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Mineira Bevap alonga dívida de R$ 450 milhões

A Bevap, dona de uma usina em João Pinheiro (MG), acertou com um grupo de bancos públicos a reestruturação de dívidas vencidas que somavam R$ 450 milhões e agora busca um investidor para cumprir compromissos assumidos com as instituições financeiras. Esta foi a segunda renegociação de dívidas realizada pela companhia - que, assim, deixa a situação de default.

A primeira renegociação foi realizada em 2017 com bancos privados, com os quais a companhia tinha dívidas vencidas de R$ 550 milhões. Participaram da operação Santander, Bradesco, Itaú, Banco ABC e Banco Votorantim. Desta vez, participaram da reestruturação Banco do Brasil, Caixa Econômica, Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) e Banco do Nordeste (BNB).

Com os bancos públicos, a companhia vinha pagando apenas os juros, a partir da receita gerada pela cogeração de energia elétrica, e estava sem quitar as amortizações. Os bancos concordaram em estender o pagamento da dívida por oito anos, com dois de carência, e em reduzir o custo total do endividamento.

Em troca, a Bevap ofereceu como garantia mais contratos de energia, comprometeu-se a antecipar pagamento de dívida ao invés de distribuir dividendos em caso de excedente de caixa (mecanismo de "cash sweep") e, ainda, a buscar um investidor.

"O prazo para conseguir um novo investidor está aberto. Mas deve ser fácil encontrar um sócio, porque a empresa vem apresentado melhorias nos últimos meses e a perspectiva é que o agronegócio se aqueça", afirmou o advogado Renato Brandão, do escritório Felsberg Advogados, que intermediou as negociações. A princípio, o novo investidor deverá entrar como minoritário, caso contrário, será preciso autorização dos bancos.

Segundo Brandão, o mecanismo de "cash sweep" deverá permitir que a Bevap, que tem capacidade de moagem de 3,2 milhões de toneladas de cana por safra, tenha flexibilidade para investir em manutenção e em bens de capital.

Enquanto negociava com os bancos públicos, a companhia explorou sua flexibilidade industrial para maximizar sua produção de etanol na safra atual (2018/19). A perspectiva dos envolvidos na negociação é que a alavancagem financeira (relação entre a dívida líquida sobre o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização em 12 meses) se aproxime de um patamar "saudável" - no mercado, estima-se que para uma usina esse nível seja cerca de 3 vezes.

A solução extrajudicial fez com que a Bevap escapasse de uma recuperação judicial, caminho trilhado por dezenas de usinas nos últimos anos diante do prolongado período de preços baixos do açúcar e do controle dos preços da gasolina, na primeira metade da década. Segundo Brandão, a reestruturação extrajudicial fazia mais sentido para a Bevap já que praticamente todas as suas dívidas eram com instituições financeiras. (Valor Econômico 20/02/2019)

 

Açúcar: Doces altas

Os preços do açúcar demerara tiveram avanço expressivo ontem na bolsa Nova York, na esteira da alta do petróleo.

Os contratos com vencimento em maio registraram alta de 23 pontos e encerraram o pregão cotados a 13,23 centavos de dólar a libra-peso.

No último pregão, de sexta-feira, os papéis já haviam subido 58 pontos, fechando a 13 centavos de dólar a libra-peso.

Para o analista Bruno Lima, da consultoria INTL FCStone, as recentes altas do petróleo têm tornado o etanol mais competitivo que a gasolina, e o açúcar segue o embalo da valorização.

"Como as usinas não conseguem travar o preço do etanol, o açúcar se fortalece como opção", diz.

No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq do açúcar cristal apresentou queda de 2,03%, para R$ 67,45 a saca de 50 quilos. (Valor Econômico 20/02/2019)

 

Avanços e desafios na sucessão das fazendas

O perfil dos grandes produtores de Mato Grosso continua a mudar rapidamente. Antes um diferencial, a tecnologia se tornou obrigação, enquanto governança virou mantra para os herdeiros que assumem o comando das fazendas antes gerenciadas por seus pais.

Estes começaram a desbravar o Cerrado no fim da década de 1960, vindos sobretudo de Paraná e Rio Grande do Sul. Os desafios eram basicamente agronômicos, vencidos com a ajuda da Embrapa, mas se multiplicaram com o avanço dos grãos, liderado pela soja.

"A dificuldade era muito grande e a esperança, pequena", diz Carlos Henrique Brizola que, ainda "piá", chegou em Mato Grosso com o pai. Em 2008, com a morte do patriarca, assumiu as fazendas da família.

Hoje, Brizola, que tem pós-graduação em agronegócio pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ocupa um escritório tão moderno quanto o de qualquer executivo de outros setores considerados "de ponta", e se comporta como um CEO.

"Contratamos uma consultoria que nos ajuda na tomada de decisões e o que a gente pode melhorar, melhora", diz. Atento aos detalhes, em quatro anos a produtividade nos 1,3 mil hectares semeados com soja e milho e nos 1,7 mil hectares de cana dobrou na Fazenda Pindorama, em Campo Novo do Parecis.

Afora as plantações, a Pindorama também abriga 500 cabeças de gado em sistema de semiconfinamento. Antes de o pai falecer, Brizola tocava os negócios da família na Venezuela. "A gente tinha bem separada as operações". A família também tem negócios em Brasnorte (MT), e em Novo Progresso (PA).

Com a aceleração da transição do comando para os herdeiros, a profissionalização da gestão ganha cada vez mais espaço. "É um caminho sem volta", afirma Paulo Bertolane, superintendente executivo de Agronegócios do Santander Brasil.

É um caminho sem volta, mas não sem percalços. A transição na condução dos negócios muitas vezes gera atritos entre gerações. É normal os pais resistirem aos novos processos, e os empregados mais antigos têm dificuldades em aceitar as métricas de empresas.

"De repente, chega alguém e diz que você tem de fazer diferente do que você sempre fez. Geram bons debates, e os debates deixam marcas", diz Bertolane.

Quando bem administrado, contudo, o processo produz exemplos bemsucedidos. A SLC Agrícola, por exemplo, nasceu uma empresa familiar no Rio Grande do Sul e hoje é listada na B3, com terras espalhadas por Mato Grosso e pelo Matopiba (confluência entre Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia).

A história se repete nas famílias da maioria dos médios e grandes produtores de Mato Grosso, responsáveis hoje por 30% da produção de soja do país. Os pioneiros preparam os filhos com uma educação formal que eles próprios não tiveram, mas quando os "piás" estão maduros não raro prevalece a lógica do "eu sempre fiz assim e sempre deu certo".

Graciele Mocellin, advogada especializada em planejamento patrimonial e sucessório, conta que os patriarcas estão abertos a novas tecnologias e à profissionalização, mas reconhece que "há momentos em que há um choque geracional".

E ela fala com conhecimento de causa. "Meu irmão e meu pai hoje dividem a gestão. Funciona bem, mas no passado meu pai queria arrendar toda a área da fazenda e não foi fácil o diálogo. Foi uma crise, mas superamos", diz.

"É normal haver uma incompatibilidade de ideias. A gente não teve esse problema. Mas foi uma transição muito rápida e gritante", afirma Aline Welke, que comanda a Fazenda Três Estados, em Campo Novo do Parecis. A fazenda produz em seus 1,7 mil hectares soja, milho, milho pipoca, girassol e feijão.

"O pai sempre plantou soja, milho e milho pipoca. Eu é que vou produzir girassol e feijão. Diversificar sempre é bom", realça Aline. Ela estudou administração rural e agronomia e trabalhou cinco anos na multinacional Syngenta.

Se com o pai Aline não teve problemas, o mesmo não pode ser dito sobre os funcionários. "É tudo muito complicado. Não aceitam bem uma mulher no comando e encontro bastante resistência", afirma.

Uma grande dificuldade é entender que a fazenda é uma empresa a céu aberto e que há processos que têm que ser seguidos, como na maioria das empresas.

"Não tinha base de dados que ajudasse na tomada de decisões", diz Aline. A principal condição imposta por ela para tocar os negócios da família e deixar o emprego na Syngenta foi que os equipamentos e maquinários fossem modernizados.

"Era ou troca a plantadeira ou troca", brinca. "A tecnologia agrega bastante, traz um ganho financeiro muito bom", diz. O próximo passo é construir um armazém na fazenda.

Perto dali, Carlos Henrique Brizola já construiu um armazém com capacidade para 3 milhões de toneladas. Agora, investe em estações meteorológicas dentro da fazenda.

Na família Gatto, a matriarca, Norma, divide a gestão com seus três filhos. "Nunca me preocupei em ser uma fazendeira, mas meu marido faleceu no ano 2000 e tive de assumir", afirma. Ela ainda acompanha o dia a dia das fazendas, Argemira (Itaquira), Cabeceira (Ipiranga do Norte) e Santa Carmen (Canarana), mas dois de seus filhos cuidam da administração e da parte financeira do negócio.

"Fico muito admirada e orgulhosa", conta. As três fazendas dos Gatto somam 12,8 mil hectares de grãos e 6 mil cabeças de gado.

Mas, claro, há os pais que entendem que vai demorar para passar os negócios para os filhos. É o caso de Silvésio de Oliveira, paranaense que planta soja e milho em Tapurah. A filha mais velha, Natália, se prepara cursando faculdade de agronomia em Cuiabá. "Mas ela tem muito o que aprender ainda", brinca. Mas certamente vai. (Valor Econômico 20/02/2019)

 

Ford fechará fábrica no ABC este ano após sair de negócio de caminhões

A Ford anunciou nesta terça-feira vai sair do negócio de caminhões na América do Sul e fechar neste ano sua fábrica em São Bernardo do Campo, na região do ABC paulista.

A fábrica, que produz também o compacto Fiesta, emprega cerca de 3 mil funcionários e o impacto da decisão será “significativo” sobre o número de demissões da unidade, afirmou a montadora.

A unidade, a primeira da montadora norte-americana no Brasil, foi inaugurada em 1967, e em 2001 passou também a produzir caminhões.

A Ford afirmou que vai continuar as vendas do carro e dos caminhões da linha Cargo, F-4000 e F350 até o final dos estoques.

“Não faz sentido manter produção em São Bernardo sem manter a produção de caminhões”, afirmou a empresa.

Procurado, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC não pode comentar o assunto de imediato.

A Ford, que em caminhões compete no Brasil contra os grupos Volkswagen, Daimler e Volvo, teve vendas de 9.300 caminhões em 2018, crescimento de 19 por cento sobre o ano anterior.

O desempenho, porém, ficou abaixo da expansão de vendas do segmento no período, de 46 por cento, segundo dados da associação de montadoras de veículos, Anfavea.

Já o Fiesta acumulou vendas de 14.505 veículos em 2018, queda de cerca de 24 por cento sobre 2017, segundo dados da associação de concessionários Fenabrave.

O anúncio da Ford ocorre após a General Motors ameaçar em janeiro não continuar a operar da mesma forma no Brasil e estava negociando incentivos tributários com o governo do Estado de São Paulo, onde mantém fábricas em São Caetano do Sul e São José dos Campos. A montadora fechou acordo com metalúrgicos, congelando salários este ano e promovendo reajuste abaixo da inflação em 2020.

“O Brasil era um dos maiores mercados de caminhões para Ford. Mas o anúncio não se relaciona ao momento atual da indústria de veículos do país, que projeta crescimento este ano, após um forte crescimento das vendas de caminhões no ano passado”, disse o gerente de desenvolvimento de negócios da consultoria automotiva Jato Dynamics, Milad Kalume Neto. “É uma decisão estratégica deles para focar em carros e comerciais leves (SUVs)”, acrescentou.

A Ford também tem uma fábrica de veículos e motores em Camaçari (BA), inaugurada em 2001, onde produz o Ka e o utilitário EcoSport, e uma unidade de produção de motores e transmissões em Taubaté (SP), que não foram atingidas pelo anúncio desta terça-feira. Em Camaçari, a empresa está negociando uma redução de 700 funcionários com sindicato local, informou a entidade.

A montadora norte-americana havia informado em 10 de janeiro que iria demitir milhares de funcionários e fechar fábricas na Europa como parte de um plano para voltar ao lucro na região. Os fechamentos na Europa e em São Bernardo do Campo, segundo a Ford, fazem parte de um plano de reestruturação de 11 bilhões de dólares. Em comunicado, o presidente da Ford América do Sul, Lyle Waters, afirmou que a montadora segue comprometida com a região, onde não é lucrativa atualmente.

A Ford vai registrar encargos de 460 milhões de dólares com a decisão de fechar a fábrica em São Bernardo, com a maior parte do impacto sendo registrado neste ano. Desse total, 360 milhões referem-se a compensações de funcionários, concessionários e fornecedores.

O presidente da associação de concessionários da Ford (Abradif), Luiz Albuquerque, afirmou que a decisão da montadora “nos dá tranquilidade, porque a Ford estava perdendo dinheiro na região nos últimos quatro ou cinco anos e o encerramento da produção de caminhões vai quase que completamente zerar o prejuízo que tiveram nos últimos anos”.

Albuquerque comentou que se reuniu com a liderança da Ford na semana passada e recebeu garantia de novos investimentos da montadora em carros no país nos próximos três ou quatro anos. (Reuters 19/02/2019)

 

Fixações do açúcar ganham fôlego com Índia trazendo NY com força acima dos 13 c/lp

Mais 21 pontos no contrato de março e outros 23 no maio foram os ganhos nas telas mais curtas da ICE Futures.

Ainda à espera de informações mais consistentes sobre a safra brasileira, que poderá ser menor ou igual a última em volume de cana e sob dúvidas a respeito do montante de açúcar na briga com o etanol, os negócios em Nova York abriram a semana precificando a Índia nesta terça (19). E as fixações de preços das exportações brasileiras voltaram a ganhar mais ímpeto, como já havia sido observada na sexta quando as telas saíram dos 13 c/lp.

Depois de um ganho na amarração de valores do açúcar para entrega a partir de abril, conseguido nos meados de novembro e dezembro, as usinas do Brasil saíram fora do mercado, e voltaram agora.

"A partir de 13.30 c/lp as usinas com exposição em telas mais curtas já aumentaram a movimentação", avalia Eduardo Sia, trader e analista da Sucden Brasil.

Em torno de 35% da safra 19/20 é um número razoável para ele, que considera um movimento de fixação "atrasadíssimo".

O março no dia 15 fechou em 13.14 c/lp e o maio em 13 cravados. Neste primeiro dia em operação da ICE - ontem foi feriado nos Estados Unidos - o contrato mais próximo encerrou em 13.35, alta de 21 pontos, e o de maio subiu 23 pontos, nos 13.23. Este segundo vencimento já é o driver.

No balanço anterior, o peso veio do barril do cru, que avançou para os US$ 66, vencimento de opções e pela notícia de novos subsídios indianos, só que desta vez ajudando a fixar mais a commodity no mercado interno através de preços mínimos às usinas.

De ontem, o mercado carrega a informação, que deu mais gás as compras hoje, quanto à possibilidade da produção do hoje maior exportador mundial cair para baixo dos 30 milhões. A Federação Nacional de Fábricas Cooperativas de Açúcar avalia a seca no oeste da Índia na cana que deverá a ser cortada na safra 19/20 de lá, a partir de outubro. Se consolidado, será o menor volume em 3 temporadas, e poderia ajudar a recuperar os preços que caíram 21 em 2018.

Antes se previa 31,5 milhões de toneladas, já descontados os 3 milhões de açúcar que seriam desviados para etanol anidro.

Essa conta ainda será fechada definitivamente com os dados brasileiros que deverão ficar mais claros nas próximas semanas.

E com os dados do USDA, que deverá sair em maio, nos quais a margem de confiança, pelo menos no que diz respeito à safra global e indiana, em particular, é maior. (Reuters 19/02/2019)

 

Com gasolina cara, venda de etanol disparou em 2018

No geral, o consumo de combustíveis no país ficou estagnado no ano, com alta de apenas 0,03%.

As vendas de etanol hidratado no mercado brasileiro cresceram 42,1% em 2018, segundo dados divulgados nesta terça pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis). A alta reflete a busca, pelo consumidor, de alternativa aos altos preços da gasolina durante o ano.

No geral, o consumo de combustíveis no país ficou estagnado no ano, com alta de apenas 0,03%. Para o diretor-geral da ANP, Décio Oddone, além da economia fraca, os altos preços nos últimos anos contribuíram para o desempenho, que repete anos anteriores.

“O Brasil passou 2016 e 2017 com preços acima do mercado internacional”, disse ele, em evento para anunciar o balanço do mercado de combustíveis em 2018.

Ele voltou a defender maior competição no mercado de refino, com a venda de refinarias da Petrobras. A ANP chegou a ir ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para questionar a concentração nesse mercado.

 “A venda de refinarias da Petrobras é boa para a sociedade”, afirmou Oddone. A estatal tem hoje dois processos de venda de polos de refino em curso e não descarta aprofundar a estratégia de reduzir sua participação no mercado.

No ano passado, o país consumiu 19,4 bilhões de litros de etanol hidratado. “O crescimento foi motivado, em grande parte, pelo ganho de competitividade no preço em relação à gasolina C nos estados com maior produção de etanol”, disse à agência.

As vendas de gasolina C (já misturada ao etanol anidro) caíram 13,1%, para 38,3 bilhões de litros. O consumo de etanol anidro caiu na mesma proporção. Ainda sim, o consumo total de etanol cresceu 16,3%, para 29,7 bilhões de litros.

O consumo de diesel teve alta de 1,4%, para 55,5 bilhões de litros, segundo a ANP, devido à recuperação econômica. Com o aumento do percentual obrigatório de 8% para 10%, o volume de biodiesel vendido no país cresceu 25,3%, para 5,4 bilhões de litros.

No ano, houve queda de 24,5% nas importações de combustíveis, com destaque para diesel (-14%) e gasolina (-60,7%).

No caso do diesel, o programa de subvenção criado para por fim à greve dos caminhoneiros contribuiu: importadores privados recuaram, levando a Petrobras a aumentar a produção em suas refinarias.

FATIA DE MERCADO

Com os altos preços, o consumidor preferiu também abastecer em postos de bandeira branca, onde o combustível costuma ser mais barato. A fatia de mercado desse tipo de posto cresceu de 42,5% para 43,8%.

Entre as bandeiras tradicionais apenas a Raízen cresceu (de 10,9% para 11,4%). BR e Ipiranga tiveram queda. Juntas, as três dominam 43,1% das vendas para postos de combustíveis no país. (O Estado de São Paulo 19/02/2019 às 16h: 32m)

 

Suedzucker deve fechar fábrica de açúcar na Polônia em meio a reestruturação

A Suedzucker, maior refinaria de açúcar da Europa, planeja fechar uma unidade de produção na Polônia com capacidade anual de cerca de 50 mil toneladas, disse a empresa nesta terça-feira, como parte de seu programa de reestruturação para enfrentar uma queda nos preços da commodity.

A Suedzucker também anunciou recentemente que fechará fábricas de açúcar na Alemanha e na França.

A empresa disse em janeiro que planeja reduzir os volumes de produção de açúcar em cerca de 700 mil toneladas por ano. (Reuters 19/02/2019)