Setor sucroenergético

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Ultrapar compra terminal de exportação de etanol da Raízen em Santos

A Ultrapar comprou da Raízen Energia o Terminal Exportador de Álcool de Santos (Teas), conjunto de tanques que está localizado dentro de um perímetro operado pela própria Ultrapar. A aquisição foi aprovada ontem pelo conselho de administração da Ultrapar, de acordo com ata da empresa divulgada hoje na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O valor da transação não foi revelado.

A compra será feita por uma subsidiária da Ultrapar, a Terminal Químico de Aratu - Tequimar. A diretoria da companhia ficou autorizada “a praticar todos os atos e a celebrar todos os documentos relacionados à finalização das negociações”.

As duas companhias mantinham um contrato pelo qual a Ultrapar era responsável pela operação dos tanques. Em 2015, houve um incêndio neles que levou à queima de 23.306 metros cúbicos de combustíveis.

Procurada, a Raízen não respondeu aos questionamentos da reportagem até a publicação desta nota. (Valor Econômico 30/01/2018 às 20h: 03m)

 

BP muda portfólio global e renova aposta em energias renováveis

A BP investiu US$ 5 milhões na FreeWire, uma fabricante de sistemas rápidos para carregamento de carros elétricos; a tecnologia deve ser testada na Europa já em 2018.

As gigantes mundiais do setor de energia enfrentam uma pressão crescente dos investidores e de ativistas ambientais. Inclusive, há quem considere que o crescimento dos combustíveis fósseis está em risco devido ao endurecimento das regulações climáticas pelos governos e à proliferação de fontes renováveis. Para a BP e muitos pares, a perspectiva de queda na demanda por petróleo gerou um foco maior no gás natural como ponte para um futuro com energia mais limpa.

O gás será "o hidrocarboneto de mais rápido crescimento no mundo nos próximos 20 a 30 anos", disse Bernard Looney, chefe da divisão de upstream da empresa, em conferência em Florença, na Itália. "Por isso, vocês nos verão mudando e ampliando nossa posição no gás", entre outros negócios. A BP também anunciou nesta terça-feira um investimento na empresa de recarga de carros elétricos FreeWire.

Sobre a aquisição da FreeWire, o diretor executivo da BP Downstream, Tufan Erginbilgic, comentou: “A mobilidade está mudando e a BP está comprometida em permanecer uma escolha para comercialização de combustíveis no futuro. O carregamento de veículos elétricos está, sem dúvida, se tornando uma parte importante dos nossos negócios, mas a demanda dos consumidores e a disponibilidade de tecnologias ainda estão evoluindo”.

Petróleo

A BP mira um futuro longe do petróleo e admite que parte dele permanecerá inexplorada. "Nem todos os barris de petróleo do mundo serão produzidos", disse Bernard Looney. "Enfrentamos concorrência de fontes alternativas de energia como nunca".

Os comentários do chefe de upstream expandem um alerta da BP de um ano atrás, quando a petroleira informou que a oferta de petróleo continuará abundante nas próximas décadas e que a demanda poderá atingir um pico em meados da década de 2040. No entanto, em maio o economista-chefe da empresa, Spencer Dale, rejeitou a tese de que a própria empresa ficará com os ativos que não puder explorar. As declarações de Looney desta terça-feira não repetiram essa certeza.

"Temos mais petróleo do que o mundo precisa", disse. "A mudança é estrutural. A mudança veio para ficar e, pelo menos do nosso ponto de vista, a competitividade é o caminho a seguir". (Bloomberg 31/01/2018)

 

Preços do etanol nos postos caem em 13 Estados e sobem em outros 13

Os preços do etanol hidratado (que abastece diretamente os tanques) caíram na última semana em 13 Estados e subiram em outras 13 unidades federativas (incluindo o Distrito Federal), de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizado na semana móvel encerrada no sábado, 27.

Os preços do etanol só ficaram estáveis no Amapá, onde só foram avaliados dois postos de combustível.

O produto continuou economicamente mais vantajoso do que a gasolina apenas em Goiás e Mato Grosso, permanecendo abaixo de 70% do valor do combustível fóssil - parâmetro de paridade mais aceito no mercado. Nos postos mato-grossenses, o etanol caiu 0,08%, para R$ 2,55 o litro, o equivalente a 60,2% do preço da gasolina.

Nos postos goianos, o etanol recuou 0,13%, para R$ 2,961 o litro, equivalente a 67,1% da gasolina.

Porém, como a gasolina subiu menos em geral, a correlação entre os preços dos dois produtos desfavoreceu o etanol em 17 Estados e no Distrito Federal. Em São Paulo, maior polo consumidor de combustíveis, o preço do etanol permaneceu em 71,7% do valor da gasolina, mesmo com alta de 0,21% na semana, para R$ 2,874 o litro. (Valor Econômico 30/01/2018 às 18h: 29m)

 

Usinas se organizam após crise

A produção e os investimentos em cana-de-açúcar bateram recorde, mas o mercado não seguiu o ritmo e o setor sucroenergético passou a viver um ciclo de endividamento que já dura dez anos. Para tentar reverter isso, empresas recorrem a alternativas a fim de ampliar o fôlego e aproveitar os sinais de melhora da economia e do mercado para o etanol. Com a crise, de 39 empresas instaladas em Goiás, dez estão em recuperação judicial, no Brasil, são cerca de 80, e três ficaram paradas na última safra.

O endividamento no País chega a R$ 100 bilhões, valor próximo ao faturamento anual do setor. De acordo com o Sindicato da Indústria de Fabricação de Etanol de Goiás (Sifaeg), o comprometimento foi menor em comparação ao faturamento no Estado, mas não menos preocupante. “As empresas estão em recuperação e algumas ainda com dificuldade, mas via de regra o cenário agora melhorou um pouco, porque há uma política mais clara para a gasolina, que acompanha a cotação internacional”, pontua o presidente do Sifaeg, André Rocha.

“O setor quebrou quando seguraram o preço da gasolina e além de tudo estava investindo, praticamente dobrou de tamanho, estava alavancado”, completa. Agora, com as dívidas, André lembra que para sair dessa situação as empresas se voltaram primeiro para aumentar a eficiência, a produtividade, no caso das que ainda tinham fôlego. Também houve os casos em que foi preciso se desfazer de ativos, unidades foram vendidas, ou ao menos parte delas, além das que entraram com processo de recuperação judicial.

“O empresário é um pouco artista, ele tira leite de pedra, porque as mudanças são colocadas na nossa frente”, defende o diretor-presidente da Jalles Machado, Otávio Lage de Siqueira Filho. No caso da empresa, a conclusão em agosto de 2016 era de que o investimento na produção de açúcar era mais promissor, porque o etanol estava com preço abaixo do esperado. “Pagaríamos o investimento em dois anos, corremos, fixamos o preço para a safra seguinte e investimos R$ 80 milhões em prazo recorde”, diz.

No meio do projeto, o preço do açúcar despencou quase 50%. “O etanol de repente começou a subir, teve demanda, porque a Petrobras mudou a política de preços. As usinas vão fazer mais etanol que açúcar e isso vai fazer com que suba preço do açúcar de médio a longo prazo”, avalia ao citar que há possibilidade de flexibilizar o mix para aproveitar melhor o momento.

Outra estratégia adotada pela Jalles diante da crise para conseguir crescer foi a venda de 60% e 65% em 2017 e 2015, respectivamente, de termoelétricas de cogeração a partir do bagaço de cana para a francesa Albioma. Para eles, a opção foi uma saída para ter capital e a expertise de uma empresa que pode trazer maior retorno para o que não era o foco do negócio. “Depois, elas voltarão a ser nossas com previsão de compra e venda por valor simbólico. Farão investimento para aumentar a eficiência e participamos de leilão de venda de energia.”

Otávio Lage pontua que também é preciso ter custos competitivos para enfrentar a situação de mercado e outra ação também é reduzir custos e inovar. “Vamos fazer investimento em irrigação por gotejamento para rentabilizar melhor.”

André Rocha, do Sifaeg, pontua que são diversas as alternativas adotadas para conter as dívidas e em alguns casos também se destaca o investimento em usina de milho “para um ativo que trabalha o ano todo”, sem entressafra. “De maneira geral, é olhar para o umbigo, ver que pode fazer para melhorar, usar tecnologia, corte de despesas e isso tem sido a regra do setor.” (O Popular 30/01/2018)

 

BASF lança aplicativo que facilita a busca de soluções para o melhor manejo nas lavouras

A plataforma já está disponível para os sistemas iOS e Android

Os produtores rurais estão cada vez mais conectados às tecnologias digitais. Levantamento feito pelo Sebrae aponta que 95% deles têm celular. Atenta a esse acelerado crescimento no campo, a BASF lança o aplicativo BASF Agro para smartphones.

A plataforma permite que os produtores acessem as principais soluções da empresa, por cultivo ou por problemas (pragas, doenças e plantas daninhas), além de encontrarem, de forma rápida e off-line, informações para o manejo eficiente nas lavouras. O aplicativo está disponível para os sistemas iOS e Android.

As funcionalidades disponíveis no BASF Agro são:

Informações sobre os principais problemas e soluções que atingem as lavouras, divididos por cultivo;

Informações técnicas dos produtos (bulas e fichas de segurança);

Desempenho dos produtos;

Lista de revendas e distribuidores mais próximos;

“Essa plataforma tem o objetivo de auxiliar o agricultor na tomada de decisão e, consequentemente, na redução de riscos. O desenvolvimento do aplicativo BASF Agro reforça a nossa estratégia em atender as necessidades do produtor rural e o nosso comprometimento em apresentar soluções cada vez mais inovadoras”, comenta Almir Araújo, gerente de Marketing Digital para a América Latina da BASF.

A ferramenta é gratuita e está disponível para download na Apple Store e Play Store. (Basf Agro 30/01/2018)

 

Guerra dos plugues: a luta pela supremacia dos carros elétricos

Um grupo de montadoras alemãs uniu-se à americana Ford para dar um passo importante no mercado de carros elétricos: elas vão construir uma rede conjunta de postos de recarga de alta tensão para atender suas marcas, na expectativa de ditar o padrão de plugues e protocolos que serão adotados pela indústria.

No momento, as montadoras japonesas, alemãs e a Tesla utilizam plugues diferentes para conectar as baterias de seus carros aos carregadores. Porém, segundo o grupo de empresas que está lançando a nova rede de postos de recarga, indispensáveis para a popularização dos modelos elétricos, será preciso limitar o número de formatos de plugue utilizados para que os custos se mantenham num patamar razoável.

As montadoras que vencerem essa disputa terão a vantagem de dispor de uma cadeia logística pronta e uma extensa rede de postos, o que deve tornar seus veículos mais atraentes para os motoristas interessados em fazer viagens mais longas, segundo analistas.

Por outro lado, as que saírem derrotadas devem amargar grandes prejuízos: elas podem ver seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento não resultarem em nada, e ser obrigadas a adaptar suas linhas de montagem e o design de seus modelos para que os clientes utilizem as redes de carga rápida com maior cobertura.

De acordo com uma estimativa do banco suíço UBS, será preciso investir US$ 360 bilhões em infraestrutura de recarga por todo o mundo para atender à demanda dos novos veículos elétricos. Limitar o número de tecnologias utilizadas será crucial para um bom resultado.

“O mercado de carga rápida pode estar crescendo rápido, mas a questão dos diferentes tipos de conectores e tecnologias de comunicação terá de ser resolvida mais à frente”, diz o estudo publicado este mês.

Visando a criar massa crítica para o sistema mais utilizado na Europa, o Combined Charging System (CCS), a BMW, a Daimler (fabricante da Mercedes-Benz), a Ford e o grupo Volkswagen (que inclui Audi e Porsche), divulgaram em novembro a intenção de construir 400 postos de recarga de alta tensão em estradas importantes de 18 países europeus até 2020.

“No fim das contas, trata-se de uma maneira de proteger os investimentos de quem está apostando na mobilidade elétrica”, afirma Claas Bracklo, chefe de eletromobilidade da BMW e presidente da Charging Interface Initiative (CharIN), que está respaldando o CCS. “Fundamos a CharIN para nos colocarmos numa posição de poder.”

Os elétricos ainda estão engatinhando e é difícil prever qual tecnologia irá vencer a disputa, ou mesmo se continuará havendo várias alternativas para fazer a recarga dos veículos, ao contrário do que acontece com os carros a gasolina, em que há um padrão universal.

Para os fabricantes que estão injetando bilhões de dólares no desenvolvimento de baterias e carros elétricos, porém, há muito em jogo, e esta é uma partida decisiva.

Guerra de formatos

Além do CCS, existem três outros padrões de plugue para carga rápida de baterias: o sistema Supercharger, da Tesla; o CHAdeMO, ou Charge de Move, criado por empresas japonesas (Nissan e Mitsubishi entre elas); e o GB/T, da China, país que é o maior mercado para carros elétricos do mundo.

“Creio que com o tempo o CHAdeMO e o CCS devam convergir, possivelmente para o atual padrão CCS, e só o tempo dirá o que vai acontecer com a Tesla”, diz Pasquale Romano, CEO da ChargePoint, firma do Vale do Silício que administra uma das maiores redes de postos de recarga do planeta.

Até o momento, há 7.000 pontos de recarga CCS espalhados pelo mundo, segundo a CharIN, sendo que mais da metade deles estão situados na Europa. A União Europeia respalda o CCS como plugue padrão para carga rápida, mas não proíbe que outros modelos sejam instalados.

Para efeitos de comparação, os pontos de recarga compatíveis com o CHAdeMO somam 16.639 (a maior parte no Japão e na Europa) e a Tesla possui 8.496 Superchargers (a maioria nos Estados Unidos). Já a China possui 127.434 postos de carga GB/T, segundo a Aliança Chinesa para a Promoção de Infraestrutura de Recarga para Veículos Elétricos.

Tal como em outras disputas para determinar o padrão utilizado em uma indústria, como a que se travou no setor de fitas de vídeo entre os sistemas VHS e Betamax, cada padrão de recarga tem seus prós e contras.

O sistema da Tesla é exclusivo para os clientes da marca, por exemplo, ao passo que o CCS possui um plugue duplo que pode ser conectado em corrente contínua (CC) ou alternada (CA), o que amplia o número de pontos de recarga à disposição dos motoristas.

O sistema CHAdeMO, por sua vez, permite que os motoristas vendam energia da bateria de volta para a rede elétrica, num processo conhecido como carga bidirecional. Isso ajuda a estabilizar as redes elétricas em períodos de pico e pode render alguns trocados para os donos de veículos.

“Se eu fosse a Nissan, ia querer pegar esse padrão e torná-lo o dominante”, diz Gerard Reid, fundador da Alexa Capital, que presta consultoria a companhias elétricas, de tecnologia e de infraestrutura energética. “Isso lhes daria uma vantagem sobre a concorrência.”

Tempo é tempo

A maioria dos plugues usados para carregar veículos em casa usa corrente alternada (CA) e é lenta. Por isso, a construção de redes que possam proporcionar cargas rápidas na rua é considerada fundamental pela indústria, já que muitos consumidores em potencial ainda se mostram preocupados com o problema da autonomia das baterias.

Capazes de transferir uma maior quantidade de corrente contínua (CC), que é mais potente, os carregadores de alta velocidade podem completar a carga de um veículo num tempo até sete vezes menor.

As estações CC mais velozes, que transmitem até 400 kW, podem fazer uma carga completa em menos de 10 minutos, um progresso extraordinário em relação às 10 a 12 horas necessárias em alguns pontos de recarga com corrente alternada.

A expectativa dos fabricantes é que os motoristas se sintam mais confiantes para fazer viagens longas se souberem que é possível carregar o veículo num intervalo pequeno, não muito distante do necessário para encher o tanque com gasolina.

Com isso em mente, a parceria entre as montadoras alemãs e a Ford para instalar postos CCS de carga rápida ganhou a adesão de redes de postos de combustível que atuam na Europa, como a Shell, a OMV, a alemã Tank & Rast e a rede Circle K.

Para as montadoras tradicionais, sair na frente na corrida dos carros elétricos também significa manter a relevância num setor que teve os alicerces abalados com a chegada da Tesla.

A firma de Elon Musk já vale US$ 11 bilhões a mais do que a Ford, muito embora a Tesla só tenha entregue 76.230 carros em 2016, enquanto a pioneira da indústria automobilística americana vendeu 6,65 milhões de unidades.

No entanto, por possuir maior cacife financeiro, o grupo de montadoras alemãs que se aliou à Ford acredita poder alcançar uma posição de vantagem no longo prazo. E elas sabem que a tecnologia usada na recarga é um fator importante nessa briga.

Momento decisivo

Por ora, os plugues CCS, Supercharger e CHAdeMO continuam sendo instalados na Europa e nos Estados Unidos, enquanto a China segue investindo no sistema GB/T, o que sugere que ainda é muito cedo para dizer quem sairá vencedor nesta guerra de plugues, ainda mais porque nenhuma montadora quer ficar para trás no mercado chinês.

A Tesla, por exemplo, anunciou em outubro que irá modificar seus modelos S e X para o mercado chinês, instalando uma segunda porta de recarga compatível com o padrão GB/T adotado no país.

Os demais concorrentes, em sua maioria, também estão incorporando o padrão GB/T em seus veículos destinados ao mercado chinês. A China tem metas ambiciosas para as vendas de carros elétricos, apesar de alguns executivos do setor ainda acreditarem que o país possa adotar um dos padrões concorrentes no futuro.

Embora continue desenvolvendo sua rede com tecnologia própria, a Tesla se associou às iniciativas CHAdeMO e CharIN. Além disso, ela vende adaptadores para que os clientes residentes na América do Norte e no Japão também possam utilizar postos de recarga CHAdeMO.

A empresa não respondeu se admite a possibilidade de vir a adotar o padrão de algum concorrente no futuro. Tal decisão, dizem os analistas, marcaria um momento decisivo na disputa para instaurar o modelo dominante de plugue.

“Para a Tesla, sempre foi muito importante dispor de uma infraestrutura de recarga para nossos clientes, desde o primeiro dia”, afirmou uma porta-voz da marca. Além disso, acrescentou, a empresa acolheria de bom grado qualquer investimento em tecnologia de recarga.

Para Tomoko Blech, representante do CHAdeMO na Europa, ficar elucubrando qual padrão irá ganhar a briga não leva a nada, porque a indústria de carros elétricos ainda está dando seus primeiros passos e as montadoras precisam travar essa luta com seus modelos.

Há quem diga que sempre haverá várias alternativas para carregar veículos movidos a bateria.

“Se você tem um carro a gasolina, pode abastecê-lo em qualquer lugar do mundo. Situação melhor que essa não há”, diz Nicolas Meilhan, analista-chefe da consultoria Frost & Sullivan. “Com os elétricos, isso não vai acontecer”. (Reuters 30/01/2018)