Setor sucroenergético

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Geadas atingiram 5% da área de cana

O impacto das geadas ocorridas no início deste mês nas lavouras de cana começou a ser quantificado. Segundo levantamento feito pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) em parceria com a União das Indústrias de Cana-de-Açúcar (Unica), cerca de 400 mil hectares de cana foram atingidos. Essa extensão representa 5% da área a ser colhida nesta safra (2019/20), conforme projetado pela Companhia Nacional do Abastecimento (Conab), de 7,5 milhões de hectares.

Da área afetada, em torno de 65% não havia sido colhida. Nessas áreas, a colheita de plantas "adultas" pode apresentar uma perda de produtividade de até 5 toneladas por hectare ante o esperado, afirmou Antonio de Padua Rodrigues, diretor técnico da Unica, em nota.

O impacto foi maior em regiões como Mato Grosso do Sul, Paraná e sul de São Paulo. "Em algumas unidades produtoras, a geada chegou a impactar quase 50% da área cultivada", observou.

Em áreas onde o impacto da geada foi relevante, há necessidade de replanejar o cronograma de colheita. Isso deve afetar a qualidade da cana, já que parte da matéria-prima não será processada no ponto ideal de maturação. "Esse aspecto pode reduzir ainda mais a concentração de ATR [açúcares totais recuperáveis] na planta, que já apresenta valor médio inferior ao do ano passado", disse.

Do início da safra até 16 de julho, o teor de ATR ficou em 126,31 quilos por tonelada de cana, 4,1% menor do que há um ano atrás.

Nas áreas atingidas por geadas em que a lavoura já havia sido colhida, é esperado algum impacto na produtividade do próximo ciclo (2020/21), segundo a Unica.

O clima do início do mês também prejudicou o ritmo da colheita na primeira quinzena de julho. No período, as usinas do Centro-Sul processaram 40,9 milhões de toneladas de cana, volume 9,5% menor que o observado no mesmo período da temporada passada. Como consequência, a produção de açúcar recuou 19%, para 1,94 milhão de toneladas, enquanto a de etanol (anidro e hidratado) caiu 9,9%, para 2,17 bilhão de litros.

No acumulado da safra, o processamento de cana está 10,7 milhões de toneladas menor do que no mesmo período da safra passada. Como a produção desta safra está mais voltada para o etanol do que a da safra passada, isso tem resultado em menor produção de açúcar, que está 1,3 milhão de toneladas inferior a um ano atrás, somando 10,9 milhões de toneladas. A produção total de etanol até agora alcançou 12,8 bilhões de litros, queda de 5,1%. (Valor Econômico 25/07/2019)

 

Açúcar: Alta forçada

Os preços do açúcar demerara subiram ontem na bolsa de Nova York com apoio dos dados da União das Indústrias de Cana-de-Açúcar (Unica).

Os contratos para março fecharam o pregão a 13,03 centavos de dólar a libra-peso, alta de 7 pontos.

Segundo disse, em relatório, Thomas Kujawa, analista da trading Sucden Financial, o mercado aproveita o recente movimento de recuo de posições vendidas dos fundos e compra de contratos para sustentar novas altas.

Nesse sentido, ele afirmou que os dados da Unica ajudaram, dando suporte.

Na primeira quinzena de julho, as usinas do Centro-Sul do Brasil produziram 1,94 milhão de toneladas de açúcar, 19,08% menos que no mesmo período do ano anterior.

No Brasil, o indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal teve queda de 1%, para R$ 57,98 por saca. (Valor Econômico 25/07/2019)

 

Preços do açúcar devem subir com redução de oferta da Índia

Os preços mundiais do açúcar devem avançar até o final deste ano, com um déficit global projetado para a temporada 2019/20, mostrou nesta quarta-feira uma pesquisa realizada pela Reuters com 13 analistas e operadores.

É esperado que os valores do açúcar bruto encerrem o ano a 13,80 centavos de dólar por libra-peso, uma alta de quase 15% em relação ao fechamento desta quarta-feira, de acordo com a estimativa média gerada pelas respostas compiladas.

O balanço mundial de açúcar deve mudar para um déficit de 2,95 milhões de toneladas em 2019/20, contra um superávit de 2,5 milhões de toneladas em 2018/19.

A alteração se deve em parte à estimativa de queda na produção da Índia para 28,5 milhões de toneladas em 2019/20, ante 33 milhões de toneladas vistos em 2018/19, segundo a pesquisa.

"Esperamos uma redução acentuada na produção indiana em 2019/20 para os preços começarem a se recuperar", disse John Stansfield, analista de açúcar no Group Sopex.

"Uma safra muito pobre em Maharashtra, pressionada pelas monções fracas em 2018, que reduziram o replantio, iniciará o processo de afirmação dos preços domésticos na Índia. Preços domésticos mais altos irão reduzir o volume de exportações no mercado mundial."

A oferta também deve ser reduzida pelo alto uso de cana para a produção de etanol, e não de açúcar, no centro-sul do Brasil. A pesquisa gerou uma estimativa média de que 35,95% da cana será utilizada para a produção de açúcar na região na temporada 2019/20.

A proporção seria similar à de 2018/19, quando 35,2% foram utilizados para a produção de açúcar, mas se manteria muito abaixo das duas temporadas anteriores, com o açúcar representando 46,5% em 2017/18 e 46,3% em 2016/17.

"O etanol está pagando melhor que o açúcar. Os preços (para o açúcar) terão de melhorar para que o Brasil altere o mix", disse um dos participantes da pesquisa.

Ainda de acordo com as expectativas compiladas, os preços do açúcar branco devem terminar o ano a 350 dólares por tonelada, alta de cerca de 10% em relação ao último fechamento. (Reuters 24/07/2019)

 

Odebrecht se empenha para apresentar plano de recuperação no prazo da lei

O grupo Odebrecht está empenhado em cumprir os 60 dias previstos na lei para a entrega de um plano de reestruturação das empresas relacionadas à holding que entraram em recuperação judicial, em 17 de junho, e da Atvos, o braço sucroenergético, que entregou o mesmo pedido à Justiça antes, em 29 de maio.

Até agora, o documento está longe do esperado para ser analisado e votado em assembleia geral de credores, etapa seguinte desse processo.

Dado o emaranhado de dívidas, garantias e a diversidade de interesses entre os credores e ex-administradores com participação no grupo, muitas contestações correm na Justiça contra a Odebrecht. Apesar disso, essas ações não emperram as negociações do grupo com os principais credores no desenho do plano, mas acabam por complicar a confecção de uma proposta factível de ser aprovada pela maioria. (O Estado de São Paulo 24/07/2019)

 

Trabalhador de lavoura de cana não se equipara ao de agropecuária, afirma STJ

Empregado de lavoura de cana-de-açúcar não se equipara ao profissional de agropecuária. O entendimento é da 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça ao analisar pedido de uniformização de interpretação de lei apresentado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O colegiado seguiu entendimento do relator, ministro Herman Benjamin. Para ele, o ponto controvertido é saber se o trabalhador rural da lavoura de cana poderia ou não ser enquadrado na categoria profissional de trabalhador da agropecuária previsto no Decreto 53.831/1964, vigente à época da prestação dos serviços.

“Está pacificado no STJ o entendimento de que a lei que rege o tempo de serviço é aquela vigente no momento da prestação do trabalho”, explicou o relator.

De acordo com o ministro, “o STJ possui precedentes no sentido de que o trabalhador rural (seja empregado rural ou segurado especial) que não demonstre o exercício de seu labor na agropecuária, nos termos do enquadramento por categoria profissional vigente até a edição da Lei 9.032/1995, não possui o direito subjetivo à conversão ou contagem como tempo especial para fins de aposentadoria por tempo de serviço/contribuição ou aposentadoria especial, respectivamente”.

Caso

O pedido teve origem em ação de concessão de aposentadoria por tempo de contribuição na qual um trabalhador rural pleiteou a conversão de tempo comum em especial do período em que trabalhou em uma usina na lavoura de cana-de-açúcar.

Em primeiro grau, o pedido foi julgado improcedente, mas a turma recursal dos juizados especiais de Pernambuco reconheceu que teria natureza especial a atividade na indústria canavieira desempenhada pelo empregado rural.

A Turma Nacional de Uniformização (TNU) manteve o acórdão. Entretanto, para a autarquia previdenciária, o entendimento da TNU é oposto ao do STJ, que considera como insalubres somente os serviços profissionais desempenhados na agropecuária, não se enquadrando como tal a atividade exercida apenas na lavoura. (Consultor Jurídico 24/07/2019)

 

Petrobras vende 30% da BR Distribuidora; privatização pode chegar a R$ 9,6 bi

A Petrobras aprovou a venda de uma fatia de 30% na empresa de combustíveis BR Distribuidora por 8,56 bilhões de reais, mas o negócio poderá envolver até 9,6 bilhões de reais se também for negociado um lote adicional de ações.

A operação, em uma oferta de ações precificada na noite de terça-feira, fixou os papéis da BR em 24,50 reais e reduziu a participação da Petrobras na companhia para 41,25%, de 71,25% anteriormente, o que na prática privatiza a antiga subsidiária da estatal.

O lote suplementar da oferta deve ser negociado ao longo das próximas semanas. Se houver sucesso, a fatia da Petrobras na BR seria reduzida para 37,5%.

Três fontes com conhecimento do assunto disseram que há demanda suficiente para a venda de todo o lote suplementar.

“Demonstra confiança no Brasil, na BR e na Petrobras. A BR terá capacidade de tomar decisões rápidas e ser mais eficiente, sem as amarras de uma estatal”, disse uma fonte da Petrobras, que pediu para não ser identificada.

As ações da BR operavam em alta de cerca de 4,3%, a 27,13 reais, por volta das 13h16, após subirem mais de 6% na máxima do dia, enquanto os papéis preferenciais da Petrobras operavam perto da estabilidade.

A BR é líder em um setor dominado por poucas empresas, que incluem a Raízen, joint venture da Cosan e Shell, além da Ipiranga, do Grupo Ultrapar.

A citada agilidade a ser obtida com a privatização deve ser importante para enfrentar a concorrência, ainda mais após a entrada recente no setor no Brasil de multinacionais como Glencore, com aquisição de uma fatia majoritária na Ale, e da Vitol.

“Esperamos que o novo controle acionário desencadeie uma série de mudanças na estrutura da BR Distribuidora, visando um ganho em eficiência e produtividade e mais ‘comparável’ às concorrentes Ipiranga e Raízen”, declarou em nota a consultoria Raion, que não vislumbra no curto prazo uma redução de preços para clientes da BR, visto que sua fornecedora principal continuará sendo a Petrobras, que detém cerca de 98% do refino nacional.

A demanda na operação da BR foi 4,5 vezes superior ao tamanho da oferta, acrescentou uma das fontes, que falou sob a condição de anonimato porque a informação não é pública.

A Petrobras já havia reduzido sua participação na BR Distribuidora no final de 2017, com uma oferta inicial de ações (IPO) que levantou aproximadamente 5 bilhões de reais e levou a petroleira a ficar com 71,25% da empresa, antes uma subsidiária integral.

Tanto o IPO quanto a oferta de ações concluída na terça-feira acontecem em meio a um amplo plano de desinvestimentos da Petrobras, que tem vendido ativos em diversas áreas de negócio para reduzir dívidas e focar seus investimentos na exploração do pré-sal.

“Embora fortemente antecipado pelo mercado, esse é outro movimento positivo no plano da companhia de vender ativos não essenciais, visando reduzir a alavancagem e para obter dinheiro para investimentos na produção de petróleo, especialmente no pré-sal”, destacou o Goldman Sachs em nota.

A Petrobras ainda quer vender oito refinarias, com metade da capacidade de refino do país, além de unidades de gás, em meio a um plano do governo de quebrar monopólios. (Reuters 25/07/2019)

 

Quais são os desafios que a BR Distribuidora terá após a privatização? Analistas respondem

Estratégia comercial e de redução de custos será monitorada de perto pelos analistas.

A BR Distribuidora tem o seu primeiro pregão como empresa privada de forte alta, superando os patamares do final de janeiro de 2019. Às 12h13 (horário de Brasília) desta quarta-feira (24), os papéis tinham alta de 5,88%, após chegarem a subir 6,23% na máxima do dia.

A Petrobras vendeu uma fatia importante das ações da companhia, em uma operação que movimentou cerca de R$ 8,56 bilhões com a estatal passando a ter 41,25% dos ativos (ante 71,25%).

Mas a estatal ainda pode se desfazer de mais papéis se o lote suplementar for exercido, reduzindo seu capital para 37,50% em uma operação que pode totalizar R$ 9,63 bilhões. Desta forma, a BR Distribuidora passa a ser uma companhia privada de capital pulverizado.

Se, para a Petrobras, o anúncio é visto como positivo como parte do plano da estatal para fazer desinvestimentos de forma a se desalavancar, além de focar seus esforços na exploração do pré-sal, as perspectivas também são positivas para a BR Distribuidora. Porém, há desafios a serem superados.

“Vale lembrar que a venda de subsidiárias sem aval do Congresso estava travada até junho por decisão do STF, mas foi liberada, agora, começamos a colher os frutos”, aponta a equipe de análise da Levante Ideias de Investimento.

Após a oferta, a expectativa é de que a BR Distribuidora apresente uma melhoria na sua governança corporativa e aumento na liquidez das ações.

Além disso, os analistas vão monitorar de perto como se dará a transformação da companhia para ser mais eficiente, o que passará principalmente pela redução de custos.

De acordo com a XP Research, há uma diferença de R$ 20 por metro cúbico das margens da BR Distribuidora em relação a seus pares privados Ipiranga (da Ultrapar) e Raízen Combustíveis (joint venture entre Cosan e Shell). Contudo, cerca de metade da diferença corresponde a despesas com fundo de pensão, com pouco espaço para mudanças.

Além disso, Gabriel Fonseca, analista da XP, aponta aguardar maior clareza da companhia em relação a mudanças em sua estratégia comercial para reverter a perda de participação de mercado observada desde 2015.

Em relatório de início de cobertura datado de março, o analista havia destacado que, dada a contínua perda de fatia do mercado da BR Distribuidora nos últimos anos, os efeitos da redução de custos como pessoal e administrativo poderiam ser parcialmente compensados por maiores despesas de marketing e maior competição por preços.

Desta forma, ainda é preciso aguardar a nova estratégia da companhia, o que leva à recomendação neutra da XP para os papéis com preço-alvo de R$ 30, o que configura um potencial de valorização de 15,34% em relação ao fechamento de segunda-feira.

Com o mesmo preço-alvo, o Bradesco BBI possui recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado) para os ativos da BR Distribuidora, apontando que a empresa possui a mais alta exposição ao setor doméstico.

Além disso, ela tem, segundo o analista, um potencial de corte de custos em até R$ 15 por metro cúbico por meio da privatização. Isso levaria a um aumento do valor presente líquido por ação para R$ 35 (ou um potencial de 34,56%).

Porém, na última terça-feira, a casa de análise destacou a preferência pela Ultrapar dentro do setor de distribuição de combustíveis, principalmente por conta do valuation. Antes, a preferência era pela Cosan. Enquanto os ativos da BR subiram 16% no acumulado do ano e os da Cosan tiveram ganhos de 54%, a Ultrapar caiu 22% no período.

Assim, o cenário que se desenha para a BR Distribuidora é visto como positivo. Porém, os analistas ainda esperam por mais detalhes de como será a estratégia da nova companhia para recomendarem a compra da agora empresa privada com mais convicção. (InfoMoney 25/07/2019)

 

BRF incorpora cultura de startups para modernizar operações

Conceitos da indústria 4.0 já são aplicados em instalações da empresa no Brasil; soluções inovadoras viabilizam a redução de custos e aumento da produtividade.

O perfil ágil e moderno, comum às startups, vêm sendo incorporado gradativamente pela BRF. Pelo segundo ano consecutivo, a empresa de alimentos, uma das maiores do mundo, figura entre as selecionadas pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) para participar do Programa Conexão Startup Indústria 4.0, que vai estimular centenas de startups do Brasil e exterior a desenvolver soluções inovadoras às indústrias participantes.

“Buscamos soluções para reduzir custos, aumentar a produtividade e aprimorar a gestão de processos para avançarmos na eficiência operacional, uma das prioridades da companhia. Desta forma, o concurso da ABDI está alinhado à nossa estratégia, que é norteada pelos compromissos com a segurança, qualidade e integridade, presentes em todas as etapas da nossa operação, seja na indústria ou no campo”, explica Ricardo Trinkel, diretor de engenharia.

A transformação digital das linhas produção, que asseguram um controle mais refinado de todo o processo e o monitoramento por sistemas de visão na indústria, soluções digitais de treinamento e gameficação, são iniciativas que estão no ciclo de projetos de investimento da BRF e derivam dessa aproximação da empresa com as startups. Um dos exemplos é o contato permanente com food techs, para viabilizar o desenvolvimento de novos produtos.

“Enquanto as startups e food techs auxiliam na frente da inovação, a BRF oferece um ambiente propício para que os ganhos com as soluções desenvolvidas sejam percebidos em larga escala”, afirma Ricardo Trinkel. “A BRF está inserida em uma cadeia produtiva longa e complexa, que tem início no campo com a produção das aves e suínos, passa pela indústria, chega ao supermercado e, por fim, à mesa do consumidor. Estas iniciativas tecnológicas alinhadas à estratégia de eficiência operacional são fundamentais para que possamos ter sucesso nesta jornada”, completa.

A divulgação da primeira seleção de startups do Conexão Startup Indústria 4.0 promovida pela ABDI será feita em 17 de agosto. Após essa data, será realizado o Co Discovery Lab, no dia 15 de novembro, dedicado à criação de grupos de trabalho formados pelas indústrias e startups. No dia 29 de novembro serão anunciadas as duas startups escolhidas pela BRF para o desafio final, que devem  entregar a prova de conceito do desafio até 28 março de 2020.

A última fase do projeto acontece em 26 de junho de 2020, quando as startups e empresas farão demonstrações em um evento da ABDI. No total, serão R$ 4,8 milhões em prêmios para as startups selecionadas. Para mais informações acesse:

https://startupindustria.com.br/startup4-0.

Ranking 100 Open Startups

Também pelo segundo ano consecutivo, a BRF figura o ranking “Top 50 Open Corps”, que destaca as empresas líderes mais engajadas no ecossistema de inovação e que mais registraram contratos com startups no último ano. No ranking, a BRF ficou na 11ª posição, é a única do setor de proteína animal da lista. O reconhecimento será divulgado durante o Whow! Festival de Inovação, que acontece em São Paulo, entre 23 e 25 de julho. “A inovação é uma alavanca importante do nosso negócio. Até 2023, nosso objetivo é atingir 10% da receita operacional da companhia com inovações”, afirma Beatriz Benedetti, gerente executiva de inovação da BRF.

BRF Hub

Como parte da estratégia de inovação, a BRF selecionou seis startups para avançar na fase de projetos pilotos do BRF Hub, plataforma da companhia para parcerias com startups, food techs e universidades. A iniciativa é voltada para desenvolver soluções das áreas de negócios da BRF, como RH, suprimentos, pesquisa & desenvolvimento, dentre outras. Lançado nesse ano, o programa recebeu mais de 35 inscrições para os desafios, além de mais de 30 contatos de interessados em desenvolver futuros projetos.

Sobre a BRF

Com um portfólio amplo de produtos e marcas consagradas como Sadia, Perdigão e Qualy, a BRF possui mais de 90 mil funcionários comprometidos com a gestão, qualidade e inovação da produção de alimentos. Com presença em mais de 140 países, a companhia é reconhecida internacionalmente por sua atuação baseada no crescimento e desenvolvimento sustentável. Com uma história de mais de 80 anos, produz alimentos que são fonte de força para colocar a vida em movimento, todos os dias, para o maior número de pessoas em todo mundo. (Assessoria de Imprensa BRF 24/07/2019)