Setor sucroenergético

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Usina Rio Pardo (SP) entra com pedido de recuperação judicial

A Usina Rio Pardo, de Avaré (SP), que tem como acionistas um grupo português e alguns membros da família Zogbi, está pedindo recuperação judicial. O total de dívidas do grupo ultrapassa os R$ 500 milhões.

Osmar, Antonio e Luciano Zogbi, ex-controladores da Ripasa, não têm nenhuma participação na Rio Pardo, que é co-controlada por Nelson e Fabio Zogbi. (O Globo 14/08/2018)

 

Lucro do Grupo São Martinho cai 11% no 1º tri da safra 2018/19; moagem cresce

O Grupo São Martinho, um dos mais tradicionais do setor sucroenergético brasileiro, reportou nesta segunda-feira lucro líquido de R$ 103,96 milhões no primeiro trimestre da safra 2018/19 (abril a junho), queda de 11% na comparação anual, em meio a uma menor receita com açúcar e carregamento de estoques de etanol para venda futura.

A geração de caixa da companhia, medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda), foi de R$ 401,39 milhões no trimestre, queda de 15,6% ante igual período da temporada passada.

A receita líquida da empresa, que conta com quatro usinas nos Estados de São Paulo e Goiás, foi de R$ 771,17 milhões no trimestre, recuo de 11,1%.

“A principal razão para a queda foi o menor preço médio e volume de açúcar vendido”, destacou a companhia.

Vendas

O Grupo São Martinho vendeu R$ 307,5 milhões em açúcar no primeiro trimestre da safra, 44,4% menos, dada a “redução do preço médio de comercialização do açúcar em 22,9%, além da redução de 27,8% no volume vendido, em linha com a estratégia de direcionar maior mix de produção para etanol nesta safra”.

A receita líquida das vendas de etanol do Grupo São Martinho totalizou 373,1 milhões no trimestre, 60,3% maior na comparação anual. Os ganhos, contudo, não foram maiores porque a empresa está segurando estoques para vender na entressafra, quando os preços do álcool são sazonalmente mais altos.

“Teremos até o final da safra aproximadamente 980 mil metros cúbicos de etanol para comercializar, tal quantidade representa 87% da produção total do ano”, afirmou a companhia.

Além disso, em 30 de junho de 2018, o Grupo São Martinho detinha fixações de preços de açúcar para a safra 2018/19 em 504,5 mil toneladas, ao preço médio de 14,49 centavos de dólar por libra-peso.

Produção

O Grupo São Martinho processou 9,51 milhões de toneladas de cana no primeiro trimestre da safra 2018/19, crescimento de 8,8% em relação ao volume processado no mesmo período da safra passada.

“A combinação do aumento no volume de moagem de cana com o aumento de 5,5% no ATR (Açúcares Totais Recuperáveis) médio refletiu no incremento de 14,8% no total de ATR produzido, representando aproximadamente 43% do volume previsto de produção de açúcar e etanol na safra 2018/19”.

A produção de açúcar ficou em 406 mil de toneladas, 19,4% abaixo do primeiro trimestre da safra passada. A oferta de etanol, de 486 milhões de litros, foi 47,8% superior na mesma base de comparação. Com isso, o mix de destino da cana para o etanol saiu de 52% para 66% entre os trimestres e, consequentemente, o de açúcar caiu de 48% para 34%.

Por fim, a produção de energia cogerada e exportada ao sistema ficou em 327 mil MWh, 9,1% superior à do primeiro trimestre de 2017.

Endividamento

A dívida da São Martinho com empréstimos e financiamentos somava R$ 4,22 bilhões em 30 de junho, um valor 7,4% acima dos R$ 3,92 bilhões registrados ao final da safra 2017/18.

Desse total, R$ 406,28 milhões são referentes a débitos com vencimento em até 12 meses, uma redução de 40,83% no comparativo com a posição em 31 de março. Já em relação ao endividamento com vencimento acima de 12 meses, a posição subiu 17,7%, de R$ 3,24 bilhões para R$ 3,81 bilhões.

A companhia justifica esse aumento pela maior necessidade de capital de giro no primeiro trimestre da safra e pelo impacto cambial do período, uma vez que parte da dívida está vinculada ao dólar. (Reuters 19/08/2018)

 

Açúcar bruto tem mínima de três anos na ICE com fraqueza do real

Os contratos futuros do açúcar bruto na ICE atingiram uma mínima de três anos nesta segunda-feira, com o mercado sendo pressionados pelo enfraquecimento do real em meio ao amplo declínio dos mercados de commodities.

O primeiro contrato do açúcar bruto cedeu 0,24 centavo de dólar, ou 2,28 por cento, a 10,3 centavos de dólar por libra-peso, depois de tocar 10,21 centavos de dólar, mínima em três anos.

"O real não está ajudando", disse um operador norte-americano.

A moeda brasileira mais fraca tende a encorajar a venda de commodities negociadas em dólar, como o açúcar, já que as valoriza nos termos da moeda local.

Operadores disseram que a oferta continua ampla apesar do declínio da produção na região centro-sul do Brasil e da possibilidade de que a seca prejudique a safra da União Europeia.

O açúcar branco para outubro recuou 4,90 dólares, ou 1,55 por cento, para 310,80 dólares por tonelada. (Reuters 14/08/2018)

 

Com negócios travados por fretes, setor de insumos agrícolas busca alternativas

"Não conseguimos fazer produção em larga escala sem o glifosato", diz Andav.

As incertezas quanto aos custos com fretes preocupam produtores e distribuidores de insumos agrícolas no país, que manifestaram nesta segunda-feira receios em relação às tradicionais operações de trocas (barter) e já buscam soluções diversas para driblar a logística mais cara.

A gigante Syngenta, uma das líderes do setor de sementes e agroquímicos no Brasil, vê a paralisia nas vendas antecipadas de grãos, com o tabelamento dos fretes rodoviários, como um empecilho à entrega de insumos necessários ao cultivo da temporada 2018/19.

"O principal impacto é que travou a comercialização, não tem preço, não tem negociação de barter. Isso nos preocupa bastante", afirmou à Reuters o diretor regional de América Latina da Syngenta, Valdemar Fischer, referindo-se às operações de trocas de insumos por produtos agrícolas, nas quais agricultores fixam vendas de parte de sua produção futura.

Conforme ele, para a soja, cujo plantio se inicia no próximo mês, a situação é mais confortável, já que produtores fizeram boa parte das negociações antes de maio, quando estouraram os protestos de caminhoneiros que resultaram posteriormente no tabelamento de fretes, criticado hoje por encarecer custos e dificultar o fechamento de vendas referentes à nova safra.

"(Mas) para a safrinha (de milho), não tem nada ainda. Já era para ter semente comercializada", destacou Fischer, no intervalo de evento promovido pela Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav), em São Paulo.

Sem referências de preços de frete, os agricultores não estão comercializando antecipadamente, o que impede a negociação via barter com companhias de agroquímicos, sementes e fertilizantes.

Fischer disse crer em uma solução para o impasse dos fretes ainda em agosto, tendo em vista que o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), buscará um consenso entre as partes envolvidas.

ADAPTAÇÃO

O encarecimento dos fretes levou os produtores e distribuidores de insumos a se adaptarem para garantir o funcionamento da atividade no Brasil. Assim, embora não se vislumbre falta de produtos, espera-se um custo maior.

O coordenador técnico da Multitécnica, empresa de Minas Gerais que deve faturar cerca de 350 milhões de reais neste ano com fertilizantes e matérias-primas para misturadoras, Marcos Dias, disse que a companhia precisou montar uma equipe própria para cuidar da logística.

"Ainda estamos nos adaptando às condições", afirmou ele no intervalo do evento da Andav, sem revelar quanto foi gasto com esse time, mas frisando que o planejamento tem sido semanal, e não mais de longo prazo, dadas as incertezas quanto aos fretes.

Na mesma linha, o gerente de Marketing para região Norte da Helm do Brasil, Márcio Cassinelli, comentou que a empresa está se estruturando frente à nova realidade de fretes, inclusive com contratação de pessoal "especializado".

"Qualquer diferençazinha (no frete) faz um impacto muito grande", disse. A Helm é uma empresa de origem alemã que atua no desenvolvimento e comercialização de fertilizantes e agroquímicos.

Já Junior Salvalagio, diretor comercial da SuperBAC, que conta com uma fábrica de fertilizantes para diversas culturas no Paraná, disse que a empresa contratou uma plataforma online de fretes.

"Já tínhamos a intenção de contratar (a plataforma), mas se fortaleceu com o tabelamento (de fretes)", explicou. A SuperBAC, que tem atuação no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, deve faturar algo entre 300 milhões e 500 milhões de reais neste ano, disse Salvalagio.

GLIFOSATO

Autoridades e porta-vozes de empresas ouvidos pela Reuters no evento da Andav foram unânimes em dizer que a decisão judicial contrária ao glifosato, um importante herbicida usado no país, tende a cair.

A recente determinação da Justiça ocorre às vésperas do plantio da soja. Produtores dizem que o herbicida é fundamental para ganho de produtividade.

"É um insumo primordial... Esperamos que (a decisão) seja revertida rapidamente", afirmou o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Wilson Vaz, também no intervalo do evento da Andav.

"Não conseguimos fazer produção em larga escala sem o glifosato", acrescentou o presidente do conselho da Andav, Antonio Henrique Lima. (Reuters 13/08/2018)

 

MPT-AL investiga denúncia de calote a ex-empregados das usinas Sinimbu e Seresta

Segundo o órgão, usinas querem pagar trabalhadores por meio de lotes de terra.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alagoas informou nesta segunda-feira (13) que está investigando denúncia de que as usinas Sinimbu e Seresta, que ficam em Jequiá da Praia e Teotônio Vilela, respectivamente, deram calote no pagamento de seus ex-empregados. Para isso, dois inquéritos civis foram abertos.

Segundo o órgão, as duas usinas estão em processo de recuperação judicial. Então, para quitar suas dívidas trabalhistas, elas elaboraram um plano que prevê o pagamento por meio de lotes de terra e com valor acima do mercado.

A reportagem não conseguiu contato com as usinas citadas pelo MPT.

O Ministério explica que na proposta da usina Sinimbu, os trabalhadores que têm crédito de até R$ 22 mil receberiam o valor em dinheiro, mas deveriam abrir mão de 50% da quantia. Já os empregados com direito a valores acima de R$ 22 mil receberiam terrenos em loteamentos construídos pelas empresas.

Esta usina possui débitos trabalhistas estimados em R$ 40 milhões, incluídas as multas. No entanto, ela tem a receber cerca de R$ 400 milhões em um processo movido contra a União Federal.

Segundo o MPT, o plano de recuperação da usina Seresta não prevê a renúncia de 50% dos créditos até R$ 22 mil, mas também pretende pagar por meio de lotes os créditos acima deste valor.

Além disso, a Seresta descumpriu o acordo previsto no plano de recuperação judicial ao atrasar o pagamento de salários e não realizar o recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) dos trabalhadores. A usina ainda estaria obrigando os atuais empregados a votar em favor do plano de recuperação proposto.

Sem concordar com isso, os representantes da categoria falaram ao Ministério que estão preocupados com grandes perdas que os empregados podem vir a ter caso os planos sejam aprovados.

Uma audiência no dia 7 deste mês discutiu o assunto. Estiveram presentes os representantes os trabalhadores, o procurador do MPT Rodrigo Alencar e também membros Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AL).

De acordo com o MPT, um inquérito civil foi aberto contra a usina Sinimbu e os ex-sócios Elias Brandão Vilela e Marcos Vinicius Tenório, atuais sócios-diretores da empresa Mecânica Pesada Continental, responsável pela compra da Sinimbu.

Já um segundo inquérito foi instaurando em desfavor da usina Seresta e dos atuais sócios.

O Ministério explica que deve marcar audiência com os sócios e ex-sócios das usinas, para dar prosseguimento às investigações. (G1 14/08/2018)

 

Companhias de alimentos e bebidas diminuem uso de açúcar e pressionam cotações

Os preços do açúcar na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) estão próximos do menor nível em três anos. Companhias de alimentos e bebidas em todo o mundo estão reduzindo o uso da commodity em seus produtos e buscando adoçantes alternativos por causa de preocupações com diabetes, obesidade e doenças cardíacas. O açúcar acumula perda de mais de 30% em 2018 e é a commodity agrícola de pior desempenho no ano. No Brasil, produtores estão vendendo açúcar por um preço abaixo do custo, segundo analistas.

As vendas de refrigerantes nos Estados Unidos diminuíram US$ 1,2 bilhão nos últimos cinco anos, de acordo com o Susquehanna Financial Group. Já as vendas de águas aromatizadas aumentaram US$ 1,4 bilhão no mesmo período, segundo a empresa de pesquisa de mercado IRI.

A Coca-Cola lançou novos sabores de Diet Coke pela primeira vez na história da companhia, num esforço para impulsionar as vendas. No último trimestre, as vendas de Coca-Cola Zero aumentaram dois dígitos, enquanto as de Coca-Cola regular cresceram 3%.

Na Espanha, a PepsiCo disse que a quantidade de açúcar em seus produtos diminuiu 29% desde 2006. A companhia também afirmou que está trabalhando para que dois terços de seus refrigerantes tenham menos de 100 calorias.

A Südzucker, maior fabricante de açúcar da Europa, no mês passado se juntou à DouxMatok, de Tel Aviv, para comercializar um produto que aumenta a doçura do açúcar. De acordo com a Südzucker, a tecnologia pode reduzir em até 40% a quantidade de açúcar em produtos alimentícios sem que o consumidor sinta diferença no sabor.

“O consumo na Europa e nos Estados Unidos não cresce há anos e não deve crescer, por causa da proliferação de adoçantes alternativos”, disse Judith Ganes Chase, presidente de commodities na consultoria J. Ganes Consulting.

Embora esses fatores tenham potencial para causar uma mudança significativa na demanda por açúcar, a oferta da commodity continua aumentando. A Organização Internacional do Açúcar disse este mês que os excedentes globais esperados para esta temporada e a próxima vão resultar em estoques difíceis de liquidar.

A consultoria Green Pool prevê um superávit recorde de 19 milhões de toneladas nesta temporada. A INTL FCStone disse que o excedente previsto para este ano já compensa dois anos de déficits.

Produtores de cana-de-açúcar na Índia estão expandindo a área plantada após uma série de medidas do governo para impulsionar as exportações da commodity. No ano-safra atual, que termina em 30 de setembro, a produção no país já supera a demanda interna em 6,5 milhões de toneladas. (Dow Jones Newswires 14/08/2018)

 

Credores bloqueiam recursos de venda de terras de Olacyr de Moraes à AMaggi

Propriedades em Mato Grosso foram vendidas à empresa da família do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, em acordo avaliado em R$ 1,1 bilhão; negócio não foi cancelado, mas parte dos recursos ficará bloqueada para pagar dívidas de R$ 250 milhões.

Credores do empresário Olacyr de Moraes (Foto), que morreu em junho de 2015, conseguiram bloquear na Justiça boa parte dinheiro da venda da Ciapar, que reúne fazendas em Mato Grosso. As terras tinham sido negociadas com o grupo AMaggi, da família do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, apurou o ‘Estado’. O valor total da transação é de cerca de R$ 1,1 bilhão. Filha do ex-rei da soja, Ana Cláudia de Moraes, herdou os negócios agrícolas do pai, entre eles, a Usinas Itamarati, com dívidas de cerca de R$ 3,2 bilhões. O processo corre em segredo de Justiça.

Na prática, a decisão não inviabiliza a venda das fazendas para AMaggi, o que preocupava tanto os acionistas quanto os compradores. Contudo, os recursos não ficarão disponíveis até que uma decisão final sobre o caso seja tomada. Ainda cabem recursos. A venda das fazendas à AMaggi foi concluída no fim do ano passado. Os credores bloquearam os valores para reaver uma dívida de R$ 250 milhões, em valores atualizados.

Segundo fontes a par do assunto, a venda das fazendas foi a grande aposta da herdeira para reduzir o endividamento de negócios problemáticos da família, caso da Usinas Itamarati, de açúcar e álcool. A Ciapar reúne propriedades de soja, milho e algodão em Mato Grosso, totalizando 105 mil hectares.

Essas fazendas estavam arrendadas desde 2002 para a família Maggi, tradicionais produtores de grãos do Centro-Oeste. As terras eram uma das principais fontes de recursos dos Moraes, pois os outros negócios do ex-rei da soja não tinham vingado. O empresário chegou a ser dono de construtora (a Constran, vendida à UTC) e de um banco, chegando a ser considerado um dos homens mais ricos do mundo.

O processo que bloqueou os recursos da venda das fazendas foi movido pela Marne, que pertence a dois empresários italianos, Fiorenzo Sartor e Marco Basso. Eles usaram o argumento de “incidente de desconsideração de personalidade jurídica”. A dívida que eles cobram é originalmente da GPart, holding constituída em 2006 para investir em negócios sucroalcooleiros. À época, a empresa adquiriu ativos no Mato Grosso do Sul que pertenciam a Sartor e Basso.

Credores rastrearam empresas da herdeira

Ainda em vida, Olacyr de Moraes repassou seus bens agrícolas para a filha Ana Cláudia. Ela herdou vários negócios, entre eles a Usinas Itamarati, que chegou a ser a maior do mundo, e a Ciapar, dona das terras vendidas à Amaggi. Os credores rastrearam as diversas empresas da herdeira para cobrar a dívida.

A decisão da 2.ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo determinou, em julho, que a “Agropecuária Maggi deposite em juízo, integralmente, o valor devido aos vendedores das ações da Ciapar”.

Ainda de acordo com a primeira sentença, os recursos de todos os acionistas da Ciapar, que incluem as empresas Baywalk e SCVSPE, foram bloqueados. Essas duas companhias pertencem ao advogado Sérgio Spinelli, ex-Mattos Filho e hoje à frente da Spinelli Advogados. Ele é sócio de Ana Cláudia de Moraes e chegou aportar recursos na empresa. O Estado apurou que, dias depois, a 2.ª Vara excluiu a Baywalk e SCVSPE do bloqueio, por entender que essas empresas não têm ligação nenhuma com a GPart. (O Estado de São Paulo 14/08/2018)

 

Grupo BAUMINAS anuncia aquisição e consolida participação no agronegócio

O Grupo BAUMINAS oficializou a aquisição de 75% da Pigminas, uma das maiores indústrias de micronutrientes de Minas Gerais, dando um importante salto em sua estratégia de se tornar um player relevante no mercado de agronegócio no Brasil. O negócio engloba as três unidades fabris da Pigminas, localizadas em Matozinhos (MG), São Sebastião do Paraíso (MG) e Itapecerica (MG).

Com esta aquisição, o Grupo BAUMINAS passará a ter mais uma empresa, a BAUMINAS Agro, que terá uma forte atuação no setor B2B de micronutrientes para nutrição vegetal e animal e compostos químicos para o segmento industrial, além de desenvolver um abrangente portfólio de especialidades na área de produtos foliares.

O passo inicial de entrada no mercado de agronegócio pelo Grupo BAUMINAS foi dado em 2016, com a aquisição de participação majoritária na Sulamericana Química, incorporando a sua unidade fabril em Camaçari (BA). Com a modernização da estrutura e adoção do Padrão de Qualidade BAUMINAS, passou a fabricar Sulfato de Potássio com foco de atuação na região Nordeste.

A aquisição da Pigminas é estratégica para o Grupo BAUMINAS na medida em que diversifica a sua atuação e o posiciona definitivamente no setor Agro, no qual o Brasil é uma potência mundial e possui a expectativa de crescimento consistente nos próximos anos.

A nova estrutura também proporcionará sinergia na compra de matérias-primas para a fabricação de produtos químicos para o tratamento de água e efluentes, mercado no qual o Grupo BAUMINAS é líder nacional, proporcionando uma grande vantagem competitiva em regiões estratégicas.

Sobre a Pigminas

 A Pigminas é uma das maiores indústrias de micronutrientes de Minas Gerais, dispondo de três unidades fabris localizadas em Matozinhos (MG), São Sebastião do Paraíso (MG) e Itapecerica (MG), além de dois laboratórios próprios para testes e análises de matérias-primas e produtos finais.

Possui uma forte atuação no setor B2B de micronutrientes para nutrição animal e vegetal e compostos químicos para o segmento industrial, sendo líder na fabricação nacional de produtos à base de Zinco. A Pigminas apresenta a Certificação BPF (Boas Práticas de Fabricação), que assegura a qualidade dos produtos comercializados.

Sobre o Grupo BAUMINAS

O Grupo BAUMINAS, que possui 100% de capital nacional, é composto por 7 empresas que atuam de maneira integrada nos setores de saneamento ambiental e agronegócio: BAUMINAS Química, BAUMINAS Ambiental, BAUMINAS Mineração, BAUMINAS Distribuição, BAUMINAS Agro, BAUMINAS Hidroazul e BAUMINAS Log.

Com mais de 55 anos de história, o Grupo BAUMINAS é líder nacional em coagulantes para o tratamento de água e efluentes. Possui 21 unidades fabris, 3 unidades de mineração, 3 escritórios administrativos e mais de 1000 colaboradores diretos, atuando em todo o território nacional e também nos principais países do Mercosul.

O Grupo BAUMINAS destaca-se pelo forte comprometimento socioambiental, adotando medidas sustentáveis em seus processos fabris, apoiando entidades e possuindo a sua própria fundação, a Fundação Simão José Silva. (Alfapress Comunicações 13/08/2018)

 

Egito tem reservas estratégicas de açúcar para seis meses, diz governo

O Egito tem reservas estratégicas de açúcar suficientes para seis meses, disse o ministério de suprimento nesta segunda-feira, sem detalhar o tamanho de seus estoques.

O país espera produzir cerca de 2,3 milhões de toneladas de açúcar este ano e consome cerca de 3 milhões de toneladas, preenchendo o restante da demanda com importações. (Reuters 13/08/2018)