Setor sucroenergético

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Queda do açúcar e alta do dólar inflam dívidas das usinas

Durou pouco a alegria dos usineiros com o elevado patamar das cotações internacionais do açúcar, que dava o tom há dois anos. Exceto por uma "elite" de empresas que atravessou a crise do início desta década com poucos arranhões e permaneceu capitalizada, grande parte do segmento se vê nesta safra 2018/19 espremida por preços que não cobrem os custos de produção e, de outro lado, por um dólar que infla parte das dívidas. De acordo com analistas, essa combinação deve piorar a situação de grupos já com baixa liquidez e deflagrar uma nova etapa de renegociações e pedidos de recuperação judicial.

Conforme avaliações preliminares de bancos, em geral as dívidas das companhias, que vinham em queda desde o ciclo 2014/15, subiram um pouco na safra 2017/18, encerrada em março, e com a disparada da moeda americana a tendência é que o aumento perdure. Para a União das Indústrias de Cana-de-Açúcar (Unica), que reúne cerca de 120 empresas do Centro-Sul do país, o endividamento dessas associadas permaneceu estável entre R$ 80 bilhões e R$ 90 bilhões em 2017/18 mas o montante deverá crescer em 2018/19, puxado por usinas já com problemas financeiros que representam cerca de 30% da moagem de cana da região.

O Rabobank estima que a dívida total das usinas que compõem sua carteira de clientes - que respondem por 50% da produção do Centro-Sul - aumentou pouco mais de 4% em 2017/18, de R$ 120 para cerca de 125 por tonelada de cana moída. "Hoje, dado o movimento do câmbio, com certeza essa dívida já está maior", diz Manoel Pereira de Queiroz, gerente do banco de origem holandesa.

Ele evita traçar projeções para o nível do endividamento no fim da safra atual porque ainda há muitas incertezas em relação aos planos de investimentos das empresas em canaviais e em outras frentes. Mas, segundo Queiroz, o impacto do câmbio é relevante, já que uma parcela elevada das dívidas do segmento está indexada em dólar. Entre os clientes do Rabobank, cerca de 50% da dívida está atrelada à moeda americana.

O Itaú BBA até considera que houve uma pequena redução do total de dívidas do segmento indexado ao dólar, mas determinada por usinas com melhor liquidez. Na temporada 2017/18, calcula o banco, cerca de 40% da dívida total estava atrelada ao dólar, 5 pontos percentuais a menos que na safra anterior. "Os players mais saudáveis tendem a ter dívida indexada em real. Entre os mais alavancados, a dívida é mais dolarizada", afirma Pedro Fernandes, diretor da área comercial do Itaú BBA.

Por muito tempo, as usinas faziam dívida em dólar porque as exportações de açúcar funcionavam como um "hedge natural". Mas, segundo Bruno Matelli, analista da Standard and Poor's (S&P), essa correlação está mais fraca porque o Brasil perdeu espaço no mercado global da commodity. "E uma subida de dólar afeta a dívida de uma vez só, enquanto o efeito na receita é mais demorado", acrescenta.

Além disso, lembrou um consultor que preferiu não se identificar, "a exportação de açúcar neste ano está horrível, e quem tem dívida em dólar não escapa". No primeiro semestre deste ano, as exportações brasileiras de açúcar bruto renderam US$ 2,5 bilhões, uma retração de 40% em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto o dólar médio (Ptax) do semestre subiu 7,76%, segundo o Valor Data. Na bolsa de Nova York, as cotações da commodity caíram mais de 20% desde o início do ano.

Diferentemente do que aconteceu na safra passada, quando boa parte das exportações de açúcar foram fixadas a preços mais elevados, nesta safra a fixação está atrasada e com valores menores. O volume de embarques também está menor, porque as usinas estão preferindo ampliar a produção de etanol, mas as vendas do biocombustível não estão compensando todas as perdas com açúcar. "O etanol está mitigando um pouco a queda do açúcar, mas a geração de caixa está menor do que esperávamos um ano atrás", afirma Victor Momiyama, também da S&P.

Antonio de Pádua Rodrigues, diretor técnico da Unica, avalia que, nesse contexto, a dificuldade será maior entre as empresas que têm menos capacidade de maximizar sua produção de etanol. "As usinas do Paraná, por exemplo, são mais dependentes do açúcar", afirma o dirigente.

Em virtude do cenário atual, dois meses atrás a S&P rebaixou a nota da Usina Coruripe para 'B+', e mais recentemente a nota da Usina São João (USJ) também foi rebaixada, para 'CCC'. Segundo a S&P, a USJ terá parcelas de bonds a pagar em 2019 e, segundo Matelli, a estrutura de capital da companhia não deve ser suficiente para arcar com os compromissos. "Se essas condições se mantiverem por mais tempo, a tendência para toda a indústria é de deterioração", alerta Luísa Vilhena, também da S&P.

No dia 17, a Clealco pediu recuperação judicial e atribuiu a decisão à queda do açúcar e à alta do dólar, entre outros fatores. Duas fontes que preferiram não se identificar acreditam que mais pedidos poderão ocorrer neste ano. Mas, tanto o Rabobank como o Itaú BBA, apostam mais em negociações extrajudiciais. (Valor Econômico 23/07/2018)

 

Seca acende alerta para safra de cana do Brasil em 2019

A severa estiagem no centro-sul do Brasil, que vem desde o outono, acendeu o sinal de alerta para a safra de cana do próximo ano, uma vez que a cultura tende a chegar ao período úmido, a partir de setembro, sem muita margem para chuvas abaixo da média, disseram especialistas à Reuters.

Por ora, a seca tem contribuído para o avanço da colheita das lavouras, mas o foco já se volta para as precipitações futuras, uma vez que o solo está com umidade bem reduzida em alguns locais, especialmente Paraná e São Paulo.

“O sinal de alerta está ligado, porque nesse período de abril até julho choveu bem abaixo da média. Isso já está afetando a safra de cana em andamento e a próxima vai depender demais das chuvas de verão”, afirmou o sócio-diretor da consultoria Job Economia e Planejamento, Julio Maria Borges.

“Se chover legal, até recupera, porque a cana é resistente. Mas essa recuperação vai depender da qualidade e do padrão da chuva. Por enquanto, o sinal é amarelo”, acrescentou.

Nos últimos 120 dias, as precipitações ficaram aquém do normal em praticamente todo o centro-sul, principal região produtora de cana do Brasil, o maior player global do setor sucroenergético.

No centro-oeste do Paraná, por exemplo, as chuvas registradas ficaram 300 milímetros abaixo da média, enquanto em Ribeirão Preto (SP), principal polo produtor do país, choveu 157 milímetros a menos, conforme o Thomson Reuters Agriculture Weather Dashboard.

Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás também não viram muita água nesses últimos três meses.

A cana tem um ciclo anual e, após sua colheita, as chamadas soqueiras passam a depender de um regime hídrico regular para o pleno desenvolvimento da planta até a safra seguinte. Na temporada vigente, ainda há mais da metade das lavouras para serem colhidas.

Na esteira da seca, consultorias vêm reduzindo suas previsões para o volume de safra neste ano. Recentemente, foi a INTL FCStone que cortou sua estimativa de moagem ao menor nível desde 2014/15.

“É indiscutível que o tempo seco de fato afetou significativamente as lavouras do centro-sul. Entre os meses de fevereiro e junho, a precipitação sobre o cinturão canavieiro registrou 378 mm, 31,4 por cento abaixo do ano passado e 33,4 por cento a menos do que a média histórica”, comentou o analista de mercado da INTL FCStone, João Paulo Botelho, em comunicado.

Uma nova queda na safra de cana do Brasil poderia potencialmente colaborar para uma redução no excedente de açúcar projetado para o mundo na próxima temporada, além de reduzir a oferta de etanol no mercado brasileiro.

Chuvas irregulares?

Segundo o agrometeorologista Marco Antonio dos Santos, da Rural Clima, há uma tendência de que o período de chuvas chegue um pouco mais cedo neste ano, na virada de agosto para setembro, mas de forma “muito irregular”.

“Apesar de institutos estarem apontando para um retorno do El Niño por causa do aquecimento das águas nas regiões central e oeste do Pacífico, a parte leste, que banha a América do Sul, ainda se mantém com temperaturas abaixo da média, e por isso as chuvas serão irregulares quando chegarem”, disse, referindo-se ao fenômeno climático geralmente associado a mais precipitações no Brasil.

O agrometeorologista comentou ainda que, de fato, o centro-sul do país “carrega um estresse hídrico muito acentuado” e que as lavouras precisarão de mais chuva do que em outros anos. (Reuters 20/07/2018)

 

Justiça aprova pedido de recuperação judicial da Clealco

O pedido de recuperação judicial do grupo sucroalcooleiro Clealco, dono de três usinas no Estado de São Paulo, foi deferido hoje no Foro de Birigui do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). O pedido foi apresentado na última terça-feira, 17.

Com isso, o número de empresas do ramo que estão em recuperação judicial chega a 68, conforme levantamento da consultoria RPA.

A Clealco inscreveu no pedido dívidas de R$ 1,3 bilhão, dos quais 75% referem-se a dívidas bancárias, concentradas nas mãos de Itaú, Rabobank e Santander.

A companhia possui usinas em Queiroz, Clementina e Penápolis, mas esta última está sem moer cana nesta safra por falta de matéria-prima na região.

A companhia é representada pelo escritório TWK Advogados. (Valor Econômico 20/07/2018 às 19h: 43m)

 

Açúcar sobe na ICE com fortalecimento da moeda brasileira

Os contratos futuros do açúcar na ICE encerraram esta sexta-feira em território positivo, recebendo suporte do fortalecimento do real, sendo o Brasil o maior produtor mundial da commodity.

O contrato outubro do açúcar bruto avançou 0,15 centavo de dólar, ou 1,4 por cento, para 11,12 centavos de dólar por libra-peso, depois de ter sido negociado em um intervalo estreito da semana.

O contrato teve uma alta na semana de 1,5 por cento, seu maior ganho semanal desde o fim de maio.

O açúcar branco para outubro ganhou 3,80 dólares, ou 1,19 por cento, a 322,2 dólares por tonelada.

"Nós acreditamos que ainda há uma tendência baixista para o prêmio (do açúcar branco para outubro), com a Índia olhando para uma safra recorde em 2018/19 e os produtores da União Europeia provavelmente querendo deslocar produto de antigas safras de açúcar antes da nova temporada", disse a ING em nota de mercado. (Reuters 20/07/2018)

 

Etanol hidratado recua 0,62% e anidro cai 0,57% nas usinas

Os preços do etanol recuaram nas usinas paulistas pela sexta semana consecutiva.

O hidratado caiu 0,62% nesta semana, de R$ 1,4652, para R$ 1,4561, o litro, em média, de acordo com o indicador divulgado hoje pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq).

Já o valor anidro recuou 0,57% no período, de R$ 1,6660 o litro para R$ 1,65650 o litro, em média, segundo o Cepea/Esalq. (Agência Estado 23/07/2018)

 

CEO da Suedzucker avalia que mercado global de açúcar irá se normalizar

O presidente-executivo da Suedzucker, maior refinadora de açúcar da Europa, disse nesta quinta-feira que as condições de negociação continuam difíceis, mas que vê potencial para uma recuperação nos enfraquecidos preços mundiais do adoçante.

"No segmento de açúcar, estamos operando atualmente em um ambiente difícil, com excesso de capacidade de produção mundial e preços extremamente baixos, com os quais dificilmente qualquer produtor de açúcar pode operar lucrativamente", disse o CEO, Wolfgang Heer, na reunião anual dos acionistas da Suedzucker.

"Estamos convencidos de que a situação se normalizará após uma fase de transição e que a estrutura de preços e do mercado voltará a atingir um nível sustentável e lucrativo".

Uma pré-condição essencial para isso seria que a sobrecapacidade na produção de açúcar seja reduzida na atual e na próxima safra de açúcar, como esperado pelos analistas, disse ele.

Isso seria alcançado com um aumento esperado de 2 por cento no consumo anual de açúcar, com o fechamento usinas produtoras ou por uma combinação dessas duas tendências, disse ele.

A Suedzucker reportou em 12 de julho uma queda de 49 por cento no lucro operacional do primeiro trimestre, refletindo a queda nos preços do açúcar. (Reuters 20/07/2018)

 

UPL compra por US$4,2 bi negócio de agroquímicos Arysta, da Platform

A UPL, da Índia, anunciou nesta sexta-feira a compra do negócio de agroquímicos Arysta LifeScience, da Platform Specialty Products, por 4,2 bilhões de dólares em dinheiro.

O acordo faz parte do plano da fabricante de produtos químicos Platform de separar a Arysta LifeScience de seus negócios de soluções de desempenho.

O negócio criará uma nova companhia, que deverá se tornar a quinta maior empresa de proteção de cultivos do mundo, com acesso a agricultores em mais de 100 países, disse a companhia em comunicado.

No Brasil, a Arysta está presente há 50 anos e conta com mais de uma centena de consultores técnicos comerciais nas principais regiões agrícolas do país, atuando fortemente nos mercados de soja, milho, algodão, cana-de-açúcar, hortaliças, frutas e pastagem.

A expectativa é que a negociação seja concluída no final de 2018 ou início de 2019.

Enquanto isso, a Platform passara a se chamar Element Solutions, após o fechamento do negócio, e usará os recursos obtidos com a transação para pagar dívidas.

A Arysta havia sido adquirida pela Platform Specialty Products em 2015. (Reuters 20/07/2018)

 

Setor de combustíveis vê aspectos positivos em decisão da ANP sobre preços

A decisão da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) de descartar, após uma consulta pública, uma possível intervenção na frequência de ajustes de preçosdos combustíveis da Petrobras, atendeu a pleitos do mercado, disseram nesta sexta-feira representantes do setor.

Na véspera, o diretor-geral da autarquia, Décio Oddone, disse que o corpo técnico concluiu que “medidas relacionadas com o aumento da transparência e estímulo ao aumento da competitividade são muito mais eficientes do que a adoção de periodicidade mínima para repasse de reajustes”.

O anúncio ocorreu como uma resposta à paralisação histórica de caminhoneiros de 11 dias em maio, que causou grandes prejuízos à economia brasileira. Na ocasião, os manifestantes protestavam contra altos valores do diesel e demandavam maior previsibilidade.

“Foi ótimo, este tinha sido exatamente o pleito da Plural e suas associadas: que fossem mantidas as regras de mercado, alinhando com preços internacionais, exatamente como estava sendo feito”, disse Leonardo Gadotti, presidente da Plural, que representa as principais distribuidoras do Brasil.

Gadotti também aprovou a decisão da ANP de buscar medidas para atrair mais transparência para o setor, por meio de uma resolução. Uma minuta deve ser colocada em audiência pública em cerca de 30 dias e a nova regulação já poderá estar em vigor dentro de 60 dias, segundo a agência reguladora.

Dentre as novas regras, deverá ser estipulado que Petrobras publique preços por pontos de venda e não mais uma média nacional aritmética como faz atualmente.

Além disso, a Petrobras teria que publicar no dia o preço que está praticando e não mais um dia antes como ocorre hoje.

Para Gadotti, no entanto, não seria oportuno que as distribuidoras estivessem submetidas a essa mesma regra de publicação, uma vez que consideram esses dados estratégicos. Já a Petrobras, que detém quase 100 por cento da capacidade de refino do país, precisa dar mais publicidade, segundo ele.

A jornalistas, a ANP evitou fazer previsões sobre quais agentes de mercado deveriam seguir as novas regras de publicidade de preços. O diretor-geral disse apenas que a ANP não regula somente a Petrobras, regula o mercado.

Com a decisão, a agência acabou por manter uma liberdade de preços defendida fortemente pelo ex-presidente da Petrobras Pedro Parente, amplamente apoiado pelo mercado e acionistas minoritários, que acabou por renunciar logo após a greve, em meio às pressões sobre sua política.

“Vemos a notícia como positiva para a Petrobras por reduzir preocupações relacionadas à intervenção em sua política de preços, além de enxergar uma leitura positiva para outros setores como o de distribuição de combustíveis”, disse a XP Investimentos, em relatório a clientes.

A corretora ponderou, no entanto, que apesar do alívio de curto prazo, ainda vê “riscos para a sustentabilidade da política de preços da Petrobras no futuro, principalmente tendo em vista a proximidade das eleições no Brasil”.

Não foi possível falar com um representante dos caminhoneiros, que pediam uma maior previsibilidade sobre os reajustes dos combustíveis, durante os protestos realizados em maio.

Mais transparência

O objetivo principal, segundo a ANP, é buscar criar um ambiente de negócios mais atrativo, para que outras empresas invistam em refino no Brasil, dando fim ao monopólio de fato da Petrobras, beneficiando consumidores.

Paulo Miranda Soares, presidente da Fecombustíveis, que representa os interesses de cerca de 40 mil postos revendedores de combustíveis do país, frisou que a decisão da ANP foi coerente com o discurso que vinha fazendo.

“Quanto mais interferir na Petrobras, mais difícil vai ser a Petrobras conseguir parceiros, alguém vir do mercado externo e investir”, afirmou Soares.

“Na hora que avaliamos todas as alternativas, não conseguimos enxergar uma que não tivesse um efeito colateral. Então, a menos pior é essa: deixa o preço livre”.

Já Sérgio Araújo, presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), que representa nove importadoras independentes, disse que a ANP está no melhor caminho para favorecer o setor.

Araújo também classificou como “oportuna e necessária” a ideia da ANP de pedir a publicação dos preços da Petrobras em todos os pontos de venda: “Esse ponto é muito importante porque vai inibir a prática de subsídio cruzado”, afirmou.

As importadoras independentes têm alegado que a prática de preços da Petrobras, em alguns pontos de venda, tem inibido a participação de concorrentes.

A Petrobras não respondeu a pedidos de comentários.

Em declaração anterior, o atual presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, afirmou que iria participar das discussões junto à ANP e aguardar resultados da consulta pública antes de decidir se seria necessária uma mudança na frequência de reajustes realizados pela empresa. (Reuters 23/07/2018)

 

Brasil busca experiência mexicana em política agrícola

Técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) farão parte da delegação brasileira que estará no México nesta segunda-feira (23) para a troca de experiências entre os países nas ações de políticas agrícolas. A visita tem como objetivo aprimorar os instrumentos de atuação desenvolvidos nestas áreas pela Companhia e pela Agência de Serviços de Comercialização e Desenvolvimento de Mercados Agropecuários (Aserca) no país latino americano.

No encontro, será apresentado um panorama da armazenagem brasileira, além dos procedimentos necessários para certificação de armazenamento no país. Os técnicos da Conab também mostrarão as ações de políticas agrícolas desenvolvidas de apoio ao setor, como a Política de Garantia de Preços Mínimos.

Durante a visita, a delegação brasileira espera conhecer as ações que o governo mexicano desenvolve no sentido de apoiar a comercialização da produção de seu país, como as atuações em bolsas no mercado futuro. A expectativa da Conab também é de que seja proposto um acordo de cooperação entre as instituições para aprimorar os instrumentos de política agrícola executados. (Mapa 20/07/2018)