcooleira desta safra de cana-de-açúcar no Centro-Sul. A preferência pelo etanol em detrimento do açúcar por causa dos preços mais elevados do biocombustível refletiu-se em uma produção quinzenal menor de açúcar e maior de etanol (tanto anidro como hidratado) pela primeira vez desde o início da safra 2017/18, segundo dados divulgados ontem pela União das Indústrias de Cana-de-Açúcar (Unica).

Na segunda quinzena de agosto, foram produzidas 2,536 milhões de toneladas de açúcar, 0,47% inferior ao mesmo período da safra passada. O volume também foi inferior à produção da primeira metade de agosto, de 3,159 milhões de toneladas.

Por sua vez, a produção de etanol hidratado na quinzena superou a do mesmo período do ano passado e alcançou 1,025 bilhão de litros, com alta de 3,9%. Até então, a fabricação do biocombustível estava sempre abaixo dos níveis da safra passada. Em relação às quinzenas anteriores, porém, o volume ainda foi menor.

A produção de etanol anidro já vinha acima dos níveis do ciclo passado, ganhando espaço sobre o hidratado. Na última quinzena, a produção continuou acima dos níveis de 2016/17 (alta de 2,16%), mas foi menor do que nas quinzenas anteriores, somando 749 milhões de litros.

Essa mudança para uma tendência mais alcooleira da safra já vinha ocorrendo paulatinamente nas quinzenas anteriores, mas foi na segunda metade de agosto que a parcela do caldo de cana destinada ao açúcar ficou abaixo do mesmo período da última safra. O "mix" açucareiro da segunda metade de agosto foi de 46,95%, ante 47,75% um ano antes. Na quinzena anterior, o mix fora de 50,04%.

Nesse cenário, as vendas de etanol reagiram. Superando as expectativas da maior parte dos analistas, foram vendidos 1,366 bilhão de litros de etanol hidratado para o mercado interno em agosto, ante um patamar de cerca de 1,1 bilhão de litros nos meses anteriores. Em um mês, o avanço foi de 23,05%.

Em nota, a Unica avaliou que essa retomada do mercado de etanol hidratado se deve a vários fatores, que vão desde a redução das importações, o ajuste nos preços diários da gasolina na refinaria pela Petrobras, as alterações tributárias que favoreceram o biocombustível, e de "uma provável recuperação no consumo global de combustíveis leves no país", além de uma "eventual antecipação na compra das distribuidoras".

Após a alteração das alíquotas de PIS/Cofins sobre o etanol e a gasolina, o biocombustível passou aos poucos a ser mais vantajoso que seu concorrente nas bombas do país, com o preço abaixo de 70% da gasolina. Antes da alteração tributária, o etanol só estava mais competitivo em São Paulo e Mato Grosso. Em agosto, o produto também passou a ser mais vantajoso em Minas Gerais e Goiás.

Na semana encerrada em 9 de setembro, o etanol caiu em 17 Estados e, no Paraná, aproximou-se do nível de equivalência energética da gasolina, ficando em 71,3%, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). (Valor Econômico 13/09/2017)

 

Açúcar: Oferta abundante

As perspectivas de superávit na oferta mundial de açúcar na safra 2017/18 seguem pressionando as cotações do demerara na bolsa de Nova York.

Os papéis com vencimento em março fecharam ontem a 14,54 centavos de dólar a libra-peso, recuo de 30 pontos.

A desvalorização ocorreu mesmo após a União da Indústria de Cana-deAçúcar (Unica) apontar queda de 0,47% na produção da commodity no Centro-Sul do Brasil na segunda quinzena de agosto em relação à igual período da safra passada.

A Unica indicou também queda no percentual de caldo de cana destinado à fabricação do açúcar, de 47,75% um ano atrás para 46,95% na última quinzena.

No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal em São Paulo ficou em R$ 52,25 a saca de 50 quilos, alta de 0,1%. (Valor Econômico 13/09/2017)

 

Preço médio da gasolina atinge recorde de R$ 3,85 ao consumidor

O preço médio da gasolina para o consumidor brasileiro atingiu na semana passada o valor recorde no ano de R$ 3,850 por litro. Os dados são de levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo), feito entre os dias 3 e 9 deste mês e divulgado nesta terça (12). As informações são da Agência Brasil.

A pesquisa analisou 3.160 postos e encontrou preço mínimo de venda da gasolina de R$ 3,149 e máximo de R$ 4,950. Para as distribuidoras, o preço médio da gasolina por litro alcançou R$ 3,410.

Em relação ao etanol, o preço médio por litro vendido para consumo foi de R$ 2,612 na semana pesquisada, atingindo valor de R$ 2,265 na distribuidora. Já o litro de diesel chegou ao consumidor pelo preço médio de R$ 3,150 e à distribuidora, por R$ 2,759.

O Levantamento de Preços e Margens de Comercialização de Combustíveis abrange preços pesquisados em 459 localidades brasileiras. (Valor Econômico 12/09/2017)

 

Usinas de etanol de milho são viáveis em MT, aponta estudo

A instalação de usinas para a produção de etanol proveniente de milho é viável em Mato Grosso.

Após 18 meses avaliando o retorno econômica da instalação de agroindústrias voltadas para esse setor, o Imea (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária) constatou que, além da viabilidade econômica, as usinas trazem benefícios sociais e ambientais.

"Há boa motivação para a produção de etanol de milho em Mato Grosso. O Estado é o principal produtor do cereal no país, e apenas 15% da produção é utilizada internamente", diz Paulo Ozaki.

O estudo do Imea avalia a possibilidade de negócios em todos os tipos de usina: "flex'', "full" e miniusinas.

A usina "flex" é a que, em parte do ano, se utiliza da cana-de-açúcar e, na entressafra da cana, passa a usar o milho. A "full" emprega apenas milho na produção do etanol. A produção de etanol elevaria o valor agregado do cereal.

Para que as usinas tenham viabilidade econômica, o ponto de equilíbrio do preço do milho deverá ser de R$ 26 a R$ 36 por saca. Neste momento, quando o cereal é negociado a R$ 12 por saca, seu preço está bastante atrativo.

Já o ponto de equilíbrio do preço do etanol pago à usina deve estar entre R$ 1,30 e R$ 1,77 por litro.

O investidor em um projeto de usina de etanol de milho deverá levar em consideração as características da região.

A oferta de milho e a proximidade da pecuária, que se utiliza do DDG (resíduo de sobra após a retirada do etanol do milho, aproveitável pelo gado), são fatores decisivos para a escolha do negócio.

Além disso, os preços do etanol e do petróleo também influenciam na rentabilidade.

Do ponto de vista social, a instalação de uma usina "full" tem grande impacto na região. Cada uma delas gera, em média, 87 empregos diretos. E cada um desses, outros 24 entre indiretos e induzidos.

Produção de soja dos EUA supera expectativa

A produção de soja da safra 2017/18 estimada pelos Estados Unidos surpreendeu o mercado nesta terça-feira (12).

O Usda (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) voltou a reajustar para cima a estimativa de safra.

O mercado espera um volume menor do que os 119,2 milhões de toneladas divulgados em agosto.

Já Daniele Siqueira, da AgRural, diz que o novo número veio de acordo com a previsão da agência: um volume superior a 120 milhões de toneladas.

Ao elevar a produtividade média do país para 55,9 sacas por hectare, o novo número de produção do Usda aponta para 120,6 milhões de toneladas na safra 2017/18.

A estimativa de produção de milho também superou as expectativas do mercado. Ao elevar a produtividade média para 177,7 sacas por hectare, o Usda reajustou a estimativa de produção do país para 360,3 milhões de toneladas.

NO BRASIL

A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) manteve a estimativa de 239 milhões de toneladas de grãos no país, mesmo volume previsto em agosto.

A produção de soja se mantém em 114 milhões de toneladas, mas a de milho sobe para 98 milhões de toneladas no período, conforme a nova previsão.

A produção de trigo, no entanto, vai em outra direção. A Conab estima uma safra de apenas 5,2 milhões de toneladas, 23% inferior à do ano passado. (Folha de São Paulo 13/09/2017)

 

Produção de etanol do centro-sul mostra força com demanda; açúcar despenca

A produção de etanol no centro-sul do Brasil na segunda quinzena de agosto mostrou força enquanto a de açúcar apresentou queda acentuada ante a primeira metade do mês passado, à medida que usinas estão mudando o padrão no mix que privilegiava a fabricação do adoçante para cumprir contratos, afirmou nesta terça-feira a associação que representa o setor.

Além dos preços do açúcar menos favoráveis para novas vendas, a demanda por etanol no mercado interno está crescente, impulsionando a produção diante de menor oferta do produto importado, dos ajustes no preço da gasolina e das alterações em tributos favoráveis ao combustível renovável, disse a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica).

A produção de etanol cresceu 3,1 por cento ante o mesmo período do ano passado, para 1,77 bilhão de litros, em um ritmo maior do que a moagem de cana da principal região, que aumentou apenas 0,8 por cento, para 38,9 milhões de toneladas, um volume que ficou abaixo do esperado por uma pesquisa da S&P Global Platts (41,95 milhões de toneladas).

A fabricação de açúcar, por sua vez, atingiu 2,5 milhões de toneladas, recuo de 0,47 por cento ante a mesma quinzena de 2016, mas um tombo de mais de 50 por cento ante a primeira quinzena de agosto, com uma redução no mix de cana para o adoçante para 46,95 por cento, ante média de 50,32 por cento nas quatro quinzenas anteriores, segundo a Unica.

“Essa redução significativa no mix de produção para o açúcar retrata uma alteração no padrão de produção observado até o momento, o qual era influenciado, entre outros aspectos, pela necessidade de fabricação do produto para o atendimento dos contratos pré-estabelecidos”, disse a Unica em nota.

Na comparação com a primeira quinzena de agosto, a moagem e a produção de etanol também recuaram (14 e 8,8 por cento, respectivamente), com a safra já em ritmo menor na comparação com o pico registrado em quinzenas anteriores.

O centro-sul do Brasil já processou 381,5 milhões de toneladas de cana na temporada 2017/18, queda de 3,6 por cento na comparação com o mesmo período da safra anterior. Ao todo, a Unica projeta uma moagem no ciclo atual de 585 mihões de toneladas, ante 607 milhões no anterior.

Etanol em alta

O volume de etanol comercializado pelas produtoras do centro-sul atingiu 1,27 bilhão de litros na segunda quinzena de agosto – sendo 1,16 bilhão ao mercado doméstico, que apresentou crescimento de 11,77 por cento na comparação com a quantidade comercializada nos primeiros 15 dias de agosto, além de constituir o maior volume quinzenal vendido nos últimos 12 meses.

Do total comercializado no Brasil, 433,93 milhões de litros foram de etanol anidro (alta de 11,10 por cento em relação a primeira quinzena de agosto) e 722,41 milhões de litros de hidratado, “surpreendente crescimento de 12,17 por cento ou 78,37 milhões de litros na comparação com o volume comercializado nos primeiros 15 dias do mês”.

“A mudança nas vendas de etanol se deve, entre outros fatores, à menor oferta do produto importado; aos ajustes no preço de realização da gasolina pura na refinaria; às alterações nos tributos sobre os combustíveis (PIS/Cofins); a uma provável recuperação no consumo global de combustíveis leves no país”, disse a Unica, citando ainda uma eventual antecipação na compra das distribuidoras.

No total de agosto, as vendas do biocombustível no centro-sul atingiram 2,39 bilhões de litros, dos quais 2,19 bilhões foram direcionados ao mercado interno. Desse volume comercializado domesticamente, 1,37 bilhão de litros foram de etanol hidratado – aumento mensal de 23,05 por cento comparativamente ao volume vendido em julho de 2017. (Reuters 12/09/2017)

 

Em reuniões do agronegócio, Alckmin defende RenovaBio e melhoria em infraestrutura

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), defendeu nesta terça-feira, 12, ações de apoio ao agronegócio, como melhoria da infraestrutura e logística. Em uma reunião com o comitê de Agroenergia da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), o governador se posicionou a favor do RenovaBio, destacando a importância da ampliação da participação de biocombustíveis na matriz energética brasileira.

Há vários meses o governo vem prometendo ao setor sucroalcooleiro a edição de uma Medida Provisória para implementar o RenovaBio, mas o assunto teria esbarrado em divergências dos ministérios. De acordo com o Valor Econômico, Alckmin teria explicado que parte do governo resiste à publicação da MP por conta de uma possível renúncia fiscal futura, mas “que pode nem ocorrer”.

“É preciso mostrar que os benefícios do RenovaBio são maiores que a renúncia fiscal”, disse Alckmin. O governador, no entanto, não soube explicar de que tipo de tributo o governo abriria mão.

Outros pleitos

Conforme nota da assessoria de imprensa do governo paulista, Alckmin ressaltou ainda os investimentos que estão sendo feitos na Hidrovia Tietê-Paraná e ouviu pleitos do setor em três reuniões dedicadas exclusivamente ao agronegócio na capital federal.

O governador participou inicialmente da reunião do Conselho do Instituto Pensar Agro (IPA). Em seguida, teve encontro com o comitê de Agroenergia da Abag e, por fim, esteve presente no almoço da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). “Além das iniciativas para aperfeiçoar a infraestrutura e logística, o governador defendeu uma reforma da Previdência que acabe com privilégios”, diz a nota da assessoria.

Para Alckmin, na reunião da FPA, “infraestrutura é solução e é emprego”. Ele ressaltou os investimentos que estão sendo feitos na Hidrovia Tietê-Paraná, de R$ 203 milhões, que permitirão a ampliação e o desassoreamento do canal Nova Avanhandava, que vai resolver um gargalo na passagem de embarcações e beneficiará todo o Centro-Sul do País, em especial Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás. (Agência Estado 12/09/2017)

 

Raízen conclui aquisição de usinas de Santa Cândida e Paraíso, do Grupo Tonon

A Raízen Energia informou, em comunicado ao mercado, a conclusão da aquisição das usinas sucroenergéticas Santa Cândida e Paraíso, do Grupo Tonon, na última sexta-feira, 8. “As referidas usinas passaram a integrar os ativos da companhia”, relatou o documento.

As usinas foram adquiridas por R$ 823 milhõesem proposta feita pela companhia e aprovada em junho na assembleia geral de credores do Grupo Tonon, em recuperação judicial. No mês passado, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a operação.

Localizadas nos municípios paulistas de Bocaina e Brotas, respectivamente, as usinas têm capacidade de processar 5,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar por safra.

Com a operação, a Raízen Energia, maior grupo sucroenergético do mundo, passa a operar com uma capacidade total de moagem de aproximadamente 73 milhões de toneladas de cana por safra. (Agência Estado 12/09/2017)

 

Bunge vai comprar fatia de 70% em unidade da IOI Corp por US$ 946 mi

A Bunge informou que vai comprar uma participação de 70 por cento na IOI Loders Croklaan, do produtor malaio de óleo de palma IOI Corp Berhad, por 946 milhões de dólares, em meio a um plano para investir em empresas de maior margem como ingredientes alimentares e aromas naturais.

As massivas reservas mundiais de grãos e os preços baixos após quatro anos de colheitas abundantes em todo o mundo reduziram os lucros da Bunge e de outros comerciantes de grãos.

O anúncio ocorre um mês depois que a gigante de commodities agrícolas registrou uma queda de 34 por cento nos resultados trimestrais e reduziu suas perspectivas para todo o ano.

A empresa com sede em White Plains disse em julho que estava reestruturando suas operações globais em resposta a condições difíceis do mercado.

O plano da Bunge para adquirir uma participação de controle na unidade IOI Loders da empresa da Malásia ocorre após um período de negociações entre as companhias, informou o IOI Corp em um comunicado nesta terça-feira.

Os produtos da IOI Loders incluem derivados da palma e de óleo tropical. O óleo de palma também é o óleo comestível mais utilizado no mundo, encontrado em tudo, desde margarina até biscoitos e sabão.

 

DowDuPont altera plano de reorganização após fusão

A DowDuPont, que foi formada com união das gigantes do setor químico Dow Chemical e DuPont no início deste mês, disse nesta terça-feira que está fazendo mudanças em seus planos iniciais sobre como irá dividir a companhia após a fusão.

A companhia agora planeja mover negócios que respondem por mais de 8 bilhões de dólares em vendas anuais de sua divisão de ciência de materiais para a unidade de químicos específicos.

A divisão de ciência de materiais responderá por mais negócios da herança da Dow e ficará com sua marca.

O plano da Dow e da DuPont era fazer a divisão entre unidades de agricultura, químicos específicos e ciência de materiais após sua fusão de 130 bilhões de dólares.

O anúncio desta terça-feira ocorre após intensa pressão dos acionistas, que pediam uma mudança na maneira como a DowDuPont - avaliada em 157 bilhões de dólares - foi dividida.

Sob o novo plano, a empresa passará seus negócios de água, sistemas automotivos, fármacos e alimentos e algumas outras unidades da divisão ciência de materiais para a divisão de produtos especiais, disse a DowDuPont nesta terça-feira. (Reuters 12/09/2017)

 

Equilíbrio e revitalização de solo na cana-de-açúcar

A Campanha “Somos Solo, Somos Sementes, Somos Mais Produtividade” do grupo Fertiláqua tem em um de suas frentes a busca pela conscientização no cuidado e na importância do uso dos solos brasileiros, visando uma agricultura de qualidade e com alta rentabilidade para o produtor.

No Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2015, o rendimento médio dos canaviais brasileiros foi em torno de 75 toneladas/ha, com uma produção total no país de 748 milhões/ton. Comparado a anos anteriores, a produtividade de cana-de-açúcar tem se mantido linear e o desafio dos produtores é evoluir este número e ter maiores números de cortes no ano.

Para aumentar o cultivo médio da propriedade, algumas medidas podem ser tomadas pelo agricultor como maior atuação no controle de redução de pragas e doenças e melhorias nas condições do solo que será preparado para receber cana-de-açúcar, uma vez que este último fator incide diretamente no crescimento e na qualidade da planta, e, consequente, na produtividade da lavoura.

Uma das opções, é o uso de condicionadores de solo que apresentam resultados positivos em solos deteriorados, compactados ou salinizados. Um dos objetivos dessa solução é proporcionar maior aeração e descompactação, além de maior retenção de água e ocupação pelas raízes.

Entre os manejos disponíveis, está também a utilização de ácidos orgânicos - fúlvicos e húmicos - no processo de revitalização da qualidade do solo, pois atuam na composição física e são um fonte de alimento para microrganismos. Entres os benefícios desse processo, aumento na produção orgânica, na liberação de nutrientes e maior eficiência em solos que foram adubados com fósforo.

Outro fator importante no cuidado de cana-de-açúcar, é a adubação de solo e a reposição de palhada, medidas que devem ser feitas no dia-a-dia do campo. Dessa forma, será possível conquistar uma melhora no perfil e no equilíbrio do solo e uma maior longevidade no canavial.

A Fertiláqua oferece inúmeras soluções e ferramentas de revitalização do solo em cana-de-açúcar para  que, no final do processo, o produtor obtenha plantas mais sadias e maior número de cana por metro linear em sua propriedade, apresentando maior potencial de produção e resultando em maior rentabilidade para seu negócio. (Notícias Agrícolas 12/09/2017)